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Primeira e última com um bem dotado | Femininos | Acervo de Contos

Primeira e última com um bem dotado

Olá, bem vinda ao meu primeiro conto. Todos os nomes são fictícios, não menciono locais exatos nem apelidos para me preservar no anonimato. Sou Lu, advogada em Curitiba, tenho 30 anos, casada a 6 com um contador e não temos filhos. Morena, olhos mel bem claros e a pele branca que jamais não vê a cor do sol sem proteção máxima. 1,60 m de altura, 65 Kg, peitos grandes naturais, ombros um pouco largos e coxas grossas. A minha manicure, a Fernanda, diminutiva Fer, moça linda, loira, bunduda de mesma estatura que a minha, me considerava como exemplo de pessoa bem resolvida, bem casada, carro quitado, boa casa, viagens e papo vão e vêm, acabamos amigas mais confidentes e ocasionalmente, falávamos sobre intimidades, até que um dia, ela me falou que estava com um grande problema com o namorado, e é aí que começa realmente meu conto.

José, namorado de Fer, um gato segundo ela, mas super bem dotado tinha o sonho de conseguir ter uma relação sexual anal até gozar, vez que em seus 25 anos de vida, mesma idade da Fer, nunca havia conseguido tal feito, em virtude de sua forma física. Ela por sua vez, já tinha certa experiência anterior, mas com ele era impossível, fosse para ela ou para qualquer mulher normal, ou seja, era improvável que conseguisse com uma mulher que não fosse uma profissional ou atriz pornô. Assim dizia.

Como mais experiente no assunto, comecei a explicar que não era bem assim, que tudo era uma questão de jeito, posição e preparação de ambas as partes. Que nunca foi a minha preferência, mas eu conseguia numa boa, mesmo com o meu maridão que tinha um pênis de uns 17 cm. e freqüentemente fazíamos anal, mas nem sempre fora assim.

Ela irredutível disse que era impossível, pois o pênis do namorado dela era muito grosso, além de grande e que eu jamais conseguiria. Isso me caiu meio que como um desafio, embora não tenha dito nada.

Semana seguinte, estava sem carro e um colega de escritório me deixou no salão e estávamos na sala menor a sós, falando sobre sexo anal quando meu marido chegou para me buscar. Feitas as apresentações, entre a Fer e o Roberto, meu marido, retomei o assunto, dizendo sobre a forma de relaxar. Nesse momento ela ficou muito incomodada com a presença do Roberto e foi desconversando. Indo para casa, contei todo o assunto para o Roberto, que, diga-se de passagem, desde que conheceu a Fer já tinha ficado todo assanhado.

Sim, Roberto, 31 anos, moreno, cabelos curtos, sempre sem barba e bigode, 1,75 m. de altura, bem magro, músculos muito bem definidos embora coxas e braços não muito grossos é muito forte e treina Jiu-Jitsu desde criança. Tanto eu quanto ele, atraímos olhares brilhantes de pessoas do sexo oposto por onde passamos.

Chegou quinta-feira, eu no salão e o assunto voltou (...) porque José queria e não teria como nem tentar, mesmo que ele fosse com o maior jeito do mundo e veio novamente com aquele papo de ser impossível e que eu, por exemplo, jamais conseguiria também....

Neste ato tomei como um real desafio. Nem sei de onde tirei, mas como sou muito competitiva fiz uma proposta. Eu saía com ele, conseguiria fazê-lo finalizar e em troca ela ficava me devendo algo.

Ela aceitou de imediato, confiante da vitória, mas que tinha que estar junta para me ver desistindo. Ficamos de consultar nossos parceiros, afinal eu não faria às escondidas do Roberto, que previamente já estava inteirado do assunto.

Ao falar com o Roberto ele me incentivou, mas com uma condição que era a situação dele também estar na parada e se eu conseguisse, o castigo da Fer era dar o rabinho para ele, que certamente tinha o pênis menor e ?ppp?.

Nem agüentei a demora da semana, ou seja, chegar a quinta-feira seguinte. Eu e Roberto melhoramos em muito nosso desempenho sexual naqueles dias, só de pensar na situação que aos poucos se desenvolvia.

Quinta-feira, véspera de feriado, salão estaria cheio... desculpas... pedi para adiantar para quarta. Não adiantou, salão cheio e ficou ruim de conversarmos, mas a Fer afirmou que da parte do José estaria tudo acertado e que poderíamos marcar o nosso passeio e local. Minha ansiedade era tanta que marcamos para sexta à tarde, pois seria feriado.

