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Debaixo do nariz do Sogrão | Heterosexuais | Acervo de Contos

Debaixo do nariz do Sogrão

No começo a minha intenção era só ser leitor dos contos aqui postado. Mas resolvi ativar meu lado escritor e contar algumas experiências vividas por mim e minhas parceiras, hoje venho a relatar para vocês leitores aqui interessados uma história que até hoje me deixa excitado, bom vou começa me descrevendo.

Meu nome é Maicon, tenho 1,81m de altura, 77kls, sou branco mas bronzeado pois nunca dispenso uma praia ou piscina, meu físico é atlético e sarado, jogo futevôlei, futebol, nado e vou a academia quatro vezes por semana, tenho olhos verdes, cabelo preto e liso com um corte moicano.

O meu fato se passa nas férias de janeiro de 2011, não me lembro do dia, acordei meio tonto, por volta do meio-dia, na noite passa fui ao Cabaret, balada da Zona Sul de São Paulo, e, exagerei no Whisky com energético, nem me lembro até hoje como estacionei o carro na garagem e como fui para na cama, com as roupas da noite passada. Bom, quando acordei meu celular já estava tocando, acho que foi isso que me acordou, atendi era a minha namora, ela ligou para perguntou onde eu estava e o que estava fazendo, logo inventei uma mentira falei que estava atoa lendo um livro e esperando ela me ligar (Saindo dessa situação sem muito sufoco com uma mentira relevante), ela me pediu para eu ir ate a casa onde ela mora, respondi que iria e chegaria lá uma e meia da trade, desliguei o celular, tomei um banho, almocei e me arrumei bem bonito e perfumado do jeito que todas gostam.

Já fui na intenção de transar com a minha gata, porque na noite passada só desenrolei beijos e passadas de mão bem quentes. Ao chegar na casa dela me decepcionei e meu tesão desapareceu na hora, quando vi que os pais dela estavam em casa, pois não contava com isso. Falei com todos e fui direto para os braços da minha princesa, dei um beijo apaixonado como aquele que tem nos fins de filmes, já na sala da casa dela, nós nos sentamos no sofá e começamos a assistir um filme de terror que é o gênero preferido dela. Logo os pais dela subiram para a parte de cima da casa onde fica os quartos, e ficamos sozinhos na sala, como eu já era de casa me deitei meio inclinado para frente, ela fico na minha frente de costa para mim, depois de uns dez minutos de filme nem prestava mais atenção no que acontecia, com muita atenção a qualquer movimento na escada, e olhando aquele corpo da Larissa, 18 anos, 1,73 de altura, 56kls, da cor branca e cabelo loiro, olhos cor de mel, peitos grades que não cabem na mão, barriguinha sarada, coxas e bumbum definidos, porque sempre exigi que ela fosse a academia.

Comecei a lembra das nossas transas passadas, em questão de segundos o tesão voltou e com tudo dessa vez, não aguentei só ficar olhando, já não estava nem ai para os pais dela e até pensei que iria ser mais gosto, bem debaixo do nariz do meu sogro, dei uma risadinha maliciosa, e comecei a passar a mão pela barriga dela e beijando carinhosamente o seu pescoço, ela logo se arrepiou, esse foi o sinal pra ir até o fim.

Ela se vira pra mim e me beija, puxei ela para meu colo e continuamos a nos beijar freneticamente, como se estivéssemos sozinhos ela tirou minha camiseta e jogou no sofá, passando a mão no meu corpo, a essa hora já não estava me aguentando de tanto tesão, o meu pénis latejava de tão duro que estava e ela não parava de se mexe encima dele, pedi para ela sentar no sofá e fiquei de pé, abri o zíper da causa e saquei o meu pénis de 20cm, ela já me entendendo, começou chupar com uma vontade que eu nunca tinha visto antes, passando a língua sobre a cabeço bem de vagar aproveitando tudo, me masturbando ela me olha com um cara de safada, piscou para mim e de um só vez abocanha tudo, nossa que sensação gostosa o meu pénis em sua garganta, ela tira ele pra fora, faz isso mas três vezes, fiquei louco com isso e queria mais, segurei no cabelo dela e pedi para ela abri bem a boca e colocar a língua pra fora, coloque o meu pénis naquela boquinha deliciosa e comecei um vai e vem moderado, depois enterrei tudo na boca dela, deu uma engasgada e tossiu, deixei novamente ela no controle, lambia e chupava, nossa como ela manda bem no boquete.

