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Oral Completo | Acervo de Contos

Oral Completo

Se tratava de um legítimo garanhão. De tamanho, postura, atitude, vigor, energia. Tinha quase 1,90 de altura. Magro. Atlético. Ombros largos. Marcado de músculos nos braços. Pernas grossas, sem exagero. As outras medidas, as mais importantes falarei depois. Eu ainda nem me apresentei mas é que falar dele é o melhor de tudo. Tenho 29 anos, 1,70, magra mas com alguma coisa em casa. Especialmente uma bundinha, bem redonda, durinha das horas que fico na academia, olhos negros, cabelo nos ombros, pele clara. Gosto de sexo. Muito.
Tinha namorado quando aconteceu o que quero relatar. Dois anos e meio de dedicação a ele. Pra encurtar: fui traída. O cara quis ser mais esperto, saiu de um motel onde fora com uma ?amiga? e foi num barzinho. Conhecidos flagaram e me ligaram na hora. Fui ao local. Estavam lá de amassos. Ele com a mão na coxa da outra. Vi, deixei que me vissem, fui embora. Tentei terminar tudo quando ele chegou em casa. Não consegui. Ele apelou. Dei uma nova chance.
Mas veio a vingança. Ocasional. Apenas duas semanas depois da traição. E inesquecível. Fui a uma festa de trabalho e vi o Leonardo, que trabalhava numa filial. Ele estava de terno, camsia sem gravata, sapatos lindos, um charme. Quando saí do banheiro me abordou. Fulminante me disse que tinha enlouquecido ao chegar e me ver naquele vestido vermelho, todo aberto nas laterais deixando minhas pernas a mostra. Aquele elogio foi um afago no meu ego que andava arranhado. Fiquei bamba. Já não estava acostumada a ser elogiada.
Me ofereceu carona. Eu estava de carro. Mas preferi deixar no estacionamento. Arriscando tudo naquele momento. Meu coração batia forte. Era um homem elegante, não falava muito. Atraente. Passava uma segurança impressionante, eu jamais tinha visto. Ocupava um cargo diretivo na nossa filial. Bem apessoado, bem vestido, cheiroso. Me perguntou se eu era casada. Disse que quase isso. Perguntou se eu era feliz e abri um flanco nesta resposta: ?já fui mais?, escapou da minha boca, sinceramente. E esta foi a senha. Minha última frase antes de tudo.
Me beijou ali mesmo. Diminuiu a velocidade, colocou uma mão na minha coxa e veio pra cima. Foi rápido, mas o suficiente para eu cambalear. Estava beijando outro homem, pensei. E gostando. Muito. Ele mudou o trajeto do carro, entrou no estacionamento de um shopping, no último andar, colocou o carro num canto escuro. E veio. Com tudo. Um ataque impressionante. Tinha um cheiro gostoso. Me beijou, lambeu meu pescoço, passou a mão no meu seio. E mudou de comportamento. Passou a ser contundente. Firme. Deixou a elegância de lado, mas não a sensualidade. Dominou todas as ações. TO-DAS. TO-DI-NHAS. E eu amei aquilo.
Ele era impulsivo. Homem mesmo. Meteu a cara no meio dos meus peitos. Me lambeu. Uma mão percorria a abertura de meu vestido. Me bolinava. E ele me beijava. Meu pescoço. Passava a língua na minha orelha. Na nuca. Pousou uma mão no meio das minhas coxas, por dentro do vestido, encostando na minha calcinha. Tremi. ?olha isso aqui?, puxou minha mão para cima da sua calça. Rocei. Senti uma ponta, dura, querendo sair para fora. Enquanto eu me decidia no que fazer ele mandou. ?Pega, bota na mão, vê o que te espera?. Vacilei. ?Então só abre a braguilha?, me ofereceu esta alternativa. Abri. ?Passa a mão na minha cueca?. Passei, a palma da mão, em cima do que eu imaginava ser a cabeça do pau dele, mas ainda por cima da cueca. ?Olha pra cá, olha meu pau?, ele disse. Olhei. ?Vai, te anima, bota na tua mão?. Pensei no meu namorado. Pensei no chifre que levei. Botei a mão por dentro da cueca. Foi bom.

