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Sonhando com a Minha Cunhada | Acervo de Contos

Sonhando com a Minha Cunhada

Eu não sabia ao certo o que sentia por minha cunhada. Ela sempre f oi uma mulher muito doce, alegre, simpática e bonita, mas apesar disso ainda não tinha a olhado com outros olhos que não fossem de cunhado e as vezes até como um irmão mais velho. Nunca cheguei a pensar em ter nada com ela, mas apesar disso sempre ouvir ela me dizer coisas sobre os seus namoricos e isso passou a me incomodar. Começou a despertar algo por minha cunhada que não havia. No inicio passei a dar mais atenção ao seu corpo. Sempre levantei sua auto estima com relação aos seus seios mais ela decidiu fazer a cirurgia e reduzir. Confesso que ficaram lindos deixando seu corpo mais harmônico. Passei um período fazendo curativo e posso garantir que vão ficar lindos e gostosos após o período de resguardo. Senti muito sua falta quando voltou para casa, mas não falei nada com ela. Me senti como o médico Miguel e sua paciente Luciana. Cresceu o que sentia por minha cunhada ao ponto de abraçar mais forte minha esposa e pedir desculpas com medo de machucar pensando nela. Recentemente estava sozinho no quarto assistindo filme, em minha cama, quando ela passou para sala, e ao retornar a convidei para entrar. Ela perguntou o que eu assistia e questionou se poderia assistir também e que se pegasse no sono eu a levaria para a cama. Resultado, ela se deitou ao meu lado e passou a ver o filme e comentar sobre o mesmo. Em dado momento encostou sua perna na minha e por estar sem cueca passei a evitá-la. Sentir um calor imenso com o contato e fiquei alterado. Para que ela não percebesse fiquei de lado. Por sua vez conversando passou a mão perto da minha perna e me excitei ainda mais. Para meu azar o filme terminou em pouco tempo e fiquei sem sua companhia. Ela se despediu e foi deitar no outro quarto. Desse momento em diante pensei uma bobagem bem gostosa: será que as poucas vezes que ela fez amor, o namorado dela realmente a saciou? Será que sabe o gosto de deter um bom orgasmo? Teria ela chegado alguma vez ao delírio total ao ponto de ficar saciada? Lembrei que o pouco que me contou seu namorado só pensou nele e gozou sem levá-la ao êxtase. Passei a imaginar loucuras para ensinar e cobras dos garotos que fosse de agora em diante namorar. Peguei no sono e sonhei que estávamos assistindo o filme juntinho como aconteceu realmente, mas fiquei totalmente assustado pois quando passei a perna por cima dela e senti sua bundinha coladinha em mim. Dei um cheiro no seu pescoço e dei bejinhos bem suaves no seu pescoço. Ela ficou totalmente arrepiada e empinou mais a bunda em minha direção. Fiquei excitado na hora, meu membro duro encostava e a deixava louca sentindo-o sobre o short. Ela virou a cabeça e dei-lhe um beijo, ela me abraçou e sussurrou que não sabia por que estava fazendo aquilo, e comecei a passar minha mão bem suave em seus seios, fui descendo e cheguei até seu sexo. Senti que estava excitada, comecei a lhe masturbar. Ela gemia baixinho em meu ouvido pedindo para não parar e que fizesse tudo com muito carinho, pois fui assim que sonhou perder sua virgindade.
Em determinado momento parei e coloquei sua mão em meu membro. Ela fazia movimentos de vaie vem, deslizando sua mão me deixando louco. Primeiro deu uma apertada forme sentindo o tamanho e a grossura, pois até então nunca tinha sentido um grande assim.
Comecei a descer seu short nesta hora ela disse que não, que poderia aparecer alguém e que estaria tudo acabado, eu não liguei para o que ela me disse , abaixei seu short, puxei sua calcinha e comecei a chupar sua bucetinha. Lentamente foi relaxando e começou a mexer devagarzinho. Rebolou como eu nunca tinha visto uma mulher fazer. Ficamos assim alguns instantes mas foi maravilhoso. Ela então segurou minha cabeça com as duas mãos e me olhou nos olhos e me deu um beijo gostoso. Coloquei-a numa posição bem confortável, tirei meu short e encostei no seu rosto, passei a cabeçinha bem devagar. Ela sentia amaciez tocando suas bochechas e surpreendentemente numa só abocanhada enfiou em sua boca. Pude sentir sua língua passar bem gostoso na cabeça e aos poucos, foi tirando da e botando na boca outra vez. Quando finalmente tirou todo meu pau para fora da boca, parecia que estava sem fôlego. Enquanto arfava para se recuperar, batia uma punhetinha simplesmente deliciosa e cadenciada. Depois voltou a me chupar e, pressionando a cabeça com a língua, de uma maneira inacreditável que quase me fez gozar. Que boca úmida, que lábios macios, que habilidade surpreendente para quem nunca fez nada assim...
