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O Andarilho | Heterosexuais | Acervo de Contos

O Andarilho

Viajando por esse brasil a fora passei em muitas cidadezinhas das quais já mais imaginei, peguei vias e trilhas que em determinado momento me vi perdida por essas estradas e a única solução era perguntar a um morador local qual a direção certa que eu deveria seguir.

Andei mais de quarenta quilômetros depois que havia pego aquela estrada e não cruzava com outro veiculo já algum tempo, sem uma placa informativa, vilarejo ou qualquer outra possibilidade de informação local eu acabei recorrendo a um andarilho de beira de estrada para me orientar melhor.

Assim que parei o carro ele começou a olhar ressabiado, foi se aproximando lentamente e quando eu abaixei o vidro escuro ele me mostrou um belo sorriso se dizendo agradecido enquanto já abria a porta do carro se acomodando no banco do carona. Fiquei completamente sem ação porque dar carona para um desconhecido não era a minha real intenção e enquanto ele agradecia por eu ter parado eu o avaliava rapidamente. Moreno, por volta dos trinta anos, estatura mediana, olhos esverdeados, barba por fazer, bem vestido embora o tênis que usava já estivesse bem desgastado e uma pequena mochila. Perguntei para onde ele estaria indo e qual era a próxima cidade, depois quis saber da onde ele vinha porque não havia nada para trás e acabamos iniciando uma conversa agradável, mas alguns quilômetros a frente nos chegamos a um pequeno vilarejo e eu o convidei para uma refeição. Continuamos a conversa enquanto comíamos e eu estava curiosa para saber como alguém poderia sobreviver pelas ruas andando de cidade em cidade sem dinheiro, emprego ou família e contando apenas com a caridade de alguns desconhecidos, senti uma grande afinidade depois que ele me contou a sua historia e a única diferença era que eu estava de férias de um bom emprego, tinha um carro e cartões de credito.

O improvável acabou acontecendo e o andarilho se tornou o meu companheiro de viajem, continuamos a desbravar estradas e tarde da noite quando paramos numa cidadezinha ficamos surpresos por não encontrar vaga nas pousadas porque havia uma festa local naquela data, a única que poderia nos receber só possuía um quarto de casal e como já estava tarde foi nessa mesma que nos registramos. Já no quarto, ele foi tomar um banho e quando saiu me deixou completamente impressionada com a sua nova aparência, de banho tomado, barba feita e roupas limpas parecia um outro homem, fui tomar o meu banho e quando eu sai do banheiro ele estava terminando de improvisar a sua cama no chão. Não sei dizer se foram as afinidades ou a nova aparência do andarilho mas eu acabei lhe chamando para dividir a cama comigo, não vi a necessidade de ele passar a noite no chão já que havia passado o dia inteiro dirigindo ao seu lado circulando por lugares desertos onde com certeza eu seria uma presa fácil para qualquer homem mal intencionado, ele era uma boa pessoa e a sua historia de vida circulando por essas estrada parecia ser bem sincera. Adormecemos cada um ao seu lado e de madrugada começamos a nos procurar na cama, aquela respiração quente me arrepiando a nuca, um toque suave percorrendo o meu corpo e carinhosamente ele foi se aconchegando ate me fazer senti que estava rígido, foi me pressionando suavemente por trás enquanto a sua mão habilidosa invadia a minha calcinha, fui ficando toda molhadinha de tanto  que ele alisou o meu grelinho que quando me dei conta, ele já estava entrando dentro de mim, não tive como conter o desejo e fui me abrindo toda para facilitar a penetração, ele logo começou a se movimentar mais rápido ate que me ergueu de quatro na cama ficando ajoelhado por trás, segurando   na minha cintura ele começou a forçar pausadamente as suas enterradas e eu podia lhe sentir cada vez mais fundo a cada penetração ate que o meu corpo estremeceu e eu acabei explodindo num gozo alucinante, mas enquanto a minha xoxota vazava ele acelerou ao seus movimentos e começou a meter com força fazendo a cama ranger e continuou metendo, metendo, metendo e eu não conseguia parar de gozar ate que a cama da pousada quebrou, com o colchão no chão o ranger da cama sessou, apesar do susto ele continuou metendo ate gozar também.

Voltamos a nos aconchegar e acabamos adormecendo nus, mas infelizmente eu acordei sozinha porque o meu andarilho já havia voltada para a sua estrada sem se despedir. Sai da pousada completamente sem rumo, queria ver o andarilho e estava indecisa sem saber para qual lado ele teria ido, segui meu rumo reduzindo a velocidade a cada pessoa que eu via a beira da estrada ate me conformar de que nunca mais eu o veria novamente. Mas essa é uma lembrança maravilhosa da minha ultima ferias

 

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