Ele gostou. Arfou. Gemeu. Mas não perdeu o ímpeto de mandar. Senti um negócio robusto na minha mão. Estava quente, parecia quente. ?Bota pra fora, faz ele se soltar?. Eu sabia que se fizesse aquilo já não teria mais volta. ?Faz?. Eu nmão ia fazer. no primeiro momento não. "Faz", repetiu. E fiz. Era enorme. A partir daquele momento entendi porque se tratava de um homem tão diferente. Seguro. Altivo. Decidido. Ele estava estirado no banco, a mão direita na minha bunda, já por dentro do vestido. De repente, empurrou seu banco ainda mais para trás. Sorriu. Ele estava certo que eu não resistiria a lhe dar prazer.
Entendi o que aquilo significava. Eu já segurava seu pau bem no meio. Beijava seu pescoço, mas espichava o olho para admirar. Era grande. Não descomunal. Mas grande. Mais de 20cm com certeza. Acho que uns 22. E grosso, especialmente grosso. Uma cabeça grande, redonda, vermelha. Tentadora, eu confesso. Para mim que estava acostumada a deixar meu namorado fazer mil estripulias na minha boca estar naquela situação era normal. Não fosse ser um homem que eu nunca tinha visto na vida e principalmente por não ser o meu homem. ?Chupa?, ele foi claro. ?Chupa o meu pau?, mandou. ?Chupa meu pau agora. Todo?. Eu não poderia imaginar aquela cena. Eu não iria chupar aquele pau. Rapidamente, decidi que não chuparia. Beijei a boca dele. Iniciei uma punheta. Beijei o pescoço, lambi seu queijo. ?Chupa?. Mas eu já havia decidido que não. ?Vai, chupa, você quer, teu namorado não te trata assim mas eu trato. Chupa. Chegou aqui, ta com o pau na mão, pulsando, chupa?. Eu não queria. OU melhor, não deveria. Estava louca para colocar na boca. Mas sabia que não deveria. ?Vou te bater uma bem gostosa?, escapou da minha boca. Foi quase sem querer, mas era a maneira de me livrar da pressão. E aumentei o ritmo. ?Chupa, tu vai chupar, nós sabemos?, ele interrompeu. ?Tu tem que chupar o pau de um homem de verdade, que manda em ti, te dá ordens. Eu quero teu boquete. A-GO-RA?, decidiu-se. Forcei na punheta. ?Posso te dar muito prazer assim?, tentei seduzi-lo, com voz de safadinha no ouvido dele. ?tu vai me dar muito prazer. Chupa o meu pau?, falou com todas as letras. ?Bota tua cara no meio das pinhas pernas?. Botei.
Abri a boca e fui engolindo aquele negócio. Fui até a metade. Voltei. Desci de novo. Subi, desci, subi desci. Olhei para ele, extasiado. ?Boa menina?, elogiou. ?Você sabe que eu vou gozar no teu rostinho?, me informou apenas. ?Lambe meu saco, minhas bolas?. Lambi. Lambe tudo. Passei a língua onde podia. Engoli uma bola, engoli a outra. Lambi. Voltei a chupar. Fiz boquete com punheta. Senti um dedo dele roçar meu ânus. Eu chupava. Senti o dedo entrar em mim, no meu cuzinho. E estava gostoso aquilo. Eu chupava, afundava a cabeça, e o dedo entrava um pouco mais. Eu tremia. E gostava. ?Quando eu gozar pode engolir, mas também deixa um pouco na carinha. Gosto de ver?, ordenou. É claro que eu não ia deixa-lo se acabar na minha há cara. Seria demais para um primeiro encontro. Continuei a chupar. ?Mais rápido?, ele insistiu. Acelerei. Agora põe a boca nos meus bagos?. Botei. Passa meu saco no teu rosto. Passei. ?Passa meu pau no teu rosto?. Passei. Passei mais ?Chupa só a cabeça do meu pau?. Chupei. Não sei porque mas eu gostava de tudo aquilo. Ele tinha um domínio sobre minhas ações. Incontrolável.

