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Mulata tipo exportação | Fantasias | Acervo de Contos

Mulata tipo exportação

Ganhei um sorteio na radio e o brinde foi um convite para um camarote na Marques de Sapucaí (passarela do samba, RJ), quando cheguei ao local fiquei boquiaberto com tanta beleza, tinha gente famosa e muita mulher bonita, mas quem realmente estava chamando a atenção eram as mulatas que com suas fantasias emplumadas, cheias de pedras e brilho roubavam a cena.

Reparei que as mulatas só se aproximavam dos gringos porque quando tentei falar com uma delas, ela sorriu e me deixou plantado, então resolvi desenferrujar o meu portunhol e comecei a me misturar com os gringos e logo me apareceu uma bela mulata que ficou sambando na minha frente e assim como os demais gringos eu aproveitei para passar a mão boba no rabo daquela gostosa. Lá pelas três da manha, começou uma leve orgia no camarote, mais que logo fora contida pelos seguranças, fomos convidados a nos retirar e na saída é que eu fui ver que a minha mentira ia começar a desmoronar quando a bela mulata perguntou aonde era que eu estava hospedado. Rapidamente prossegui com a mentira dizendo que eu tinha vindo para passar férias no nordeste e que só passaria dois dias no carnaval do rio, havia acabado de chegar e que ainda não tinha me hospedado no rio e minhas coisas estavam em Salvador.

