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Era o seu maior desejo | Fetiche | Acervo de Contos

Era o seu maior desejo

Incrível! ...Fantástico! ...Extra-ordinário!



Era o seu maior desejo



Era a sua primeira vez. Quantas vezes passara por aquele mesmo lugar, imaginando-se com uma daquelas lindas travestis, penetrando-o, fazendo-o sentir o que tanto sonhava sentir um dia... sua grossa e dura rôla arrombando-lhe o cú. Mas, nunca tivera coragem para tanto. Desta vez, porém, estava decidido: Iria escolher... ou melhor: já estava até escolhida a linda T?gata que iria deflorar seu cú, que piscava e ficava coçando toda vez que pensava nela. Afinal de contas, não era a primeira vez que passava por ali, devagarzinho, olhando pelos cantos dos olhos. ...Com vontade, porém, sem coragem. Desta vez a coisa seria diferente. Já vinha há tempos paquerando aquela linda travesti, que lhe enchera os olhos desde a primeira vez que a vira. Observara bem que além de linda e com um corpo de botar qualquer mulher que ele já tivesse visto, no chinelo, raramente ela estava em companhia das outras travestis, que costumavam reunir-se em grupinhos, fazendo aquela algazarra. Talvez fosse por que ela sabia ser a mais bonita que agia assim, para valorizar-se mais e cobrar mais caro pelo programa. Mesmo assim teria o cuidado de, ao abordá-la, conversar com ela e fazer-lhe algumas perguntas, pois já vira em alguns filmes pornôs, algumas travestis lindas, com paus que não mereciam nem serem chamados de pintos, assim como algumas com aquele pauzão que não ficava duro de jeito nenhum. Não se importava com quanto ela lhe cobraria para enrabá-lo, só queria ter certeza de que ela teria um pau de bom tamanho, bom calibre, e que ficasse bem duro. Mas... como faria para abordá-la? Não poderia demorar muito, ou algum outro interessado passaria e a rebocaria, deixando-o, assim, a chupar o próprio dedo... na saudade.

Bem, resolvera arriscar e entrar em um bar situado quase na esquina em que as travecas estavam sempre reunidas e pedir algo para beber, enquanto observava disfarçadamente. Qual não foi sua surpresa, ao pedir sua bebida, em ser assediado por ela, que encostando-se no balcão, desviando-se dos banquinhos ali instalados para os fregueses sentarem, roçando o seu corpo contra o dele, perguntou-lhe: ?Ah, paga umazinha dessa pra mim?? Quase que ele teve um treco, ao virar-se e perceber que tratava-se de sua cobiçada boneca, mas, recorrendo a uma reserva extra de auto-controle, sorriu e procurando dar à sua voz a entonação mais grave e máscula que conseguiria, respondeu-lhe:

?Se você quiser sair desse balcão e acompanhar-me à uma mesa no reservado aqui ao lado, pagarei o que você pedir.?

?Tá. Então, vamos até lá.?

Já sentados, enquanto aguardavam que uma das pessoas que atendiam no balcão fosse servi-los, ele puxou a conversa. ?Então, como você se chama??

?Julliet?... ela respondeu-lhe.

?Um lindo nome, para uma linda gata?...ele disse-lhe.

?Espero que tenha gostado mesmo, pois vim até aqui apenas por que você decidiu finalmente dar uma paradinha, depois de passar tantas vezes me olhando pelo rabo do olho.?

?Deu pra perceber, é??

?Claro, meu amor. Se não estamos atentas e dormimos no ponto, é cliente que perdemos e o faturamento no final da noite não dá nem pra pagar a despesa da gente se produzir toda, vir até aqui, e passar a noite toda. ...Temos, também, que comer e beber alguma coisa, ou não agüentamos, você não acha??

?Claro! Claro! E eu pensando que ninguém notaria!?

