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Cores sensuais

Num fim de semana eu estava doida de tesão por um homem e fui até a praia, no meio da tarde. Coloquei na sacola o protetor solar e duas camisinhas.Chegando lá, coloquei uma das toalhas na areia, olhei para um lado,tinha duas mulheres velhas já saindo e no outro dois homens conversando um bem jovem, tipo dezoito anos e um coroa enxuto, já com seus quarenta e pouco.

Então, lentamente, tirei a canga, ajeitei um pouco o sutiã do biquíni (só pra fazer charminho) e vi pelo canto do olho que os dois não tiravam a vista de mim. Deitei com a bundinha empinada pra cima e quando as velhas saíram, desataquei o sutiã.

- Quer que eu passe o protetor em suas costas?

Aquela voz grossa e suave já me deixou arrepiada. Era o coroa.

- Mas eu nem lhe conheço?

-Prazer, sou Rafael Santos. E abriu um sorriso bonito.

- Tá. Meu nome é Monica. Só Monica, por enquanto. Tome.

- Sua pele é muito alva e mesmo com o sol já meio fraco, é bom usar mesmo o protetor.

Suas mãos eram macias, subiam e desciam da nuca até o começo do meu reguinho. Uma delícia!Dei uma espiada e notei um volume no seu calção. Não era grande, mas isso não me incomodou: eu sei fazer muita coisa gostosa com uma rola pequena ou média...

Quando ele terminou de passar o óleo, gentilmente atacou meu sutiã e disse:

- Agora podemos conversar,moça bonita?

- Claro. Muito obrigada. Você é gentil e educado. Está me paquerando é?- E sorri.

- Não, que é isso? Apenas adoro mulheres assim como você: desinibida, deve ser independente e está solteira?

- Acertou só uma parte: vivo ainda com meus pais. O que acha?

- Nada demais. Chama-se geração canguru. Moramos eu e um filho solteiro, que está viajando.

Sentados juntinhos, olhávamos o mar. Eu sentia um perfume bem másculo e notava seus braços e pernas musculosos num corpo enxuto. Ele continuava de pau duro sob o calção.

Eu já estava molhadinha e louca para fazer safadezas com ele. E eu que comecei.

- Você mora aqui perto? Nunca lhe vi. - E rocei minha mão na dele.

- Moro a duas ruas daqui, num belo apartamento à beira-mar.

- O que você acha de uma cerveja bem geladinha agora?

Segurando minha mão, levantou-me, recolheu a toalha e com jeito de ser meu dono, me levou pela mão na areia.

- Tenho uma ideia: vamos ao meu apartamento, tomamos um banho na piscina da cobertura, depois uma chuveirada e a cerveja com um bom papo. Quer moça bonita?

Na piscina, teve uma hora que ele esfregou seu pau na minha coxa esquerda, então lhe dei um beijo molhado de língua na boca. O meu líquido escorria mais e mais e de leve passei a mão em todo o seu pau. Que coisa boa, meu Deus...

Depois da chuveirada, ele me emprestou um roupão de seda tipo japonês, sem me ver nua.

- É da ex de meu filho, fique à vontade.

Na varanda e vendo o mar, com a cerveja forte e uns salgados, ele falou:

- Sabe Monica, há muito tempo eu não me sentia tão bem ao lado de uma mulher. Até parece que já nos conhecemos de muitos anos...

- Rafael eu gostei de você. É separado?

- Sou há cinco anos, mas ainda penso em novo casamento, acho que nunca deixei de ser romântico. Vou trazer um sonzinho pra cá.

Na volta, ele ficou por trás de minha cadeira, deu-me um beijo na boca (eu com a cabeça para trás) e enfiou uma mão no roupão, apertando o meu mamilo.

- Vamos ao quarto?

Já nus, notei que o seu pau era branco e devia ter uns quinze centímetros, com a cabeça rosada e toda molhada de sêmen. Então, cheguei pertinho, puxei pra baixo a sua pele e suguei aquela porra branquinha, enquanto apertava os seus ovos. Ele soltou um suspiro. Eu mesma abri meus pequenos lábios e ele se espantou quando viu meu grelo:

- Que grelo grande e bonito, Monica. Deixa eu chupar, deixa?

Ele chupava bem devagar, como se fosse num pequeno pau e meu cu piscava e piscava...

- Bota a camisinha e come meu cuzinho, querido.

Seu pau entrou rápido e sem dor, já que era pequeno e não era grosso. Ele bombava, bombava, eu rebolava de bruços com as pernas abertas e esfregava meu grelão no colchão. Gozamos juntos, com meu cu apertando sua pequena rola e sentindo aquela porra quentinha invadir meu rabo.

Depois jantamos no apartamento, ele me levou em casa e marcamos no outro dia. E no próximo conto, leitores.

 

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