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Vestido de mulher | Fantasias | Acervo de Contos

Vestido de mulher



Eu ia comprar a minha passagem no guichê da rodoviária quando o atendente falou que a condução iria demorar pelo menos umas duas horas devido a um grande congestionamento na rodovia. Fui para um bar enfrente a rodoviária e pedi uma cerveja, depois da segunda eu fui aliviar a bexiga. Assim que eu coloquei a minha piroca para fora encostou um cara ao meu lado, percebi que ele não tirava os olhos e isso parecia inibir a minha urina, balancei, agitei, forcei e por fim saiu um forte jato. De volta a minha mesa, pedi a terceira cerveja e o tal cara do banheiro aproximou-se e pediu para sentar, como não havia lugares vagos assenti. Ele tentou puxar assunto varias vezes mas, me limitava apenas em sorrir e acenar com a cabeça ate que ele falou algo que me interessava, que havia tombado uma carreta na rodovia e que o congestionamento já passava dos sete quilômetros, isso deveria aumentar o prazo que o atendente teria me passado. Questionei, é numa hora dessas que faz falta um carro e ele retrucou dizendo que não e que ficar preso no engarrafamento seria um tédio. Respondi que poderia contornar o congestionamento andando mais alguns quilômetros por dentro da cidade, sairia em um outro ponto mais adiante na rodovia e depois era só seguir viagem. Paulo fez duas perguntas que mudaram o meu destino, ele quis saber para onde eu iria e se eu sabia dirigir. Disse que estava indo para o Rio de janeiro e sim, que eu sabia dirigir, ele enfiou a mão no bolso e tirou um chaveiro modelo canivete me perguntando se eu queria sair dali. O carro do Paulo era uma Kia Sportage, uma verdadeira espaço nave luxuosa e confortável, fui contornando a cidade e ele parecia um turista toda hora botando aquela mão boba na minha coxa e perguntando o que é isso e aquilo, quando pegamos a rodovia a paisagem se tornou aquela mesmice ele fez uma ligação e disse que era a sua bela esposa e que eu precisava conhecê-la depois tirou um leve cochilo ate chegarmos no rio, já no rio, me guiou ate a sua casa, abriu o portão com um controle remoto e eu entrei, tentei me despedir mas ele insistiu em me apresentar a sua esposa, me serviu uma cerveja importada e mandou que eu ficasse a vontade enquanto ele iria chamá-la, alguns minutos depois desceu acompanhado de uma mulher bonita por volta dos seus cinqüenta anos. Achei esquisito, uma mulher casada vir conhecer um estranho vestida apenas de camisola, logo em seguida ele começou a narrar o fato de eu ter tirado ele daquela cidadezinha como se fosse um feito heróico e é claro que não tinha sido nada demais, enquanto ele falava a sua mulher me olhava com certa admiração e é claro que eu não pude deixar de notar as constantes cruzadas de perna que ela dava, quando eu comecei a conversar com Irene, Paulo subiu dizendo que iria tomar um banho e se trocar, ela encarregou-se de me pegar mais uma cerveja e sentou-se do meu lado, seus peitos siliconados eram grandes e o decote da camisola dava uma amostra da linda mulher que ela era, as insinuações não paravam e as perguntas começaram a ser mais pessoal, comecei a suar frio imaginando que se o Paulo não desce-se logo ele acabaria encontrando a sua mulher trepando comigo ali na sala. Quando o Paulo voltou, eu não o reconheci e no primeiro instante eu ate achei que fosse realmente uma mulher, usava um vestidinho de empregada domestica, era curto e as suas coxas ficavam bem aparentes. Irene, a mulher do Paulo chamou a empregada e lhe pediu mais cerveja, ela curvou-se para levar da mesinha as latas vazias e eu não pude deixar de notar que a calcinha da empregada estava enterrada no rego, quando retornou, Irene mandou que a empregada senta-se ao seu lado, acariciou e a beijou, fiquei surpreso em ver a mulher do Paulo beijando a