?Não se preocupe, você tem sido muito discreto. Só que, como eu lhe falei, nesse tipo de atividade temos que estar bastante atentas e desenvolver um, como dizer, tipo de radar e, também um olho clínico, pois nem todos os que nos paqueram chegam a uma decisão, como você chegou hoje... e eu estava esperando por isso. Acredito que você gostará e se tornará meu cliente fiel.?

Nisso, um rapaz chegou para atende-los e pediram algo para beber.

?Você não quer aproveitar e pedir um lanche, ou algo mais substancial para comer??

?Agora não... ela respondeu-lhe... Dependendo do que você decidir aqui, poderei pedir alguma coisa, ou pediremos no hotel... tem um aqui pertinho que serve umas refeições rápidas, deliciosas. ...E, olhe que depois de uma boa trepada, dada com gosto, a fome aperta.?

?Bem, de qualquer forma não vou fazê-la perder seu tempo, quando poderia estar faturando. Só quero que você me diga algumas coisas, com toda honestidade, pois se você não for o que eu espero que seja, nem por isso deixarei de pagar-lhe pelo tempo que está aqui comigo... você é uma ótima companhia.?

?O que você quer saber??

?Quero saber se você é ativa e passiva, o tamanho do seu pau, se fica bem duro e se demora a baixar, a grossura estimada, se a cabeça é avantajada e se você gozaria comigo. ...Devo dizer que é a primeira vez que faço isto, mas, quero que valha a pena. Dependendo do que você disser e fizer, poderá estar ganhando um cliente que nunca mais vai deixar de procurá-la.?

?Meu amor, não sei como é que você vai agüentar o meu pau, pois tenho vinte e quatro centímetros de pica, bem dura, com uma grossura proporcional, que dependendo do meu tesão na hora, muita gente acostumada a dar o cú não agüenta... quando eu fico muito tesuda mesmo, até eu fico assustada com a grossura que ele alcança. A cabeça é enorme e arregaça todinha, sem contar que ele mete medo, de tão coberto de veias que ele é. ...Não creio mesmo que seu cuzinho virgem vá me agüentar.?

?Bem, eu tentarei, pois afinal, é com isso que eu venho sonhando há muito tempo.?

?Por quê essa vontade toda??

?Direi quando estivermos trepando, tá, meu bem??

?Você é quem manda.?

Terminando, então, de beber seus drinks encaminharam-se para o hotel sugerido por Julliet. Haviam, já, combinado o preço, para passarem a noite, e o nosso amigo, que passarei a chamar, doravante, de Ivo... não que seja este o seu nome verdadeiro, mas, para podermos chamá-lo de alguma coisa, pagou antecipadamente, prometendo à Julliet que no final da noite lhe daria outra quantia igual, dobrando assim o que ela lhe cobrara e ele pagara sem regatear. Disse-lhe ainda que seu carro estava em um estacionamento próximo e que se ela quisesse ele a levaria em casa, pois não tinha data nem hora pré fixadas para chegar em casa... uma vez que, para a sua esposa, ele estaria em uma viagem de negócios. ...Ivo não cabia em si de tanta ansiedade e Julliet começava a gostar dele, pois além de ser jovem e bem apessoado, era educado e generoso. Ivo não teria chegado ainda à casa dos quarenta.

Já no hotel, Julliet ia começando a tirar a roupa quando Ivo, abraçando-a por trás, disse-lhe: ?Não. Isto, eu faço questão de fazer. Largou-a, então, voltando a abraçá-la pela frente, colando sua boca na dela, em um beijo que, dir-se-ia, capaz de sugar os culhões de Julliet, ali mesmo, pela boca. Então começou a tirar-lhe a roupa. Enquanto retirava-lhe a parte de cima ia beijando-lhe os seios e, ao chegar abaixo da linha da cintura e ainda sem ter-lhe tirado a calcinha, notando-lhe o volume descomunal daquele pênis que pulsava, endurecendo e crescendo cada vez mais, não se conteve e abocanhou-o ainda dentro da calcinha. Ali a putaria começou, e ele não se deu por satisfeito até retirar todo aquele caralho de dentro de onde estava e engoli-lo até só ficarem os ovos de fora. Sentiu quando aquele enorme cabeção forçava sua garganta e ultrapassava-a... e, nem teve vontade de vomitar. Não poderia mesmo, pois o caralho era tão grosso que pareceu até um milagre que tivesse cabido em sua boca, mas, não sobrou espaço nem para ele respirar. Teve, portanto, que tirá-lo e começou a chupar suas bolas, uma de cada vez, já que não cabiam as duas ao mesmo tempo.

