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O Chupador | Fetiche | Acervo de Contos

O Chupador

Se é um negócio que eu gosto é de chupar pau. Comecei cedo neste negócio, com o tio de uma namorada minha. Sim, eu tinha uma namoradinha, bem querida e malandrinha, e acho que de vê-la sugar meu pinto é que me deu vontade de experimentar. E então, uma vez que dormi na casa de praia da família dela, aqui no RGS,  levantei na madrugada para ir à cozinha e vi o tio dela na sala, se masturbando. Eu com meus vinte anos me admirei com a cena. O velhote de cinquenta e tantos, sem camisa, com a barrigona exposta, atirado no sofá da sala, vendo um pornô na tv, e manipulando um baita pau, com a mão pelo lado do short. Gostei do que vi, nem sei por quê, mas espiá-lo me deu tensão. E ele me pegou espiando. ?que isso guri? Nunca bateu uma punheta? Ou quer bater pra mim??. Fiquei sem jeito, mas com vontade. ?Senta aqui e olha o tamanho do tróço?, ele me convidou. Bah. Tremi na base. Correu um arrepio no meu cangote. Sentei ao lado dele. Estávamos só nós na casa e a Mariana, que dormia. Ele puxou minha mão para dentro do short. Eu não sabia o que fazer, mas gostava. Comecei a fazer o movimento de vai e vem e sentir o negócio crescer. Enquanto isso, o tio da Mari estendia a mão para pegar na mesa ao lado um copo de cerveja. Tomou dois ou três goles e se encorajou. Baixou o short. Vi o pau saltar, duro, grande, robusto, com uma cabeçorra inchada, vermelhona. ?Quer sentir o gosto? Ou só quer bater??, me perguntou, enquanto molhava os bigodes em mais um gole de ceva. Bati. Bati mais. Ele acariciava o saco grande e peludo. ?Dá uma chupada?, me pediu. Relutei. Continuei batendo. Quando ele botou a mão na minha nunca é me puxou para baixo, não resisti. Afundei a cabeça. Veio um cheiro forte. Cheiro de pau. Primeiro lambi. Depois engoli. E desci. Subi. Desci. Subi. Desci, com o pauxão dentro de minha boca e com minha língua rodeando sua cabeça. Bem como a Mari fazia comigo. E também fazendo coisas que eu gostaria que ela fizesse. ?Lambe meu saco, aqui tá o teu presentinho?, o velho me mandou. Obedeci. E então saí do sofá e me ajoelhei a sua frente. O pau ficava maior daquele jeito. Eu gostava muito daquela visão. Um pau duro. Uma cabeça vermelha inchada. E atrás o velho, extasiado, quase sorrindo de felicidade, parecendo não acreditar na cena. Lambi. Lambi muito o saco. Gostei. Ele botava a mão na minha cabeça, me apertando contra o saco, um tanto mole, grande, que parecia vazio. Parecia. ?Agora me chupa de jeito?, mandou de novo. Obedeci. Ergui minha cabeça e afundei no pau na minha boca. Fiz com ritmo. Forte. Subia e descia. Senti que faltavam alguns segundos para o gran finale. ?Onde seria??, eu pensei. ?Onde ele gostaria de gozar? Será que eu vou gostar disso? De me lambuzar? Será que sou viado só por chupar um pau??, eu refletia. Mas não deu mais. Para ficar pensando. Meu primeiro homem estava prestes a ejacular sabe-se lá onde. "Putz, ele vai gozar", eu sentia. ?Tomaaaaaa seu putinho. Chupaaaaa?, ele gemeu. E soltou. Um jato dentro da boca. Outro nos lábios, e outro na minha cara. Continuei lambendo a cabeça esporrada, engolindo o pau, arrancando suspiros daquele macho. Ele ainda soltava gotas, mais gotas, que eu lambia e me divertia. Que sensação. Que prazer. Sim, eu sou um putinho.

