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Transpoorte público | Femininos | Acervo de Contos

Transpoorte público

Meu nome é Mônica, divorciada, sem filhos, branca, 32 anos com seios fartos, bumbum que chama a atenção da maioria dos homens por onde passo, louca por sexo, trabalho como atendente em um laboratório de análises clinicas, nos jardins e moro na zona sul, o que faz com que eu dependa de transporte público diariamente.

Saio de casa por volta das 6 horas da manhã, para chegar no serviço antes das 8 horas. Nas últimas semanas tenho encontrado, no ônibus, um mulato alto e forte, chamado Sebastião, que, como toma o ônibus perto do ponto inicial, vem sentado e sempre oferece o seu lugar para eu sentar e em troca seguro a pasta dele.

Na semana passada o ônibus encheu muito durante o percurso e como eu estava sentada no corredor, e o Sebastião que estava em pé ao meu lado, toda vez que o ônibus parava no ponto, pressionava o seu pau contra o meu ombro, e eu fazia de conta que não estava percebendo, no entanto com esta esfregação o pau dele estava ficando cada vez mais duro e eu sentindo aquilo estava ficando cada vez mais excitada, me deixando de calcinha molhada. Cheguei no trabalho ainda muito excitada e passei o dia lembrando do ocorrido o que me manteve com a buceta molhada.

No dia seguinte entrei no ônibus e para minha decepção o Tião não estava no banco de sempre. Passei o dia pensando no que poderia ter acontecido com o Tião, o que na verdade não era da minha conta já que apenas nos víamos e até então havíamos trocado apenas algumas palavras sem grande importância.

Na sexta feira, para minha felicidade, o Tião estava no assento habitual e já me procurava quando entrei. Explicou que no dia anterior havia perdido a hora, chegando atrasado, e prontamente cedeu o seu assento, como de costume. Mesmo com o ônibus não estando lotado deu um jeito de encostar o seu pau no meu ombro, que eu já estava esperando, pois a sensação é de puro prazer e excitação. Aproveitamos para conversarmos um pouco e deixar combinado nosso encontro no ônibus de segunda feira, sem atrasos.

Contei os dias e finalmente a segunda feira chegou e conforme combinado, o Tião estava a minha espera e eu já preparando o ombro para sentir aquele pau gostoso, imaginando se um dia eu teria a oportunidade de sentir aquele pau na minha boca e me comendo gostoso.

Quando chegamos em Santo Amaro havia uma manifestação de algum grupo de desocupados e o trânsito simplesmente ficou travado sem a menor chance de chegarmos ao trabalho. Liguei para a empresa explicando que não tinha como chegar e a minha chefe disse que já era do seu conhecimento e que eu estava dispensada naquele dia. Tião, como era autônomo simplesmente decidiu tirar o dia livre e se prontificou a me levar para casa, o que eu aceitei prontamente.

Como o trânsito estava todo travado decidimos voltar caminhando em direção a minha casa e começamos a falar a nossa respeito, já que na verdade ainda não nos conhecíamos e esta estava sendo a nossa primeira oportunidade. Conversa vai, conversa vem e começamos a falar de coisas mais picantes, ele confessou que ficava excitado sempre que se encostava no meu ombro, ao que eu disse que também ficava excitada. Com esta conversa tão sensual, entre outras, Tião me arrastou para o primeiro motel dizendo que não aguentava mais de tanto tesão.

Entramos no quarto e Tião me agarrou com força arrancando minha blusa junto com o soutien, chupando meus peitos como muita voracidade, enquanto tirava suas calças exibindo um pau enorme e duro, que me tirou do controle, fazendo com que eu caísse de boca naquele caralho grosso, que mal cabia na boca. Nestas alturas ele já estava chupando minha buceta em um maravilhoso 69, mas nós não queríamos gozar tão rápido, então fomos para a cama onde ele me colocou de quatro e com o dedo indicador começo a massagear o meu cuzinho enquanto beijava minhas costas e com a outra mão alisava meus pentelhos procurando o clitóris. Assim que meu cuzinho relaxou foi colocando devagarinho o seu pau no meu cuzinho, me levando a loucura, pois era muito raro alguém comer o meu cuzinho com tanta maestria, que delícia sentir aquele caralho enorme me comendo. Nestas alturas minha buceta já estava pingando de tanto tesão, e ele se deitou e mandou eu montar naquele pau e fazê-lo gozar. O pau dele era muito grande, mas com jeito eu consegui botar ele todo pra dentro da minha buceta e cavalgar até cairmos num gozo maravilhoso.

Após um bom banho, acompanhado de mais uma chupada naquele caralho gostoso, gozando no meu rosto e peitos, nos despedimos e fomos para casa, com a expectativa de nos encontrarmos no ônibus para sentir o seu pau duro no meu ombro, só que agora sabendo de como ele é grande e gostoso.

 

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