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Domando uma bela potranca | Heterosexuais | Acervo de Contos

Domando uma bela potranca

Sou moreno, tenho o corpo normal, peso 72 Kg , tenho 1,70 cm de altura. Não tenho parentesco com o jegue. Meu pau tem 17 cm tamanho normal rsrsrsr. Adoro uma boa sacanagem com mulheres. Sei como dar prazer as mulheres de mente aberta. E principalmente, aprendi que quando um homem sabe agradar uma mulher a retribuição quase sempre é a melhor coisa do mundo

Essa história começou em 2003 quando passei em um concurso público e fui exercer o cargo no interior do estado, em uma cidade de porte médio. Por influência do meu cargo fiz amizade com empresários e políticos. Essas amizades me abriram muitas portas. Através de um desses contatos, em uma certa feita, conheci uma linda mulher. Aqui vou chamá-la de Marisa. Loira (natural) 1,65 cm, pernas grossas, torneadas, olhos azuis, seios bem pequenos, pele branca brozeada pelo sol, daquelas loiras com marquinha de biquine, pelinho loirinhos no braço e nas pernas (natural), uma boca rosada linda o que naquele momento me fez imaginar que sua bucetinha deveria ser daquela cor também. Após conhece-la anotei o número do seu celular. Ela morava em uma pequena cidade litorânea. Marcamos de nos vermos no próximo final de semana.

Chegando ao litoral tratei de entrar em contato com Marisa. Marcamos pra nos ver na pousada na qual eu estava hospedado. Marisa chegou junto com uma amiga, uma morena de 1,60, um par de seios lindos, grandes, deliciosos . Imaginei imediatamente minha caceta no meio daquelas tetas deliciosas.

Após cumprimentá-las Marisa me puxou pelo braço e disse que viesse com ela. Fossos em um supermercado e compramos algumas Bebidas. Depois disso fomos para sua casa. Chegando lá ela me apresentou sua mãe e sua irmã. Ficamos a tarde bebendo, conversando e nos divertindo.

Em certo momento, já quase de noite ficamos a só na varanda, eu e Marisa. Ela então me convidou para que deitássemos em uma rede. Me deitei primeiro e ela se deitou ao meu lado. Foi uma delícia quando senti aquela pele macia, aquele corpo quente se debruçando sobre mim. Eu a beijava e passava mão pelo seu corpo, enquanto ela gemia baixinho. Isso me deixava muito excitado. Marisa era super natural, não impedia nenhum dos meus movimentos. A essa altura eu já tinha acariciado seus peitinhos que estavam bem durinhos, já tinha passado a mão em suas penas e já tinha percebido que ela estava toda molhadinha. Ficamos naquela rede por mais de uma hora nos beijando e nos acariciando.

Para minha surpresa quando já estávamos em uma temperatura bem alta Marisa cortou os amassos falando que tinha algumas coisas pra fazer e que eu precisa ir. Que merda, a casa caiu rsrsrs. Ela me disse que mais tarde haveria uma festa e que queria me ver lá. Acabei partindo para a pousada.

Sem ter o que fazer tomei um banho me arrumei e liguei para dois amigos chamando-os para beber uma cerveja na praça da cidade. Depois da quarta cerveja, papo vem papo vai, chega ao bar um grupo de meninas. Lindas. Ficamos imediatamente alvoroçados. Em dez minutos estávamos na mesa com elas. Senti que uma delas tinha dado mole para mim. Uma bela morena de 1,65 cm, pele bem morena, cabelo encaracolado, uma linda boca carnuda, uma magra falsa, daquelas magrinhas que tem uma bela bundinha arrebitada e seios pequenos, soltos debaixo da blusa . Uma verdadeira delícia. Na primeira oportunidade que tive chamei-a para um lugar mais escondido no fundo do bar. Foi um amasso delicioso. Seu beijo era muito gostoso. Depois de alguma insistência ela deixou que eu mamasse nas suas tetinhas. Nossa !!! cabiam perfeitamente em minha boca. Enquanto eu chupava seus peitinhos podia sentir sua pele arrepiando. Provavelmente a ninfetinha deveria está molhadinha. Me deu uma imensa vontade de provar aquela bucetinha. Apesar de minha insistência ela não deixou que fizesse o que eu queria. Ela afirmou que aquele não era o lugar. Desta forma, depois de mais alguns minutos de amassos voltamos para a mesa sobre risos e olhares. Fiquei apenas mais meia hora na mesa, desconversei, disse que tinha que ir e sai em busca da minha loirinha, com certeza o prato principal da noite.

Liguei e ela me falou que já estava na festa, que eu a encontrasse lá. Ao chegar encontrei aquele monumento com um vestido preto curtíssimo, que dava destaque aquelas belas pernas torneadas. Ela estava dançando e quando me viu correu para meus braços e me beijou ardentemente. Após o beijo com um olhar bem sacana ela deixou bem claro que a noite seria muito boa. Ficamos ali dançando. A este ponto já estávamos um pouco embriagados. Nos esfregávamos freneticamente entre beijos e carícias.

