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Saindo da rotina | Heterosexuais | Acervo de Contos

Saindo da rotina

Há quase 2 anos de idas e vindas, minha relação com Murilo já estava um pouco desgastada, o sexo com ele não me atraía mais, ainda mais porque ele nunca foi dado a novidades na cama, quem inventava era eu para dar um up na relação, ele gostava, contudo nem uma lingerie nova e fantasias sussurradas ao ouvido o incentivava a corresponder à altura como eu gostaria.  Nem sei por que ainda continuava nessa relação.  Algo de novo precisava acontecer.Murilo estava no último ano da faculdade e dividia um apartamento  com André, tínhamos muitos amigos em comum, André era um deles. André nunca teve pudores em levar mulheres ao apartamento, mesmo quando sabia que eu estava lá. Eu sempre encontrava vestígios das artes sexuais dele por lá, algo que me deixava extremamente excitada ao imaginar o motivo de tantas mulheres, às vezes repetidas, frequentarem tanto aquele homem. Ainda mais eu naquela situação, já sem paciência com a falta de criatividade de meu namorado e louca por sexo. Murilo e eu havíamos discutido mais uma vez, mas marcamos de nos encontrar no apartamento para irmos de carona com mais um casal ao cinema. Murilo também trabalhava e nesse dia não conseguiu sair do escritório no horário de sempre, teria que chegar mais tarde. Só descobri o imprevisto quando cheguei ao apartamento e encontrei André, sozinho, aliás, sozinho não, ele, um shortinho sacaninha tipo roupinha de dormir e uma garrafa de vinho que ele estava tomando enquanto via algo no computador da sala. André me deu o recado porque eu havia esquecido o celular em casa e não vi as ligações. Confesso que fiquei extremamente perturbada ao me ver sozinha com aquele homem, nunca havia acontecido, ainda mais quando percebi a olhada que ele deu para meu decote quando me abriu a porta, eu havia colocado um vestido bem decotado nos seios e nas costas e um belo salto alto, sensual justamente para provocar Murilo, que parecia não mais enxergar esses detalhes em mim. Eu sempre tinha a sensação de que André me dava umas secadas, mas sempre achava que era coisa da minha cabeça, afinal ele era amigo de meu namorado.Falei com ele que iria esperar Murilo no quarto, mas antes fui à cozinha tomar  água. André apareceu para pegar uma taça e me oferecer vinho, acho que já sabia que eu aceitaria...  como a cozinha era bem pequena, ele teve que passar por trás de mim, não teve como  não vir um arrepio ao sentir o calor  daquele corpo roçando no meu decote das costas. Sabia que ele voltaria, então não saí do lugar e esperei o vinho, ele voltou, deu o vinho e dessa vez percebi que se encostou mais e deu para perceber, quando encostou-se à minha bunda, que estava excitado. Enlouqueci com a ideia de pegar naquele pau que prometia ser uma maravilha, deu logo água na boca, um desejo louco me invadiu as entranhas, minha xaninha já estava aos pulos de assanhamento. Meu olhar o acompanhou até a sala e o dele foi recíproco. Peguei a taça e fui para o quarto de Murilo. A essa altura, só queria que o tempo parasse naquela esfregadinha do pênis de André em minha bunda. Parecia ?meu número?, quis muito conferir. Não fechei a porta do quarto. De súbito o vi na porta, pedindo que eu desse uma olhada num texto que ele estava escrevendo.Que texto que nada!!! Segui até a sala, não pude deixar de perceber que ele ainda estava com o pau duro. O juízo pensou:  e agora? mas minha xaninha pensou ao contrário: é agora! No caminho para a sala André me puxou pela cintura e me beijou, senti o pau dele ainda mais duro se mostrando em minhas coxas, enquanto ele enfiava a língua em minha boca, pedia minha língua e a sugava loucamente, suas mãos percorriam cada parte embaixo do vestido. Minhas pernas estavam bambas de vontade de sentir aquilo tudo dentro de mim. Ele puxou o único laço que prendia o vestido a meu corpo, deixando-me só de calcinha, fez-me dar um giro em sua mão para apreciar meu corpo e me levou para o sofá. Continuou  me beijando a boca e passou a descer começando aos sussurros em meu ouvido até chegar a meus seios, já durinhos, arrepiados esperando aquela boca os tocar, ele sugava como se quisesse tirar algo deles, percorria toda sua extensão com a língua, brincava com os dedos, mordiscava e voltava aos mamilos, parece que ele sabia que aquele era meu ponto fraco, era o que me atiçava para qualquer ato que ele quisesse. Eu já havia tirado seu shortinho sacana e sentido aquela intumescência perfeita em minhas mãos, num ímpeto, nossa!!! só em sentir aquele pau pulsando e ele ainda com a boca em meus peitos eu sentia que meu o gozo não ia demorar. Fervíamos de tesão. Fiz com que ele sentasse em minha  frente e de joelhos, fixando seus