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A dama da lotação | Acervo de Contos

A dama da lotação

Meu nome é Rogério (fictício).Gostaria de contar uma história que para muitos parecerá uma mentira deslavada, mas garanto que realmente aconteceu. No último verão eu fiz uma viagem ao Estado de Minas Gerais com o intuito de fazer um concurso público, então viajei no dia anterior. Peguei o ônibus na Rodoviária Novo Rio, numa noite fria, atípica ao clima carioca. Um bom carioca não é chegado ao frio. Acho que sou exceção. Lembro que no setor de embarque, enquanto o motorista conferia as passagens, vi algumas belas moças que embarcariam naquele mesmo carro. Não pensei em nada demais, mas uma pequena e linda mulher me chamou a atenção. Ela era morena clara, cabelos na altura dos ombros, corpo lindo e proporcional. Usava uma saia escura, sandália e uma blusa preta de alcinha. Lembro de ter ficado hipnotizado com seus seios, pois ela não usava sutiã. Seus pequenos, mas lindos peitinhos estavam eriçados, devido ao frio, pensei. Notei que em cima da mala ela carregava uma jaqueta jeans dobrada. Torci pra ela não colocar e cobrir aquelas maravilhas. Dei alguns passos em sua direção, de modo a poder olhar melhor, e ela, na tentativa de entrar na fila de entrada do veículo acabou ficando na minha frente. O cheiro dela era a coisa mais gostosa que já senti. Eu havia me divorciado há alguns meses e não tinha namorada até então, então estava com a libido à flor da pele, de modo que comecei a me excitar ali mesmo onde estava. Por sorte minha camisa era do tamanho necessário para cobrir minha linha de cintura. Imaginei como seria bom se ela estivesse sentada ao meu lado na viagem, pois como a viagem era noturna, ela provavelmente dormiria e eu, com todo certeza, ficaria acordado ao seu lado, imaginando mil coisas. É claro que eu não contava de fazer nenhuma loucura, pois sou comedido e ela parecia muito séria. Não cruzou o olhar comigo nenhuma vez sequer. Quando o motorista pegou a passagem dela, conferiu, rasgou e disse boa viagem, ouvi ela dizer algo que me gelou a espinha. Ela disse numero 43, como que conferindo sua passagem. Incrédulo, olhei para o meu bilhete e confirmei que minha poltrona era 42. As duas últimas do carro.Entrei como se nada estivesse acontecendo e ao chegar a minha poltrona, ela estava sentada ao lado da janela, guardando o bilhete no bolso da calça. Comecei a colocar a bagagem no lugar devido, acima das poltronas, mas não consegui segurar e olhei aqueles belos pontinhos eriçados na blusa dela, mas ao subir os olhos notei que ela estava olhando para mim. Acenei com um sorriso sem graça e ela desviou os olhos para a janela sem esboçar reação. Fiquei muito sem graça e sabia que meu rosto estava corado de vergonha. Estranhamente isso me deu um tesão como há muito eu não sentia.Sentei ao seu lado e me ajeitei, colocando fones de ouvido. Em poucos minutos o ônibus seguiu seu destino e notei ela tentando compartilhar o apoio de braços que divide os dois assentos. Ela empurrou meu braço e riu, me olhando e perguntando porque as empresas não faziam dois apoios e fazendo alguma piadinha a respeito. Seu sorriso era largo e encantador. Aproveitei e comecei a puxar conversa com ela. Quis aproveitar a chance. Soube que ela tinha 30 anos, apesar de aparentar uma década a menos, que não era casada ou tinha namorado, de forma que a conversa seguiu por cerca de uma hora e acabei relaxando, sexualmente falando, mas ainda estava encantado com seu lindo rosto. Esperava ela olhar pela janela para ver algo passando na rua, para que pudesse dar uma desviada rápida de olhar em direção aos seus lindos seios. Numa dessas olhadelas fitei o meio de suas pernas e acabei me excitando de novo, imaginando a calcinha embaixo da saia. Em dado momento ela levantou-se para se servir da água mineral que o ônibus disponibilizava aos passageiros e voltando para o seu lugar disse que tomaria um remédio para dormir, pois enjoava em longas viagens. Eu disse que tudo estava bem e a deixei em