Nossos encontros passaram a ser rotineiros. Todas as noites, 2 da manhã, eu ia la na garagem mamar no pau do tio da Mari. Como a esposa dele chegou da cidade e também os pais da minha namorada, nos encontrávamos na garagem. E sem muitas delongas. Íamos direto ao ponto. Ele de pé encostado na parede. Eu de joelhos. Para limpar a porra, Passei a levar uma toalha de rosto comigo, que depois eu tinha de lavar escondido da Mari. O coroa me dava leitada saborosas. Uma vez tentou comer meu cuzinho. Pediu muito, mas o máximo que deixava era ele encostar a piroca no meu bum-bum, entre as minhas nádegas. Ele encostava a cabeçona bem na entrada do buraquinho pra bater uma punheta. E ele gostava de jorrar ali, se contorcia todo, parece que o corpo todo tremia. E eu também gostava de sentir os jatos quentes. Depois da gozada dele, eu passava a mão pela minha perna para encostar no leitinho que escorria. E molhava minha língua pra sentir o gostinho. Com o tempo, passei a me soltar e usava minhas palavras para excitá-lo. ?Bate, bate punheta na minha bundinha, solta teu leite, me meleca todo?. Pronto. Uma frase destas, rebolando e dando uma forcadinha para trás como minha banda, como se quisesse deixá-lo penetrar, enquanto ele se masturbava, era suficiente para o jato me molhar. Eu gostava, especialmente de vê-lo ter prazer. Me animava saber que eu estava dando muito prazer a um macho. Depois eu ia pra cama, sozinho, bater umazinha. A minha preferência era receber a leitada na cara. Putz! Que delícia. Às vezes ele me pedia pra ficar chupando o saco dele, de joelhos, enquanto ele se punhetava todo. E então respingava todo meu rosto com uma porra quente. O curioso disso tudo é que não havia nenhum tipo de conversa, apenas "incentivos sexuais".  O encontro não durava mais do que dez minutos. Ele chegava já ia pra parede de sempre baixando a cueca enquanto eu me ajeitava de joelhinhos pra começar a chupar. Eu era uma espécie de serviçal e adorava ser subserviente àquele homem. Vez que outra ele demorava pra se acabar porque havia transado com a mulherzinha. Daí eu precisava trabalhar um pouco mais. Nestas vezes, as gozadas eram com menos porra. Mas mais grossa. Me melecava mais ainda. Era mais grudenta e com cheiro mais forte. Foram meses de boquete e eu gostava tanto que saía da minha cama como uma cadelinha no cio atrás daquele pau e daquela porra. Era uma sensação que eu nunca havia experimentado. Como se ele fosse meu dono. Ainda que fossem apenas dez minutos, durante o dia eu o olhava como meu macho, meu dono, o que manda em mim. Não via a hora de chegar as 2 da madruga pra mamar. E, quer saber de uma coisa, os momentos que prenunciava o orgasmo dele foram inesquecíveis. Ainda mais quando ele se propunha a incrementar com suas frases de efeito. "Chupa todo o pau do teu macho que eu vou me acabar. Lambe meu saco e minhas bolas", mandava. "Minha porra tá fervendo no meu saco, passa a língua que já vou despejar na tua boca", pedia, em deixando louco da vida. E quando eu me botava a apenas lamber a cabecorra, lá pelas tantas ele me xinga a: "Tá, te divertiu com o cabeção, mas agora acabou a brincadeira. chupa meu pau, engole o mastro que foi golfar esperma em toda a tua cara". Cansou de me deixar com a cara branca. Foram três meses de puro prazer na minha boca.

Eu não terminei com a Mari porque ela também me dava muito prazer e aquilo significaria perder o contato com o tio. Mas quando o verão acabou, passei a chupá-lo no carro. Ele me pegava num ponto de encontro e, do mesmo jeito, íamos direto a um drive in para eu boqueteá-lo. Todas as segundas. Depois passou a ser tá,bem nas quartas. Sem diálogo, como na praia. Entrava no carro, já ia botando a mão, e no drive eu chupava seu pau. Ali não tinha mais gozada na cara. Eu engolia tudo para não deixar vestígios no carro. O velhote costumava apertar muito minha cabeça para socar lá no fundo e despejar generosas esporradas na minha guela. Bastava eu falar ?goza, goza, me dá teu esperma todinho? e afundar minha cabeça que a glande saltava e expulsava o leite do saco. Eu sentia direitinho o pau golfando leite, a glande inchando e despejando os jatos nas minhas bochechas, na minha língua, nos meus dentes. Mas ele era tão sacana que vez que outra mandava eu tirar da boca pra gozar no meu rosto. E eu adorava está sacanagem. "Toma, toma, pega meu leite seu potinho". Insistiu muito para traçar minha bandinha. Mas não rolou.

