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Carona sexy | Acervo de Contos

Carona sexy

Sou casada há quase 20 anos, dois filhos, mas uma mulher que ainda arranca suspiros dos homens quando caminha pela rua. Sou pequena, morena clara, seios já refeitos com os recursos que vocês bem conhecem, uma bundinha bem feita, sem exageros, mas que aguçam a imaginação masculina, sempre tão atraída por esse pedaço do corpo feminino.

Tenho um casamento normal, uma relacionamento tranqüilo, inclusive em termos de sexo, graças, é claro a muito fetiche, muitas fantasias, ao meu tesão que cresce a cada dia e ainda o fato do meu marido também ser muito criativo e um parceiro daquele bom de cama.

Dentre as fantasias que embalam nossas longas noites de sexo e muito gozo, uma delas é de transarmos com mais uma mulher. Inicialmente estranhei, achei que ele estava cansado de mim, mas depois fui entendendo que a maioria dos homens tem essa fantasia e no decorrer dos dias e principalmente das noites, acabei me envolvendo com as fantasias que passamos a usar e passei então a sentir muito tesão com a fértil imaginação do meu marido. Até passei também a imaginar loucuras com outra mulher transando conosco.

Depois vieram as fantasias com outro homem junto e também sempre é muito bom. Principalmente quando consigo imaginar sendo penetrada e chupando um pau grande, duro, ao mesmo tempo. Isso sempre me leva a loucura.

E tudo sempre ficou no plano das fantasias, dos fetiches. Muitas vezes conversávamos sobre realizar as fantasias, sobre fazermos mesmo tudo aquilo que imaginávamos. Até entrávamos na internet procurando alguma possibilidade, mas sempre esbarrávamos no medo de sermos flagrados, de nos envolvermos com alguém inconveniente. E assim tudo ficava nas doidas e quentes fantasias. Chupei muitas mulheres, fui chupada por outras tantas. Beijei tantas mulheres na boca, que perdi a conta. Rocei minha bucetinha em outras tantas, de artistas famosas, de amigas íntimas e meu marido se deliciava e sempre gozava muito gostoso, enchendo minha buceta, meu cuzinho e até minha boca sedenta.

Na semana passada, resolvemos ate uma cidade vizinha, a cerca de 100 km, onde tem muitas lojas de fábrica, para fazer compras. Era sábado, saímos logo pela manhã, em torno das 9:30 horas e pegamos a rodovia. Ao sair no trevo de acesso a cidade, um homem pedia carona na beira da estrada. Eu percebi que me marido olhou para o rapaz, olhou para mim com um riso comprometedor mas já havia passado. Daí me perguntou o que eu achava de dar carona ao garoto e brincarmos um pouco com a libido. Senti as coxas esquentarem. Uma umidade instantânea tomou conta da minha buceta e os biquinhos do peito já se assanharam.

Assentei positivamente e ele pegou um retorno e eu rezando para que ninguém ainda tivesse dado carona para o garoto. Demos a volta, entramos de novo na rodovia e lá estava o garoto na beira da estrada pedindo carona. Paramos, ele veio no meu vidro, já abaixado e perguntou se passaríamos na cidade Tolônia (a cercada de 60 km). Disse que sim e meu marido mandou que entrasse pela porta que já estava destravada. Ele entrou, pôs a mochila no banco e sentou. Disse que estudava ali na cidade e que nos finais de semana ia para a casa do pais, onde também morava sua namorada. Virei para traz e olhei o garoto, rosto bonito, cabelos bem curtos, uma boca bem feita, lábios grossos. Os ombros eram largos. Um belo exemplar masculino, sonho de consumo de toda mulher de bom gosto e também dos meus. Mas o melhor vi quando baixei os olhos e vi aquele volume sob as calças. Não resisti e passei a língua pelos lábios, imaginando coisas, muito além. E o homem estava ali, pertinho, ao meu alcance.