Quis retribuir e tirei seu short e calcinha e comecei a lhe dar um banho de gato ou melhor de língua como nenhum namorado já vez com ela. Comecei pelos pés. Enfiei o dedão dela inteiro na boca, enquanto massageava os pés. Depois fui subindo pelas coxas, enquanto segurava sua cintura. Ela começou a abrir as pernas. Fui me aproximando de seus pêlos enquanto beijava a virilha de ambos os lados. Dei uma grande lambida em volta toda sua volta, que a fez estremecer. Depois segurei sua bunda por baixo com as duas mãos e passei a língua em toda extensão da sua bucetinha, de baixo para cima... de cima pra baixo... de um lado para o outro, até sugar seu clitóris. Abri mais as pernas e enfiei toda minha língua dentro dela. Comecei a fazer movimentos com a língua como se fosse meu pau, enquanto apertava sua bunda. Aí me detive no clitóris, e fiquei mordiscando, chupando e lambendo este pedacinho de carne que foi inchando até que ela explodiu num orgasmo interminável, muito profundo e... exaustivo. Estávamos ambos praticamente enlouquecidos quando ela terminou. Peguei-a pelo colo e levei-a até o sofá na sala, pois foi onde passou boa parte do tempo enquanto esteve lá em casa. No meu ouvido ela me disse que nunca havia transado de verdade e sentido tamanha sensação, mesmo quando fazia muitas brincadeirinhas com seu ex.
Pediu para fazer com ela tudo que eu fazia com sua irmã, mas bem mais caprichado, pois ela merecia...Na primeira vez que transou, quando perdeu a virgindade, achou que sexo era uma coisa chata mais não entendia como eu gostava tanto. Nenhum namorado até então tinha feito aquilo comigo, não estava acostumada.
Depois que a coloquei no sofá voltei a acariciar e a beijar, passava os dedos pelos seus seios, sua barriquinha, sua virilha e coxas e novamente estava lá, sugando sua bucetinha. Ela voltou a se excitar, meus dedos passeavam pela sua bunda e começaram a massagear sua bucetinha e seu cuzinho. Estava novamente entregue e quando passei a cabecinha no clitóris foi ao delírio. Tava tudo escuro e aquele silêncio típico da madrugada combinado com o sofá macio, deixava um clima de tesão imenso no ar. Não se ouvia nenhum barulho, somente as nossas respirações ofegantes. Comecei a apertar ela contra a parede fazendo ela sentir aquele caralho grande e rígido pressionando a sua bunda.
Passei a mão por entre as suas pernas e comecei a subir e descer com a rola dura esfregando em sua buceta. Cada esfregada ela soltava um gritinho. O pau roçando na sua buceta quente e úmida nos deixava loucos.
Ela tentou sair daquela posição dizendo que alguém poderia pegar agente ali. Eu não disse nada e enfiei 1 dedos e comecei um movimento de vai e vem. Depois dois dedos e nessa hora ela se entregou ao tesão, abriu as pernas e começou a rebolar devagarzinho. Virei ela de frente. Olhou-me com a boca aberta e levemente trêmula de tanto tesão, surrurrando: -ai cunho... que tesão... Pude ver sua boca salivando. Minha rola estava dura, grande e com vontade de comer ela todinha... Quando viu meu pau , ficou de joelhos, segurou ele com as duas mãos e começou uma chupada maravilhosa.
Segurei-a pelo cabelo e a fiz ficar me olhando enquanto chupava o meu pau. Ficamos ali por alguns minutos, mas como eu não queria gozar trouxe ela pra cima e a beijei calorosamente. Fiquei admirando seu corpo lindo iluminado apenas pela luz da rua que entrava pela janela. Comecei a chupar aqueles seios lindos, segurando e alternando entre um e outro com todo o carinho que eles mereciam. Desci ate sua buceta e comecei a chupar ferozmente aquela xana gostosa. Chupei com gosto até ela começar a se contorcer e a gemer baixinho. Ela segurou no minha cabeça com tanta força que vi que ela estava se controlando para não gritar loucamente. Na empolgação, enfiei o polegar no seu cuzinho e continuei chupando a xana loucamente.