?Quer que eu goze em sua boquinha, meu amor?? Perguntou-lhe Julliet.

?Não! Aí a brincadeira terminaria antes de começar!?

?Não se preocupe. Eu sou novinha... só tenho vinte e um anos e ainda tomo um remedinho especial, antes de vir trabalhar, que me permite ficar de pau duro a noite toda, mesmo já tendo gozado várias vezes.?

Aí foi que o Ivo não agüentou mesmo. Abocanhou aquele caralho enorme e não o largou nem mesmo depois de ter recebido goela abaixo aquele farto jorro de porra. Ficou ali mamando até ter a certeza que tinha engolido até a última gotinha e que demoraria ainda um pouquinho até que que nova porção se juntasse. Levantou-se então e beijou-a, sentindo ainda o gosto da porra que havia engolido. Perguntou-lhe então: ?Vamos tomar um banho, para refrescar-nos e recuperar as forças??

?Vamos meu amor. Agora quem está doidinha pra comer seu cú, sou eu.?

X-

Durante o banho foi aquela loucura. Pareciam um casal em lua de mel, tamanha a sacanagem que rolou. Julliet tentou de todas as formas e posições enrabar Ivo, sem contudo conseguir... mesmo ensaboados, seu cacete era muito grande e grosso e não entrava no cú de Ivo de jeito nenhum. Ela acabou mesmo foi sentando no pau de Ivo, sentado no vaso sanitário, e dando aquele show de rebolado com sua bundinha, que era linda por sinal, mas, na hora em que o gozo ia chegando, Ivo obrigava-a a levantar-se e desencaixar, dizendo que só gozaria quando tivesse todo aquele enorme cacete de Julliet dentro de seu cú. Julliet então sugeriu que fossem para a cama, pois ela usaria algo que carregava em sua bolsa para abrir caminho no cuzinho de Ivo, pois agora era uma questão de honra e que ainda por cima estava cheia de tesão e doida para arrombar aquele cuzinho virgem.

Antes de partirem para a defloração ela retirou de sua bolsa, que havia ficado sobre a mesa, um consolo de bom tamanho, embora bem menor que seu próprio caralho, e muito mais fino, dizendo:

?Não se preocupe. Você vai ter o meu caralho todinho dentro desse seu cuzinho apertado. O Braulinho aqui é somente pra abrir o caminho. Devo dizer que já comi cús apertados, nos quais tive que usá-lo, mas nunca um cú como o seu. Parece até cú de criancinha. A propósito, você está me devendo dizer por que toda essa vontade de dar o cú... disse-me que me diria depois.?

?Bem, eu nunca tinha pensado na possibilidade de um dia vir a sentir vontade de dar o meu cú. Até achava algo ridículo, e até nojento, mas, certa vez, fudendo com a minha mulher, em quem sempre fazia um fio terra, para ajudá-la a atingir ràpidamente o orgasmo, eu estava por cima, na tradicional posição de papai e mamãe, quando ela enfiou um dedo na boca, tirando-o todo lubrificado com cuspe e, sem nem ao menos pedir licença, atochou-o todinho no meu cú, até a última falange. Eu gozei na hora, de uma maneira que nunca havia gozado antes. Ela percebeu e prometeu-me que toda vez que trepássemos faria um fio terra, pra eu gozar como daquela vez e enche-la de porra, como tinha enchido, a ponto de deixar sua buceta transbordando leite. Eu só acho que ela não pensou na possibilidade de eu ter gostado demais e de querer mais alguma coisa daí por diante. Mas, a partir daí, passei a acessar os sites de travestis, na internet, e a sentir-me, cada vez mais, maravilhado com os tamanhos de cacetes que as bonecas ostentavam. Tornou-se, para mim, uma obsessão, a idéia de ter uma pica daquelas enfiada em meu cú, até os ovos. Lhe juro que desde que vi você pela primeira vez, senti-me atraído, mas, jamais poderia imaginar que alguém como você, tão linda, meiga e delicada, estaria além do que eu poderia imaginar e nem que teria o caralho de meus sonhos. Agora que o vi, segurei, chupei e até bebi sua porra, tenho que senti-lo todinho atolado no meu cú, ainda que seja a última coisa que eu faça nessa vida!?

