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a feira ninfo | Fetiche | Acervo de Contos

a feira ninfo

Apesar de a conhecer a alguns anos foram poucas as vezes em que eu há vi, ela vinha regularmente visitar os pais idosos e sempre vinha vestida com o seu habito de freira. Quando os pais dela se foram, como vizinho eu fiquei encarregado de tomar conta da casa e sempre que ela telefonava avisando que iria vir, eu procurava dar uma limpezinha no jardim que era o lugar em que ela ficava fazendo as suas orações. O calor estava forte e eu já tinha roçado toda a grama, tirei a camisa enquanto terminava de juntar o resto do mato e não vi quando a freira chegou, quando eu estava tomando um banho de mangueira vi que ela me observava de longe e rapidamente tratei de me recompor pedindo desculpas a freira. Ela mandou que eu continua-se dizendo que não se importava e que muitas vezes ela mesma já tinha tomado banho ali e respeitosamente eu questionei. 

Mas a senhora não é freira, não tem medo de que alguém a veja? E ela respondeu.

Durante muitos anos eu sirvo ao meu senhor mas para agradar aos meus pais do que pela minha própria vocação, acabei me habituando ao convento, quando eu ainda era uma noviça quase abdiquei de tudo para fugir com um grande amor, mas demorei a me entregar para ele e um dia, o encontrei nos braços de outra, acabei me refugiando no convento, o tempo foi passando e eu nunca vou saber se eu fiz a escolha certa não.

Em seguida ela disse que a viajem tinha sido longa, ela precisava se recolher e entrou na casa, continuei a limpeza e ouvi quando a sacada do quarto dela se abriu, o vento revoava a cortina e uma linda mulher nua com os cabelos molhados atravessou de um lado para o outro, fiquei esperando a mulher voltar mas quem retornou foi a freira. Confuso eu imaginava se era possível tanta beleza escondida de baixo daquele habito, já estava guardando as ferramentas quando a freira apareceu trazendo uma jarra de suco, enquanto ela me olhava beber os seus olhos verdes pareciam devorar os meus músculos e eu apesar de não ver nada alem do que as suas mãos e o seu belo rosto me sentia completamente excitado lembrando do vulto dela passando nua na sacada, perguntei se ela não sentia calor com toda aquela roupa e ela naturalmente respondeu que aquela roupa era tudo o que ela usava por cima do corpo e fez menção de que eu deveria usar mas alguma coisa por baixo para conseguir segurar os meus sentimentos. Eu tentava ser respeitoso com a freira mas não tinha como esconder o volume da minha excitação, ela passou olhando fixamente para o volume enquanto levava a jarra de suco para casa dizendo para que eu leva-se o copo quando termina-se, virei o suco num gole só mas ela não esperou para recolher o copo e eu acabei indo logo atrás dela, assim que eu cruzei a porta da casa a freira me atacou. Ela encheu a sua mão segurando no meu cacete sobre a calça perguntando se eu sabia respeitar uma virgem, ainda surpreso pela ação, nem tinha respondido e a freira já tinha se abaixado na minha frente e começava a desabotoar a minha calça, o meu cacete duro saltou sobre o rosto dela e depois que os seus olhos se deliciaram com o que via ela caiu de boca sem a menor cerimônia. Para uma freira a sua boca era divina porque ela chupava como uma profissional, tive que segurar na sua cabeça contendo os seus movimentos para não gozar rápido demais. Ela levantou-se e foi na direção da mesa da cozinha, empurrou tudo que estava em cima para o chão, subiu numa cadeira e quando sentou-se na mesa, já sentou levantando o seu habito, deitou-se sobre a mesa expondo a sua boceta peluda me convidando a lhe chupar e eu lhe chupei, chupei ate que a freira me pediu para lhe foder. Eu fiquei em pé e a puxei para a borda da mesa levantando as suas pernas, ela meteu uma mão sobre a outra tapando a boceta enquanto repetia me fode, me fode e eu pensando rapidamente perguntei, como eu posso lhe foder se você tapou a bocete e ela acenando com uma das mãos dizia vem, vem e quando eu me aproximei ela se curvou segurando no meu cacete e o conduziu para o seu cuzinho dizendo, empurra de vagar ate ele entrar todo e depois que ele entrar me fode com força. O cuzinho da freira era apertado e o meu cacete ficava apontado, dobrando sem entrar, forcei, forcei sem sucesso, então tirei e dei uma cuspida naquele rabo e quando torneia insistir, não teve nem choro e nem reza. Afundei o meu cacete de uma só vez naquele rabo socando com força enquanto a freira gemia e gritava chamando pelo seu deus. Quente e apertado aquele cuzinho estava esfolando o meu cacete, dei mais uma cuspida e quando tornei a colocar ela relaxou e o meu cacete foi escorregando gostoso naquele rabo, fodi aquele cuzinho ate as minhas pernas ficarem mole e então me sentei numa cadeira puxando a freira para o meu colo, ela sentou-se de frente comigo e depois do trabalho de levantar todo o seu habito para segurar no meu cacete tornou a guia-lo para o seu cuzinho, enquanto ela cavalgava eu apertava os seus peitos e tentei retirar o seu habito para poder toca-los diretamente mas ela não permitiu se levantando, debruçou-se de quatro sobre a mesa e levantou o seu habito exibindo aquele belo bundão, depois de apontar o meu cacete no seu cuzinho eu me segurei a sua cintura e tornei a empurrar sem pena naquele rabo, desta vez eu só parei de mexer quando o meu cacete começou a pulsar naquele rabo enchendo o seu cuzinho de porra. Logo em seguida a freira se ajoelhou e começou a me chupar, deixou o meu cacete limpinho e todo lustrado, esganava o meu cacete com as mãos enquanto olhava fixamente com os seus lindos olhos verdes e começou a gritar para eu ir embora levando o meu cacete gostoso antes que ela perde-se a cabeça e me desse a sua virgindade.

No dia seguinte depois de muita insistência nos demos uma rapidinha em pé na sala antes dela partir, ela voltou para o convento e provavelmente eu só vou tornar a lhe ver daqui a uns seis meses, ate lá só me resta sonhar com o delicioso cuzinho da freira e quem sabe algo mais como a sua virgindade.   

 

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