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A aposta | Heterosexuais | Acervo de Contos

A aposta

Sou militar e havia acabado de chegar ao Brasil depois de servir três anos no Haiti, a saudade de casa é tanta que queremos aproveitar tudo que esse Brasil nos oferece de bom nossas famílias, amigos, praias, comidas, carros, mulheres e a noite carioca que é muito louca. Só que eu estava fora de circuito a três anos e não sabia mais qual era os melhores Point, as gírias do momento e nem a onde a rapaziada estava se reunindo, vaguei pelos antigos Point a procura de alguns amigos e me informaram que eles estavam se reunindo agora em uma boate na zona norte. De moto é rápido e logo cheguei à antiga Avenida Suburbana e que agora se chama Avenida Dão Helder Câmara que fica no bairro da Abolição, quando entrei na boate fui direto para o bar que era a melhor opção para encontrar alguns dos amigos, com quem costumava a andar antes de ir para o Haiti. Estava observando a pista de dança e comecei a reparar no estilo de uma loirinha linda, alta, sarada e muito gostosa quando a rapaziada me achou, depois de alguns abraços e apresentações começou aquele interrogatório de ambas as partes eu querendo saber do meu Rio de Janeiro e eles querendo saber como era a minha vida no Haiti, eles repararam que eu falava mais não tirava o olho da loirinha e um do grupo falou que se eu quisesse, ele colocaria a loira na minha fita, mais já foi logo me avisando que aquela mina fazia jogo duro mais era a maior quebrete, quebrete era a atual gíria que significava que a mina metia com geral. Topei na hora já estava no atraso tempão, só que antes das apresentações cada um dos quatro amigos e dos dois novatos que estavam no grupo me contaram uma relação que tivera com Ângela e quando terminaram de me passar a sua fama eu já estava com a rola dura e cheia de tesão na bunda daquela loirinha que requebrava no salão. É claro que as historias não passava de mentiras, Ângela era muito linda e parecia que os homens tinham medo de se aproximar dela e quando o fazia, a excitação pela loira era tanto que os deixava completamente embasbacados e ela com certeza dava um toco nos abusadinhos depois de brincar com eles os deixando mais instigados ainda.

Contar vantagens em uma roda de amigos é uma coisa super natural só que cada um dos rapazes que ali estavam me confidenciou uma aventura diferente onde todos tinham ido ate o final com ela que pelo visto era insaciável e que mesmo demorando um pouco valeu a pena fuder com aquela loira gostosa isso me deixou tão excitado que eu já estava me imaginando dentro dela. Foi ai que rolou a aposta de que eu não conseguiria levar Ângela para cama em menos de três meses.

Ângela tinha descendência polonesa, aproximadamente 1,80m de altura e era uma falsa magra, seus seios fartos pareciam querer fugir a todo instante de seu vestido decotado enquanto ela dançava. De salto alto suas pernas pareciam mais longas e suas mãos persistentemente tentavam descer o vestido teimoso que insistia em subir, revelando uma vez ou outra o fundo rosa de sua calcinha, quando percebeu que eu estava muito excitado ela começou a rebolar sua bundinha freneticamente contra minha rola a deixando a ponto de quase explodir dentro da calça.

A noite acabou só trocamos uns beijinhos e os telefones e assim se seguiu durante quase dois meses, todas as minhas investidas eram contidas por Ângela que não me permitia lhe tocar o corpo nu, só sobre as roupas. A rapaziada já estava me zoando, dizendo que eu iria casar e que nem na lua de mel a loira ia liberar o rabo para mim. Fora a aposta, realmente era frustrante saber que geral já havia transado com aquela gostosa e eu nem se quer conseguia tocar seu corpo nu.

Sofri um acidente de moto e precisei operar isso me tirou de circulação por aproximadamente quatro meses, um foi internado com aquele monte de ferro e parafusos na perna e três na reabilitação com os fisioterapeutas, no meu retorno, a encontrei linda, Ângela usava um corpete preto brilhoso e uma minissaia jeans e estava se acabando na pista de tanto dançar com dois marmanjos a tira colo doidos para se aproveitarem daquela situação. A rapaziada me contou horrores sobre ela e o que eu presenciava me deixava ainda mais enfurecido ou enciumado se preferirem. Quando ela percebeu minha presença, me ignorou durante algum tempo mais depois veio em minha direção e se queixou dizendo que se eu não estava interessado não precisava ter sumido era só ter sido homem para lhe dizer que não a queria e ela não teria ficado igual a uma otária me esperando.

