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Comendo a "amiguinha" | Heterosexuais | Acervo de Contos

Comendo a "amiguinha"

Olá caros leitores!

Sou iniciante na arte de relatar acontecimentos, e hoje inicio minha série de contos eróticos baseados em minhas experiências e a dos meus amigos, espero que gostem e consigam imaginar cada detalhe.

A minha primeira história hoje conta do dia em que eu tracei a minha melhor amiga, a uns anos atrás.



Raquel era muito tímida. Na escola onde estudávamos, ela nunca andava muito com as outras meninas da mesma turma, pois era bem calada e não conseguia se entrosar fácil.

Assim que foi transferida para minha escola, em seu primeiro dia de aula sentei do seu lado, puxei assunto com ela, e com minha facilidade de conversar fui descobrindo mais sobre sua vida , e logo ela se revelou ter mais intimidade em conversar com meninos.

Fisicamente, ela tinha mais ou menos 1,60 de altura, com a pele muito clara, era magrinha, com cabelos castanho-claro e lisos até o ombro, com uma franjinha jogada meio de lado, seios relativamente grandes, e a bunda bem definida (não era muito grande, mas linda) e também usava vários acessórios como pulseirinhas de raggae, anéis tribais, fazendo-a ser diferente das meninas do estilo "patricinha".

Com o tempo fui me tornando seu melhor amigo, e ela a minha. Passeávamos para vários lugares, sempre andávamos juntos de mãos dadas, e eu ia bastante em sua casa, porém nunca rolou nada entre nós.

Fui dispertando uma imensa paixão por ela, eu só tinha olhos para Raquel. Tanto que eu antes mesmo de beijá-la podia imaginar coisas muito pervertidas que aquele corpo frágil e sedutor que tanto me excitava.

Uma vez, estávamos em sua casa, e eu estava encostado no corredor enquanto esperava-a trocar de roupa em seu quarto, quando de repente ela saiu apenas vestida com um baby doll de shorte e blusinha, e como o corredor era apertado, ela passou sarrando em mim. E como eu não era nada bobo, segurei-a por uns instantes e perguntei:

- Onde você vai vestida desse jeito? - Eu falava com um sorriso nas palavras, mas não me esquecia de me esfregar disfarçadamente nela.

Raquel olhou para baixo, e reparou que meu pau estava duro e encostando nela, então ela me deu um forte abraço (sem desencostar de mim) e disse:

- Esqueci de pegar a minha calcinha no varal, espera só um pouquinho que eu já vou - Daí então ela saiu, pegou a roupa, passou por mim bem rápido (acho que ela preveu que eu ainda esperava ali para tirar mais uma casquinha dela rsrs) e depois logo voltou vestida para que nós saíssemos para tomar sorvete.

Passou-se um tempo, e então ela fingiu que não tinha visto nada, e ficou por isso mesmo, até que eu tomei coragem e resolvi que iria pedir para que ela ficasse comigo.

Quando saímos da escola, pedi que ela fosse comigo até a quadra que ficava atrás do colégio, e quando chegamos lá, confessei-lhe meus sentimentos e disse que sentia muito mais além de amizade, que eu a amava e queria namorar com ela.

Porém ela me disse que não me via dessa forma, que eu era apenas seu melhor amigo, que ela me via como um irmão... Aqueles papos de meninas que não estão afim, sabe?

Sorri e falei que estava tudo bem (porém por dentro eu estava muito chateado) e então levei ela até sua casa e fui para a minha.

Passado-se duas semanas, Raquel veio me contar empolgada que estava ficando com um menino da nossa escola, e fez altos elogios sobre o mesmo. Ele era da outra turma de terceiro ano, e então consequentemente depois fui deixado de lado e eles começaram a andar juntos.

O ano foi acabando, e entramos de férias, quando depois de um mês após o fim das aulas, ela foi até minha casa (coisa que raramente acontecia) me contar que tinha terminado do garoto, que ele a fez sofrer e talz...

