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Tamanho não é documento | Heterosexuais | Acervo de Contos

Tamanho não é documento

Meu sofrimento começou na adolescência, sempre fui gordinho e como não fui favorecido pela anatomia masculina virei alvo de chacotas e piadas quando arrumei a minha primeira namorada no colégio, o comentário se espalhou rápido e não era difícil encontrar alguém que fizesse alguma insinuação maliciosa se referindo ao meu minúsculo tamanho, envergonhado, eu acabei me isolando do mundo e passei a levar uma vida mais solitária. Com o passar do tempo eu acabei os estudos, comecei a trabalhar e ainda assim continuava a levar a minha vida solitária, eu me interessava pelas mulheres, sentia desejos, mas quando me lembrava da minha adolescência acabava me retraindo e não tinha coragem de tentar uma investida, o tempo foi passando sem que eu tivesse a minha primeira relação sexual e embora pareça difícil de acreditar eu só consegui perder a minha virgindade após os quarenta.

Trabalhávamos juntos a algum tempo e vários colegas já tinham tentado a nossa aproximação, eles pensavam que eu era tímido por não me a arriscar sair com ela, mas o meu problema era outro, o trauma da adolescência me perseguia e o medo de reviver os motivos de chacotas me apavorava e por isso eu a evitava. Bianca era linda, uma mulher pequena de corpo escultural e acreditar que ela pudesse se interessar por alguém gordo e desengonçado como eu era duvidoso, mas os sentimentos de Bianca pareciam ser reais porque ela sempre insistia nessa proximidade seja no trabalho ou na hora de irmos para casa, depois de tanta insistência e de toda essa proximidade eu já me sentia completamente apaixonado por ela e já não sabia mais como fazer para evitá-la e então decidi contar toda a verdade para ela. Foi difícil começar o assunto, mas aos poucos eu lhe disse que eu a amava mas que não poderia lhe realizar como mulher, ela parecia radiante com a confissão e dizia que juntos poderíamos superar as diferenças, mesmo supresso com a reação dela eu perguntei se ela tinha entendido o que eu havia acabado de lhe falar, ela afirmou que sim e que a vida não se resumia só em sexo. Peguei na mão dela, fechei seus dedos deixando apenas o seu polegar levantado e lhe disse que o meu pinto ereto deveria ter no máximo aquele tamanho e ela disse que era o suficiente para lhe dar prazer, então eu lhe fiz a segunda revelação e saber que eu era virgem lhe deixou radiante.

Pensei que iria terminar aquela noite apenas a levando para casa, mas ela me convidou para entrar, sentado numa poltrona eu fiquei aguardando ela retornar enquanto corria os olhos entorno da sala e quando ela surgiu vestida numa langeri sexy eu arregalei os meus olhos e fiquei petrificado lhe admirando lentamente se aproximar. Ela me tocou os lábios com um beijo suave enquanto as suas mãos afrouxavam o meu cinto e abriam a minha calça, eu levantei o corpo facilitando e ela terminou de me despir puxando de uma só vez a minha calça junto com a cueca, seus beijos foram descendo pelo meu pescoço enquanto as suas mãos abriam os botões da minha camisa e a cada botão que ela abria ela ia descendo na direção do meu pinto que já pulsava incontrolavelmente de tesão. Quando os seus lábios envolveram o meu pinto a poltrona se tornou pequena para que eu Fugi-se da sua boca, eu me contorcia de prazer naquela experiência única na minha vida e não resistindo ao prazer, acabei gozando na sua boca, em seguida ela me puxou para o sofá maior, deitou-se abrindo as pernas e jogou a sua calcinha para o lado, era a minha vez de retribuir o prazer que ela havia me dado e meio sem jeito eu fui lhe lambendo, mas com a sua orientação eu fui evoluindo e pressionando a língua sobre o seu grelinho, deixando-a muito excitada e isso nos levou para o próximo passo dessa relação. Eu fiquei de joelhos na frente do sofá enquanto ela se contorcia na minha frente, se abrindo ao máximo, de pernas para ar e com a bunda próxima da borda do sofá ela se tornou muito receptível e mesmo não tendo um pinto de tamanho normal eu sentia ele deslizando pelo anelar do seu interior é claro que o meu peso incomodava os meus joelhos naquela posição, mas o prazer daquela relação superava toda a dor enquanto eu continuava a fazer o vai e vem. Só que a Bianca percebeu e incrivelmente trocou de posição ficando de quatro sobre o sofá, fiquei de pé me agarrando aquela bunda maravilhosa que tanto eu desejava e continuei a fazer o vai e vem ate que novamente a Bianca mostrou toda a sua flexibilidade girando o seu tronco e erguendo sobre o meu peito apenas uma das suas pernas, deixando a sua xoxota que ficou de lado completamente exposta para que o meu pinto a invadi-se ate os nossos corpos se tocarem. Aquela fonte de prazer parecia inesgotável e logo em seguida ela me colocou sentado, montou no meu colo ajeitando o meu pinto na sua xoxota, nessa posição parecia que só entrava a cabecinha mais era o suficiente para ela rebolando no meu colo ter o seu orgasmo, pude sentir o seu liquido quente escorrendo pelas minhas coxas enquanto ela sussurrava no meu ouvido o seu amor. Após atingir o orgasmo Bianca quis relaxar enquanto eu ainda tentava fazer o vai e vem, percebendo que eu ainda não estava completamente saciado ela voltou a rebolar sobre o meu colo e logo em seguida ela tornou a se deitar no sofá arqueando as suas pernas para o ar, depois de apontar o meu pinto na entrada da sua xoxota eu me deitei sobre ela fazendo com que o meu peso ou o pouco do que entrou lhe arrancassem gemidos.    

O prazer de estar perdendo a virgindade, de estar possuindo uma mulher por amor e uma mulher que também me amava fez aquele momento se tornar mágico porque eu gozei na sua xoxota mas continuava de pinto ereto e louco para continuar metendo, o meu gozo escorria da sua xoxota enquanto eu continuava o vai e vem, mas Bianca interveio segurando o meu pinto para logo depois o conduzir para o buraquinho da sua bunda, quente e apertado aquele buraquinho provocou novas sensações que eu nunca havia imaginado e tomado pela aquela onda de prazer eu comecei a gozar novamente. Ela gemia a cada pulsada que o meu pinto dava me dizendo que estava gozando também e essa é a minha historia de como eu descobri que tamanho não é documento e que tendo uma ereção duradoura eu poderia dar prazer a uma mulher mesmo tendo um pinto pequenininho.

 

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