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Primeira e última com um bem dotado (fim) | Femininos | Acervo de Contos

Primeira e última com um bem dotado (fim)

Leu o início? caso contrário não terá graça....Me virei, continuei o boquete que a Fer tinha começado e deixado um pouco de saliva. José estava hiper excitado e quem sabe, ficasse por ali mesmo. Eu tinha que abrir toda a boca para a cabeça monstro de José entrar. O troço era tão gigante que o boquete era mais lambendo envolta que chupando, enquanto sua mão com dedos enormes também brincavam de entrar e sair cadenciadamente do meu cú.

Então ele tirou os dedos de meu rabinho e me fez posicionar de ladinho, paralela ao corpo dele. Meio desajeitado, posicionou aquela cabeça rombuda na direção do meu buraquinho e eu fugi novamente. Segurei o gigante e falei que ainda não estava relaxada e que ele tinha esquecido a camisinha. Ele colocou a camisinha e eu peguei o gel e comecei a punhetá-lo, José quase gozou e pediu para parar. Era chegado o momento.

Me posicionei e eu mesma guiei aquele caralhaço para a entrada do meu rabinho relaxado, pedindo que ele forçasse sem parar até entrar a cabeça e parar. Assim foi feito e eu imaginei ter visto todas as constelações do universo. Dor e adrenalina a mil. Disse-lhe que agora era a minha parte: ele ficava paradinho e eu forçaria para entrar mais enquanto ele me masturbava. Antes disso dei um tempinho, pois a coisa tava era muito séria. Fui forçando aos poucos para traz e deixei entrar um tanto que achei que era o fim. Pus a mão para conferir e não tinha entrado nem a metade. José estava super vermelho, seu coração pulsava pelo pênis em um ritmo acelerado tal qual sua ofegante respiração. Parei, dei mais uma pausa e vi que na real não conseguiria. Infelizmente decepcionaria a todos e a mim mesma. Ele não teria como finalizar. José estava em tal estado de excitação que tentou me puxar um pouco com a mão que massageava meu clitóris e eu me defendi segurando o seu mastro que àquela altura estava um tanto entalado, eu segurava uma parte e ainda sobrava. Começou a forçar mais e eu reagi forçando a mão na direção do seu saco. Ele não agüentou mais. Gozou, gozou e gozou, parou de forçar e pronto, eu havia conseguido e José apenas me segurava imóvel naquela posição. Eu também segurava seu instrumento.

Ufa, ponto final. Tudo terminara bem melhor do que eu imaginava. Ah, não... nossas testemunhas não estavam presentes ainda. A gozada foi tamanha que embora José não saísse da posição e ainda me pressionasse, seu pênis ainda no seu acelerado rítmo cardíaco começava a amolecer e diminuir, ... ou ao menos, afinar. Nesse momento, José ao meu ouvido pediu que eu continuasse relaxada e o deixasse lá por mais um tempinho. Seu pênis foi ficando mais macio e me incomodando menos e conforme ele ia diminuindo José vinha chegando e se aproximando de mim. Eu deixei, pois em nada mudava... o pênis ficava menor e por isso cabia mais, até que eu mesma forcei um pouco e consegui acomodá-lo por inteiro. Estava com a tora toda atolada no rabo, ainda que mole ou meia bomba. Pronto. Feliz e com a sensação de realizada comecei a chamar o Roberto e a Fer, que demoraram mas vieram conferir, e viram que a verdadeira heroína tinha feito a proeza.

Fer não acreditou. Nós dois paradinhos, ele me masturbando lentamente... ela foi confirmar mais próximo e viu que estava até o bater das bolas. Fer estava com as mãos bem quentes e deu uma alisada na minha vagina e começou a pegar as bolas do José... e depois tentou chupá-las. Foi se metendo naquele meio, mas a verdade é que eu estava extasiada pela minha vitória e o Roberto se babando com o prêmio que receberia... tudo passava rapidamente pelas nossas mentes.

Naquele exato momento, comecei a sentir um certo desconforto. Embora relaxada comecei a sentir um pouco de dor, sentir a pulsação do pênis do José no meu ânus ainda me incomodava...

