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Minha Concunhada, minha perdição. | Acervo de Contos

Minha Concunhada, minha perdição.

Fui viajar para o interior de São Paulo, Limeira pra ser exato na casa de meu cunhado, irmão da minha mulher para acertarmos umas pendências financeiras que ficaram desde quando ele resolveu partir com a família.
Fui muito bem recebido, viajei sozinho, pois o assunto era rápido, já cheguei lá quase na boca da noite, e conversamos muito durante o jantar, meus dois sobrinhos, meu cunhado e minha deliciosa concunhado que desde quando morava aqui em SP eu morria de tesão por ela e de alguma maneira achava que ela sentia algo por mim também.
Fomos dormir , e eu dormi no quarto junto de meus sobrinhos, acordei bem cedo para ir embora, me despedi de meu cunhado que apressadamente saiu para o trabalho levando com eles meu 2 sobrinhos para a escola, sentei-me a mesa para tomar café com minha concunhada Silvia e ficamos jogando conversa fora por um bom tempo... Até que me levantei para colocar minha xícara na pia e ela veio correndo e antecipou-se e disse-me larga isso que é coisa minha. Coloca aqui, e guiou minha mão até em cima da pia... e nessa hora meu corpo encostou-se ao dela, e ela continuou ali encostada abrindo a torneira e recolhendo xícaras..e eu comecei a apertá-la mais contra a pia...e ela começou a retribuir e forçar a bunda pra trás e rebolar no meu pau..puta merda... meu pau estava estourando dentro da calça...ela com a torneira aberta lavando a louça e eu esfregando na sua bunda deliciosa e apertando seus seios... ela num movimento brusco virou-se e disse vem comigo....segurando-me pela mão corremos para um quartinho que tem fora da casa e, como se fosse uma lavanderia...
Ela abriu a porta e antes mesmo que pudesse falar algo eu a empurrei pra dentro, já procurando seus lábios e forçando seu corpo contra o meu, com o pé empurrei a porta para fechar encostei-a na parede e comecei a me esfregar nela, bem forte, queria que sentisse todo meu desejo de homem , ergui seus braços, levantei sua camiseta para que seus seios ficassem a mostra, e ainda a beijando comecei acariciá-los, uma mão para cada um, os mamilos estariam bem rígidos... desci com a língua até eles, ora um ora outro, as vezes abria a boca parecendo querer engoli-los, sugava e lambia vorazmente o mamilo enrijecido... que delicia.... ela ainda com os braços levantados, ajudei-a a se livrar da camiseta , agora só de calcinha, na minha frente, continuei a beijá-la e percorrer seu corpo quente com minhas mãos , sua bunda , sua buceta... coloquei-a um pouco de lado , na medida em que meu pau encostasse na lateral de sua coxa, continuando sempre a esfregar-me nela, uma das mãos enfiei dentro da sua calcinha na parte de trás e a outra mão na parte da frente, estava quente, com os dedos comecei a acariciar sua buceta que a essa altura já estava bastante lubrificada, e com os dedos da outra mão acariciei seu cuzinho, afastei-me um pouco, tirei uma das mãos e guiei uma das suas mãos para acariciar meu pau, e eu atendeu prontamente, que delicia, quando vc o tirou para fora das calças eu num impulso inclinei o corpo dela como se estivesse agachando e empurrei sua cabeça para você chupar meu pau, hum que delicia, ela engolindo tudo, uma mão minha acariciava sua nuca, muitas vezes forçando para que ela engolisse mais fundo, e a outra devido a posição eu enfiava ela nela por trás e acariciava sua buceta por baixo e enfiava meus dedos dentro dela, ora um ora dois, as vezes enfiava o anular e o mínimo dentro da sua buceta e médio dentro de seu cuzinho, nossa era muito bom, eu tinha o controle total do que estava acontecendo, ela sugando meu pau como uma felina feroz e eu vendo de cima e a estimulando penetrando-a com meus dedos, .... não queria gozar ainda, mas estava difícil de segurar, forcei para ergue-la pois ela não queria soltar meu pau de jeito nenhum, pedi para que ficasse de quatro, antes porem retirei sua calcinha , ela de 4 na minha frente era bom demais, oh visão!.. ela me olhava e nesse olhar mesmo sem falar nada me dizia, vem, vem, ajoelhei atrás dela e antes de mais nada , brinquei um pouco mais com sua buceta e com seu cuzinho, agora fazendo uso das duas mãos, uma eu procurava abrir o caminho e com a outra eu brincava de enfiar e tirar, nossa vc estava tão molhada , sua buceta quente e úmida não resisti, antes de colocar meti a língua dentro dela... lambia... estava muito bom.... que delicia, peguei meu pau e comecei a esfregar na sua buceta, pincelando de cima em baixo, desde o inicio até chegar no cuzinho, pincelei por varias vezes, resolvi então partir pra dentro, nem precisei guiar, meu pau achou o caminho e foi escorregando pra dentro da sua buceta de tal maneira que eu nem precisei forçar nada, parecia que ela estava engolindo ele, ela fazia algumas contrações e apertava ele lá dentro e eu delirava, comecei bem devagar, enfiava até o fundo e vinha tirando devagarzinho... vai e vem.... vai e vem.... o coisa boa... posicionei-me melhor... com o pau bem lá no fundo.... enfiei um dedo no cu dela que de tanta pincelada também já estava umedecido e comecei então a estocar....forte....forte....nossos corpos se batiam intensamente , fazendo o maior barulho de pele com pele, forte , forte e fundo cada vez mais, o dedo no cuzinho acompanhando as estacadas... tudo bem sincronizado... vai e vem...tira e poe... até que fui ficando mais e mais excitado, tirei o dedo do cu dela, a segurei bem firme pelas 2 bandas e aumentei violentamente a freqüência dos movimentos, a essa altura ela e eu gritávamos de prazer, ela gemendo e eu urrando feito um animal de tanto prazer, fui aumentando e ela colaborando forçando contra, vai e vem , vai e vem, entra e sai , entra e sai , até que numa explosão incontrolável ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhurghhhhhhhhhhhhhhh
Gozamos muito, muito mesmo.....ela e eu sincronizado.... inundei-a, a enchi de porra de tal maneira que podia sentir escorrer para fora , foi uma mistura de fluidos sensacional e jamais vivida por mim. Ainda com o pau dentro, deitamos no chão, eu a abracei de costas tipo conchinha e ficamos muitos minutos só nos acariciando, o único som que ouvíamos era o de nossas respirações ofegantes.... que com o passar do tempo foram normalizando.... ergui um pouco, olhei em seus olhos para que visse a felicidade estampada nos meus e a beijei longamente....
Recompomos-nos , nos abraçamos muito em sinal de agradecimento de tudo aquilo que vivemos ali... e parti para quem sabe em um futuro bem próximo voltar pra repetir a dose.

Conto verdadeiro... Nomes fictícios.

 

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22/08/2009 | 39982 visitas

 
 
 
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