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Dando pro marido da Titia | Femininos | Acervo de Contos

Dando pro marido da Titia

Eu me chamo Mara, sou estudante de biologia em Belo Horizonte. Moro com minha família, e namoro (isto é namorava) um colega da faculdade, que prefiro não citar o nome aqui. Rompemos há três meses e eu ainda estou me acostumando com a idéia de que estou só. Tenho uma tia que é advogada e mora no Guarujá, e que me convidou para passar uns dias lá durante as férias escolares. Minha tia que eu vou chamar aqui de Ester, tem quase 50 anos e é uma mulher muito bonita e bem cuidada, tem seu próprio escritório e ganha muito bem. Quando ela me convidou para passar as férias em sua casa, eu lembrei-me de que ela estava morando com um novo namorado (que é bem mais jovem do que ela e que ninguém da minha família ainda o conhecia). Mas ela disse que eu não iria atrapalhar nada, que ele (vou chamar ele de Rui) passa boa parte do dia dormindo, porque é musico e toca piano em um restaurante, destes que ficam abertos até o ultimo freguês sair, o que pode eventualmente, ser alta madrugada.



Fui para o Guarujá de avião, chegando lá por volta das quatro horas da tarde e minha tia estava me esperando no aeroporto. Fomos para o apartamento dela que é uma pequena cobertura num prédio de frente para o mar. Tudo muito bonito e confortável. O namorado dela não estava em casa. Ela me disse que ele tem o habito de correr na praia todo final de tarde, portanto ele devia estar fazendo isso. Ela e eu fizemos um pequeno passeio pelas redondezas, e depois caminhamos um pouco na areia e voltamos para casa. Ao entrarmos no apartamento encontramos o Rui. Ele tinha acabado de tomar banho, e estava só de bermuda, os cabelos longos molhados, mas logo em seguida ele vestiu uma camiseta branca que continuava mostrando muito bem aquele peito enorme que parecia que dava para estacionar um carro ali. Eu fiquei olhando e pensando: Estou perdida! Vou ter de passar duas semanas convivendo dentro deste apartamento com este homem? Ele deve ter no máximo uns vinte e cinco anos, e é simplesmente lindo, mas o pior é que ele é muito, muito gostoso. Minha tia nos apresentou, e ele mal olhou para mim. Fiquei frustrada e até um pouco irritada com ele. Eu sei que sou bonita. Eu sempre ouço os homens dizendo que sou gostosa (de vez em quando alguma mulher também, rss), então porque ele nem sequer me olhou direito? Fiquei transparente? Eu procurava evitar de ficar olhando para ele mas não conseguia. Olhava para o peito, para a barriga que parecia ser de granito e principalmente olhava para o entroncamento das pernas com a pélvis. Era ali que formava um volume gostoso, grande, e que só de olhar eu sabia o quanto devia ser bom colocar minhas mãos e minha boca ali. Eu ficava disfarçando e olhando e sentindo minha buceta se contrair o tempo todo.



Mais tarde ele saiu para o trabalho dele no restaurante, eu e minha tia conversamos um pouco e depois fomos dormir. Acordei muito cedo, levantei-me e vi que todos estavam dormindo ainda. Resolvi voltar para o meu quarto e esperar minha tia se levantar. Ao passar pelo quarto dela ouvi ruídos lá dentro e pensei: eles estão trepando. Minha tia estava comendo aquele manjar e eu ali fora ouvindo. Ela não era muito discreta não, e ele devia estar caprichando porque os sons chegavam até mim de forma bem clara. Fiquei ali bem uns cinco minutos. Quando os barulhos pararam, eu fui para meu quarto, me deitei e me masturbei pensando nele. Não consegui evitar.



Ouvi minha tia sair para o trabalho. Eu sabia que era ela pelo som do salto do sapato. Pensei comigo: que maneira maravilhosa de começar o dia! Quando eu resolvi novamente me levantar, vi que a porta do quarto deles estava apenas encostada. Não me contive e empurrei levemente e pela fresta tentei ver lá dentro. Ele estava no chuveiro e eu só consegui ver suas costas e sua bunda. Agora eu tinha certeza. Era a bunda mais gostosa que eu já tinha visto. Comecei a transpirar e sai dali. Será que ia ser essa tortura todos os dias? Fui tomar café na cozinha e ele logo apareceu, disse bom dia sem me olhar, perguntou se eu tinha dormido bem e começou tomar café também. Eu resolvi provocar um pouco. Fui para o meu quarto e coloquei o menor biquíni que eu tenho, e enfiei ele bem no rego para deixar minha bunda bem visível, coloquei uma saída de praia transparente e passei por ele dizendo que ia à praia. Ele olhou para mim e disse bom passeio! Mas pareceu não me ver. Fiquei uns minutos parada fingindo procurar alguma coisa na bolsa para ver se ele resolvia me olhar, mas na notei nada.