Roberto aproveitou a posição da Fer e já começou a passar o gel na sua rabeta. Aí ela se tocou e perguntou para o José se ele tinha gozado, no que ele responde que ainda não. Safado, sem vergonha, quase cinco minutos atrás e agora vinha negar, e o pior... o que eu temia estava acontecendo. O pênis do José estava voltando a virar monstro. Ele naquela de me masturbar, me pressionava para não sair da posição, como a minha perna agora estava colada à dele, não tinha como eu colocar a mão entre nossos corpos para tentar me desvencilhar, o pênis dele vinha crescendo dentro de mim em direção a minha garganta... Só eu e ele sabíamos o que estava acontecendo lá no fundo, aliás, bem no meu fundo eu sentia que a cada batimento cardíaco dele correspondia a uma estocada e o pior, inchando.

Implorei que tirasse para mostrar na camisinha que já tinha ejaculado, mas a Fer me retrucou dizendo que não, porque poucos instantes depois de gozar o José ficaria de pau mole e isso ela sabia. É, nesse momento o mastro já tava tão grande que nem cabia todo dentro e a constelação que eu tinha visto estava ainda maior. Nenhum prazer e muita dor e lágrimas brotavam dos meus olhos. Gemi, desesperada gritei, não agüentava aquela situação. Pedia socorro para o Roberto e ele ainda dizia que eu agüentava e estava indo bem. O cachorro só estava pensando no cú da Fer.

Roberto deu mais uma lubrificada no rabinho da Fer. Aí ela virou e falou:

- Calma só vou te dar se o José conseguir finalizar. Levantou um pouco mais a minha perna bamba e começou a me masturbar com sua mão quente macia e bem lubrificada ou molhada, enquanto o José me segurando pela cintura começou a bombar um pouquinho. Credo, eu queria sumir, fugir, correr, mas não tinha como fazer outra coisa a não ser, tentar relaxar ao máximo para sentir menos dor. Foi uma eternidade, a Fer me perguntando se eu queria mudar de posição... eu estava para pedir arrego. A única coisa boa que rolava era a mão da Fer na masturbação. José, aquele safado finalmente gozou (novamente), aos gemidos mil. Roberto no entusiasmo total insistentemente ficava massageando o ânus e o clitóris de Fer e ela excitada gostava da posição. Na verdade estavam os três delirando com a situação, sem saberem que eu só queria era sair, ir embora, sumir na minha vergonha.

Nesse momento o José tombou para o lado. Exausto. Suado. Quase morto. Eu estática sentindo como se um saca-rolhas saísse com tudo das minhas entranhas e a Fer ainda vem:

-Viu só? Eu sabia, que ele não tinha gozado antes. Logo depois que o José goza o pênis dele amolece.

Saí, fui para o banheiro sem dizer nada, entrei na hidro que já tinha sido usada, mas nas pressas os dois tinham deixado ela cheia. Roberto nem me olhou. Fui sozinha contabilizar o prejuízo. Minhas pernas nem fechavam direito, meu cuzinho todo assado e achei que nunca mais voltaria a ser o que era anteriormente.

José veio depois, se livrando da camisinha e me agradecendo, dizendo que eu era a realização de seu maior sonho e eu, com raiva daquele traste que acabou gozando duas vezes no meu rabo. Pediu licença, entrou na hidro e ficou me admirando os peitos, enquanto eu, por dentro estava me sentido sacaneada, fisicamente acabada, mas com uma sensação de poder, de ser a melhor, de ter conquistado. Permaneci quieta semi adormecida, enquanto agora ele vinha com seus carinhos e agrados. A gritaria que vinha da suíte era incrível, parece que o negócio lá estava às maravilhas. Foi rápido, mas logo recomeçou. Fiquei em um estado quase letárgico, enquanto o Roberto e a Fer pelos escândalos estavam no segundo ou terceiro round.

Não rolou muito mais que isso, já ficou longa a minha narrativa, que diga-se de passagem, é a primeira vez que escrevo algo pessoal, em primeira pessoa, algo diferente de uma petição ou argumentações jurídicas. Ficou meio cansativo? Ainda bem que eu não escrevi sobre os detalhes dos desdobramentos do meu marido e a Fer, que naquele dia nem um fiquei sabendo.

 

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