empregada e enquanto a beijava, ela começou a me alisar sobre a calça em seguida ela desabotoou e pós minha piroca dura para fora e conduziu a cabeça da empregada na direção, que começou a me chupar enquanto me puxava para um beijo. Enquanto a beijava minhas mãos apertavam aqueles peitões que logo passei a mamar, a empregada terminou de tirar minhas calças e chupava minha piroca quando Irene desceu para dividir o boquete, eu me curvava sobre ela para poder tocar sua xaninha e ela se abria para meus dedos escorregarem, depois Irene montou de frente para mim e começou a cavalgar enquanto eu mamava os seus peitões que balançavam no meu rosto. Enquanto isso a empregada lambia o meu saco e o cuzinho da sua patroa, de repente Irene se levantou rapidamente ficando de pé em cima do sofá desfolhou a xaninha e mandou que eu lambe-se o seu grelinho que ela queria gozar na minha boca, prontamente obedeci ao pedido de Irene enquanto isso a empregadinha estava sentando, subindo e descendo na minha piroca, depois de anunciar seu gozo Irene foi para frente da empregadinha e a principio parecia que as duas estavam esfregando a xaninha uma na outra enquanto se beijavam mas logo em seguida Irene ordenou a empregada, sai que eu quero ele de novo, as duas levantaram-se abraçadas e rodaram na minha frente, Irene segurou minha piroca com a mão e a guiou para o seu cuzinho, jogou seu corpo para trás deitando sobre o meu peito e começou a rebolar a sua bunda enquanto a empregada chupava a sua xaninha e as minhas bolas. Algum tempo depois Irene levantou-se novamente e agarrou a empregada e as duas fizeram um 69 ali na minha frente e eu tratei de me encaixar na brincadeira, depois de dar umas socadas na xaninha da Irene fui para o outro lado empurrar um pouquinho na empregada, elas rolaram e a empregada ficou de quatro por cima de Irene, a empregadinha abriu bem a bunda para me receber, oferecendo o seu cuzinho e eu, o mais que de pressa lhe invadi. A essa altura eu nem lembrava mas do Paulo e a única coisa que passava na minha cabeça era encher aquele cuzinho rosado de porra, mas Irene novamente mudou o jogo, saiu de baixo da empregada e me deitou sobre o tapete, montou e começou a cavalgar enquanto dizia que queria os dois dentro dela numa dupla penetração. Eu estava tão tomado de desejo que não entendi o teor da fala e foi só ai que eu percebi que tinha uma outra piroca forçando passagem para entrar junto com a minha na xaninha da Irene, neste momento foi que eu percebi que na verdade a empregadinha era o Paulo que estava vestido de mulher, não sei se foi a maquiagem ou as cervejas mas eu só percebi que a empregada era um homem quando iniciamos a dupla penetração, minha piroca tinha escapulido com o balanço e quando eu fui recolocar senti que tinha uma outra piroca entrando junto com a minha na xaninha da Irene e de repente tudo começou a fazer sentido, o assedio no banheiro, a papo sobre a esposa bonita, as cervejas e a sensualidade da esposa semi nua provocando um estranho. Tudo isso era a tara do casal, o desejo intimo deles e eu era apenas a coincidência momentânea, o estranho que lhes daria um pouco de prazer, que apimentaria as suas perversões e que provavelmente eles nunca mais veriam depois daquele dia e recobrando rapidamente na minha consciência veio de repente a imagem da empregadinha abrindo a bunda para que eu enterra-se a minha piroca, sim eu havia acabado de enrabar um homem e o que eu poderia fazer agora. Pronto para gozar e quase no final da foda me bate uma crise de consciência porque eu tinha acabado de enrabar um homem, de repente eu olho para baixo e tenho o casal dividindo a chupada na minha piroca implorando pela minha porra, gozei e fiquei assistindo o casalzinho se beijando enquanto dividiam a minha porra em seus lábios.         



 

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