Neste mesmo período, ainda namorando a Mari, fiz amizades com um vizinho de prédio. Boyzinho magrinho, que gostava de jogar futebol, 23 anos, guri de pele bem branquinha, que namorava uma menina virgem, de 17. O máximo que ele tirava dela era uma punhetinha batida com medo e, portanto, sem jeito. Certa vez, eu abri meu coração para ele e falei da minha bissexualidade e especialidades orais. Foi um desabafo, mas também a tentativa de criar um ambiente é uma intimidade. Deu certo. Depois de algumas cevas, o espertinho se ofereceu para experimentar meus dotes. Mergulhei nas suas pernas, louco para mamar, louco para receber esperma na cara e na boca. O pau era fininho, com cerca de 20 cm, e cheiroso. A porra ainda rala, saía em boa quantidade. Também tivemos um caso duradouro. Quando ele chegava da namorada com tesão me mandava uma mensagem e eu descia dois andares para chupá-lo. Muitas vezes já o pegava com a cueca cheia de pingos de porra, consequência dos amassos com a namoradinha. E eu gostava daquele cheiro e já saia lambendo a marca de porra na cueca. Gostava o boyzinho de se acabar no meu rosto, tinha evidente prazer em encher a minha cara com uma máscara branca, leitosa, que saía do saco dele. Em alguns casos, gozou duas vezes. Uma no boquete; outra na punheta. Gostava meu bonzinho também de outras sacanagens. Gozava numa xícara e me mandava beber. Ou em cima de uma torta para que comer. Coisas que meninas mais jovens jamais fariam. "O dia que eu gozar na cara da minha namorada vou ser o homem mais feliz do mundo", ele dizia. Enquanto não acontecia, se contentava em despejar seus jatos de leite no meu rosto. Às vezes depois de um longo boquete, me pedia para ficar parado, de joelhos, enquanto ele batia para morar tudo na minha carinha. Ele se esfalecia em porra. O garoto em muitas noites comia minha boca tal a força que colocava. Socava muito, com pressão e força, como se a minha boca fosse um órgão sexual feminino. "Vou gozar, vou gozaaaaaar", ele me avisava, deixando o pau lá no fundo da minha garganta, puxando minha cabeça para junto dele, despejando o esperma que quase me engasgava.

Certa vez, insistiu muito para traçar meu rabinho, onde também já havia gozado diversas vezes. Numa das vezes chegou a colocar dois ou três centímetros para dentro e, quando se acabou, disse ter sentido a melhor sensação de sua vida. Num dos encontros, me confessou que naquela noite pouco a namorada não havia permitido o sexo anal e que ele voltara para casa desesperado de tesão por um cu. Cedi. Depois de longa e demorada tentativa, ele enfiou parte de seu pau no meu rabinho e ficou em movimentos lentos me comendo. Quando senti que era o momento, soltei o verbo: ?Goza, te acaba, goza tudo aqui dentro. Solta teus jatos de porra na minha bundinha, me meleca por dentro meu macho?. O guri gozou e desta vez gozou muito. A cabecorra do moleque encostava na minha próstata, gerando um prazer inesquecível que mudou minha vida. Eu rebolei um pouquinho para lhe dar mais prazer. Cada jato que ele soltava, estocando com mais força o membro rígido dentro de mim, aumentava meu prazer e meu tensão. E gostei muito da experiência, que definitivamente me colocaram no meu lugar. Sou putinho. Terminei com a Mari. Me assumi e passei a chupar e dar o rabinho. Mas esta é uma outra história.

Roberto V.

 

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