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Minha prima Adelí | Heterosexuais | Acervo de Contos

Minha prima Adelí

O que vou narrar aconteceu entre eu e minha prima Adelí. Ela é dois anos mais velha do que eu, ela sempre dava um jeito de me provocar. Às vezes puxava a camiseta bastante para baixo, até quase aparecer os bicos dos seios, e como eu ficava olhando embevecido, ela perguntava: quer ver? Eu acenava que sim, e ela dizia: mas não vai! Em seguida fazia outra coisa, como baixar o short até quase aparecer os pelos pubianos, e ria quando eu praticamente babava só de olhar. Fui ficando mais ousado e comecei a pedir para ela deixar eu ver seus peitos. No inicio ela perguntou se eu tava louco, e que era claro que não mostrava! Eu continuava pedindo, e ela negando até que um dia eu pedi, esperando mais uma negativa, porem ela simplesmente levantou a camiseta até o queixo e ficou me olhando, enquanto eu ficava parado sem saber o que fazer. Logo em seguida ela baixou a camiseta e saiu correndo e rindo da cara que eu fiz. Mesmo assim pra mim foi um momento de glória. Quanta punheta eu bati por isso.

Um dia ela arranjou um namorado novo e ficou quase dois anos sem freqüentar minha casa. Vinha de vez em quando, sempre acompanhada daquele xarope do namorado, eu fiquei puto no inicio, depois passou, mas sempre senti falta das provocações dela.

Quando ela terminou o namoro, voltou a freqüentar minha casa, no início esporadicamente e depois quase que diariamente.

Como na minha casa tinha uma boa piscina, minhas primas e primos vinham passar as tardes nadando, ou às vezes apenas tomando sol. Tinha dias que, ao anoitecer, fazíamos um lanche e ficávamos jogando vídeo game, baralho ou qualquer outro jogo até bem tarde. Depois alguém levava todos a sua casas, ou então acabavam dormindo na minha casa mesmo, assim no outro dia já ia pra piscina logo cedo.

Numa tarde Adelí chegou, e me encontrou sozinho em casa. Foi logo mandando que eu vestisse um short e fossemos nadar. Não precisou mandar duas vezes, afinal ultimamente a coisa que eu mais gostava era de olhar a Adelí de biquíni. Parecia que o impossível estava acontecendo, porque a cada dia ela ficava mais e mais gostosa. Ou talvez fosse eu que a visse assim. Mas o fato é que um minuto depois e já estávamos na água. Nadamos, jogamos água um no outro, demos ?caldo? etc, etc. De repente ela disse que queria boiar, se eu a ajudava? eu não disse nada apenas estendi meus braços e ela deitou bem nas palmas das minhas mãos. Uma mão ficou espalmada nas costas dela, e a outra bem na sua bunda. Instantaneamente fiquei de pau duro. Mesmo porque além de estar segurando diretamente sua bunda maravilhosa, eu de vez em quando a puxava lentamente até em mim. Como seus braços estavam levemente abertos, sua mão à vezes tocava meu short e eu sentia que ela pressionava um pouco. Eu ficava fazendo alguns movimentos para ver se ela resolvia segurar meu pau. Porem ela sempre que encostava, fazia pequenos movimentos, com o objetivo claro de sentir o volume, mas em nenhum momento pegava. Então ela disse que queria ficar de bruços. Estremeci! Agora eu ia segurar nos peitos dela. Ela deitou nas minhas mãos e pediu para que eu a deslizasse pela água. Fique com uma das mãos segurando seus peitos e com a outra bem sobre sua púbis. Não resisti e dei pequenos apertos naqueles peitos pequenos e firmes, que mais pareciam dois cones feitos só de beleza e maciez. Depois de alguns apertões ela pulou das minhas mãos e disse ?engraçadinho!?. E me jogou um monte de água na cara , e continuamos a brincar. Então eu perguntei se ela não queria boiar novamente, e ela disse que sim e subiu novamente nas minhas mãos. Desta vez eu apertei bastante, e ela de vez em quando olhava para mim e dizia ?para!?, me jogava água no rosto, mas não fugia como fez da outra vez, e é claro que eu não parava. Comecei apertando de leve e depois mais forte, tanto sua bunda quanto seus peitinhos. Num momento quando ela estava de bruços, eu cheguei mesmo a encaixar meu polegar entre suas pernas e fiquei pressionando bem de leve. A sensação era tão boa que eu seria capaz de jurar que nunca tinha sentido alguma coisa melhor na vida. Ela só saiu das minhas mãos quando minha família chegou.

Nesta noite ela quis dormir na minha casa, então suas irmãs e seu irmão também ficaram.