Nessa hora o tesão foi tão grande que ela não agüentou e soltou um grito alto. Foi um milagre não ter acordado ninguém dentro de casa. Com o grito parei de chupar a buceta e levantei a cabeça. Ela não tava nem aí com o grito. Olhou pra mim e falou: oh cunho, come!!! Não agüento mais. Quero senti esse caralho gostoso dentro de mim agora!!! Coloquei ela de quatro, a peguei pelo cabelo, puxei a cabeça dela pra trás e comecei a falar um monte de baixaria no seu ouvido enquanto enfiava devagar, ela gemia pedindo mais... colocava cada pedacinho como fiz com sua irmã na primeira vez. Louca de tesão passou a rebolar cada vez mais rápido. Arrebitava bem a bunda pra trás fazendo movimentos mais frenéticos e foi quando chegou ao primeiro orgasmo, era tudo maravilhoso. Tirei de repente, Eu coloquei as duas mãos na bunda dela e meti de uma vez só na buceta. Ela enlouqueceu... passeia manter o ritmo com uma mão na bunda e a outra puxando os cabelos numa pegada bem forte. Tirei o pau novamente e não coloquei mais. Passei a lamber sua nuca, seu ombro, desci sobre suas costas da cabeça até a entradinha da bundinha e depois voltava pra sua nuca. Fiz isso várias vezes, ela estava louca e pediu: "Mete cunho, para com essa pirraça!!!" Ela não sabia, mas naquele pedido não era na boceta que eu queria, mesmo assim coloquei a rola de novo. Rebolava feito uma louca e eu ficava xigando ela de minha putinha, dizendo que agora ela seria minha eterna amante, que comeria ela sempre que ela quisesse..., o que só fazia deixa-la mais exitada e rebolar cada vez mais rápido. De repente senti seu corpo estremecer todo num gozo tão forte que suas pernas bambearam e eu tive que segura-la pra não cair do sofá. Ficamos quietos por uns minutos só sentido o seu prazer... Tirei meu pau bem devagar e a virei de frente. Ela me olhava ofegante e com aquela cara de mulher satisfeita que não sabia o que era gozar desse jeito.
Como eu não tinha gozado ainda, levantei ela e coloquei-a deitada de frente pra mim. Fiquei admirando por um instante aquele corpo nu e passando a mão desde o pescoço, passando pelos seios e barriguinha lisinha toda coberta de suor.
Abri bem as pernas dela, deixando-a toda arregaçada, puxei-a bem pra perto de mim, com as pernas em cima dos meus ombros. Ela tomou um susto quando passei saliva na cabeça da rola coloquei a na portinha do seu cuzinho. Ela abriu a boca como se fosse gritar, mas apenas ficou quieta. Enfiei mais um pouco e entrou metade. O pau completamente duro já estava enterrado em seu rabinho até a metade. Ela começou a suar. Comecei a me movimentar e num instante o pau entrou por completo, sobrando de fora só as minhas bolas. Agora eu estava extasiado com a enrabada. O pau entrou por completo naquela bundinha. Vi que ela ia falar alguma coisa, do tipo que no cú ela não queria, que nunca tinha feito aquilo, que o namorado tentou mas ela nunca deixou... só que não deu tempo. Quando ela pensou em abrir a boca estava dentro. A cabeça passou com certa dificuldade. Ela me olhava arregalada, mas eu a segurei bem firme pelos quadris para não deixar escapar. Esfreguei o polegar na boceta e esperei ela se acostumar com aquela pica enterrada no seu cuzinho apertado. Fiquei massageando seu clitóris com os dedos, como se para ter certeza de que a excitação não a impediria de desistir.
Ela começou a gostar pois não tirava o dedo da sua buceta fazendo movimentos circulares. Ela passou a mexer devagar e quando já estava acostumada, comecei a mexer devagar. Fui aumentando o ritmo e vi que depois de uns minutos sentia o gozo iminente e aumentei o ritmo.
A excitação foi crescendo tão intensamente que o corpo inteiro parecia que ia explodir. Atingimos um estágio tão intenso com a penetração, um tesão tão louco que gozamos quase que ao mesmo tempo. Pra mim foi um gozo louco naquela bundinha quente e apertada. Foi a melhor que comi em toda a minha vida. Pra ela foi a
Soltei meu corpo exausto em cima dela e ficamos ali sem falar nada por uns instantes. Ela me disse que nunca tinha pensado em dar a bundinha e nunca tinha gozado como gozou. O interessante é que nenhum de nós dois ficou constrangido depois de tudo, acho que a combinação de medo e tesão reprimido nos tornou cúmplice. O desagradável e que o sonho acabou justamente neste momento, e ainda sentindo a sensação do orgasmos chamei minha esposa pelo seu nome acordando assustado. Disfarcei sem contar o que tinha sonhado e voltamos a dormi.

 

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19/02/2010 | 26370 visitas

 
 
 
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