paz.Ouvindo música no celular (fones de ouvido, claro) evitei ficar olhando demais, para não ser inconveniente. Parece que por ela ter puxado conversa eu acabei ficando mais tímido do que ficaria se ela fosse uma inteira desconhecida. Acabei cochilando e acordei bem mais tarde. Olhei no relógio e já era duas horas e dez minutos da madrugada. Levantei para beber água e reparei que a jovem dormia profundamente, assim como o senhor de idade que estava sozinho no banco ao lado. Dei alguns passos em direção a dianteira do carro e vi que todos, nos bancos próximos estavam dormindo também. Então, já desperto, voltei para o meu lugar e me sentei calmamente, sem acordar a menina dopada por medicação anti-náuseas. Virei meu corpo de lado, de modo que fiquei virado para o lado da janela, e deixei a visão acostumar-se com a escuridão. Somente as lâmpadas intercaladas e que iluminavam minimamente estava ligadas, então resolvi me deliciar com aquela linda visão. Vi seus lindos seios, seu corpo magro, porém bem torneado. Seus lábios lindos estavam entreabertos e podia ver seus dentes serrados por dentro da boca. Cheguei engolir saliva em seco ao reparar aquela boca linda. Cheguei mesmo a pensar que se fosse mais louco acabaria lambendo ela de leve, mas não sou tão corajoso. Se ela acordasse gritando eu poderia até ser preso. Levei um susto quando ela se moveu e tentei disfarçar, mas ela não chegou a acordar e ainda virou-se para o meu lado. Nossa, fiquei desesperado de vontade de beijar aquela boca gostosa e senti meu pau ficar enorme dentro das calças. Mais louco ainda eu fiquei quando vi que após ela mover-se e virar-se para o meu lado, a blusa acabou ficando presa nas costas e um dos seios ficou a mostra. Lindo de morrer. Uma vontade absurda de sentir a textura daquele seio lindo e bicudo na minha boca beirava a agonia. O que eu ia fazer? Começar a chupar? Loucura.Olhei ao redor e todos continuavam dormindo, incluindo a jovem. Então comecei a alisar meu pau por cima da calça. A vontade de tocar uma punheta ali mesmo era terrível. Fantasiei horrores com ela, mas a pequena estava lá, imóvel. Pude mesmo notar uma pequena pintinha no seio dela e a excitação era tanta que não me agüentei. Abri o zíper com cuidado e deixei meu pau enorme de duro sair para fora daquela prisão. Fiquei mais louco de desejo ao perceber a situação de perigo em que estava, pois se alguém acordasse agora seria impossível disfarçar a façanha. Fiquei olhando fixamente para o seio exposto e comecei a me masturbar freneticamente. Estava uma delícia sentir meu pau na mão e olhar ao mesmo tempo para ela. Estava quase a ponto de passar a mão de leve pelo bico, mas ainda estava consciente de que poderia estragar tudo. Mas uma coisa aconteceu e a história mudou. Fiquei durante minutos seguidos subindo e descendo a mão no pau e olhando para o seio, porém quando subi os olhos para conferir se ela estava dormindo, vi que ela estava de olhos abertos, me observando. Entrei em desespero e tentei guardar meu pau, esperando ela fazer um escândalo, mas ela ficou calma, sem esboçar reação, me encarando nos olhos. Então relaxei. Olhei para meu caralho duro, e ela acompanhou com o olhar. Sem desviar os olhos, senti ela segurar meu pau com aquela mão pequena, macia e quente. Ela não tocou rápido. Ficou sentindo ele gostosamente, então vi ela fechar os olhos e morder os lábios com satisfação. Desceu a cabeça e senti aquela boca quente e molhada ser invadida pelo meu membro. Cheguei a ter medo de gozar imediatamente. Fantasiei tanto isso que queria prolongar ao máximo essa experiência louca. Depois de mamar muito na minha rola e se levantou e me beijou na boca. Senti o gosto do meu pau em sua língua e fiquei mais excitado ainda. Em seguida ela levantou a blusa e sem dizer nenhuma palavra eu entendi que ela queria ser chupada. Parecia que ela lia meus pensamentos. Suguei aqueles lindos peitos com tanta vontade e força que eu tinha certeza de que eles ficariam marcados no dia seguinte. Ainda bem que ela não era casada. Ela mal