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A gordinha do fretado | Acervo de Contos

A gordinha do fretado

Olá Sras. e Srs. tudo bem?
Estou aqui para contar mais uma historia que aconteceu comigo no ano de 2011. Trabalhava em uma empresa na zona sul de SP, no bairro da Vila Olímpia. Por ser uma área nobre, as pessoas que se via andando por lá era o que normalmente se chama "classe A", pensei que por serem desse nível as conversas e atitudes das mulheres eram diferentes das que eu costumava sair. Puro engano.
Para ir e voltar da empresa, era pago um onibus fretado que ia pegando os funcionários de outras empresas pelo caminho, tanto na ida, quanto na volta, eram as mesmas pessoas, então era impossível não fazer amizades.
Certa vez, na ida ao trabalho, estava coxilando no banco e se sentou do meu lado uma mulher muito bonita e nos padrões que eu adoro (gg, peituda, bunduda e muuuuuuuito cheirosa). Seu nome é Ester (nome fictício), sempre entrava na Av. Anhaia Melo. Nunca tinha conversado com ela antes, mas ela sempre se sentava ao meu lado, seu perfume era maravilhoso e ainda me lembro perfeitamente do cheiro dela. Nesse dia, tinha algo diferente, senti que ela estava acariciando meu braço com um dedo, fazendo movimentos circulares, mas quando a olhei, estava d olhos fechados. Resolvi me aproveitar e passei a acariciar sua perna, ela sempre vestia vestidos curtos e ficamos nessa brincadeira por mais ou menos 1 semana.
Resolvi parar com essa frescura e parti para o ataque, puxei papo com ela e descobri que ela era gerende de negocios de uma Siderurgica, não era casada, morava com a mãe, apesar de não parecer, tinha 36 anos. Dessa conversa saiu o diálogo que me fez perceber que não importa a classe social, mulher safada é igual em qualquer lugar. Perguntei o que tinha que fazer para beijar sua boca e de bate pronto ela mandou:- É só você beijar e eu finjo que nem vi essa aliança na sua mão. Ela mal terminou de falar isso e já estava em cima dela. Marcamos de sair no final de semana e nos dias que antecederam isso, rolou muita sacanagem no fretado, ela ficava me punhetando por baixo de uma blusa que usava para me cobrir e eu ficava mexendo no grelo dela, já começavamos o dia com uma boa gozada.
No final de semana, nos encontramos em um Motel na Av. Sapopemba, entramos e já na escada em direção ao quarto, ela tirou a calcinha e deu na minha mão, era fio dental, vermelha e pude sentir que até sua buceta era cheirosa. Aquilo já tinha me deixado maluco de tesão e ao entrar no quarto já nos agarramos como dois animais no cio, arrancamos nossa roupa e iniciamos um demorado e delicioso 69, ela abocanhava meu pau com maestria e eu a chupava enfiando minha língua dentro da sua gruta e puxava seu grelo com meus lábios, ela rebolava e as vezes sentava sobre meu rosto e rebolava aquele rabo guloso. Que vadia!!!
Ela segurou meu pau, que naquela altura já estava duro como uma pedra, se sentou em cima de mim e o encaixou na sua buceta e começou a cavalgar, levantando até a cabeça ficar na entrada dela e depois sentar de uma só vez, em uma dessas ela se debruçou sobre mim e gozou, ficou alguns segundos assim e logo depois estava sentando novamente de uma forma frenética, eu estava me segurando ao máximo, não podia gozar tão rápido e então mudei de posição, ficamos de ladinho e passei a socar na buceta dela e apertar seus seios, eram bem grandes e os bivos estavam bem ouriçados. Eu estava no meu limite, não conseguia mais segurar o gozo, fiquei em pé na cama, ela começou a me punhetar e chupar e então gozei em seus seios, o restinho da porra ela limpou com a boca.
Fomos imediatamente tomar uma ducha e lá voltamos a nos agarrar, encostei ela na parede de costas para mim, abi sua bunda e meti a língua em seu cuzinho, ela gemia e rebolava e piscava ele quando enfiava o dedo. Seu cu era bem largo, aceitava 2 dedos sem esforço, mas ao tentar tentar fode-lo ela se virou e disse ?É muita novidade para nosso primeiro encontro, na próxima você brinca aí?, fiquei putasso e babando ao mesmo tempo, querendo foder aquele rabão gostoso.
Voltamos para a cama e voltamos a foder na mesma selvageria e dessa vez tive que trocar de posição mais vezes para não gozar rápido, a cada gozada dela, era um novo arranhão nas minhas costas ou nos braços, no qual tive bastante dificuldade em esconde-los..rs!
Dessa vez eu a estava fodendo de 4 e gozei em sua bunda, novamente colocando a cabeça na entrada do cuzinho dela e prontamente ela não deixou eu fode-lo.
Antes de ir embora, ela ainda me fez um boquete até eu gozar e sem tira-lo da boca em nenhum momento, sugou até a ultima gota. Foi incrível, talvez a melhor foda da minha vida e infelizmente, não voltamos a repetir.

 

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07/11/2013 | 2080 visitas

 
 
 
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