Cruzei os olhos com meu marido e claro que veio um sorriso cúmplice em nossos lábios. Ele continuou dirigindo normalmente, mas em velocidade muita abaixo do que fazia normalmente. Entendi sua intenção. Enquanto puxava uma conversa boba com o garoto, foi passando a mão nas minhas coxas. Inicialmente por cima da saia fina que eu usava. Uma saia longa, bem larga e solta. Depois ele levantou minha saia até acima do joelho e passou a por a mão por debaixo da saia. Nessa alturas, eu já estava meio que virada para o lado, as coxas bem afastadas. Uma delas já totalmente descoberta e a mão do meu marido lá dentro, tocando minha calcinha, o dedo passando pelo lado e roçando meus pelos, tocando o lábio da minha buceta, já totalmente encharcada. O garoto já percebi a mão do meu marido em minhas coxas e ficou meio sem feito. Mas notei que o volume da calça cresceu enormemente, o que me excitou ainda mais, muito mais. Como estava de lado no banco, com o ombro e o rosto quase virado para traz, tomei coragem perguntei a ele se estava gostando de ver, dirigindo os olhos para minhas coxas, onde a mão grande do meu marido dedilhava. Ele apenas assentou que sim, sem uma única palavra.Meu marido o encorajou, dizendo que ele podia ficar a vontade, que tudo bem, que não tinha problemas olhar as minhas coxas. Que podia imaginar o que quisesse.

O tesão me fez tomar mais coragem. Tirei as mãos do meu marido, virei para a frente e comecei a tirar minha calcinha. Fui puxando coxas e pernas abaixo, pisei em cima e deixei cair no tapete do carro. Voltei a posição anterior, de lado, e levantei a saia novamente. Meu marido imediatamente voltou a passear nas minhas coxas, no meio delas, chegando na minha buceta. Senti um dedo separando os lábios e entrando um pouquinho só.

No banco de traz o garoto suava. Os olhos vidrados em minhas coxas e uma mão passando sobre aquele farto material. Ajeitei-me melhor no banco e estiquei o braço, tocado em sua perna. Alisando a coxa dele bem maliciosamente. Meu marido então disse que ele podia ficar bem a vontade, que os vidros eram bem escurecidos, que de fora ninguém conseguiria ver nada. Isso empolgou mais a mim e ao garoto. Virei mais para traz, mas no meio dos bancos, meu marido tirou a mão e eu pude me aproximar mais do garoto. Minha mão alcançou mais acima, até atingir seu pau, por cima da causa ainda. Ele veio mais para a frente facilitando meu toque. Tomou mais coragem e abriu a braguilha, e quando tirou aquele pau para fora, suspirei. Olhei para meu marido e disse que finalmente iria traí-lo. Que não iria resistir e ele me disse que não seria traição. Que ele estava junto e que eu ficasse a vontade. Que queria ver o que eu iria fazer. Que também estava lhe dando muito tesão. Realmente estava, pelo volume das suas calças.

O garoto já estava a vontade. Aquele pau todo para fora. Bonito, tremia de tão duro. Minha mão o alcançou e pegou ele inteiro. Fiquei massageando e olhando o rosto do garoto. Contorcia-se de tesão. Tentei chegar mais perto, queria abocanhá-lo logo, mas não deu. Meu marido percebeu e começou a pegar o acostamento. Parou. Eu entendi tudo, sem palavras. Abri minha porta, e entrei na porta de traz. Sentei ao lado do garoto. Meu marido arrancou, pediu que ele ficasse no meio do banco, ajeitou o retrovisor para assistir a tudo e continuou dirigindo devagar. Aquele pau estava ali, totalmente a minha disposição. Soltei o sinto, abri bem sua calça, tirei tudo da cueca, inclusive os grandes testículos e abocanhei aquela cabeça. Que delícia. Finalmente estava sentindo em minha boca outra pica. Com a cabeça entre os lábios eu passava a língua ao seu redor. O carro deu um rápido solavanco e o cacete chegou na minha garganta. Engoli quase tudo. Sentia a cabeça tocando a garganta e comecei a foder com a boca, num vai e vem alucinante. As mãos do garoto tocaram na minha cabeça, nos meus cabelos e empurrava, eu engolia ainda mais fundo o seu pau. Parei um pouco. Levantei o corpo, olhei o retrovisor e vi os olhos do meu marido brilhando. Ele me perguntou se eu estava gostando. Eu disso que estava adorando. Perguntou se queria que ele encostasse o carro. Disse que não. Que estava uma delicia chupar daquele jeito. E estava. Voltei a abaixar e engolir aquele pau lindo, gostoso. E na medida em que o carro descia e subia na estrada, o pau entrava mais fundo e saia. Uma chupada que era muito mais uma foda mesmo. Eu babava naquele pau. Escutei meu marido pedir para eu fazer ele gozar. Senti o pau vibrar mais, a cabeça engrossar e acelerei os movimentos com minha boca. Ouvia sua respiração mais ofegante, suas mãos apertando meu ombro, minha cabeça e o seu pau vibrar mais na minha boca. Que gostoso. Que tesão. Que delícia de pau. Fui novamente até o final. Era gostoso sentir a cabeça entrando na minha garganta e a cabeça vibrar mais. Passei a mão nos seus bagos, peludos, grandes e engoli tudo, com a língua passando na cabeça. Senti novamente sua respiração mais forte, mais miúda e o pau engrossando mais. Acelerei os movimentos a minha boca e o coração bateu forte só em pensar da porra que iria sair daquele pau. Chupei mais, mais, a cabeça inchou e um chato tocou o céu da minha boca. Mais um jato, enchendo minha boca. Senti o gosto forte, do líquido bem mais espesso. Mais um jato e a boca já estava cheia. Pensei em tirar a boca daquele pau, mas não tive coragem. Então engoli o que já tinha na boca. A porra ia descendo a garganta e mais um jato enchendo minha boca. Não lembro de meu marido gozar tanto. Nunca tinha sentido tanta porra. Enchi novamente a boca e engoli tudo de novo. Daí o pau foi afrouxando, ficando mais flácido. Passei a língua na pontinha da cabeça e senti mais um pouquinho de porra saindo. Lambi e engoli. Tirei a boca, olhei o pau já calma e vi ainda saindo um filete de porra. Não resisti, pus os lábios e suguei, lambi tudo.