Meus pais estavam trabalhando, então eu havia ficado em casa sozinho, e como eu já havia perdido totalmente as esperanças com Raquel, levei-a para meu quarto para ficarmos mais a vontade já que minha cama era bem confortável.

Pedi que ela sentasse em minha cama, e sentei na cadeira de praia do lado, enquanto ela me explicava o que tinha ocorrido aos prantos.

Eu ouvia tudo com atenção até que alfinetei:

- Desculpa mas... Se você tivesse ficado comigo isso não teria acontecido.

Ela olhava em meus olhos parando de chorar, abaixou a cabeça e adimitiu:

- Pois é Vitor (Meu nome!), desculpa ...

Então para que acabasse com o clima chato que ficou, eu levantei da cadeira e fui até ela, dando-lhe um abraço apertado e foi retribuído.

Até que ela encostou o rosto em meu abdomen, e enquanto abraçava deu uma mordida de leve e brincou:

- Tá fortinho hein - e começou a rir

Eu sou um rapaz relativamente alto, com 1,76 de altura, magro, pele branca e com cabelo bagunçado.

Então sentei do lado dela e beijei-lhe o rosto sem nada dizer.

Fizemos contato visual, fomos nos aproximamos até que enfim nossos lábios se tocaram e começamos a nos beijar.

Conforme ia aumentando a intensidade do beijo, ela enroscava suas mãos por minha nuca, arranhando-a de leve e colocando as mãos entre meus cabelos, e eu deslizava minhas mãos por sua cintura e corria até as coxas, quando então nossas línguas se entrelaçaram forte e ela foi se jogando para trás e me puxando devagar, me deitando em cima dela.

Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo! Mas também não dizia nenhuma palavra, só curtia o momento, então corri meus beijos até o pescoço dela, e então ela me parou um pouco e disse:

- Sua bermuda está me encomodando, acho melhor você tirar - Ela dizia isso deitada, olhando pra mim, e eu não podia negar diante a situação!

Fiquei sentado, tirei a minha bermuda e então olhei para Raquel:

- A sua calça também está me encomodando. - Disse isso sem saber qual seria a reação dela!

Que por sorte foi positiva! Ela desabotoou a calça e eu ajudei a puxar o restante.

Então logo me pus em cima dela de novo, continuando os meus beijos que agora se alternavam por seu pescoço e seios (ainda por cima da roupa), então abri um pouco as pernas dela e me acomodei entre elas, colocando meu pau na sua calcinha que estava muito molhada, e então comecei a me esfregar nela.

A sensação era ótima, quanto mais eu sarrava nela, mais a buceta dela se abria, mesmo por cima da calcinha, e ela fechava os olhos e também apertava seu corpo contra o meu.

Até que estávamos perto de gozar, então parei meus movimentos e fui até a orelha de Raquel, sussurrando:

- A gente pode ir até o final?

Como que pelo ecstasy e a excitação, ela foi logo tirando a minha blusa sem nada dizer, e logo depois pegou minhas duas mãos e colocou sobre seus seios (os seios que eu tanto desejava).

Logo tirei a sua blusa, seu sutiã, e finalmente beijei aquelas duas esferas com os biquinhos rosados que estavam tão duros aquele dia... Eu beijava o contorno deles, passava minha lingua em toda a estenção, e chupava os bicos, como uma criança.

Enquanto isso ela me abraçava pelo pescoço e arranhava as minhas costas, até que uma de suas mãos foi deslizando inquietamente até o meu pau, e ela começou a me masturbar.

Meu lado safado aflorou, então deixei por uns instantes seus seios, afastei sua mão e tirei a minha cueca, lançando-a longe. Então dei um sorriso malicioso, e olhei para o meu penis já duro, que estava para o alto como um mastro, esperando por ela, e então disse:

- O que quer fazer agora?