Não gostei da praia. Voltei logo. Afinal não vi nada lá na areia que fosse nem de longe melhor do que o que estava bem ali no apartamento. Mas ele tinha saído. Passei a tarde andando dentro de casa. Dia chato, tarde chata, noite chata. Minha tia foi jantar fora, e eu pensei que iria ficar a sós com Rui, mas logo depois das oito horas ele foi para o restaurante. No dia seguinte por volta das sete horas lá estava eu com o ouvido colado na porta da titia. Não deu outra, logo comecei ouvir umas risadinhas, depois sons confusos, e por fim gemidos em ritmo cadenciado, por um tempo que eu pensei que não ia acabar. Corri de volta para minha cama e coloquei minha mão entre minhas coxas e fiquei pressionando. Eu não queria enfiar o dedo, para poder prolongar o tesão. Fiquei naquela massagem até que o orgasmo veio, gostoso mas frustrante. Ele está ali a poucos metros de mim, minha tia já saiu (ouvi os tais saltos), e eu aqui me satisfazendo dessa forma! Resolvi espiar pela fresta da porta novamente. Logicamente a porta estava apenas encostada. Ouvi o chuveiro. Entrei descalça para não fazer barulho e fui premiada com a visão do paraíso. Ele estava se lavando de perfil e dessa forma eu pude ver o seu pau com toda clareza. Não estava duro, mas também não estava totalmente mole. Era lindo, não era muito grande, mas era muito grosso. Senti que estava ficando excitada novamente. Fiquei imaginando ele totalmente duro. De repente ele começou a lavar o pau, passando lentamente a mão ensaboada para frente e para trás. Tive que sair dali. A qualquer momento ele acabaria por me ver. Eu queria desesperadamente que ele me visse. Queria que ele me enxergasse. Queria entrar naquele chuveiro. Queria colocar a boca naquele pau lindo. Queria um monte de coisas. Mas saí.



À tardinha fui para caminhar, e encontrei ele na praia. De longe, ele me viu e gritou meu nome. Veio correndo e me disse sorrindo: vamos correr um pouco, vamos, ânimo garota! Corremos um pouco e eu falei que não agüentava mais. Ele riu e disse que nos dias que restavam de minha estada lá, ele ia me obrigar a exercitar tanto que eu voltaria para Belo Horizonte em forma. Eu fiquei pensando no que poderia ter acontecido para que de repente ele começasse a falar comigo e ainda por cima com aquele sorriso no rosto. Tomamos água de coco, e conversamos sobre um monte de inutilidades, rimos bastante e já com a noite chegando ele resolveu entrar na água. Entramos no mar e brincamos bastante. Brincadeira na água é sempre ótimo, porque permite um inicio de pegação. E foi o que eu fiz. No inicio só eu pegava nele, mas logo ele começou também pegar em mim. Eu estava na felicidade total. Estávamos ?namorando? como dois adolescentes. Num dado momento ele me segurou e me beijou. Me pegou pela cintura, com as duas mãos e me puxou para ele com bastante força, e ficou ali me beijando deliciosamente. Eu enlacei o seu pescoço e ofereci minha boca a ele, abrindo-a totalmente. Senti seu pau crescer imediatamente, fazendo um volume enorme sob a bermuda. Eu queria muito pegar nele, queria e ia pegar, mas uma onda forte quase nos derrubou. Saímos da água e fomos embora. Esta noite eu me deitei na cama e a todo momento me surpreendia sorrindo.



De manhã eu não fui ouvir na porta da Titia. Não queria pensar que ela estava comendo ele como fez toda manhã desde o dia que cheguei. Fiquei deitada. Ouvi os saltos dela, e senti vontade de ir vê-lo no banho. Titia sempre deixava a porta encostada. Continuei deitada. O apartamento estava silencioso e eu pensei que ele tivesse saído, mas não tinha não. Eu estava tentando não pensar nele e na minha tia trepando a menos de uma hora no quarto do lado, e com certeza nele depois, ficando embaixo do chuveiro por mais meia hora. Então ele entrou no meu quarto. Tinha um sorriso lindo no rosto, e uma toalha amarrada na cintura. Soltou a toalha no chão do quarto e foi entrando bem devagar embaixo do meu lençol. Eu não conseguia falar nada. Deitou o seu peito sobre o meu, permanecendo com o corpo ao meu lado, e me beijou. Fiquei meio perdida naquele momento. Tudo que eu queria ia acontecer sem dúvida agora. Mas e minha tia? E a empregada que trabalha ali o dia todo? Sua língua estava invadindo meus sentidos e não me deixava mais raciocinar corretamente. Então comecei a chupar aquela língua louca. Enquanto me beijava ele foi tirando meu pijama que nada era mais do que um short grande em tecido de algodão. Tirou o short e a calcinha junto e enfiou bem devagar a sua mão entre minhas coxas. Eu abri as pernas indecentemente, e ele foi colocando a mão toda lá, e aos poucos um dedo começou a entrar em mim. Mas ele parou com o dedo. Parou também de me beijar na boca. Tirou a minha blusa e ficou olhando por nos segundos para os meus peitos que palpitavam sem parar. Minha respiração estava muito acelerada.