Só agora percebi que meu marido tinha parado o carro no acostamento. Que estava virado para traz, olhando eu chupar o pau do garoto. Estava com o pau para fora da calça, masturbando-se levemente. O garoto relaxou no banco, quase deitando no banco e aquele lindo pau todo ali, caído para o lado e mesmo assim grande e lindo. Sentia o gosto da porra na boca ainda. Passei a língua no canto da boca e ainda tinha uma gota que puxei para dentro. Que porra gostosa, grossa, branca.

Dei uma última lambida naquele pau gostoso. Engoli inteiro. Levantei, beijei rapidamente a boca do garoto, não sem antes buscar sua língua e dar uma chupada. Abri a porta e voltei para o banco da frente. Meu marido ainda estava com o pau para fora, duro. Olhou pra mim, para o próprio pau e eu entendi. Também queria gozar.....

Engatou a primeira e saiu, claro que aproveitando e passando a mão nas minhas coxas. Estava toda molhada. Minha umidade tinha escorrido pela perna, chegando quase ao joelho. Ele lambuzou o dedo nas minhas coxas e levou à boca. Eu queria morrer de tesão.

Assim que tomou velocidade, deitei no seu colo e comecei a chupá-lo. Aquele pau eu já conhecia e sabia o quando era gostoso chupá-lo, mas não tanto quanto o do garoto. Meu marido não demorou a gozar, enchendo a minha boca. Não me restou outra alternativa que não fosse engolir tudo, tudinho. Lambi, chupei, até deixá-lo limpinho. Quanto me levantei, olhei o garoto e ele estava se masturbando, com aquele pau lindo novamente duro e grande. Cheguei o mais próximo que pude. Ele se masturbando velozmente, forte, e de repente um jato veio no meu rosto. No meu pescoço, no meu colo, me enchendo daquela porra tão gostosa. Passei a mão no rosto e espalhei tudo. No pescoço, no colo e depois lambi cada dedo, um a um.

Ele guardou aquele pau lindo. Ajeitou-se o melhor que pode, recostou-se no banco e logo em seguida meu marido parou o carro, no trevo de acesso a cidade do garoto. Ele agradeceu a carona, muito educadamente, abriu a porta e saiu. Meu marido arrancou o carro, olhei para traz e só vi os largos ombros dele se afastando rapidamente.

Passei a língua pelos lábios e lembrei nitidamente do jato forte da porra forte, espessa se derramando na minha boca. Olhei meu marido, que me sorriu, com aquele jeito cúmplice. Gosto. Apenas me disse que haveriam outras daquelas oportunidades.

 

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17/07/2010 | 33196 visitas

 
 
 
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