Acervo de Contos

Escreva o seu conto

Escreva o seu próprio conto erótico e envie para o seu publico alvo.

envie-seu-conto

Assine nosso feeds

e receba os últimos contos eroticos do site

 
Recomende o site

Duas pedras de gelo e um bolero vagabundo | Heterosexuais | Acervo de Contos

Duas pedras de gelo e um bolero vagabundo

Aquela foi a minha primeira vez naquele bar.  Depois de ter terminado meu namoro de quase dois anos, fazia algumas semanas que estava na seca e aquilo estava mexendo com meu juízo. No trabalho, qualquer rabo de saia desviava a minha atenção. Bastava um respiro próximo ao cangote que a excitação vinha instantaneamente ? era preciso vazar os fluidos. Não queria qualquer companhia, por isso protelava. Mas a verdade é que os vídeos pornôs estavam clichês demais e me faziam ter um gozo solitário ? queria uma mulher de verdade. Sentir seu corpo em minhas mãos e fazer dela o meu objeto de desejo.  Os amigos já haviam me falado daquele lugar ? do tipo que não se leva esposa ou namorada, mas que talvez valesse aquela amiga gostosa e safada. Como não as tinha mais em minha agenda por conta do namoro, fui só. O bar tinha uma mistura de luzes que tornavam o ambiente próprio para a sacanagem. Em mesas reservadas via-se o carinho sendo trocado pelos casais ali presentes ? não era difícil conseguir companhia, desde que estivesse disposto a se pagar. Mais eu queria mais, então recusei dois convites fáceis logo de cara.  O cheiro de cigarro, junto a sua fumaça, circulava pelo espaço. O ambiente, apesar de não estar escondido, beirava o profano ? exalava sexualidade. Sentei-me do bar e pedi uma bebida para ajudar a relaxar.  As pessoas conversavam um pouco acima do normal, a música embalava os casais e os mandava para a pista. Cruzei o salão com os olhos quando percebi que ela me olhava. Enquanto mordiscava a orelha de seu parceiro, seus olhos me encaravam. Mantive o olhar... sua língua percorreu o pescoço do outro e aquilo me encheu de tesão.  A mão subiu, puxando-o pelo cabelo, ao mesmo tempo em que revelava a aliança em seu dedo.  Os olhos me seduziam como se dissesse: e você, vai ficar só assistindo? Fez um sinal para o seu marido e o recostou na mesa mais próxima ? só então notei que ele estava mais bêbado que consciente. Ela caminhou em direção ao bar, quando virei-me para pedir outra bebida. Havia espaço no balcão, mas foi ali, ao meu lado, que ela fez o seu pedido. Propositalmente, entrou ao balcão de lado, roçando os seios em meu braço. A excitação veio, fazendo com que minhas calças diminuíssem consideravelmente de tamanho. Pediu duas bebidas e saiu. Pelo espelho que havia no fundo do bar, pude ver como o vestido vermelho fazia jus as suas curvas. As costas, nuas, deixavam claro o tipo de mulher que era - arrebatadora. Assim, aconteceram mais três ou quatro situações naquela noite.  Não conseguia mais enxergar as outras mulheres no bar, não conseguia controlar os pensamentos ou pensar em uma forma de sair daquela situação. Seus cabelos loiros caiam sobre os ombros, tornando-o sexy. O vestido decotado revelava os seios firmes e grandes, o desenho de seu corpo explicava porque o violão era associado ao corpo feminino. As pernas completavam a figura: com os pelos loiros eriçados pelo atrito do seu caminhar. Não tinha mais que 25, mas com certeza havia abandonado a inocência das meninas de 18. A malícia com que caminhava, jogando perna sobre perna, rebolando feito uma louca, sabendo que havia despertado a minha atenção era notável. E eu, cada vez mais seduzido por seu corpo, já não disfarçava o olhar. O marido, muito mais velho do que ela, havia se escorado na mesa em que estavam, bêbado e já sem os sentidos. Por mais lógica que aparecesse em minha mente, tudo que eu pensava era em como iria traça-la: de quatro, de lado, do modo que fosse ia comer aquela cachorra. Mesmo que ela fosse casada, mesmo que eu tivesse acabado de sair de um relacionamento problemático, mesmo que a aliança dela a marcasse ? era aquilo que precisava para um fim de noite. Sem falar que a aliança erotizava o seu corpo, marcava o proibido. Como se fosse necessário algo mais do que aquele vestidinho vermelho dela colado ao corpo. Quando ela projetou seu corpo pela quinta ou sexta vez para atravessar o salão eu me levantei ao seu encontro. Ali, no meio da pista de dança, onde todos poderiam nos ver, eu a encontrei. Passei meu braço em sua cintura e juntei seu corpo ao meu, marcados pelo bolero que tocava desde o início da noite. Após uma olhada rápida em direção a seu marido, que dormia feito um bêbado de fim de noite, nada mais a fez recuar. Minha mão estava pousada em suas costas, em seu dorso, onde o corpo começava a fazer as curvas para sua bunda. A outra percorria os cabelos, passando pelo pescoço, ombros. Os braços dela repousavam em meus ombros, entregues. Continuamos ali, ensaiando o encontro ? com nossos corpos embalados pelo mesmo ritmo ? bastou apenas uns segundo para que entrássemos na sintonia perfeita. A música acabou, dando lugar a outra, mas continuamos ali. Trouxe-a para mais junto de meu corpo, meu membro estava agora como uma rocha. Ela o sentiu por sobre a calça quando a aproximei. Sua respiração entrecortou-se. Juntou