Nas duas noites anteriores o Roberto ficou passando creminho no meu ânus, dizendo que era para alargar um pouquinho, não sofrer, acostumar, mas não o deixei fazer muito mais que isso, para chegar na hora sem qualquer tipo de incômodo. Chegado o dia, no almoço, quase não comi, pensando no desafio. Fiz uma lavagem com ducha no asterisco e passei um pouco de lidogel e um discreto perfume na região. Minha preparação estava impecável.

Encontramos numa praça, local onde vi José, pela primeira vez, um cara de quase 2 metros, bem magro, braços longos, pescoçudo, barba mal feita, bem branco, cabelos castanhos mal cortados, cara de novinho, vestindo camiseta regata, bermuda e tênis, típico americano jogador de basquete. Não rolou química entre nós. Fomos a um motel e no caminho vi que José era meio introvertido.

Conversamos mais sobre amenidades, nossas vidas e por fim sobre os detalhes daquele momento. Como não rolava uma situação de ?start?, mais natural, o Roberto que já estava tarado pela Fer, puxou-a pelo braço e disse que iriam relaxar um pouco na banheira, mas que nós tínhamos que chamá-los no momento do ato. José, sem graça e muito nervoso tirou a camiseta o tênis, se aproximou de mim, e sem qualquer romantismo começou a me despir e eu preocupada, a todo tempo notava que o volume sob a bermuda era bem grande.

Conversamos que eu ficaria de ladinho bem quietinha, ele passaria bastante gel no meu rabinho com um dedo, depois com dois (eu ia dizer três, mas como já tinha visto os dedos do cara, fiquei pelos dois) e o ato seria com camisinha. Assim, tirei eu mesma minha calcinha nova e cheirosa, que ele nem deu a mínima e fiquei na posição, apenas de sutiã. Ele ainda em pé baixou a bermuda e cueca, juntas. Eu vendo o pelo espelho, quase chamei a Fer e o Roberto para desistir do desafio. Era para ter tesão nesse momento, mas tive foi pavor. Daquele tamanho só em filmes, e não estava em pé ainda.

Me levantei, saindo da cama me dirigindo a ele e disse: - Para tudo, espere um momento. Não sabia o que fazer, então corri para o banheiro, onde o Roberto e a Fer estavam se beijando , ainda não completamente despidos e Roberto alisava os peitos de Fer. Pararam e me perguntaram se aconteceu alguma coisa. Respondi que tinha que falar um pouco com Roberto. A Fer me olhou e perguntou se eu ia desistir. Respondi brava que não, não desistia nunca de nada, mas pedi para ficar um pouco com o Roberto.

Ele me abraçou ternamente, começou a me acariciar e de repente disse para esperar um pouquinho. Foi até o quarto e voltou com o gel. Sentou-se na borda da banheira, me chamou para sentar em seu colo. Sentei de lado. Ele ainda de cueca, tirou meus peitos para fora do sutiã e senti que ele começou a passar gel do meu buraquinho. Relaxei e ele foi com dois e até três dedos. Pedi para ele comer um pouquinho o meu cuzinho, mas ele não me respondeu e não quis nem tirar a cueca.

Recolocou meus peitos no sutiã, visto que tenho um pouco de receio em mostrá-los, ou usar roupas sem sutiã, pois tenho peitos brancos com auréolas bem rosadas e bico pequeno, mas as auréolas são proeminentes, o que me deixa encabulada, porque uma vez na adolescência disseram que os meus peitos tinham peitos e fizeram chacotas. Em seguida fomos para a suíte, onde Fer fazia um boquete babado em José. Roberto perguntou se poderiam trocar as mulheres, me entregando para o matadouro e colocando o tubo de gel em minha mão. Se não tinha visto antes, agora viu a ferramenta que me esperava. Fer, ainda semi-nua voltou com Roberto ao banheiro e eu me deitei de costas para o José.

Desta vez José, ainda que nervoso, se aproximou me beijando as costas, nuca, me fazendo arrepiar toda. Pegou o gel e carinhosamente começou a dedilhar o meu rabinho com um e posteriormente com dois dedos, bem cuidadosamente e não tão fundo. Ao mesmo tempo me lambia as costas, ombros, nuca e orelha. Peguei o gel e eu mesma passei na vagina e região do clitóris. Ele vendo tomou a iniciativa de começar a me masturbar de forma lenta. Pronto era isso que eu precisava no momento. Quebrou o gelo.

 

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