E ele começou a me beijar nos peitos. Chupou os dois alternadamente. Beijou minha barriga e finalmente beijou minha buceta. Aí ele se ajeitou entre minhas coxas, colou sua boca bem aberta na minha buceta e começou a passar a língua tão de leve que eu mal sentia. Eu queria mais forte e comecei a rebolar levantando a buceta de encontro a sua boca. Então ele começou a enfiar a língua em mim. Eu estava ficando tonta. Ele passou seus braços em torno das minhas coxas num abraço muito forte e enterrou de vez sua cabeça entre elas. Depois ele dobrou minhas pernas o máximo que pode e colocou a cabeça do seu pau apoiada na minha buceta. Eu estava começando a receber o premio grande por ser tão boa menina e não ter ido espiar ele no banho. Ele ficou brincando sem pressa. Ia, não ia, tornava ir tornava não ir. Pegava no pau e passava de cima para baixo e debaixo para cima. Mas não empurrava. Eu comecei a rebolar e subir um pouco o quadril para ver se encaixava aquele pau, mas ele evitava penetrar, queria me torturar mesmo. Sentia prazer nisso, eu percebi! Finalmente eu pedi: Vai....coloca ....logo... vai!! Ele soltou um pouco seu corpo sobre o meu e então eu percebi o porquê da preparação. Aquele pau era muito grosso. Eu senti que alguma coisa em mim ia rasgar. Gemi muito alto e ele parou. Voltou a brincar de ir não ir. Depois de alguns segundos voltei a rebolar e ele voltou a empurrar. Foi assim até eu sentir que o premio já era todo meu. Sua púbis pressionava totalmente a minha. Então eu comecei a sentir seu peito inteiro pressionando meus seios, esmagando eles e me enchendo de prazer, sua língua voltou para minha boca e eu engolia sua saliva deliciosa. E seu pau totalmente dentro de mim movimentava lentamente. Logo depois ele começou a tirar e enfiar com mais força. Era impossível pensar que no mundo podia existir coisa melhor. Mas ele tinha mais. Passou uma das mãos por baixo da minha bunda e colocou um de seus dedos no meu cu. Senti um calafrio. Tesão total. Ele foi pressionando o dedo até me penetrar o cu, enquanto isso, não parava de movimentar o pau e nem a língua. Ele estava ficando todo dentro de mim. Pau, língua e dedo. Eu estava sendo fodida de verdade. Todo movimento que eu fazia, eu sentia ele em mim. Naquele momento ele era meu dono(será? ou será que eu era a dona dele?). Não demorou muito e eu comecei a sentir que todo meu ventre se contraía num gozo intenso. Ele me acompanhou. Ele gritou alto e eu também. Até que paramos, completamente encharcados de suor. Ele ficou vários minutos, parado e gemendo em cima de mim. O pau e o dedo continuavam totalmente encaixados. Eu queria que ele não saísse nunca. Eu contraía minha buceta só para ter certeza de que o pau dele ainda estava lá, e estava! Que delicia! Ele voltou a me beijar, sem sair de cima de mim, mas depois de alguns minutos nós acabamos indo juntos para o chuveiro e ele disse: hoje você não precisa vir me olhar! Dei vários murros no peito dele, xinguei ele de dissimulado, perguntei porque ele não me chamou para entrar no chuveiro, e ele perguntou porque eu fui até lá pertinho e não continuei. Rimos bastante de lembrar da situação. Eu ensaboei e lavei ele todinho e ele fez o mesmo comigo. Eu queria morar dentro daquele box de banheiro.



