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Existe ejaulação feminina? | Femininos | Acervo de Contos

Existe ejaulação feminina?

Sou a Lu, Advogada, autora do "Primeira e última com um bem dotado". Pois segue meu segundo relato, muito embora, cronologicamente tenha ocorrido aproximadamente 4 anos antes do primeiro conto. Eu tinha 2 anos de casada e somado ao tempo de namoro já se passavam 4 anos com Roberto. Total fidelidade, ao menos da minha parte. Sexualmente, uma assombração me assolava em relação ao sexo anal, em virtude de uma situação forçada por um namorado anterior, resultando em dor, nojeira e transtorno emocional. Não conseguindo esquecer, criara um intransponível bloqueio para uma nova tentativa, até que passados dois anos de casado, o Roberto muito carinhoso, tentando me iniciar nesta modalidade, me trouxe alguns relatos e dicas sobre as formas de relaxar, preparar, posições mais confortáveis e até as pomadas e/ou géis que ajudariam na tentativa. Após ler atentamente a matéria, tirada de um site de um sexshop, tentando agradá-lo topei tentar, mas mesmo utilizando o gel indicado, as duas primeiras tentativas restaram frustradas.

Após a segunda tentativa o Roberto achou que como a situação já estava agendada antecedência, a expectativa gerou tensão no momento, o que psicologicamente teria me atrapalhado a relaxar e me entregar de fato. Teria que ser uma situação em que rolasse o clima e chegasse ao ápice naturalmente, de formas que ficou no esquecimento e tudo bem, afinal, embora eu quisesse agradá-lo, não tinha tesão por fazê-lo.

Este foi só um preâmbulo. O conto de hoje se inicia quando Roberto me liga à tarde, dizendo que teve um probleminha no carro e que teria que deixá-lo na oficina, me pedindo que o pegasse lá antes das 18 horas. Nem quis pegar o endereço, pois já havia ido até o local anteriormente, embora eu não seja muito escolada na região.

Trabalhando. Quando me dou por conta são 17:50. Fui ao carro e não encontrei as chaves, voltei para minha sala e também não encontrei. Literalmente, virei a bolsa sobre a mesa, até que encontrei entre adaptador de tomada, lanterninha, gás de pimenta e tudo que se possa imaginar no interior uma bolsa feminina. Às pressas catei tudo e fui.

Fiquei parada em um engarrafamento, as ruas tinham mudado o sentido, em fim, me perdi, perdi o horário e, na procura das chaves do carro o celular ficou no escritório, era o fim. 18:30 eu ainda meio perdida andava na região procurando reconhecer o local. Já era, pensei comigo. Voltei para casa, chegando por volta das 19 horas daquele dia quente, com o sol ainda forte. Quem conhece o sul sabe que até mais de 20 horas ainda é dia, no verão. Fui ao telefone, tentei ligar para o Roberto e o cara não me atendeu. Péssimo sinal, pois demonstrava seu estado de ânimo em relação a minha pessoa, ainda, recebendo uma ligação de casa, de uma pessoa que não atendia o próprio celular. Tinha suas razões.

Tomei um banho, vesti calcinha e uma camiseta larga e ao sair do quarto vejo que Roberto estava chegando e fui recebê-lo à porta da sala. Tentei explicar e ele de cara feia não falou nada. Pedi que esperasse e ele se sentou no sofá da sala, comecei a dar mais detalhes, mas estava mudo e com cara de bravo.