Primeiro eu perguntei se ela não sabia o que havia acontecido comigo e depois pelos caras que estavam dançando com ela. Sem duvidas ela deu uma das risadas mais debochadas que eu já escutei, em quanto me apontava um dos caras aos beijos e para minha surpresa com outro homem, pois embora não parecesse ele era gay, já o outro parecia que estava a perigo atirando para todo e qualquer lado, zoando toda a mulherada, depois que quase se envolveu em duas confusões sossegou nos braços de uma gordinha muito bonita mais nada sexy.

Esfriei a cabeça e deixei a noite seguir, mesmo com Ângela que se contorcia a minha frente ao ritmo das luzes que piscava no salão eu não relaxava.

Quando a noite acabou eu fui leva - lá em casa, como de costume trocamos alguns beijos comportados mais ela não queria se despedir e continuava a me provocar, provocar e provocar, mais nem sobre a roupa eu a tocava.

Ângela era vaidosa e possuía um enorme desejo em ser bonita, sexy e desejada ela amava ver os homens se rastejando aos seus pés e com certeza ela tinha uma legião de fãs, os fazia de gato e sapato e quando eles ficavam bem excitados, ela simplesmente os abandonava e partia para próxima vitima.

Como eu estava meio bolado e a recusava, ela foi se tornando cada vez mais atrevida, e enquanto eu a beijava, Ângela retirou o zíper do seu corpete deixando seus lindos seios pêra à mostra, que eu admirei sem muita emoção, então a persuasão dela não parou por ai e mais alguns beijos, ela deixava cair sobre seus pés à pequena minissaia que usava ficando apenas com uma calcinha cinza cintilante de tirinhas na lateral que de tão minúscula não conseguia guardar toda a sua bucetinha que espremida fugia por uma das laterais e a parte úmida no centro da calcinha também evidenciava o quanto ela estava excitada.

Ai foi foda não pude deixar de me excitar, também com aquela bela mulher seminua na minha frente, o volume era nítido e minha rola quase furava calça, essa era a situação mais erótica desde que começamos a namorar, eu sabia que ela havia bebido um pouquinho e para quem só me permitia tocar seu corpo sobre a roupa, achei melhor não me aproveitar da ocasião. Tentei me despedir inutilmente enquanto suas mãos habilidosas invadiam minha calça e agarrava a minha rola com firmeza que já estava pulsando ao ponto de quase estourar. Relaxei e comecei a gostar da punhetinha que ela batia, ate abri a calça para que ela pudesse manuseá-lo mais àvontade quando ela parou tudo dizendo que era melhor eu ir embora e ela entrar. Minha alegria fugiu derepente tentei abraçá-la mais ela se esquivou, então não discuti me recompus e quando me preparava para sair, foi quando ela me perguntou se eu ia sair assim chateado e sem dar um beijinho de despedida. Caralho imaginem o ódio que eu estava daquela piranha com esse joguinho de boa moça, eu doido para meter e ela cheia de marra para liberar, estava me segurando para não agarrar - lá a força. Fui ao seu encontro lhe dei um beijo caloroso e me virei para sair, já estava quase no seu portão quando ela veio correndo só de calcinha me abraçou por trás e com uma das mãos sobre a minha rola que ainda estava dura, sussurrou no meu ouvido. Tem certeza que você quer ir embora assim.

Eu estava muito bolado já a ponto de explodir e disse a ela que sim, porque já estava amanhecendo e certamente seriamos vistos na sua varanda. Então ela me conduziu pelo corredor lateral da sua casa, nos fundos havia um quartinho onde seu pai guardava algumas tralhas, ela forrou um colchonete no chão e se deitou me puxando sobre ela, começamos a nos beijar e logo desci para o seu pescoço e depois para seus seios túrgidos, suguei cada mamilo como se fosse uma criança faminta, depois segui para seu ventre onde no umbigo encontrei uma trilha de pelinhos dourados que me guiaram a sua bucetinha suculenta. Ela resistiu quando tentei retirar sua calcinha, então deixei o pequenino obstáculo no lugar e simplesmente o joguei para o lado para que minha língua pudesse percorrer toda extensão da sua deliciosa bucetinha.

