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Como transformei minha mulher em uma puta | Acervo de Contos

Como transformei minha mulher em uma puta

Como transformei minha mulher em uma puta

Olá a todos. Contarei como consegui fazer minha mulher virar uma verdadeira puta na cama. Sou Eduardo e ela Mônica (fictícios), 47 e 44 anos. No começo, era muito beijo ardente com os corpos colados, o que foi esquentando o relacionamento e deixando-nos com muito desejo. Como sempre fui muito respeitoso, não avançava o sinal e o tesão ia a mil, deixando-me com a cueca melada e ela ofegante de desejo de algo mais. Passados cerca de três meses com muito esfrega-esfrega, eis que estávamos namorando dentro do carro em uma praça da cidade (naquele tempo dava prá fazer isso), ela disse que não agüentava mais de desejo e levou minha mão aos seus seios que acariciei e depois mamei de leve (delícia), mas ela ficou perturbada sem saber se atendia o chamado do seu corpo ou se obedecia a regras sociais e religiosas. Venceu o chamado do corpo (ufa....). A partir daí, mesmo com alguns momentos de indecisão por parte dela, as coisas foram evoluindo. Passei a acariciar seu corpo com freqüência dentro do carro (principalmente) ou onde fosse possível sem sermos pegos de surpresa. As coisas foram evoluindo lentamente. Ela começou a chupar meu pau enquanto eu bolinava seu grelinho fazendo-a ter orgasmos até que um dia chegou minha vez de lamber sua bucetinha. Ela assustou-se porque estávamos nus no banco de trás do carro e pedi para que ela fechasse os olhos para uma surpresa, mas depois do susto passado, deliciou-se. Transamos pela primeira vez somente um ano após o início do namoro. Como tudo na nossa vida sexual foi acontecendo devagar, com o passar dos anos passamos a fazer de tudo na cama (somente nós dois). O que mais demorou foi conseguir comer seu cuzinho e mesmo assim, depois da primeira vez demorou muito até conseguir de novo. Como sou persistente, consegui que isso começasse a ficar mais freqüente até que um dia no motel, tive a certeza de que ela estava verdadeiramente uma puta na cama, do jeito que eu queria. Aquele dia, após termos tomado um belo banho, deixando nossos corpos limpos e cheirosos, deitamos na cama do motel, comecei a beijá-la ardorosamente acariciando seus seios. Depois passeia chupá-los enquanto minhas mãos percorriam seu corpo e achavam sua rachinha que passei a dedilhar com carinho. Ela fez-me deitar de costas, passou a fazer um tremendo boquete enquanto eu continuava a dedilhar seu grelinho. Depois ela ficou de quatro e pediu para meter minha rola na sua bucetinha, o que atendi prontamente, fazendo um vai e vem ritmado até gozarmos. Ficamos suados e cansados e nada melhor que um banho para começarmos a recompor as forças, pois ainda pretendíamos transar muito. Depois de uns vinte minutos, ela começou novo boquete que fez com que meu pau ficasse novamente em posição de sentido. Daí falei prá ela que era a vez do cuzinho, o que ela topou só pedindo para fazermos deitados de lado e bem devagar prá não doer. Comecei pegando o lubrificante intimo e coloquei um pouco no dedo, passando a enfiá-lo devagar no seu cuzinho durante algum tempo. Depois coloquei dois dedos e fiquei brincando um pouco assim. Aí ela falou: ?Vem que estou pronta?. Deitei-me atrás dela, passei bastante lubrificante no pau, posicionei na entrada do seu cuzinho e deixei-a rebolar devagar e controlar a entrada até que estivesse tudo dentro. Dei um tempinho assim para ela acostumar e depois passeia bombar enquanto bolinava seu grelinho. Após alguns minutos ela começou a gozar e eu percebendo isso, comecei a bombar mais rápido até gozar no seu cuzinho. Ficamos abraçados assim até meu pau amolecer e partimos para outro banho. Pedimos uma água e um refrigerante, fumamos um cigarro e demos um tempo maior até eu me recuperar para começarmos tudo de novo. Após beijos, mamada no peito dela, um boquete em mim, ela disse: ?Quero de novo no cuzinho só que agora quero que seja comigo em pé, com a perna apoiada ma mesa como uma verdadeira puta, como nos filmes pornôs?. Respondi: ?Será um sonho realizado prá mim?. Levantamo-nos, sempre nos acariciando e beijando, ela colocou sua perna direita na mesa tombando seu corpo sobre ela e abriu bem a bundinha, deixando a completamente mostra seu rabinho e a bucetinha rosada. Passei mais lubrificante no pau, encostei novamente a cabeça na entrada do seu cuzinho e dessa vez ela disse: ?Vem, enfia tudo de uma vez que agora estou pronta para levar seu pau no cuzinho?. Não precisou falar de novo. Enfiei tudo de uma só vez, até sentir meus pêlos encostar na sua bundinha. Passei a bombar gostoso, no começo devagar e depois acelerando até gozar de novo dentro do seu cuzinho. Dessa vez não consegui ficar bolinando seu grelinho porque a posição não permitia. Depois desse dia passei a comer seu cuzinho com freqüência, às vezes ela mesma pedindo isso. Falei prá ela que demorou prá conseguir que liberasse o cuzinho, mas que como sou persistente consegui que ela passasse a sentir prazer com o sexo anal, o que ela confirmou. Hoje fazemos mil e uma na cama e fora dela. Às vezes ela pede até prá que eu a penetre com meu pau no cuzinho e um consolo na bucetinha (que mesmo após todo esse tempo está uma delícia), outras vezes saímos de carro por aí com ela de vestido e sem calcinha e eu fico bolinando seu grelinho até ela gosar ou ela me chupa até eu gozar na sua boca e ela engole tudo ou as duas coisas ao mesmo tempo. Já ganhei um boquete dentro de um elevador. Outras vezes, levo para ela pela manhã um café que ela toma prá deixar a boca quentinha para fazer um boquete até eu gozar. Colocamos algumas fotos de transas em um site que renderam muito bons comentários e convites que não aceitamos pois só colocamos para satisfazer nosso desejo. Esse conto não é inventado ou um feitiche. Isso aconteceu verdadeiramente porque nós nos amamos de verdade e procuramos satisfazer as vontades e desejos um do outro e apesar de tanto tempo juntos, temos um grande tesão um pelo outro.

Abraços a todos.

casal0782@yahoo.com.br

 

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08/09/2011 | 48754 visitas

 
 
 
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