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Meus peitos tem peitos | Femininos | Acervo de Contos

Meus peitos tem peitos

Identico-me como Lu, autora de outros contos, tenho 1,60 de altura, 65 kg. muito bem distribuídos, cintura fina, cabelos escuros, olhos castanhos bem claros e pele bem clara. Peitos, bem os peitos não são GG, mas são grandes e naturais, com bicos pequenos que ressaltam mais quando estão durinhos, mas as auréolas embora rosadinhas, são muito cheinhas, ou seja, parece um peito inchado, de formas que sempre tenho que estar de um sutiã que cubra bem, pois roupas sem sutiã, de um modo geral, demonstram o formato e atrai os mais diversos olhares, seja curiosidade ou tara mesmo. Roberto é magro e musculoso sem ser bombado, aproximadamente 1,75 m. e uns 85 kg., branco cabelos sempre bem curtos. Treina arte marcial como hobby desde criança e é muito bom nisso e também é bom comigo.

Aqui começa o relato... Num sábado à tarde resolvi inventar algo na cozinha, mas faltando um ingrediente, vesti um jeans, tênis e fui ao supermercado. Logo vi que não ia dar certo, tinha esquecido o sutiã e embora minha blusa não fosse apertada nem transparente, aparecia o formato dos seios sob o tecido. Supermercado vazio, as pessoas que cruzavam comigo ficavam me olhando, mas rapidamente peguei o que precisava e estava em um corredor deserto, escolhendo um último produto, quando um cara aparece do nada, passando a mão nos meus seios e bunda e me chamando de gostosa. Tentou me abraçar, fugi, derrubei a cestinha de compras e corri em direção à saída onde existia um segurança. Relatei a situação e logo apareceu mais outros seguranças para tentar localizar o tarado. Como o cara tinha ido para os fundos do mercado eu dei no pé, sem compras nem formalizar a ocorrência. Peguei carro e me mandei para casa. Desesperada e chorando, ainda tremendo, em casa contei o ocorrido ao Roberto, que me conduziu ao quarto me ouvindo, me deixou deitada e foi buscar um copo de chá gelado, bem docinho para me acalmar e me deu uma colherada do sorvete que estava tomando...

Apagou a luz, tirou minha calça e ficou acariciando meu rosto. Claridade, apenas a que calmamente transpassava as cortinas, me relaxando e deixando minha pulsação normal. Começou a me beijar ardentemente, tirou minha blusa e começou a beijar meus seios, umbigo, barriga, pescoço e tudo que encontrou. De repente, quase gritei, Roberto derramou um pouco de sorvete, já derretido, mas gelado nos meus seios e começou a sugá-los. Depois, tirou minha calcinha e fez o mesmo com a minha vagina. A temperatura do sorvete é de tirar qualquer tesão, mas as lambidas que vieram depois... me acendiam completamente. Nem ligava se estava melado, grudento ou derramando na cama. O momento era mágico e eu merecia aquilo. Me lambuzou toda e subiu me lambendo, colocou sorvete derretido em sua boca e veio me beijar de língua. Eu sugava sua língua melada enquanto com uma das mãos ele começou a acariciar a parte interna das minhas coxas e meio que sem querer, esbarrava o pulso e antebraço bem de leve, quase que sem tocar, na região melada da minha vagina. Aquilo foi me dando um tesão tão forte que meus lábio de baixo começaram a babar e a melecar mais do que já estava. Movimentava os quadris tentando buscar um maior contato com seu braço, enquanto Roberto com a outra mão me massageava os seios e beijava levemente meu pescoço.

Naquele momento comecei a gemer como se estivesse em situação de coito. Descargas elétricas davam choquinhos no interior da minha vagina e ele roçava com mais pressão em toda região da minha virilha. Eu não agüentava mais aquela situação e comecei a pedir para ele meter logo o seu pênis em mim.

Roberto rapidamente se posicionou, mas vendo a melequeira toda, ao invés de concluir sua tarefa, colocou seu pênis na entrada da minha vagina e começou a friccionar meu clitóris. Forçava meus quadris em sua direção, tentando fazer aquele pau entrar de uma vez, mas o máximo que conseguia era envolver a cabeça do seu pênis com os lábios, tentando dar mordidinhas, chamando-o para dentro. Aquilo era uma verdadeira tortura. Nossos corpos suados, melados, tudo escorregadio e ele só curtindo o momento, até que eu mesma pressionando com mais vigor, consegui que pelo menos a cabeça do seu pênis visitasse o meu interior.

O orgasmo vaginal era tal que os músculos internos começaram a movimentar involuntariamente e quando Roberto tentou me penetrar estava que como impedida a entrada, até que repentinamente liberou e como se fossem ondas, os músculos vaginais se contraíam, ora da entrada para o interior da vagina e ora invertia, como se forçasse a expulsão do pênis. Era como se a vagina estivesse cadenciando o movimento de entra e sai do pênis, embora os movimentos não estivessem completamente sincronizados.

Minha respiração era insuficiente para a necessidade de ar, simultaneamente meus próprios involuntários gemidos me sufocavam. Perdi o controle da forte musculatura das coxas que passaram a tremer, os olhos lacrimejavam abundantemente e o orgasmo não cessava, esvaindo todas as minhas energias físicas e psicológicas. Roberto introduziu seu pênis o máximo que conseguiu e apenas curtia meus movimentos involuntários e segurando uma de minhas pernas ao alto, me deixando um pouco de lado e pernas abertas até parar de gozar.

Sem forças de ação ou reação fiquei como que adormecida, com o coração batendo hiper forte e tentando voltar à respiração normal. Roberto ainda fez alguns movimentos lentos, entrando até o fundo e saíndo completamente de minha vagina. Nesse momento é que eu me toquei que enquanto eu gozava ele tinha introduzido um dedo no meu ânus, melado de todos os líquidos possíveis e ficou brincando por ali. Agora ele colocava um travesseiro sob minhas nádegas e segurou meus dois tornozelos para cima.

Eu, sem reação, completamente relaxada e melada não tive como oferecer qualquer resistência quando ele direcionou o pênis para entrada dos fundos e forçou um pouco. Ainda dei uma travadinha na primeira investida, mas ele continuou pressionando de leve e quando relaxei foi como se estivesse puxando aquele pênis cabeçudo para dentro do meu cú. Acho que entrou até a metade. Roberto deu uma pequena pausa e depois começou a bombar vagarosamente, de formas que a cada vez me invadia alguns milímetros a mais até chegar ao limite máximo, ou seja, bater as bolas. Segurou forçando, como se tivesse algo mais para entrar e despejou aos urros seu esperma quente lá no fundo. Depois tirou completamente e colocou mais umas duas vezes e ficou observando, ainda me segurando naquela posição de frente com as pernas levantadas, vazando líquidos vaginais e seu esperma pelo cú.



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