?Oh! Que história linda! Isso deixou-me com mais tesão, ainda, do que já estava! Mal posso esperar pra enfiar meu caralho todinh no seu cú e enchê-lo de porra!?

Julliet começou então a lubrificar o ?Braulinho? com gel apropriado... a menina andava prevenida... enquanto Ivo psicionava-se de bruços na cama, com os dois travesseiros sob sua pélvis, fazendo-o ficar com a bunda bem arreganhada e o cú arrebitado para cima, orientado por ela, que, começou, então, a introduzir o ?Braulinho? após lubrificar , também, o cú de Ivo, segurando o ?Braulinho em uma posição fixa, mas, inclinando-o um pouquinho enquanto fazia movimentos circulares com o dito cujo e o forçava suavemente a entrar, para deixá-lo um pouquinho mais enlarguecido, de forma que pudesse, depois, enfiar seu próprio descomunal cacete. Foi, então, posicionando-se sobre Ivo, com seu grosso caralho entre suas coxas, beijando e mordendo suas costas e começou a posicionar aquela pica na portinha do cú ora ocupado pelo Braulinho. Foi puxando o consolo devagarinho e quando este estava fora, assestou a enorme cabeça de seu pau, que já estava bem lubrificado com o gel, no cuzinho de Ivo, que piscava, e forçou-a de leve. Ivo, involuntariamente, contraiu seu esfíncter anal e Julliet disse-lhe suavemente ao ouvido, enquanto mordiscava de leve e passeava sua língua em sua orelha:

?Relaxe, meu bem. Doerá um pouquinho, mas, você deve procurar relaxar ao máximo. Verá que conseguiremos enfiá-lo todo. O principal agora é encaixar a cabeça.?... Ela não usava camisinha. Ivo dissera-lhe que fazia questão de receber seu gozo dentro de seu cú.

Ivo suspirou, procurando relaxar, e sentiu quando algo enorme, muito mais grosso do que ele acreditava que pudesse caber em sue cú, forçou entrada, fazendo-o gemer de dor. Julliet, então, agarrando sua nuca entre seus dentes, soltou um pouco o peso de seu corpo, enquanto com uma das mãos, guiava a enorme cabeça, que, de um só golpe, encaixou.

Ivo soltou um grito que deve ter sido ouvido lá embaixo, na portaria do hotel, ao sentir a dor horrível que, longe de ser lancinante, mais parecia como se aquela coisa rombuda estivesse rasgando-o ao meio e forçando a estrutura óssea de sua bacia, ameaçando parti-lo em dois. Julliet agarrou-o firmemente, para não desencaixar o que já estava encaixado e falou entre dentes, ainda agarrada à sua nuca:

?Calma amorzinho... o pior já passou, A cabeça já está encaixada. Agora, o resto vai devagarzinho e com muito carinho.?

?Aaaiii... não estou agüentando! Não sei se conseguirei agüentar!?

?Você disse que queria ele todinho dentro... ainda que fosse a última coisa que fizesse na vida. Então, agüente um pouquinho. Quando entrar tudo, você se acostumará.?

