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Velhas lembranças | Acervo de Contos

Velhas lembranças

Minha aventura aconteceu em 1960. Eu tinha então 21 anos. Passava as férias numa cidade praiana, pouco freqüentada. Meu noivo começava sua carreira militar. Fazia um dia esplendido, coisa bastante rara naquela época do ano, agosto. Encontrava-me sozinha naquela praia cheia de cascalhos, deitada numa esteira, trajando maiô duas peças, muito discreto para aquela época.
Deviam ser cerca de três horas da tarde e eu devaneava... Bastante alta, de cabelos castanhos claros, eu até que me achava bonitinha, a não ser pelos seios, para mim, pequenos demais. Havia perdido a virgindade uns vinte dias atrás, durante uma licença do meu noivo. Como ele não se excitara novamente, eu só tinha feito amor uma vez, tinha sido uma só penetração. Mas o desejo vinha e quando era mais forte, eu me masturbava, vez por outra.
Foi então que dois homens se aproximaram. Um deles, Nelson, tinha cerca de quarenta anos e era casado. O outro, Ernani, tinha vinte e cinco anos, como vim a saber posteriormente.
Eles me perguntaram se podiam ficar ali. Assenti. Deitaram, um de cada lado. Conversamos sobre tudo e sobre nada.
-Você vai ficar com insolação ? comentou Nelson, de repente, colocando uma toalha que cobriu meu corpo, do pescoço até os joelhos.
Nesse momento, Ernani passou a mão por baixo da toalha e começou a bolinar um dos meus seios. Para impedir que eu reclamasse, grudou seus lábios nos meus. Levantou a parte de cima do meu maio. Sua mão agarrou meus seios nus, enquanto sua língua procurava a minha. Estremeci quando a mão de Nelson se insinuou na parte de baixo do meu maio, afastou o tecido e afagou meus pentelhos encaracolados.
-Não se mecha! ? ordenou.
E, então explorou meu sexo com os dedos. Penetrou um dos dedos na vagina e, depois encontrou o botãozinho do prazer. Sabia como fazer. Pois gozei rapidamente. Quis me levantar, mas ele me abraçou brutalmente e massageou meus seios, enquanto Ernani agora mexia em minha xoxota, me masturbando gostoso. Gozei novamente.
Coloquei a parte de cima do maio e ajeitei a calcinha. Entramos no mar, até a cintura, pois eu não sabia nadar.
Ali, na água, um dedo acariciou minha vagina, outro procurou entrar por trás, infiltrando-se em meu anus virgem. Pensei no meu noivo. Dali a pouco, saímos da água, os dois segurando minha mão.
-Vem conosco... - sugeriu Nelson.
-Mas aonde? ? disse eu, atônita.
Eles me conduziram firmemente. Fomos parar no hotel onde Nelson estava hospedado. Sua mulher e filhos tinham saído. No quarto ele me disse secamente:
-Tire a roupa, vamos!
-Me deixe ir embora, por favor...
Então Nelson disse a Ernani:
-Comece você.
Em alguns minutos, vi-me nua, envergonhada, amedrontada e jogada em cima da cama. Ernani enfiou brutalmente dois dedos na minha bocetinha:
-Ela não é mais virgem ? disse.
Eu não podia fugir, eles estavam com o meu maio. Rapidamente se despiram também e vi dois membros retesados. Nelson me forçou a colocar sua vara na minha boca e Ernani, enquanto isso, afastou minhas coxas e levantou-as, colocando o pau na entrada de minha rachinha e penetrando-a rapidamente. Eles socavam os cacetes em meus orifícios. Gozaram e ejacularam seu sêmen ao mesmo tempo, na minha boceta e na minha boca. E se eu ficasse grávida?
Eu não estava acostumada a chupar o cacete de um homem, raras vezes eu havia feito isso em meu noivo, mas eu sempre fazia ele gozar em minha mão, nunca na boca. Sentir aquele creme espesso e quente em minha língua era totalmente novo para mim. Engoli tudo que podia. O creme escorria por meu queixo e pelas minhas coxas.
Nelson deitou-se novamente, excitado. Ernani obrigou-me a ficar por cima do amigo, sentando sobre o cacete rijo, que penetrou em minhas entranhas úmidas. Depois me fez deitar sobre o corpo do outro, que me beijou com gosto. Ernani afastou minhas nádegas. Sua língua explorou meu rego, meu anus. Achei que era sujo, mas bem agradável, e senti meu buraquinho se dilatando, abrindo. Ernani enfiou um, depois dois dedos. Por baixo, Nelson impunha o seu ritmo. Senti que Ernani tentava enfiar algo mais grosso, mais quente no meu anus. A cabeça penetrou suave, mas firmemente. A dor era muita, mas meus lamentos morriam amortecidos pela boca de Nelson. O buraco alargava-se, à medida que a carne entrava, me arrombando. Quando seus testículos tocaram minhas nádegas. Ficou um pouco imóvel, esperando que eu me acostumasse com o intruso em meu rabinho deflorado e arrombado. Depois ambos começaram a se mexer.
Fiquei louca com este novo prazer duplo que me proporcionaram. A dor transformou-se em prazer. Gritei, berrei. Nelson beijou-me na boca, para evitar que me ouvissem. Esta dupla penetração durou um tempo infinito. Eu estava à beira do desmaio quando os dois voltaram a gozar juntos, nos meus dois orifícios.
Dolorida, mas satisfeita com esses novos prazeres desconhecidos, fiquei totalmente relaxada, jogada na cama. Sequer tentei cobrir minha nudez. Cada um mamou nos meus seios. Fiquei com uma vara em cada mão, masturbando-os suavemente.
-Façam de novo, eu quero que façam de novo... ? me ouvi dizer.
Nelson penetrou meu cu e Ernani minha boceta, fazendo-me de recheio num novo e delicioso sanduíche de sexo. Mais tarde fodemos novamente.
Isso aconteceu há tanto tempo. Eu só tinha feito amor uma única vez antes. Meu noivo casou-se comigo. Hoje sou avó. Nunca pude ter outra experiência semelhante, o que lamento muito. Não trai meu marido. Ele nunca soube desta história.

 

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20/01/2010 | 16668 visitas

 
 
 
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