À noite, juntamos todos os primos e fomos jogar baralho. Demos um jeito de sentarmos juntos. Mal o jogo começou, eu coloquei minha mão na sua coxa. Ela nada disse, e nem tirou. Com o andamento do jogo eu fui puxando seu vestido até tocar diretamente sua pele. Meu tesão era tanto que tirava toda concentração do jogo. Eu e ela, coincidentemente, perdemos todas a partidas naquela noite. Quando o jogo terminou, eu tinha avançado com minha mão até a sua calcinha. Tinha colocado um dedo sob a calcinha e estava avançando delicadamente no meio de seus pelos. Ao pararmos o jogo, cada um foi arrumar suas coisas nos quartos. Eu sai para o jardim. Fiquei tentando me refazer, quando percebi que Adelí também estava ali fora. Nos agarramos e cada um ficou tentando colocar as mãos no outro. Eu a ajudei, tirando meu pau para fora do short. Ela não era nem um pouco ingênua. Pegou meu pau e ficou movimentando numa punheta deliciosa. Eu tava lutando para enfiar a mão entre suas pernas e a mesmo tempo dentro de sua blusa. Ela estava sem sutiã o que ajudou com os peitos mas embora eu tenha conseguido colocar a mão dentro de sua calcinha, enfiar o dedo nela eu não conseguia. Eu fiquei apenas com a mão sobre sua vulva, e sentindo como sua calcinha estava molhada com um liquido cheiroso e viscoso. Ela disse: me beija. Eu não respondi, apenas a beijei. Como ela já conhecia bastante da coisa, ela foi logo colocando sua língua inteira dentro da minha boca, e movimentando loucamente. De repente alguém nos chamou. Ela entrou, e eu fiquei um pouco mais lá fora me ajeitando, depois entrei. Aquela noite não poderia terminar assim. Esperei todo mundo ir para suas camas, sempre espreitando os movimentos dela. Ela também me observava.

Quando as luzes se apagaram eu bati de leve na porta dela. Ela veio e disse baixinho: você não pode entrar aqui! Minhas irmãs estão dormindo aqui! Eu disse: então venha comigo para o quarto de empregada que está vazio.

Me espere lá, mas saia logo daqui! Vai!

Meio relutante eu fui e fiquei esperando no quarto. Logo em seguida ela entrou e começou a rir da situação de risco que estávamos passando. Eu ri também. E nos abraçamos. Ela estava maravilhosa. Vestia um pequeno top justo que delineava seus seios, e um short grande bem folgado, que ela usava para dormir. Demos um beijo bem louco, onde cada um queria engolir o máximo do outro. Ela puxou minha camiseta para cima, enquanto eu lutava bravamente para tirar o top dela. Somente aí eu pude colocar minha boca naqueles peitos. Foi um sonho! Chupei feito um louco. Acho que eu poderia estar chupando até hoje, que ainda não estaria satisfeito. Enquanto nos beijávamos fui tirando o short dela e ela tirando o meu. Quando eu a vi totalmente nua, percebi que no mundo pode haver perfeição. Queria ter mais mãos. Tentei me colocar sobre ela, mas ela disse: espera um pouco! Ela começou a beijar meu peito, minha barriga, e chegou no meu pau. Colocou a cabeça na boca e ficou chupando ela devagar enquanto me olhava diretamente nos olhos. Aos poucos ela começou a engolir uma boa parte dele, e eu não conseguia evitar os gemidos. Depois ela veio sobre mim sorrindo e me perguntou se já tinham feito isso comigo. Eu disse que não, e ela ficou me beijando enquanto subia sobre mim e sempre segurando meu pau encaixou a cabeça dele na sua buceta. Ela estava me comendo. Eu fazia poucos movimentos com o quadril. Não coneguia parar de passar as mãos pelo corpo dela, acho que não ficou um centímetro do seu corpo e seu rosto sem que eu passasse a ponta dos meus dedos. Varias vezes. Ela movimentava lentamente sua bunda para cima e para baixo, descendo sempre até eu sentir seus pelos encostarem nos meus, aí ela abaixou sobre mim, colocou toda sua língua na minha boca. Aquilo era enlouquecedor. Ela continuou subindo e descendo por um tempo depois rolou na cama me puxando sobre ela. Nesta posição pude olhar mais para ela, porque desta forma seu rosto se movia menos. Apenas o quadril continuava incontrolável. Eu enlacei seu pescoço, e comecei a meter em vai e vem, e não demorou muito eu gozei. Soltei um verdadeiro urro!! Depois temi que todos em casa tivessem acordado. Mas tivemos sorte que não. Fiquei um tempinho parado, mas ela não conseguia, e ficava rebolando levemente e gemendo baixinho de olhos fechados e rosto virando de lado para lado. Devagar fui retomando o ritmo e logo estávamos em cadencia, eu e ela. Ela foi intensificando o ritmo, e começou a falar: mete forte, me fode, mais forte, vai seu puto!... e por aí foi durante um bom tempo, até que eu senti ela me levantar bem alto várias vezes, cravar as unhas nas minhas costa e soltar gemidos profundos. Eu senti que ela havia gozado comigo, e aquilo me deixou com tanto tesão que me fez aumentar o ritmo, indo cada vez mais forte e rápido até que eu tive o segundo orgasmo. No momento que eu gozava pela segunda vez, ela começou a gemer intensamente novamente e gozou junto comigo. Ficamos vários minutos sem nos mexermos, apenas respirávamos e nos beijávamos, sem dizer nada. Estávamos molhados de suor. Deitei ao lado dela e começamos a rir. Naquela noite trepamos mais duas vezes, depois ela voltou para o seu quarto vestindo seu top e seu short largo, e eu literalmente desmaiei na cama. No dia seguinte tínhamos que levantar cedo para pegar o melhor sol na beira da piscina.

 

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