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Conheci no trânsito | Heterosexuais | Acervo de Contos

Conheci no trânsito

Os nomes são fictícios, pois os personagens são casados. Chamo-me Raul, moreno claro, 1,79, 82 kgs, extremamente simpático, e com uma rola normal (15 cms). Ela ROSA, loira, 1,65, 60 kgs,37 anos pele aveludada e dona de um fogo sem fim. Atualmente com 51 anos, morador do Rio, faço da principal via do Rio - Av. Brasil - o meu caminho diário para o meu trabalho no centro do Rio. Este fato aconteceu ém 2006. Trafegava em mais um caos do transito do Rio já a uma hora quando vejo emparelhar ao meu carro uma linda balzaquiana, loira, sorriso encantador que ao cruzarmos nossos olhares foi mágico. Quando percebi receptividade fiquei mais ligado e sinalizava pedindo seu telefone, pois vários olhares e sorrisos já haviam sidos trocados entre nós. Um pouco mais adiante esta linda loira encosta seu carro em um acostamento e eu imediatamente atrás, saio do carro indo até o seu e digo:...não se preocupe que não é assalto...quero apenas nunca mais perder contato com voce..Ela responde..a unica coisa que voce tem aqui para roubar e o meu coração...Rimos..ela deu-me o seu numero e seguiu em direção diferente da minha e em menos de cinco minutos já estavamos nós falando..eu contando de mim..casado, dois filhos..ela também duas filhas.correndo para inaugurar o seu restaurante. Foi quando disse a ela que daria tudo para voltar a ver aquele sorriso encantador e recebi como premio a resposta que ao terminar os serviços de bancos que viera fazer para ela e o marido passaria no centro do Rio para me ver. Aquela tarde foi a mais longa que vivi. Por volta das 16:00 horas falamo-nos pela enessima vez e combinamos o local e nos encontramos. Ato continuo trocamos um beijo no seu carro como nenhum filme já mostrou e ficamos namorando em seu carro dentro do meu estacionamento até escurecer quando começei, protegido pela escuridão a chupar aquele par de seios maravilhosos, enfiar meus dedos em sua xana já toda molhada e ela a quase esfolar minha rola que de tão molhada tive que jogar fora minha sunga pois estava inrrecuperável. Não podiamos passar disto pois o local não permitia e o seu marido já tinha ligado umas vinte vezes. Passamos longos dezesseis dias fazendo sexo por telefone diariamente já que a distancia entre nós e o seu marido era a nossa dificuldade. Até que ela conseguiu encontrar uma boa desculpa e marcamos as 08:00 hrs da mnhã em um estacionamento de um supermercado onde a encontrei linda,cheirosa, com um cabelo e um sorriso nunca vistos, um vestido longo, sem calcinha e sem sutiã como tinha pedido a ela. Dei um longo beijo e apenas alguns metros nos separava do que com o passar do tempo seria chamado de "nosso cantinho". Embarcamos no meu carro e ao chegarmos na garagem da suite foi o tempo só de descer o toldo. Disse a ela que ela seria amada e fudida como uma puta apesar da sua pose de madame. Subi seu vestido até a cintura e enfiei minha lingua naquela buceta que rogava por rola, toda raspadinha enquanto que com meu dedo já passeava pelo seu cuzinho. Ela gemia e dizia o quanto me desejava, senti logo logo seu liquido em minha boca, tirei-a do banco da frente ainda em seu pleno gozo e coloquei de quatro no banco de tráz com sua bunda para fora do carro enquanto enfiava minha rola feito pedra em sua xana e ela pedia para eu não gozar. Socava feito louco e ela dizia: come esta sua puta me dá pica...quando senti que iria gozar..tirei minha rola de sua xana...ela levantou-se tirou seu vestido eu minha roupa ficamos totalmente nus esquecendo qua havia frestas de onde quem passasse poderia ver...não estavamos nem ai. Encostei-a na lateral do carro esperando passar um pouco a vontade do gozo sempre nos beijando muito. Ela experiente ao sentir que o meu gozo fora contido, fez o que ela de melhor fazia, abocanhou minha rola mastrialmente onde não demorou nem cinco minutos e avisei que iria gozar e ela pediu..."quero seu leitinho todo..". Gozei litros de porra e não vi cair uma gota...Isto tudo levou em torno de quarenta minutos. Ai que pegamos nossas roupas e subimos para suite onde tomamos um belo banho e pude contemplar direito aquele belo corpo e não demorou ainda molhados ela oferecendo-me aquele cuzinho onde eu já com meus 47 anos nunca havia manifestado uma ereção tão duradoura e viril como para aquela mulher que quanto mais eu atolava em seu cú, mais ela pedia, gemia, deitei-a de costa na cadeira erotica colocando suas pernas em meu ombro e ao tempo que socava seu rabo enfaiava meus dedos em sua buceta alternando com demoradas chupada de seus seios...mais uma vez ela pediu-me para não gozar....pois de novo queria em sua boca o meu leite quente. Ficamos juntos até uma hora da tarde já que eu tinha que ir para o trabalho e ela voltar para o seu recem inaugurado restaurante. Daquele dia em diante toda esta rotina, pelo menos uma vez por semana, se repetia..o mesmo estacionamento...o mesmo beijo demorado...a mesma trepada por meia hora hora na garagem...a mesma suite...e a revelação de que eu era o unico homem que comia quele cuzinho...e eu acreditei pelo apertado dele....Ficamos juntos um ano e meio e apesar de religiosamente repetimos os nossos passos, nunca enjoamos, pelo contrario cada dia parecia o primeiro...chegamos a falar em separação de nossas familias....Até que um dia recebo a noticia que ela estaria se mudando para o norte do Estado e nunca mais eu a vi. Ligou-me duas ou tres vezes ensaiando um encontro..e eu pedi a ela que não acordasse um sentimento tão bonito que vivi com promessas que não poderiam ser cumpridas. Tem dois anos que não recebo noticias...mas se ela ler este conto, que para nós foi uma linda historia de amor saberá que e dela que estou falando

 

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