Eu também já estava cansada. Na folga do almoço fiz academia, banho e lanchinho. À tarde só cafezinho, mais de 30º, passei por mil estresse, tentei ser legal me desculpar e ficar na boa e ele com cara de estátua do mal. Eu também fiquei irritada. Levantei-me do sofá olhei na cara dele e pela primeira vez em anos mirei um tapão na cara. Fui bloqueada, levei uma chave de braço, fui jogada ao sofá e fiquei imobilizada. Gritei, esperneei tentando me soltar e nada. Minha respiração batimento cardíaco, pensamentos, ódio, tudo a mil e eu não parava de gritar. Roberto colocou um pouco mais de peso sobre meu corpo de forma que dificultava minha respiração e minhas energias foram se esvaindo. Após parar de gritar ele ao meu ouvido sussurrou: Vai com calma, nunca mais tente me atingir fisicamente. Me soltou e se levantou. A adrenalina do momento me colocou em pé e ele estava saindo de costas quando o chamei aos gritos. Ele se virou eu me aproximei rapidamente e tentei um chute no seu ponto fraco. Ele se desviou, com facilidade segurou minha perna, girando o próprio corpo de formas que eu me desequilibrei e caí de costas no tapete da sala. Ele me acompanhou na queda segurando minha cabeça para eu não batê-la. Quando me vi, novamente imobilizada, com um braço preso pelo peso do seu corpo de costas ao meu. Novamente gritos, esperneios e muitas tentativas de me livrar e nada. Eu gritava que lutador de Jiu-Jitsu é tudo covarde, ensandecida gritei outras coisas que hoje tenho vergonha. Movimentei de todas as formas que conseguia e tudo que consegui foi dar uma canelada no sofá. Senti uma pressão no abdomem, ele mudou um pouco a forma de me imobilizar, segurando também meu outro pulso acima do ombro. A dificuldade em respirar, me proibiam de gritar, só restava chorar. Ele me olhou nos olhos, disse que me amava e repetiu que eu não tentasse agredi-lo fisicamente, porque um de nós poderia se machucar e seria ruim porque nos amamos.

Fiquei desorientada, mole, molhada de suor, dor na canela, mal conseguia respirar. Faltava-me oxigenação até para poder pensar ou ao menos abrir os olhos. Roberto me soltou, alcançou uma almofada e a colocou sob minha nuca. Começou a me beijar. Embora solta eu não tinha qualquer reação física. Ele levantou minha camiseta e começou a lamber meus peitos. Inicialmente eu não senti tesão, amor, ódio ou qualquer coisa, além de fraqueza. Ele tirou minha calcinha, lambeu-me dos pés ao umbigo, depois começou a dar beijinhos na parte interna das coxas, virilhas e eu mole, tendo as pernas movimentadas por ele. Massageando e beijado meu clitóris eu comecei a sentir um tesão incontrolável e ao fim comecei a ter um orgasmo extremo, onde meus músculos vaginais começaram a fazer movimentos involuntários de abre/fecha e eu já me sentia toda molhada, tremendo como se estivesse eletrificada, quando repentinamente comecei a esguichar um líquido pela vagina que nunca tinha ouvido falar. Minha sensação de êxtase total me alucinavam, eu tinha espasmos e continuava a tremer as pernas involuntariamente, gemia e não queria que aquele momento terminasse jamais.

Roberto se levantou e saiu me deixando desmaiada. Alguns instantes depois que poderiam ser 30 segundos ou 30 minutos, vez que eu tinha perdido a noção total do tempo, senti que estava sendo virada de bruços e fiquei com o rosto no tapete, enquanto a almofada estava sob meu corpo à altura dos quadris. Senti também que algo geladinho estava sendo esfregado no meu rabinho e aos poucos um dedo ia forçando e entrando naquele buraquinho proibido. Mesmo que quisesse eu não tinha energia nem para dizer não. É, estava totalmente relaxada, ou seria desmaiada... é como se estivesse totalmente bêbada. Quando recobrei os sentidos, Roberto estava colocando a cabeça de seu pênis no meu ânus e eu relaxada, senti quando passou pelo esfíncter e ele ali permaneceu por alguns instantes, antes de aprofundar um pouco mais, um pouco mais e até o final, sempre dando pausas. Quase não senti incômodo ou dor, e aos poucos, intensificando o prazer. Seu suor pingava e se misturava aos meus sobre minhas costas.

De camisinha e bem lubrificado o pênis dele sentia o meu interior pelo lado oposto pela primeira vez. Entrava e saía vagarosamente e às vezes mais rápido. Outras vezes ele tirava totalmente e voltava a colocar, sempre com muito carinho. Ao final ele tirou, passou gel novamente e ficou brincando de tirar e colocar só a cabeçona, depois foi até o fundo, o máximo que conseguiu e gozou como eu nunca havia visto.

Agora sim eu estava completamente satisfeita. Num só dia eu conheci o orgasmo mais frenético da minha vida, havia superado a barreira emocional e física do sexo anal e sem incidentes negativos deixado meu maridinho realizado. O dia de maior estresse da minha vida também foi o dia de maior relaxamento e de novas emoções. E afinal, ejaculação feminina existe, ou o que eu fiz foi mijar na cara do Roberto?

 

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