Ela foi, então, falando-lhe ao ouvido, enquanto o acariciava, coisas como: ...?Está sentindo minha pica grossa entrando em seu cuzinho?... arrombando-o?... rasgando sua pregas?... tá gostoso, meu amor?? ...E, enquanto falava, ia soltando cada vez mais o peso de seu corpo, fazendo com que seu caralho penetrasse mais e mais... milímetro a milímetro, enquanto José gemia e urrava, debatia-se e chorava, mas, ela mantinha-se ali, agarrada, subjugando-o, sem lhe dar chance de livrar-se, pois todo e qualquer movimento que fazia, apenas resultava em mais alguns milímetros, ou um centímetro que enterrava-se em seu cú, forçado pela própria gravidade que empurrava o peso da linda Julliet contra o seu. Sentia o seu hálito e seus lábios tocando-o enquanto ela passava-lhe a língua e enfiava-a em seu ouvido, ou, às vezes, mordendo-lhe, ronronando, agarrada às suas costas, com aqueles seus lindos e macios seios, colados, pressionando-as. Até que chegou a um ponto em que parecia que não entraria mais pois parecia que aquele enorme e grosso caralho havia atingido um ponto onde não havia mais como passar... e, toda vez que ela forçava, a dor era tão terrível que ele sentia como se fosse desmaiar.

?Calma, amorzinho, já entrou mais da metade. Vamos ficar assim. Não vamos forçar, se você não está agüentando mais... e, começou a fazer movimentos de vai e vem; para fora e para dentro. Ivo, sentindo uma dor horrível, chorava, mas, implorava: ?Continua, amor, não pare, me arranhe, me morde, me fode... goza no meu cú!? ...Até que, num determinado momento, Julliet, inesperadamente, deu-lhe uma estocada que Fê-lo sentir, por um ou dois segundos, que estava desmaiando. Tentou gritar, mas, nenhum som saiu de sua garganta, tal era a dor que sentia. Julliet ficou ali, parada, agarrada a ele, com seu caralho atochado até os ovos no cú de Ivo, que, meio desfalecido, ia, aos poucos, acostumando-se ao enorme e grosso caralho, agora totalmente encaixado em seu cú, e acostumando-se com a dor, que, agora, já não parecia tanta e nem tão insuportável.

Julliet fazia-lhe mil e um carinhos enquanto ele sentia seu cú piscando, apertando e soltando. Tentou fazer um movimento, como se fosse tirar e sentiu como se o grande e grosso cabeção daquele gigantesco caralho, agora totalmente enfiado em seu cú, esbarrasse em algo que havia ultrapassado à força, e que agora prendia-o, como se não estivesse disposto a deixá-lo passar, no caminho de volta.

Agora, já totalmente recuperado, embora sentisse ainda muita dor, voltou a pedir: ?Me fode, meu bem, fode até gozar e encher meu cú com essa sua porra deliciosa!?

Julliet, então, não se fez de rogada. Fudeu aquele cú com toda a vontade e o tesão que estava sentindo. Metia e tirava, ora mais rápido, ora devagarzinho, tendo o cuidado de não forçar muito onde a cabeça batia em algo, na volta, como se fosse um anel que tivesse ultrapassado, com medo que uma vez ultrapassando-o na volta, ficasse difícil enfiá-lo outra vez já que Ivo deveria estar com o cú bastante dolorido. Mas, o que ela estava gostando mesmo, era quando durante uma pequena pausa e o cú de José ficava apertando e soltando o seu pau, parecendo estar a chupá-lo.

?Que cuzinho gostoso você tem, meu amor.? ...dizia.

?Você também tem um cuzinho maravilhoso, mas, nada que se compare com essa sua pica. Parece até que ela está crescendo mais. ...ou será que é o meu cú que está ficando inchado e apertando??

?As duas coisas, meu bem. Se você pudesse ver a grossura que está meu caralho, agora, quando eu o puxo um pouquinho para fora, não acreditaria que está com tudo isso enfiado em seu cú... estou sentindo a cabeça, lá dentro, como se estivesse do tamanho de uma abóbora. Não quero nem forçá-la para fora, pois não sei se conseguiríamos enfiá-la de novo.?