Mais como toda boa história precisa ter um barraco vamos lá ao dessa história rsrsrsrs. Em certo momento Marisa pediu para ir ao sanitário. Como o lugar que estávamos era fechado deixei que ela fosse com algumas amigas. Nesse momento adivinhem quem aparece? ................................. a moreninha que eu tinha dado uns amassos no bar. Ela se aproximou e veio falar algo no meu ouvido. No meio do barulho eu nem escutei o que ela falou. Só vi quando Marisa se aproximou furiosa já chingando e esbravejando. Foi um barraco só. Hoje eu dou risada mais no momento foi terrível. Sinceramente não gosto barraco. O resultado foi que brigamos. Eu tentei explicar pra ela que não tinha rolado nada, pelo menos ali não. Marisa não sabia dos amassos no bar. Mais ela não aceitou. Resolvi sair e voltar pra pousada. Eu estava frustado. Estava com muita vontade de fuder aquela linda loirinha, e pela segunda vez meus planos pareciam haver naufragados.

No meio do caminho parei em um buteco e resolvi beber uma cerveja pra relaxar um pouco. Terminada a cerveja me coloquei a caminho da pousada. Ao chegar encontrei um dos vitrais da porta (as portas da pousada que eu estava tinham um pequeno vitral) quebrado e um colega meu sentado na soleira da porta. Ele me disse que Marisa tinha vindo a pousada e pensando que eu não estava querendo abrir esmurrou a porta ate o vitral quebrar. Nesse momento Marisa apareceu com o rosto bem vermelho e uma expressão de choro. Pedi para que meu amigo se fosse. Comecei a conversar com Marisa, isso do lado de fora perto da porta do quarto da pousada. Em cinco minutos estávamos discutindo de novo. No momento em que ela começou a me ofender eu a empurrei para longe e entrei no quarto. Ela em um movimento rápido, antes que eu fechasse a porta, correu em minha direção e com uma porrada só abriu a porta e caiu no chão abraçada comigo. Ali mesmo ficamos, e começamos o que até hoje foi a trepada mais quente e mais deliciosa da minha vida.

Tamanha a força ela usou que a porta se abriu e bateu na parede arrancando um pouco de tinta e de reboco, fazendo bastante barulho. Sorte que o quarto era afastado da administração e não havia hospedes por perto. Ela caiu em cima de mim já me beijando. Eu podia sentir seu coração batendo bem forte, sua respiração ofegante, sua transpiração, seu corpo pulsando. Inicialmente fiquei surpreso. Depois fiquei muito excitado. Essa loira era uma verdadeira égua, uma potranca, e como tal merecia um tratamento especial. Com movimentos rápidos virei seu corpo, peguei-a pelos braços, joguei-a na cama. Levantei seu vestido, arranquei sua calcinha e cai de boca naquela linda bocetinha. Na hora nem percebi. Mais depois (namoramos um 6 meses depois disso), percebi como Marisa tinha uma linda bucetinha. Como eu desconfiava ela era bem rosadinha, tinha lábios médios, e quando eu encostava a boca ou o cacete ficava extremante molhadinha. Chupei sua bucetinha e seu cuzinho revessando entre um e outro. Ela não me deixou chupa-la muito. Com certeza estava louca para que eu enfiasse minha caceta em sua bucetinha. Atendendo assim seu pedido e matando minha imensa vontade a coloquei de quatro e enfiei minha caceta naquela potranca. Minha pica entrou macio, pois ela estava extremamente molhada. Foi uma cena linda. Aquela loira maravilhosa, com aquele rabo branco lindo. Não consegui segurar muito. Minha vontade era tão grande que gozei rapidamente. Marisa não se importou com isso. Tirou minha pica de sua boceta e passou a fazer um boquete delícioso. Em dois minutos minha pica já estava bem dura novamente. Tirei minha caceta de sua boca e a joguei na cama novamente. A coloquei deitada de barriga para cima puxei-a para beirada da cama de forma que seu quadril ficasse na beira, com as pernas para o lado de fora. Em outro movimento empurrei suas pernas para cima e para trás, até deixar a sua bucetinha empinada como uma flor desabrochando. Desta forma puder enfiar minha caceta ate o talo naquela potranca. Meti freneticamente ate que minha egua entre gritos e gemidos gozou gostoso. Depois disso a coloquei em diversas posições. A fiz gozar várias vezes bem gostoso. Depois que ela já estava satisfeita tirei a caceta de sua bucetinha e coloquei em sua boca. Ela me chupou gostoso ate que eu gozasse em sua boca. A egua não deixou cair uma gotinha. Engoliu tudinho e ainda lambeu os berços. Cachorra da melhor qualidade. Por fim estávamos exaustos. Dormimos abraçados. Foi uma sensação muito boa ter uma potranca daquelas nos meus braços.

Depois disso namoramos por seis meses com muitas brigas e muitas trepadas deliciosas. Aos poucos fomos descobrindo os gostos um do outro. Descobri que minha potranca adorava dar o cuzinho. Rebolar em cima de minha caceta e muitas outras sacanagens. Foram seis meses bem intensos. Se o pessoal que ler gostar posto outras trepadas deliciosas que minha potranca me proporcionou.



FUI

 

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