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Conquistando e fodendo uma casada | Acervo de Contos

Conquistando e fodendo uma casada

Foi numa capacitação profissional, com pessoas de várias empresas e organizações, que conheci e seduzi uma nova casadinha. Tenho 38 anos, 1.75, 68kg, branco, peito peludo, saco de bolas grandes e viris, belas coxas, mãos e olhos, além de um cacete, sem falsa modéstia, que as mulheres adoram, bonito, grosso e bem torneado. Essa amiga me chamou a atenção de imediato, com sua aliança de casada e seu olhar acanhado, mas interessado. Ela é fofinha, 40 anos, cabelos tingidos de louro e gostava de usar decotes para exibir seus seios fartos e bicudos. Passei a dedicar à gata casada longos olhares durante o curso e logo a abordava nos intervalos para um papo gostoso, iniciando uma amizade legal. Ao final do curso, marcamos um encontro dias depois num discreto barzinho, onde rolou nosso primeiro beijo, supe rcarinhoso e romântico, e a promessa de um encontro ardente num motel. Na data combinada, para judiar um pouquinho dela, pois, apesar de vadia, ela tem um lado tímida, exigi que ela comparecesse ao nosso encontro vestida como uma piranha, para a casadinha já ir aprendendo a ser submissa às minhas vontades. Ela topou. Sacanamente, deixei-a esperando numa esquina, sob os olhares e provocações dos homens que passavam, só curtindo de longe o desconforto da minha amiga, por estar vestida com uma microsaia que mal tapava a bundinha, um tomara que cai de barriguinha de fora e sandálias de salto. Quando ela estava no ápice da vergonha e humilhação, finalmente cheguei e ela entrou no carro, bem apressadinha... quis reclamar do meu ?atraso?, mas silenciei-a com um beijo de língua. Saquei o pau para fora e mandei ela encher a mão da aliança de casada com ele. Ela lambia o próprio polegar e ficava passando ele úmido na cabeça da rola, bem delicada e charmosa. Puxei-a pelos cabelos para o pau e ordenei que ela mamasse. Forçava a cabeça dela, fazendo-a se entalar toda na piroca... ela perdia o ar, se atolava inteira, salivando nele e passando a língua pelo caralho como eu mandava. Ela pagou um boquete frouxo e molhado no meu cacetão, enquanto eu a xingava de puta, vadia, vaca, cadela e boqueteira. Entramos fervendo no quarto de motel, loucos para foder... agarrei minha amiga com fome, beijando-a muito, acariciando todo aquele corpinho casado... despi ela com as mãos e a língua... fui dos dedinhos dos pés à nuca, do pescoço às coxas, degustei umbigo e barriguinha, lambi as costas e a espinha dorsal daquela puta. Sem tocar no boceta e no cu, lambi ela inteira. Bati e esfreguei a rola na cara dela. Deitei sobre a cabeça dela e comi aquela boquinha, com o saco batendo no queixo da minha amiguinha... mandava ela dizer barbaridades sem tirar a pica da boca... tipo: que ela era puta, o marido, um corno, e minha pica, uma delícia! Botei ela de quatro e judiei, esfregando a rola, longamente, do grelo ao cuzinho, ida e volta, sem parar... ela gritava, implorava pelo meu caralho, suplicava para ser comida... e eu só esfregando o cabeção da pica no portinha da boceta, pincelando os grandes e pequenos lábios, fazendo volteios na abertura ensopada de tesão. Quando ela já não agüentava mais, toda arrepiada e com as pernas tremendo, enterrei de uma só vez o caralho nela. A vaca gozou na hora, gritando o meu nome, dizendo que era minha e como adorava meu pau! Fiquei paradinho no gozo dela, sentindo as contrações do corpo e da xota no meu cacete todo enterrado na xana. Ela acalmou, mas não dei folga. Tomei-a pelos cabelos, montei nas ancas da cachorra e passei a fodê-la com força na bocetinha. Ela gemia, urrava e rebolava, gritando que eu era o macho dela, me chamando de pintudo gostoso, de puto, cachorro e safado. Sem tirar de dentro, botei ela para cavalgar, primeiro de costas para mim enchendo o cu dela de dedos, depois de frente, quando a fiz deitar em mim e voltei a socar forte. Ela gozou, gozou, gozou e gozou... um prazer múltiplo que a sacudia em ondas e eu curtia cada detalhe no rosto dela, sem parar de comê-la. Foi quando eu gozei gostoso, gritei muito dentro dela, enchendo a camisinha de porra. Descansamos então na hidro. Namoramos bastante, com muito carinho, coladinhos, cheios de abraços e beijos. Ela chupou meu cacete debaixo d´água e então mandei que me levasse pelo caralho de volta à cama, puxando-o com a mão da aliança de casada. Fodi o cu dela de frente, olhando nos olhos e com os calcanhares da vadia apoiados nos meus ombros. Ela gritava o meu nome e o quanto vibrava em dar o cu para mim. Botei ela de pé contra a parede de espelho. Metia e tirava a rola inteira da bunda dela, cada enfiada fazia minha amiga estremecer e rebolar gostoso no meu pau. Gozamos com ela de bruços, na beirada da hidro, com um braço e uma perna da vadia dentro d´água. Fechamos a trepada, após deliciosos momentos de preguicinha e namoro, nus e abraçados na cama, com ela fazendo questão de beber minha porra. Ela pediu e eu topei ser degustado por minha amiga. Sentei-me numa gostosa poltrona e ela se ajoelhou aos meus pés para me abocanhar e pagar um longo e delicioso boquete. Inundei aquela boquinha safada de porra, com ela lambendo a cabeça da vara depois da esporrada me fazendo gritar, xingar e puxá-la pelos cabelos. A cachorra não deixou escapar nem uma gotinha e confidenciou que meu esperma grosso e quente colou-lhe na língua e dentes. Meu e-mail para contatos e novas amizades, para a prática de sexo seguro (camisinha sempre), hetero e ardente: mapaixonado@hotmail.com

 

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03/08/2010 | 37773 visitas

 

Comentários

  • silviarodrigues postou em 29/08/2010

    leia vc vai gostar,bjus.

  • Tony postou em 11/08/2010

    Como mente bem e viaja muito na imaginação



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