?Continue assim, meu amor. Quando quiser mudar de posição, daremos um jeito de faze-lo sem tirar seu pau daí. Estou doido que você goze, pois estou quase sem me agüentar de vontade de gozar, mas, quero gozar juntinho com você.?

?Vamos dar um jeitinho de virar de frente e fazer papai e mamãe, pois quero gozar vendo você gozar também, olhando dentro dos seus olhos, e beijando esses lábios másculos... ouvindo sua voz grave me dizendo coisas gostosas de se ouvir quando se está fudendo. ...E então? Está satisfeito comigo? Eu sou como você esperava... ou, queria??

?Meu amor, você superou tudo com que eu sonhei um dia. Nunca pensei que encontraria alguém assim tão linda e carinhosa como você, e nem com uma pica tão grande e gostosa!? ...Aaaiii... estou gozando! Goza comigo, meu bem!?

Julliet empurrou tudo o que podia ser empurrado naquele cú a dentro, somente deixando de fora os ovos, que não cabiam mesmo, enquanto o beijava na boca, sentindo o pau de Ivo, pulsando e jorrando porra entre suas barrigas e peitos, que ficaram todos lambuzados. ...E gozou como nunca em sua vida, gozara, enchendo a barriguinha de Ivo com sua porra branquinha, grossa e quente, em uma quantidade que ela não lembrava de ter sentido, um dia, seu caralho jorrar, como estava sentindo agora.

Ficaram muito tempo naquele vai e vem, como se não quisessem que o gozo terminasse, enquanto beijavam-se e passavam sua mãos em suas barrigas e peitos, melados pela porra de Ivo, e as levavam às bocas, um do outro, para lamberem aquela porra e beijarem-se com as bocas toda esporradas.

Quando, por fim, fizeram uma pausa, foi somente para ficarem ali deitados, abraçadinhos... Julliet, com seu enorme caralho, que aumentara consideravelmente em tamanho e grossura, ainda enfiado no cú de Ivo. ...Ela continuava com a pica dura e resolveram deixá-la permanecer onde estava, pois poderia ser difícil conseguir enfiá-la outra vez, a esta altura do campeonato. Deram, então, um jeitinho de virar outra vez, de forma que Julliet ficasse de novo por detrás de José, e assim ficaram, trocando carinhos, com Julliet estocando aquele, agora duplamente enorme pau, que continuava duro, em seu cú, até que acabaram gozando de novo.

...E, assim continuaram, gozando diversas vezes, até que resolveram pedir alguma coisa para comerem, pois sentiam-se, ambos, enfraquecidos e famintos, embora ainda com muito tesão. ...E, curiosamente, o pau de Julliet não dava sinais de querer amolecer. Parecia mesmo que cada vez ficava mais duro, Ivo já não agüentava mais. Tinha o cú ardendo como fogo e cada vez que Julliet dava uma estocada, gemia e chorava. Não reclamava, porém, pois era aquilo mesmo o que ele tanto desejara. Mas, enfim, resolveram desengatar-se e pedir algo para comerem.

Qual não foi, porém, a surpresa de ambos quando ao Julliet tentar desencaixar seu caralho, que havia atingido uma grossura que nunca atingira antes, do cú de Ivo, perceberem que ele estava preso e que não dava sinais de que se soltaria, se não amolecesse e diminuísse de tamanho e grossura.