Naquela tarde fiquei horas no mar. Nadei, brinquei sozinha nas ondas, me senti completa, feliz e relaxada. Sorria só de pensar nele. Queria só que chegasse logo a manhã seguinte e eu ouvisse os saltos da Titia no assoalho. Era o sinal para minha felicidade. À noite, demorei para pegar no sono, a expectativa me deixou agitada. Acabei dormindo. Acordei com ele entrando embaixo do meu lençol novamente. Olhei no relógio de cabeceira e vi que era três hora da manhã. Ele veio direto para a minha cama. Não foi para a cama dela, veio direto para a minha!!! Ele me beijou tão gostoso que eu parei de pensar no fato de ele ter vindo direto para mim. Passei as mãos pelo seu corpo e vi que ele estava totalmente nu. Gostosíssimo!



Fiquei um bom tempo só passando minhas mãos pelo seu corpo, seus braços, suas costas, sua deliciosa bundinha, e o melhor de todos, o seu gostoso pau. Fiquei segurando e acariciando até que ele ficou de costas para eu poder chupar. Eu sabia que ia fazer isso desde o primeiro dia que o vi. Tinha certeza. Eu brinquei de chupar aquela cabeça por mais de um minuto e só depois comecei a engolir o que dava, porque daquela grossura, não dava para engolir muito, enchia minha boca. Eu pensei que ia gozar só de chupar aquele pau, segurando as suas bolas macias. Mas aí ele me virou de bruços, abriu minhas pernas ficando entre elas, e começou a me lamber. Passava a língua desde a buceta até o cu. Eu fui aos poucos levantado a bunda para aproveitar ao máximo aquela língua quente em mim. Era muito gostoso. Eu gemia sem parar. Ele começou a colocar um dedo no meu cu enquanto chupava minha buceta, depois invertia, colocava um dedo na buceta e ficava lambendo meu cu. Acabei ficando de quatro, com a cabeça apoiada no travesseiro e a bunda para cima, e ele foi se encaixando atrás de mim. Senti ele encostar a cabeça do pau no meu cu e me assustei. No meio dos meus gemidos falei para ele: não vai dar querido, você vai me machucar. Ele não respondeu, apenas eu senti que ele lambuzava meu cu e seu pau com um creme frio(parecia gelado) e continuou tentando enfiar. Ele emitia uns sons meio selvagens que me arrepiava. Parecia que eu era uma presa que ele estava abatendo. E era mesmo. Senti uma dor aguda e gritei. Ele parou, ficou um tempo só respirando muito forte enquanto eu gemia baixinho. Era dor e prazer misturados. Então eu movi a bunda para frente e para trás um pouquinho, e ele me segurou pela cintura reiniciando seus movimentos e seus gemidos roucos. Ele acabou por colocar tudo dentro de mim, e começou a fazer o movimento de vai-e-vem. Não demorou muito e ficou gostoso. Eu pensava o tempo todo no tesão que ele estava sentindo e comecei a sentir a mesma coisa. Ele começou a gemer muito alto e eu acompanhei. Então ele colocou a mão na minha buceta que estava totalmente melada, e enfiou de uma vez dois dedos dentro. Gozamos juntos fazendo muito barulho e depois caímos de lado na cama. Eu tremia um pouco e tinha pequenos espasmos. Ele me abraçou forte por trás e ficou me beijando a nuca, a orelha, o rosto e tudo que ele conseguia. Relaxamos sem nos falarmos. Não disse nada, mas pensei: não poderia existir homem mais gostoso para tirar o cabaço do meu cu. Um dia isso iria acontecer mesmo. Durante os dias restantes, eu só esperava ouvir os saltos da Titia, para ir correndo para a cama deles. Eu sentia um prazer meio perverso de comer ele na cama dela, sentindo o cheiro que ela deixava na cama, e deixando nela o meu cheiro. Adorava ficar olhando para ele, dormindo nu na cama, totalmente relaxado, respirando em paz após vários minutos de luta intensa. Ficava olhando sem me cansar, para seu pau, agora em repouso e pensava como alguma poderia ser em um momento, tão poderoso e logo depois tão dócil. Porque, olhando para ele, eu nem sempre continha minha vontade de beijá-lo?



No ultimo dia fui à praia de manhã e ele chegou logo em seguida. Não transamos naquele dia. Não havia clima. Apenas nos beijamos muito. Ele foi caminhar e eu fui com a minha querida Titia para o aeroporto. De repente ela perguntou: e aí o que você achou do do Rui? Gostou? Eu respondi dissimulada:

-claro, ele é muito gentil.

Ela me olhou enviesado.

-gentil garota? Você sabe muito bem do que eu estou falando!

Olhei para ela assustada.

-Tia, você está pensando que.... eu .....

........

-eu não nasci ontem querida. Sei muito bem porque esses olhos brilharam tanto esses dias. Boa viagem.

 

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