olhos,  fui até seu ouvido e  disse-lhe que estava louca para chupá-lo, senti-o agitar-se na ânsia de que eu o fizesse logo, mordisquei sua orelha, beijei molhadamente o pescoço descendo corpo abaixo até a barriga, enquanto minhas  mãos vasculhavam cada parte do corpo dele, ele permitia o toque em todos os lugares. Não precisava masturbá-lo, ele já estava pronto e apostos para ser devoradíssimo. Segurei e comecei a lamber a cabecinha, fazer movimentos circulares com a língua e descer toda aquela haste com todo o corpo da língua como se fosse um delicioso pirulito, prendia o saco com a boca, ele delirava. Ainda fixando seus olhos, via que não se aguentava mais de gana de que eu o devorasse de vez, colocasse todo em minha boca, aumentasse o ritmo de sobe e desce... tanto fiz que sussurrou pedindo que continuasse...  e fiz... ele gemia de prazer em minha boca... eu sugava prazer, muito prazer, era delicioso. Chupava com mais força, alternava o movimento,  queria fazê-lo gozar em minha boca e me lambuzasse toda. Isso quase aconteceu, porém ele disse que não seria naquele momento. Puxou-me forte, atirou-me no tapete, abriu bruscamente minhas pernas, deslizou dos pés até minha xoxotinha, chupava e mordia minhas coxas, não tocando ainda  meu clitóris  ou nenhuma outra parte, mas me deixava louca com aquilo. Eu me contorcia de prazer, prendia-o com as coxas tentando fazê-lo deslizar para a vagina e continuar entre meus lábios de baixo, que ansiavam muito aquela língua quente. Tive que pedir para ele me chupar, morder, até tapinhas pedi naquele momento. Ele chupava como se tivesse analisado cada nervinho localizado ali, cada movimento da língua, lábios e dedos eram uma incrível viagem ao prazer, ele sabia como ninguém antes o que fazer, lia meus pensamentos. Conseguia movimentos rápidos e compassados, não sei como permanecia com aquela língua dura subindo, descendo, contando as páginas do meu livrinho secreto, entrando bruscamente me fazendo pirar. Também não queria gozar no oral, de joelhos, fiquei de costas para ele apoiada no sofá  e, quase uma ditadora, ordenei que me fodesse por trás, prontamente fui obedecida, apertava aquela pica dentro de mim o máximo que eu podia, naquele momento não havia coisa melhor...   parecia que ele estava guardado aquele vigor só para esse momento, procurando apertar cada parte do meu corpo me puxava forte, fodia-me com uma  fome, uma volúpia que jamais seria esquecida. Pediu que eu ficasse por cima porque disse sempre ter tentado imaginar minhas expressões de prazer quando ouvia meus gemidos com Murilo no quarto ao lado, disse que eu sempre fiz parte de seus sonhos eróticos desde que fomos apresentados e que o momento era a realização de uma fantasia. Ouvir aquelas palavras soou como um aviso de que um vulcão entraria em erupção dentro de mim, meus gemidos vinham inevitavelmente invadindo aquela sala, puxei-o para ficar cara a cara com ele e em posição sentada no colo dele, ouvi ele me chamar de putinha, ?goza minha putinha gostosa?, assustei-me, mas amei e entrei na brincadeira... pedi que falasse mais... eu gemia e rebolava freneticamente até que senti seu pau latejar e quando mais o sentia latejar mais eu cavalgava naquele pau pedindo para gozar dentro de mim, pra me lambuzar com aquela porra morninha. Senti-o  gozar dentro de mim e  gozei também. Mas para mim não tinha acabado...  queria que ele comesse meu cuzinho, fui  novamente a seu ouvido e sussurrei  o que queria fazendo-o não acreditar no que estava acontecendo. Passei a me esfregar naquela pica fazendo-a endurecer novamente. Ele pegou lubrificante e ajudei-o a punhetar para ficar no ponto. Passei a provocá-lo  me masturbando, passando o dedo em meu cuzinho pedindo para que ele me comesse toda com aquela postura dura e gostosa que ele já apresentava, ele enlouqueceu,  se ajoelhou atrás de mim e começou a acariciar minha bunda, fui afastando minhas pernas para encaixar gostosinho, ele passou a esfregar minha bucetinha,  passou o líquido quentinho e caiu de dedo e de boca, o que me deixava louca de tesão, eu gemia querendo que ele enfiasse. Segurei o pau com a mão e o guiei a  enfiar  a cabecinha dentro do meu cuzinho, delirávamos, ele me estocava bem fundo e, apesar da dor,  eu pedia mais, gritava... até não podermos mais segurar... gozamos quase juntos... Parece que ver o prazer um do outro a cada lugar tocado ou cada som ouvido foi o ponto alto dessa deliciosa aventura. Tudo isso aconteceu muito rápido, a tempo de eu ir para casa, ligar para meu namorado e dizer estava cansada de esperar e que sairíamos outro dia. Não terminei com Murilo na época, e nem com nosso amigo André. Mas isso é papo para outros contos...                   

 

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