Peguei no pescoço dando uma enforca leve e fiz ela ficar de pé beijando-a novamente, tire seu vestido deixando-a só de calcinha e sutiã, novamente outro beijo e na sequencia desabotoei seu sutiã deixando-o cai no chão gelado da sala, massageie os seios dela por alguns minutos antes de cair de boca par mamar bem gostoso aquele peitões. Tirei os tênis e a minha calça que só estava atrapalhando e fiquei de cueca, voltei a mama os seios da minha ninfetinha, ainda de pé desci para sua barriga sarado dando beijinhos e lambendo alguns partes mais sensíveis até chegar na minha parte predileta, ela usava uma calcinha fio-dental preta que só tampava a parte rachadinha da sua buceta, tirei bem devagarzinho saboreando aquele momento, ela sentou no sofá de pernas abertas, eu me ajoelhei para chupar aquela maravilha de buceta raspada, cai de boca chupando tudo, hora enfiando a língua lá dentro e outra massageando o seu clitóris com a minha língua, ela se contorcia toda e segurava minha em meu cabelo bagunçando meu moicano, a essa hora ela estava explodindo de tesão. Com uma voz bem safada ela me pede para eu penetra nela, falo você quer pica putinha, ela só balança a cabeça concordando, rapidamente tiro a cueca e mando ela fica de quatro para penetra, se apoiando no sofá ela fica na posição, falo par ela se inclinar mais um pouco pois quero soca na sua buceta olhado para o seu cuzinho, sem nenhuma objeção faz e isso me hesita mais. Encaixando o meu pénis em sua vagina, penetro bem devagar, seguro em seu cabelo com força e começo meter rápido e energicamente, ela começa a gemer, então dou um tapa na sua bunda com a mão livre que ficou até a marca dos cinco dedos, ela olha pra traz e me fala para eu bater na minha mãe, dou risada e aumento a força das penetrações, ela geme mais auto, e fala vai gostoso come a sua putinha e me faz gozar nessa rola deliciosa, continuo metendo rápido e com força, e falo tá gostando putinha safada, a essa altura o sexo estava maravilhoso, a buceta dela molhadinha e ela falando pra eu enfiar meu pénis com toda força, nossa que tesão, ela gemendo muito percebi que ela ei goza, mas não dei trégua para aquela danada continuei com força total, nesse ritmo que eu estava não de morou para ela gozar em meu caralho, ela gemendo alto coloquei a cabeça dela de encontro com a almofada para abafar os gemidos, e no automático aquele cuzinho ficou todo exposto e piscando pra mim. Não demorou muito naquela posição eu já queria gozar, tirei da buceta dela e dei aquele cacete duro para ela chupar, e falei vem sente o gosta sua buceta cachorra.

Caiu de boca e mamou até que eu gozei na sua face, gozei como nunca tinha gozado antes, até ela se assustou com tanta porra, há que gozada gotosa, ainda com o rosto todo sujo ela sorri pra mim e fala, amor tenhomos que transar mais quando meus pais estiverem em casa, adorei muito essa transa você se superou hoje. Quando ela terminou de falar aquelas palavra voltei rapidamente para a realidade e percebo, o perigo e a loucura daquele sexo excepcional, falei pra ela ir lavar o rosto, enquanto ela ia ao banheiro, eu vesti as minha roupas, quando ela voltou fez o mesmo. Ela veio e me abraço e me beijou toda sorridente dizendo que eu era o melhor namorado do mundo. Então falei pra ela ir ver o que os pais dela estavam fazendo, mas sem eles perceber que ela estava lá, ela subiu rápido mas sem fazer barulho, e voltou com a mesma rapidez e com um sorriso malicioso, e me falou que os pais de estavam fazendo a mesma coisa que eu e ela fez, dei uma risada e falei todo mundo gosta de sexo isso é a melhor coisa do mundo, ela sorriu e ficamos abraçados no sofá assistindo o final filme. Que já não me interessava mais.



Esse e o primeiro de alguns ou muitos, fatos sexuais que irei postar aqui, tenho muitas historias vividas por mim e minha namorada e algumas amantes... hahaha, Abraços, fui.



e-mail >>> maicon_pgd@r7.com

 

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