conseguia conter os gemidos, então me empurrou e caiu de boca de novo. Eu já havia até esquecido os outros passageiros. Só queria satisfazer minha libido e gozar muito. Foi a boca mais gostosa que já chupou meu pau, sem dúvida. Em dado momento ela começou  a ficar em posição normal, me deixando de lado e percebi que ela estava com um sorriso muito safado no rosto e tirando a calcinha e após tira-la, passou com força na minha cara. Notei que estava toda melada. Ela já estava morrendo de tesão também. Ela inclinou-se na minha direção, segurou minha cabeça pelos cabelos e disse, sussurrando: ?agora é a sua vez...?. A mulher recostou-se na janela do ônibus e sentou-se em cima do apoio de braços que ficava entre nós, deixando aquela buceta lisinha e babada exposta. Caí de boca e na primeira linguada que eu dei, ela deu um gemido tão forte que até parei e olhei para ver se alguém ouvira. Sem sinal de vida, segui em frente bebendo aquele néctar do sexo, tentando desesperadamente sugar cada gota. Só quem gosta de chupar uma buceta de verdade sabe do que eu estou falando. Eu parava de chupar só para passar o rosto nela e lambuzar tudo com aquele líquido quente, gosmento e delicioso. Não agüentava mais e ela deu a dica quando colocou a mão tentando abrir minha calça. Tirei tudo junto, calça e sunga, até a canela, levantei o apoio de braços e minha rola escorregou muito facilmente pra dentro dela, de tão molhada que estava. Não quis saber de camisinha, doenças, gravidez, nada. Só o que me passava pela cabeça era foder aquela linda mulher. Soquei gostosamente para frente e para trás, em um ritmo frenético e em menos de um minuto ela me agarrou e disse que ia gozar. Não me segurei de tesão ao ouvir ela proferir aquelas palavras e gozei junto com ela. Acho que nunca gozei daquela forma. Tive vontade de gritar. Eu forçava os pés nos pés do banco que ficava do outro lado do corredor, para que enquanto eu gozasse, estivesse o mais profundo possível, dentro dela. Nos agarramos com violência, em silêncio, até o corpo relaxar. Quando tirei meu pau já amolecido de dentro dela, foi que bateu a preocupação com os outros passageiros, que dormiam como crianças.Em seguida começamos a nos arrumar e ela levantou-se para ir ao banheiro. Então eu me sentei do lado da janela e fiquei olhando a paisagem naquela noite louca e lembrando de tudo o que acontecera desde a rodoviária. Fiquei com o corpo muito relaxado e quando ela voltou, me beijou, pediu silêncio e disse que era para eu relaxar. Ficou fazendo carinho nos meus cabelos e acabei adormecendo.Acordei já em Governador Valadares, com o fiscal da empresa de ônibus avisando que era o ponto final. A pequena já não estava do meu lado e a procurei até mesmo no banheiro. Perguntei ao motorista sobre ela e após dar suas características, ele disse que ela havia descido em uma parada que ficava a mais de duas horas dali.Nunca mais encontrei aquela mulher, apesar de até hoje a procurar em redes sociais.Obs- Não passei no concurso, mas não me arrependo nem um pouco.

 

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20/04/2011 | 23505 visitas

 

Comentários

  • Natalia postou em 27/07/2012

    To sem folego depois de ler o seu conto Rogério, fiquei com o corpo quente, coração acelerado...parabens vc é muito bom com as palavras...

  • Arrepiada postou em 04/12/2011

    Que delícia de conto, "Rogério"... Enquanto lia, meu coração se acelerava continuamente e eu me molhava de tesão. Não comento nunca, em conto algum, mas o seu exigiu. Perfeito.

  • Franck postou em 09/05/2011

    Cara gostei de seu conto, isso quase aconteceu com migo, maiis fou bacana

  • Tiago postou em 28/04/2011

    Cara, o nome da cidade ondel ficou não é caratinga?

  • Jane postou em 27/04/2011

    Achei seu relato muito legal... Vcs foram muito corajosos!!! Adoreiiii... O mais engraçado, foi ver seu destino final GOVERNADOR VALADARES... nunca imaginei ler um conto aqui e ver o nome da minha cidade...Bacanaaaaa !!!!



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