A bela mulata me levou para o seu pequeno apartamento que era próximo dali, no bairro da Tijuca, quando chegamos lá eu já estava mais intimo da Adriana, aquela bela mulata de quase 1,80m e que de salto alto parecia ter 2,00m, ela tinha os lábios carnudos, peitos grandes iguais dois melões maduros, cintura fina, quadris largos, coxas grosas e um bumbum grande e durinho, ela estava usando apenas um sobretudo por cima do minúsculo biquíni de pedrinhas verdes, subimos as escadas no maior amasso, nos atracamos no corredor e por fim entramos em seu apartamento, seu sobretudo caiu próximo a porta e o sutiã ficou pendurado nas costa do sofá pequeno, lhe empurrei para o sofá maior e me deitei sobre ela, nos beijamos lascivamente e então eu comecei a descer beijando o seu pescoço, depois os seus peitos, sua barriguinha sarada, por cima da sua calcinha, a parte interna das suas coxas, seus joelinhos, aproveitei para remover aquelas enormes sandálias dos seus pezinhos e comecei a subir ate chegar na sua bucetinha, joguei sua calcinha para o lado e cai de língua naquele grelinho suado, ela facilitou levantando o quadril para que eu pudesse retirar a sua calcinha, assim eu podia enfiar a minha língua toda naquela bucetinha, mais logo ela começou a forçar a minha cabeça para trás e me prender com as suas longas pernas e nessa luta eu sai vitorioso. Seu gosto ficou mais forte e a bela mulata havia acabado de gozar na minha boca, agora, ela me puxava pelos cabelos enfiando a minha cara na sua bucetinha, me asfixiando enquanto me chamava de gringo filho da puta e me mandava enfiar a língua no seu grelinho, levantei já tarado e sem roupas e cai de vara em cima dela, sua bucetinha molhada parecia querer chupar meu pau imediatamente para o seu interior, minha piroca ficava apontando na portinha da sua bucetinha mais ela não me deixava entrar. Ela se curvou e pegou sua bolsinha em cima da mesinha e tirou uma caixinha de preservativos e me perguntou, vamos colocar. Quando fiquei em pé, antes de colocar o preservativo ela caiu de boca, me dando aquele trato, fiquei louco aponto de quase explodir dentro daquela boquinha, mais ela usou sua língua para tapar o canal e segurar o meu gozo, se saiu alguma coisa foi muito pouquinho porque eu ainda estava de pau duro doido para meter naquela mulata, ela colocou o preservativo devagarzinho, cheia de sensualidade, pensei ate que eu ia encher o preservativo sem se quer penetrar aquela bela mulata depois cai de vara naquela xoxotinha apertada e comecei a socar, estava muito excitado e sentia meu pau latejando de vontade de gozar quando senti suas unhas grandes e finas dilacerando as minhas costas em quanto ela gemia, urrava e dizia, vai gringo filho da puta fode a minha xoxotinha fode filho da puta. Isso retardou a minha ejaculação e aumentou a fúria das minhas estocadas. (shoc, shoc, shoc, shoc) era o barulho das minhas enterradas em quanto ela gozava e a sua bucetinha liberava o ar da pressão que eu lhe dava. Adriana já havia gozado, então agora era a minha vez e dês de lá do camarote que eu estava de olho naquele bumbumzão, já havia me imaginado penetrando aquele delicioso cuzinho e achava que já estava na hora de ariscar, puxei ela para beirada do sofá e comecei a pincelar o seu cuzinho, ela, pois a sua mão na minha barriga e me segurou com as pernas para que eu não a penetra-se, relaxou e começou a fazer movimento circulares com o seu quadril, enquanto ela rebolava a minha piroca entrava vagarosamente no seu cuzinho a pressão de suas pernas suavizou e eu comecei a fazer o vai e vem, o tapete estava esfolando o meu joelho e eu a coloquei de quatro no sofá, ela ajoelhou no tapete deitando o ventre sobre o sofá enquanto as suas mãos abriam bem a bunda para me receber, acocorado atrás dela eu usava uma das mãos para me equilibrar enquanto a outra guiava a minha piroca para o seu cuzinho, dava algumas socadas e tirava para dar uma olhada naquele belo cuzinho e quando eu tirava ela arregaçava bem a bunda para me mostrava o seu cuzinho todo aberto, pelo tamanho eu acho que dava para encaixar uma moeda de real. Na quarta ou quinta vez em que eu tirei para olhar seu cuzinho arrombado ao recolocar ela empurrou o seu bumbumzão de encontro a minha piroca, eu me desequilibrei e acabei caindo no tapete com ela sentada no meu colo, ela rodou sentada, sem desencaixar e ficou virada para mim colocou as suas mãos no meu peito e começou a cavalgar, sem o controle da situação sentia que ia acabar gozando a qualquer momento, então decidi abraçar a mulata para quebrar o ritmo. Com aqueles peitões macios colados aos meus podia sentir o palpitar do seu coração acelerado, mais engano meu se achava que iria segurar aquela mulata quietinha, mesmo abraçadinha comigo ela continuou a remexer aquele bumbumzão e ai não deu mais para segurar ele latejou forte jorrando um rio de esperma, ficamos um tempo abraçadinhos ate a minha piroca parar de pulsar e ai foi a vez dela começar a apertar o seu anelzinho, seu cuzinho comprimia a base da minha piroca fazendo com que a cabeça incha-se dentro do seu cuzinho, montada ela começou a cavalgar e como ainda não estava bem rígida, a minha piroca dobrava querendo sair, ela jogou seu corpo para trás e continuou a socar o seu cuzinho na minha piroca sempre ajudando com a mão para ela não sair e assim que ela ficou bem rígida foi à minha vez de começar a socar o cuzinho da mulata, deitei a mulata de lado no tapete e me enfiei entre as suas pernas apontei minha piroca e fui empurrando no seu cuzinho, novamente ela me xingava de gringo filho da puta e mandava eu comer o seu cuzinho, obediente, eu dava cada pirocada com força e ela pedia mais, pressionava o ventre incomodada com a fúria das minhas socadas e mesmo assim pedia mais, goza no meu cuzinho seu gringo filho da puta, minha piroca estava pegando fogo naquele cuzinho apertado e ai não deu para segurar gozei pela segunda vez e a porra começou a vazar no preservativo que transbordou com o conteúdo das duas gozadas. Depois desta gozada minha piroca murchou quase instantaneamente e foi expulsa pela força que a Adriana fazia, a piroca saiu deixando o preservativo pendurado no cuzinho da mulata, com dois dedinhos ela puxou o preservativo e o atirou para longe, com uma cara de safada ela lambeu os dedinhos sujos de porra, elogiou o sabor dizendo que nunca havia tomado leite espanhol e eu disse que ela teria que esperar um pouquinho para ter essa oportunidade, ela balançou a cabeça em negativa e veio de gatinho para cima, pois minha piroca murcha e toda melada na boca e começou a chupar, masturbava um pouquinho e enfiava tudo na boca novamente, passava a língua entorno da cabeçinha e sugava com tanta força que eu sentia a cabeça inchando na sua garganta, ela sabia muito bem o que estava fazendo porque a minha piroca não chegou a ficar dura direito, mas liberou o leitinho que ela tanto ansiava, sim eu gozei novamente e que gozada, que boca maravilhosa a Adriana tinha. Apaguei exausto no tapete abraçadinho aquela mulata tipo exportação ela jogou sua coxa grosa sobre as minhas pernas e deitou a sua cabeça no meu peito, passado uns quarenta minutos mais ou menos que pareceram horas eu acordei refeito com ela vigiando o meu sono, ela estava com o sobretudo, sentada no sofá pequeno, com a aparência seria e perguntou porque eu menti para ela e quando eu fiz cara de quem não estava entendendo ela jogou minha carteira na minha direção, logo saquei que ela tinha visto meus documentos e que eu não era espanhol como eu tinha dito, e foi assim que eu faturei e perdi uma linda mulata estilo exportação

 

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