Seus dedos emaranhavam em meus cabelos me puxando contra seu corpo quase tirando o movimento da minha língua, já suas pernas prensavam minha cabeça me asfixiando em seu gozo abundante. Em quanto eu a lambia fui me despindo e quando a musculatura da sua perna suavizou, eu peguei o caminho de volta, sai da sua bucetinha ensopada, passei pelos seus pelinhos dourados, lambi seu umbiguinho agora salgado de suor, suguei seus mamilos, beijei seu pescoço e enquanto lhe beijava a boca me posicionava para invadir sua bucetinha ensopada de prazer. Ela travou minha entrada com suas pernas durante algum tempo mais estava muito lubrificada e a penetração foi inevitável, criei um espaço entre a gente e aguardei com calma quando ela vacilou eu a invadi de uma só vez, primeiro ela deu um urro me abraçando, depois mordeu meu braço com força e me envolveu com suas pernas impedindo meu vai e vem.

A frustração de meses sem sexo, a raiva de saber que todos já tinham saído com aquela vadia, o ciúme porque eu realmente estava gostando dela, a dor e a raiva da mordida e o ódio de esta sendo feito de palhaço naquele joguinho de quero não quero me fizeram ser um pouco violento com ela a cada estocada, eu a penetrava bem lá no fundo, com mais força e com mais raiva do que prazer. Já sentia a proximidade do meu gozo e isso me fez acelerar ainda mais as estocadas quando reparei que ela não gemia mais e as lagrimas escoriam do canto dos seus olhos, me senti mal na hora com toda aquela estupidez porque parecia que eu a estava estrupando e perdi completamente a excitação, quis parar mais ela mandou continuar só mais um pouquinho em cima dela porque ela já estava quase gozando de novo. Não entendi nada e então ela me disse que aos 19 anos, ainda era virgem e que sempre provocou os homens para saber quem realmente gostava dela e a respeitava ou quem só estava interessado em enraba-lá e depois que tivesse se aproveitado daquela situação sumiria sem se importar com seus sentimentos, que também só se entregaria de corpo e alma aquele que a respeita-se porque acreditava que só com respeito se poderia chegar ao amor.

Confesso que me comovi, pois estava impreguinado com as mentiras que me contaram sobre ela, mais as evidencias da sua virgindade estavam ali no colchonete e no resquício de sangue da minha rola esfolada pela sua bucetinha apertada e na sua inteira submissão, uma escrava do sexo disposta a fazer de tudo para me agradar em nome do amor.

Neste mesmo dia transamos mais duas vezes, a primeira ainda pela manhã tentei ser o mais gentil possível com ela e foi maravilhoso para nos dois, parecia que não íamos mais parar de gozar, a segunda que foi a noite ela me pediu para socar com força, queria sentir novamente a minha rola a rasgando igual à primeira vez, nesse momento eu pensei maliciosamente e lhe disse que igual a primeira vez ela só sentiria se eu tirasse a virgindade de outro lugar, e enquanto falava pincelava minha rola no seu cuzinho. Sua resposta foi então surpreendente:

- Então mete esse caralho no meu rabo me faz gozar, me faz ser sua puta.

Não perdoei e meti sem pena naquele cuzinho rosado, enchendo ele de porra e deixando minha rola toda cagada. Nosso relacionamento durou aproximadamente cinco anos de puro sexo entre namoro e noivado mais não nos casamos porque ela era muito possessiva e as constantes brigas por ciúmes dissolveram nossa união mais ela e eu mesmo casados com outros parceiros, hoje somos bons amigos que eventualmente nos encontramos para matar as saudades de um passado muito gostoso de nossas vidas e claro curtir novas aventuras do nosso presente porque AMOR DE PICA A ONDE BATE FICA e eu confesso a vocês que nunca vi uma putinha tão maravilhosa quanto a Ângela, ela é a mulher perfeita que todo homem quer ter, daquelas que vocês só vêem nos filmes pornôs, que topa qualquer parada e sem frescura, eu só não sinto inveja do seu marido porque ele é um corno e não sabe fuder a deliciosa esposa que ele tem em casa, mais amigo é para essas coisas, é para estar ali presente no intimo, é para ajudar nas horas mais difíceis e se a dificuldade dela é gozar, porque não consegue gozar tudo que tem direito com o broxa do marido que ela arrumou, fazer o quê, fico muito feliz em poder consolar as suas lagrimas vaginais e depois vê-la sorrindo de felicidade com a sua boca cheia de porra mesmo depois de eu ter deixado o seu cuzinho todo arrombado com a minha rola.

A aposta era levar Ângela para cama em menos de três meses, depois de muita confusão foi definido que eu ganhei apesar de só ter conseguido leva - lá no finalzinho do sexto mês, quatro eu fiquei fora de circulação e meu celular foi extraviado no acidente, me deixando sem nenhuma comunicação com ela.

Por tanto eu venci. Vocês não concordam?

 

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