Ela não era muito de falar, então deitou-se de bruços em frente a mim, segurou meu pau com uma das mãos, levou até sua boca e começou a chupar a cabeça.

Fui ao delírio! E quanto mais ela chupava, mais fundo ela ia, conseguindo engolir a metade dele!

Eu segurava sua cabeça e ajudava ela nos movimentos, e também fazia força para dentro de sua boca, que era o pedaço do céu.

Depois de algum tempo, pedi que ela parasse, e então ela me agarrou, beijando-me, e em seguida me jogou na cama, e começou a subir em minha direção.

Raquel já tinha experiências sexuais, então ela conseguia muito bem deixar um homem louco, com sua beleza e suas técnicas.

Foi se aproximando, se acomodou em meu colo, pegou meu pau com uma das mãos e colocou na entrada de sua buceta, que já estava muito, mas muuito molhada mesmo.

Só de ter chegado na entradinha, eu estava louco! Soltei um suspiro, e então deitei por completo, e apoiei minha cabeça no travesseiro, deixando ela fazer o resto.

Ela rebolou em cima da cabeça do meu pau, e então foi descendo devagar, me penetrando nela devagarzinho até o talo. Nisso eu já estava urrando que nem um louco, e ela apoiava suas mãos em meu peito e começou os movimentos pra cima e pra baixo.

A cara que ela fazia... Deus... Ela fechava os olhos e fazia uma cara de safada, enquanto cavalgava em cima de mim. Eu ia erguendo meu corpo para que penetrasse cada vez mais fundo nela, e teve uma hora que ela sentou no meu pau, e sem tirá-lo, começou a rebolar... Rebolava muito... Raquel estava se satisfazendo! Quando de repente seu corpo foi ficando mole, e eu senti meu pau muito molhado, e ela rebolava mais devagar... ela tinha gozado rs.

Fiquei muito feliz com aquilo, e olhava atentamente para suas feições, quando falei baixinho e em um tom sedutor:

Raquel... Deita aqui, vai... É minha vez de gozar agora...

Então abri suas pernas e coloquei meu pau na entradinha dela, e comecei a provocá-la, esfregando a cabecinha do meu cacete no seu clitóris, e depois na entradinha, e depois no clitóris novamente, e então eu enfiei só a cabecinha, quando que por instinto Raquel falou:

- Vitor, vai logo! - e começou a empurrar-se em mim.

Dei um sorriso, e então me deitei em cima dela, e enfiei meu pau até o final, e comecei fodê-la devagarzinho.

Eu já estava suado e prestes a gozar, então fodi ela mais forte, até que parei por um instante e resolvi fazer meu último desejo. Corri até seu ouvido e sussurrei:

- Quel... Fica de quatro pra mim?

Ela me olhou, e meio sem jeito se levantou, se colocando de quatro na minha frente. Que visão!!

Aquela bundinha branquinha e a boceta toda molhadinha, combinado com a menina que eu mais amava e minha melhor amiga, era perfeito!

Sem perder tempo, coloquei meu pau de novo na sua buceta, e então me acomodei nas suas curvas e com uma das mãos segurei um de seus seios, enquanto a outra era apoiada em sua bunda,

Comecei a aumentar a rapidez da foda, e segurei sua bunda com as duas mãos! Eu fodia a boceta dela muito rápido, como um cachorro no cio, e então, eu estava quase gozando, quando aumentei mais o meu ritmo e.... gozei dentro dela...

Fui fodendo mais devagarzinho, sem tirar meu pau de dentro dela, então a abracei por trás e lhe dei um beijo no rosto.

Ela tomava mesmo anti-concepcionais, então não tinha problema hehe.

Depois cada um tomou seu banho separadamente, e Raquel foi para sua casa.

Logo na semana seguinte estávamos namorando XD

Mas depois de 6 meses terminamos.

Bom galera, espero que vocês tenham gostado, até o próximo conto!

 

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