Não pensaram muito. Assim mesmo, do jeito que estavam engatados, igual a um cachorro e uma cachorra, deram um jeitinho de ir até o banheiro e enfiarem-se debaixo do chuveiro, com a água aberta ao máximo, na temperatura de verão... a mais fria que poderia ser. Ali permaneceram por quase meia hora, na esperança de que o frio fizesse com que o pau de Julliet amolecesse um pouco, mas, de nada adiantou. Ela parecia ter sido acometida subitamente por uma crise aguda de priapismo, e tudo o que fazia parecia deixar seu pau mais duro ainda. Para piorar, agora, também ela sentia dor. Ambos pareciam estar com o pau e o cú em brasa. Não sabiam mais o que fazer, então decidiram ir para a cama e tentar adormecer, pois assim relaxariam e sem dúvida, o Pau de Julliet amoleceria. Assim fizeram, mas, quem disse que conseguiram adormecer? Não havia jeito... tensos como estavam. ...Até que Julliet sugeriu: ?O único jeito de resolvermos isto é chamando uma ambulância e indo à um hospital, onde os médicos, sem dúvida alguma, darão um jeito de nos soltar, nem que seja cirúrgicamente, mas, acredito que se nos aplicarem algum tipo de medicamento, ou anestesia que nos faça relaxar e adormecer, isto não será necessário.?

?Está louca?! Estaremos hoje mesmo em todos os noticiários na televisão, nos jornais e na internet! Eu tenho família! Ninguém pode ficar sabendo disso!?

?E o que você quer que eu faça?! O que faremos? Não vejo como resolver isto sem ajuda, pois já tentamos de tudo o que temos aqui ao nosso alcance! De mais a mais, estou com fome e sentindo-me fraca... acho que você também, pois trepamos até dizer chega! Se não fosse por isto, agüentaríamos, mas, na situação em que nos encontramos, logo desmaiaremos de fraqueza... e até alguém suspeitar que algo de errado está acontecendo e decidir arrombar nossa porta, poderemos até já ter morrido!?

?Deve haver um jeito. Vamos pensar em alguma coisa, pois não posso expor-me dessa forma! ...Há alguma coisa errada em tudo isto e não consigo atinar com o que possa ser. O gel que usamos para facilitar a penetração, não foi, pois o Braulinho continua lubrificado e úmido, mesmo após tanto tempo, e mesmo assim, apliquei-o em minha própria boca, para ver se há alguma reação alérgica, e... negativo. Por outro lado, na situação em que encontramo-nos, qualquer um já teria brochado, Eu mesmo, acho que meu pau nunca mais vai subir...?

?Tá bom! Ta bom! Você vai pensando aí, por que eu vou já é telefonar para a portaria pedindo, urgentemente, algo para comer, pois já estou sentindo vertigens. Se demorar mais um pouco, daqui a pouco desmaiarei.?

?Não faça isto! Pelo amor de Deus!?

...Foram as últimas palavras de Ivo, que arregalou os olhos, levou ambas as mãos ao peito e caiu duro, ainda pendurado pelo cú, na enorme peia de Julliet... Mortinho da silva, vitimado por um enfarte fulminante.



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A família estava inconsolável com sua morte. Como era possível? Ele sempre fora um homem saudável, e fazia periòdicamente um check-up geral... exigência da firma que representava, justamente para evitar surpresas desagradáveis... e o último tinha sido há menos de um mês, com resultados ótimos. Deitara-se para cochilar um pouco, antes de sair para uma viagem de negócios, que, segundo ele, não demoraria mais que dois dias, incluindo a viagem de ida e volta, e enfartara durante o sono. ...Também, ninguém soube explicar que viagem seria esta, já que na empresa para a qual trabalhava não constava nenhuma viagem programada para ele por aqueles dias e nem nos próximos, e nem encontraram em seus pertences nenhuma passagem de ônibus, ou avião, e ele nunca viajava de carro, dirigindo. Deixava-o sempre no estacionamento da estação rodoviária, ou do aeroporto... A empresa pagava e ele viajava sem preocupações com assuntos triviais como este. Ninguém nunca ficou sabendo quais as suas reais intenções e nem do sonho que tivera, com aquilo que sonhava há muito tempo e que culminara com o enfarte, enquanto sonhava ter-se metido em uma situação tão melindrosa.

Como posso estar contando esta história, se ela somente aconteceu na mente de Ivo, que morreu sem poder contá-la para ninguém? ...Bem, é difícil. ...Você não acredita em fantasmas, não é?...

 

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