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Calcinha japonesa | Heterosexuais | Acervo de Contos

Calcinha japonesa

É curioso o raciocínio machista em dar utensílios domésticos para sua mulher no dia do seu aniversario, este ano eu reclamei com o meu marido e lhe disse que queria algo para mim, algo que me desse prazer em usar e não algo para nossa casa.

Meu marido havia ido a uma conferencia internacional no Japão e foi de lá que veio o meu presente, a principio não vi nada de mais em ganhar uma calcinha, achei um presente fútil, era uma calcinha em látex, parecia-se com um micro short e eu brinquei com ele perguntando se o presente não vinha acompanhado da mascara e do chicotinho e ele respondeu que o vendedor garantiu que só a calcinha já me daria muito prazer, achei que ele estivesse sendo irônico e não dei importância, não conhecia o poder que tinha aquela calcinha. A noite saímos para jantar e ele pediu para que eu a usasse naquela noite, não vi nenhum problema já que não iria ficar marcando no vestido. Quando chegamos ao restaurante, vários de nossos amigos e familiares já nos aguardavam, enquanto jantávamos, senti uma vibração entre minhas pernas, começou suave mais após algum tempo começava ficar difícil controlar. Todos pareciam querer falar comigo ao mesmo tempo e apesar de trancar as pernas como se fosse fazer xixi, não me deixavam chegar ao banheiro, eu estava suando frio para não demonstrar que estava a ponto de ter um orgasmo ali na frente de todos. Enfim, consegui chegar ao banheiro, minha xaninha estava toda babada, por sorte como a calcinha era de látex eu a retirei e lavei na pia do banheiro, sequei com papel toalha e tornei a vesti-la, sai maravilhosa como se nada tivesse acontecido. Dei atenção para os convidados tomei mas algumas taças de vinho e de repente voltei a sentir aquela vibraçãozinha entre minhas pernas desta vez era mais intensa e localizada mas especificamente em cima do meu grelinho, coloquei uma mão para baixo da mesa e a comprimi entre as minhas pernas como se pudesse conter aquela vibração, que agora também percorria meu braço, as pessoas perguntavam se eu estava bem e eu mordia os lábios e tentava segurar as minhas expressões faciais de desejo. Meu marido se aproximou sussurrando no meu ouvido que eu estava linda e que estava louco para fazer amor comigo, estava a ponto de explodir e quando ele me deu um beijinho no pescoço, gozei e me segurei para não dar um gritinho de tanto tesão. Pedimos licença para os convidados e saímos apresados do restaurante, estávamos com tanto tesão que transamos como dois adolescentes dentro do carro ali mesmo no estacionamento do restaurante, passamos umas quatro horas nos amando dentro do carro, perdi as contas de quantas vezes eu gozei naquela noite e quando por fim chegamos em casa e que fui descobrir que a calcinha japonesa era a responsável pelo meu estado de insanidade, ela era uma calcinha que possuía um micro vibrado com regulagem de intensidade e o meu marido me presenteou com a calcinha, o controle dela ele só me deu quando chegamos em casa. Queria poder fazer 38 anos todos os anos porque deste aniversario com certeza eu nunca mais vou me esquecer   

 

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