a boca próxima a minha orelha e disse para encontra-la no banheiro feminino em cinco minutos. Encostou os lábios nos meus, mas não os chupou como esperava. Apenas marcou-os com um selinho, e deu uma mordida sacana no lábio inferior, deixando-me no meio do salão. Não esperei os cinco minutos. Passei no bar para acertar a conta, tomei mais um drinque e me encaminhei ao banheiro. Quando vi que não havia ninguém de olho, entrei. Ela caminhou em minha direção com uma cadeira na mão e escorou a porta ? não havia mais ninguém ali. Encostou-me na parede e me deu um beijo no queixo ? foi neste momento que percebi que ela era um pouco menor que eu. Suas mãos desceram pelo meu peito e caminharam ao cinto da calça, que com um movimento rápido foi retirado. Com a mão, desabotoou a minha calça e com a outra, encontrava a barra da cueca. Segurei a sua mão, afinal de contas, eu é que iria impor o ritmo do jogo. Projetei o meu corpo para a frente e a lancei contra a parede, invertendo as posições. Coloquei-a de mãos coladas a parede, enquanto esfregava meu corpo contra o seu. Ela, vulnerável aos meus carinhos, deu seu primeiro gemido quando beijei o seu pescoço, deixando uma marca que duraria por semanas. As minhas mãos lamberam as suas pernas, meus dedos acariciavam as suas coxas, subindo a medida que meus lábios alcançavam a sua nuca novamente. Em um único movimento, o atrito entre meus dedos e o limite do seu vestido se fez, puxando-o para cima, descobrindo o objeto do meu desejo. Virei-a de frente para mim e encontrei verdadeiramente os seus lábios pela primeira vez. Os lábios vermelhos perderam a cor no primeiro beijo, que a deixou com os mamilos endurecidos. Desci o corpo encostado ao dela, puxando para baixo a parte do vestido que descobriria os seus peitos, despindo-a até o umbigo. Coloquei minha língua naquele primeiro vácuo, subindo por sua barriga, encontrando os seus peitos e lambendo-os freneticamente. Pressionei-a contra meu corpo, alcancei as suas pernas com minha mão e as envolvi em meu próprio corpo, transportando-a para a pia de mármore. Seu corpo, quente e excitado sentiu o baque frio da pia de mármore, contraindo o corpo e arrepiando a pele. Minhas mãos foram preenchidas com seus seios. Aproximei meu rosto ao seu corpo. Esfreguei a barba mal feita até encontrar as suas pernas, alternando os lados que os pelos se roçavam ? excitando-a com o atrito em suas coxas. Alcancei com os dentes a sua calcinha de renda, arrancando-a em uma só mordida. Senti o cheiro do seu tesão quando encontrei-a umedecida. As mãos dela imploravam o contato, direcionando a minha boca a sua. A língua dos homens, mais profana que a dos anjos, encontrou a flor entreaberta, servindo-se do pólen que a sustenta. O ritmo que a minha língua percorria a sua boceta era proporcional aos seus gemidos. Ela percebeu da primeira vez que o grito de tesão saiu de sua garganta e dizia o quanto eu deveria lambe-la. Comecei a alternar o sibilar da língua com os dedos brincando, rodando, enfiando lentamente na sua vagina. Puxei-a para a beirada do mármore, tirei meu pau para fora e brinquei com sua boceta, colocando a cabecinha e tirando, dando pancadas, até que enfiei o pau de vez. Comecei dando leves estocadas, mas não foi o suficiente para conter a vontade... aumentei o ritmo de enfiadas, colocando até o talo, fazendo as bolas baterem nela. Levantei-a, coloquei apoiada a pia, com as pernas abertas. Ela me olhava do espelho. Agarrei-a pelos cabelos e enfiei. Enquanto o quadril repetia o movimento, a mão percorreu sua coxa, encontrando a vagina novamente, estimulando-a enquanto a comia de costas. A outra encontrou o peito e o apertou. Os gemidos e gritos eram sufocados pelo desejo crescente. Desvencilhou-se de minhas mãos por um minuto e colocou-se de joelho a minha frente, era minha vez de receber um bom boquete. Sua boca abocanhou parte do meu pau enquanto brincava com as minhas bolas. A língua rodopiava em sua boca passando na cabecinha como quem chupa o mais saboroso dos pirulitos. Segurei a sua cabeça e enfiava lentamente boca a dentro, alcançando o fundo de sua garganta com certa tranquilidade. O ar começava a lhe faltar e ela retirava o pau de sua boca, batendo uma punheta deliciosa. A língua percorria as bolas até a ponta da pica, que estava melada de tanto tesão. Peguei-a pelo braço e mandei que levantasse. Não ia demorar muito mais para que gozasse, mas jamais o faria sem comer o seu cuzinho antes. Coloquei-a apoiada a pia e pedi que arrebitasse a bunda, passando o dedo no buraquinho apertado e sentido as pregas se contraírem. Ela gemeu. Apontei para o buraco com o penis e penetrei, colocando apenas a cabecinha. A porta dos fundos se abriu. Segurei seus cabelos com a mão para dar pressão. Fui socando sua bunda cada vez mais rápido, até que os gemidos misturados ao meu tesão me fizeram gozar. Cada gota de porra depositada em seu cuzinho. Terminamos de nos arrumar e saímos dali. Depois daquela noite, durante dois anos, todos os dias estava ali, presente, na esperança de encontrar a mulher que havia revirado o meu juízo. Não mais a vi. Recordo apenas em memória, aquilo que marcou a pele. 



Pseudonimo: Allectus Dee

 

Gostou? Vote no Conto:

8290 visitas