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Uma experiência curiosa  | Femininos | Acervo de Contos

Uma experiência curiosa 

Eu era nova no apartamento e não tinha intimidades com os meus vizinhos, mas constantemente ouvia os sons das brigas conjugais que vinham de lá, o homem parecia estar sempre embriagado e a sua esposa recusava a se deitar com ele. Alguns dias após a minha mudança durante uma destas brigas eu ouvi um estrondo no apartamento deles que chegou a estremecer o meu e logo depois a porta bateu. Curiosa fui ate a porta e pelo olho mágico fiquei observando a movimentação no corredor e a porta do apartamento deles estava entre aberta, não me contive e fui espiar o que tinha acontecido por lá, empurrei a porta de vagar e ela abriu rangendo, me estiquei por entre ela correndo os olhos por todas as direções e não vi nada, fui entrando vagarosamente e quando cheguei no quarto o homem estava nu, caído no chão e com a cabeça ensangüentada. Soltei um grito de horror, pensei que o cara estivesse morto, mas de repente ele balbuciou alguma coisa e então eu decidi lhe ajudar. Ele era um homem alto, forte e muito pesado e foi um sacrifício levá-lo para cama em seguida fui ate o banheiro e peguei toalhas umedecidas para limpar o sangue e aproveitei para procurar curativos no armário do banheiro, depois de medicado iniciei a limpeza e enquanto esfregava a toalha no seu corpo não pude deixar de notar o enorme cacete que ele tinha e por um instante me veio aquele pensamento maldoso, quanto isso deve medir duro. O cara estava bêbado, completamente apagado e eu estava lá, sozinha com ele naquele quarto e novamente agi pelo impulso. Comecei alisar o seu cacete e aos pouco aquela tora foi se desenvolvendo, cuspi na mão para ajudar lubrificar e a sua cabeça rombuda começou a reluzir escorregando entre meus dedos, meu coração parecia estar pulsando dentro da minha calcinha, eu sei que a minha mão é pequena, mas o seu cacete duro media dois palmos e isso deveria ser quase uns 30cm. Eu estava molhada de tesão nunca tinha visto nada igual, eu precisava usar as minhas duas mãos para continuar alisando aquele cacete que provavelmente tinha mais de 6cm porque uma mão só não dava para lhe envolver direito. Cruzei minhas pernas para apertar a minha xoxota que latejava, definitivamente eu estava fora de mim porque quando eu percebi o seu gemido de prazer foi que eu me dei conta de que eu estava chupando aquela tora. Parei rapidamente, me levantei e fiquei olhando para o homem que tinha um leve sorriso nos lábios como se estive-se tendo um sonho bom, mas os seus olhos estavam fechados, verifiquei e ele estava completamente apagado, fiquei olhando para aquele homem nu, eu queria ir embora, mas o seu cacete pulsava no mesmo ritmo em que a minha xoxota latejava, não resisti e subi na cama, desabotoei a minha bermuda e desci ate a altura do joelho, joguei a minha calcinha para o lado, levantei o seu cacete e fui sentando devagarzinho sentindo aquela tora enorme deslizando pouco a pouco ate tocar no meu útero e então gozei de me mijar, seu cacete parecia estar em brasas e de repente começou a inchar mais e mais dentro de mim golfando o seu esperma, fui levantando devagarzinho tentando me conter mas só de sentir aquele cacete deslizando na minha xoxota eu arriei gozando outra vez, me senti mole, parecia que ia desmaiar de tanto tesão e então eu me curvei para frente e relaxei ate que o seu cacete amolece-se e sai-se da minha xoxota, continuei mole e curvada sobre as suas pernas e então a minha xoxota inundada começou a pingar lhe devolvendo o seu esperma eu ainda estava com tanto tesão que quase gozei de novo só de sentir o seu esperma escorrendo pela minha xoxota. Quando retornei ao meu apartamento é que eu comecei a pensar na loucura que eu tinha acabado de fazer, no fraga que eu poderia ter levado porque a porta da sala dos dois apartamentos tinha ficado aberta e como seria cruzar com ele pelos corredores do apartamento. Essa resposta veio no dia seguinte quando ele passou indiferente por mim e o pior é que ele é apaixonado pela esposa e nem me dá bola, quando será que eu terei uma nova oportunidade com o meu vizinho cacetudo.     

 

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