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Engravidando a cunhada | Gostosas | Acervo de Contos

Engravidando a cunhada

Quando cheguei do serviço já a encontrei chorando na minha casa, a minha cunhada havia brigado com o seu marido e estava pedindo abrigo para a sua irmã por alguns dias. Receber uma visita só altera o seu dia e não tem nada demais porem, receber um nova moradora na sua casa altera toda a sua rotina e inibi a sua privacidade.

Enquanto a minha cunhada residia na minha casa, a minha esposa se recusava a ter relações alegando que a sua irmã poderia ouvir as nossas intimidades e aquela nova convivência diária vinha mexendo com o meu libido sexual porque quando eu chegava em casa via a minha cunhada com roupinhas curtas esparramada no sofá assistindo novela, sair do banheiro enrolada na toalha, ficar se admirando no espelho enquanto se penteava ou escolhia uma nova roupa e nos finais de semana ela e a minha esposa, ficavam de biquíni no quintal deitas ao sol para reforçar a marquinha enquanto eu assava o churrasco. 

A falta de sexo estava me deixando louco e sem agüentar ficar olhando para elas fritando o rabo no sol, fui para o banheiro tocar uma para aliviar o tesão que eu estava sentindo em ver o rabo da minha esposa e da minha cunhada naqueles minúsculos biquínis. Enquanto eu me masturbava a porta do banheiro foi aberta, eu havia esquecido de trancar e a minha cunhada não bateu para entrar me pegando no fraga enquanto eu tocava uma punheta, um leve desconforto pelo embaraço e ela saiu apresada do banheiro, nem terminei a minha atividade e também sai apresado atrás dela. O dia se seguiu com aqueles encontros e desencontros de olhares e quando eu via as duas cochichando, ficava apreensivo achando que a minha cunhada estava contando a cena que ela viu no banheiro para a sua irmã.

É claro que o tempo de convivência cria algumas intimidades entre o grupo e alguns dos assuntos abordados enquanto ainda estávamos a mesa foi o sexo e a minha cunhada deixou escapar que essa noite ela precisava sair porque não estava mais agüentando de tanta seca e se eu já estava louco pelo rabo dela, saber que ela estava no cio me deixou completamente tarado. Quando a noite chegou ela se vestiu linda para matar, seus mamilos marcavam a fina blusa com as costas livres o que evidenciava que ela não estava de sutiam, usava uma saia curta de couro e sandálias de salto alto, aquela noite prometia. Com a desculpa do salto ela perguntou se eu não poderia lhe levar ate a estação do metro, que fica a duas quadras da minha casa. Peguei as chaves do carro, manobrei e parei próximo a calçada abrindo a porta, quando ela sentou no carro, mesmo segurando a sua saia deu para ver que ela também não usava uma calcinha e quando foi descer perguntou se eu poderia ir lhe buscar caso ela não arruma-se uma carona na volta. Voltei para casa ainda mais tarado e queria aproveitar que estávamos sozinhos para tiramos o atraso, só que a minha esposa disse que estava naqueles dias e não quis nem brincar e foi dormir. Furioso, só me restou ver televisão e esperar o sono chegar.

Era quase duas da manhã quando o ronco do motor parou enfrente a minha casa, pela fresta da janela vi quando a minha cunhada desceu do carro cambaleando, tentou se despedir no portão mas, o cara insistia em querer lhe agarrar. Ao acender a luz do quintal o cara desistiu de lhe agarrar, entrou no seu carro e saiu em disparada, minha cunhada estava completamente bêbada e com a sua saia enrolada na cintura, tentei lhe recompor e a conduzi ate o seu quarto, ela já caiu adormecida na cama balbuciando palavras desconexas, lhe admirei por alguns segundos ate tomar a iniciativa de lhe tirar as sandálias, sentei na beirada da cama e puxei as suas pernas para o meu colo, desafivelei uma a uma das suas sandalias acariciando os seus pés, olhei por baixo da saia dela e contemplei a sua boceta raspada, olhei indeciso para a porta e preferi me levantar mas, quando cheguei ate porta voltei a olhar indeciso para a minha cunhada, fechei a porta e me aproximei da minha cunhada, levantei a sua saia e comecei a acariciar a sua boceta, estava bêbada e nem respondia aos meus toques, coloquei o meu cacete para fora e comecei a esfregar nos lábios dela que estavam entreabertos, forcei passagem ate ele entrar e mesmo dormindo ela começou a mamar como um neném, aproveitando o seu estado de embriagues, eu invadi o seu rabo e meti na sua boceta ate gozar, sai saciado daquele quarto e retornei ao meu cheio de culpa e receio do que poderia vir após esse ato insano de puro desejo. 

Quando retornei do trabalho no dia seguinte, não encontrei a minha cunhada, após três semanas, ela havia se reconciliado com o marido e voltou para a sua casa. A minha vida voltava ao normal e alguns meses depois, fiquei sabendo que seria titio. O marido da minha cunhada não pareceu muito satisfeito em assumir um filho que não se parecia muito com ele mas, o ditado é certo: quem transa com a cunhada, só pode ter sobrinhos. E como ela estava muito bêbada para se lembrar do que havia ocorrido naquela noite as suas suspeitas recaíram sobre o cara que lhe deu carona ate a minha casa naquela noite. Minha esposa questionava se eu não tinha conseguido ver a cara do infeliz que a levou para casa naquela noite mas, no fundo eu acho que tanto ela quanto a minha cunhada sabem que o filho é meu.

 

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