?Bota nos peitos?. NÃO, eu pensei. ?Bota, faz espanhola?. Será que ele gozaria? Seria uma esperança. Fiz. Abracei o pau dele com meus peitos. Subi e desci. Ele se esbaldava, vendo aquilo. Chegava a rir de tanto prazer. Eu fazia o pau dele desaparecer nos meus peitinhos de 250ml de silicone. E quando aparecia eu ainda dava uma linguada de presentinho. ?Isso?, ele aprovava. Foi um bom tempo de espanhola. Gostei. Era um pau grosso, encaixava bem. Naquele momento eu já pensava em como faze-lo gozar sem ser na minha boca. Não queria decepciona-lo, mas tinha de ser de outro modo. ?Chupa agora pra me fazer gozar?, determinou.
Chupei. ?Ah, gostosa, putinha, gosta de mamar num pau duro é? Toma, safada, engole meu pau, me boqueteia todo?. Encarei como elogios ?vai, chupa, chupa, chupa, chupa?, ele já estava arfando. ?eu quero garganta profunda?, ele pediu. Não fiz. ?Não entendeu, to mandando fazer garganta profunda. Afunda tua boca até os pentelhos?. "Nossa. Que educação", pensei. E Fiz. Afundei minha boca. Até onde pude. Meu nariz quase encostando na barriga dele. E ele ainda empurrou minha cabeça pra baixo. ?GOSTOSA, GOSTOSA, GOSTOSA?, ele repetiu. Pensei que fosse ser ali mesmo. Mas não. Ele segurou. Não sei como. Fosse meu namorado já tinha gozado há horas, aliás, como gostava de se acabar na minha boca aquele filho da p...que me traiu!

?Eu quero gozar. Gozar todo na tua boca?, disse. Segui batendo punheta e olhando a ponta da cabeça. ?chupa, engole?. E eu na punheta. ?Chupa, engole meu pau?. Segui masturbando. Estava chegando. Senti que ele estava se entregando todo. Segundos me separavam do clímax. ?Pede o meu esperma?, mandou. ?Diz que tu quer a minha porra?, ordenou. ?Pede a minha acabada no teu rosto, eu quero que tu peça para eu gozar na tua cara. Pede?. Pedi. Supliquei, aliás. ?Goza Léo, goza na minha cara. Me lambuza, solta teu esperma, quero ver se tem porrinha aqui, tira ela do teu saco e atira na minha cara. Goza pra valer, vem, vem, vem?. ?Então engole. Engoli ?Eu to me acabando na tua cara?.

E se acabou mesmo, pra valer. ?Ah, putinha, há putinha...chupa tudo?. O pau de um uma última inchada, a cabeça cresceu. E explodiu. ?toma, toma, tomaaaaa? Veio um jato no céu da minha boca, farto, grosso, com muito leite. Tirei de dentro da boca e encostei nos meus lábios. Punhetei com força. Mais um jato que bateu no meu lábio e se depositou na minha face. ?Puta que pariu?, ele desabafou. E outra ejaculada que me fez um bigode, com boa parte me invadindo a boca e ficando nos meus dentes frontais. Punhetei mais. E aí veio o grand finale. Um risco de porra cobriu meu rosto, da testa ao queixo, se espalhou pela minha cara, algo impressionante. Ele pediu que eu continuasse a masturba-lo lentamente. Encostei a cabeça do pau na minha face e segui a ordem. E ainda pingaram gotas de esperma, já sem a mesma consistência, ralinha. Meu macho quase desmaiou. Foi uma acabada impressionante. ?me mostra o que tem na tua boca?, continuava a dar ordes. ?abre?. Abri. ?Engole?. Engoli. ?massageia o resto pela tua cara. Faz?. Fiz. ?pronto, podemos ir pra tua casa pra tu beijar teu namoradinho corno, chifrudo?. E fui. Deixou que me limpasse, é claro. Mas fui, cheirando aquela porra que também chegara ao meu cabelo. Terminei meu namoro naquela noite, embora vez que outra eu ainda não resista a uma boa transa com meu ex. Quanto ao Leozinho, descobri que era casado. E, sempre que vem a cidade não resisto a levar ordens, pau na boca, pau na buceta e até meu anelzinho ele já experimentou. Samira.

 

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20/01/2010 | 26195 visitas

 

Comentários

  • andre postou em 16/07/2012

    oi adorei seu conto ...adoro sexo oral gostaria de manter contato com vc gata .....andremattos@yahoo.com

  • Samira L. postou em 23/12/2010

    Ricardo: estou disposta a te adicionar. mas só vai rolar se vc me garantir graaaaaaaaande quantidade nas acabadas. negócio ralinho, fininho, com pouca quantidade não vem que não tem menino. gosto mesmo de cabeça grande e muita força na gozada. coisa que eu possa me lambuzar toda e espalhar pelo rosto. hoje, além dos boquetes, já estou especializada no anal. com carinho, com jeito, mas anal intenso, forte. sammy.

  • sabrina postou em 17/02/2010

    quero sex

  • Ricardo postou em 17/02/2010

    Adoro sexo oral,vem engolir meu pau,vou te encher de leite.Me add vou te mostrar meu pau na webcam e bater uma p vc.. ricardoonline01@hotmail.com



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