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Morando com o pergido | Fantasias | Acervo de Contos

Morando com o pergido

Olá, meu nome é Eduardo, e sou natural de Salvador/BA. Há dois meses vim morar em Maceió a trabalho. Cheguei sem conhecer ninguém, então antes de alugar um apartamento, resolvi passar uns meses em um pensionato. Assim que cheguei, a primeira coisa que reparei foi em uma garota que estava na sala enquanto a dona do pensionato me apresentava a casa. Uma morena, um pouco mais baixa que eu, deve ter seus 1,70m, cabelos pretos e lisos, parecendo uma índia. Corpo bonito, olhos grandes, boca carnuda, peitos pequenos, enfim, uma índiazinha muito gostosa. Estava vestida com um short jeans, camiseta branca, cabelos presos e sentada no sofá fazendo suas unhas. Raissa é o seu nome. Fui apresentado à todos e parti para meu quarto. Nos primeiros dias apenas olhava para a Raissa, desejava comer aquela índia mas me contive, afinal, eram apenas meus primeiros dias. Um dia enquanto jantavamos, puxamos um papo e ela começou a abrir sua vida, dizia que quando era mais nova aprontava bastante, vivia em festa, bebia muito. Imaginei que ela também devia dar muito. Um dia a vi saindo a tarde, muito bem arrumada e com uma bolsa grande. Usava um batom roxo que me fez suspeitar sobre suas atividades laborais. Outro dia, também no jantar, conversávamos na sala. Falei que estranhei o fato de haver tantas garotas de programa na orla à noite na cidade. Ela então começou a se entregar, dizendo que conhecia praticamente todas essas "donzelas" da noite. Eu precisava beber com ela. Isso aconteceu no dia seguinte, uma sexta-feira, chovia bastante em Maceió. Comprei algumas latinhas de cerveja, ofereci e ela aceitou de pronto. Ficamos assistindo a novela e tomando cerveja, conversando sobre coisas da vida. Ela já morou na Espanha. Tudo se encaixava, tinha praticamente certeza que ela era garota de programa. Logo comigo, que nunca tinha tido esta experiência em toda a minha vida. Já passava a novela Gabriela, quando o tema começou a ficar mais caliente. Ela vestia um short de pano estampado bem folgadinho, com uma camisola blusão, de botão. Em um certo momento fui beber água, fiquei em pé ao seu lado fingindo estar vendo tv, porém conseguia ver seu mamilo pela abertura da camisola. Nesta hora já comecei a me excitar. Todos no pensionato já estavam dormindo, apenas nós dois na sala tomando cerveja e vendo tv, conversando. Nessa hora, já havíamos tomado cerveja o suficiente para não termos mais pudor. Comecei a perguntar de onde ela conhecia as "meninas" que trabalhavam à noite na praia. Perguntei também o que ela tinha ido fazer na Espanha. Foi então que ela disse que já trabalhou com isso. Nesta hora meu coração começou a bater mais forte, não sei explicar o motivo. Ela pegou seu notebook e começou a me mostrar várias fotos, inclusive pelada, das suas peripércias pelo mundo. Fiquei perguntando como era essa vida, o que a fazia trabalhar vendendo seu corpo. Ela disse que faz porque gosta. Neste momento meu pau já estava latejando. Perguntei se em toda foda ela sente prazer, ela respondeu que não. Perguntei a quanto tempo ela não tinha uma foda prazeroza, e ela respondeu que havia algumas semanas. Me falou que adora assistir filmes pornos, principalmente porno lésbico. Admitiu que se masturba diariamente, que não dorme sem a do dia. Perguntei se ela usava brinquedinhos, ela respondeu que adora. Foi aí que lembrei de algo: minha namorada me pediu para trazer comigo alguns brinquedinhos que temos (bolinhas, calcinhas, lubrificantes, óleos), e lembrei de umas bolinhas tailandesas que estavam comigo. Por incrível que pareça, ela nunca havia experimentado as bolinhas!!! Não pensei duas vezes, fui buscar e entreguei nas mãos da Raissa. Nessa hora, pude perceber que ela também já estava excitada, ela mexia nas bolinhas com uma cara de safada, mordendo os lábios. Sugeri que nós tentassemos brincar, falei pra ela que ensinaria. Peguei as bolinhas e levei na direção das suas coxas. Ela ria, me mandando parar com uma cara de safada, dizia que eu estava mexendo com fogo. Minha caceta já não aguentava mais martelar meu short, cheguei perto dela com as mãos entre suas coxas, forçando para tocar na sua buceta, senti sua respiração ofegante. Quando cheguei na bichinha, comecei a passar a bolinha sobre seu clitoris, ela começou a gemer baixinho. Coloquei minha mão por dentro da sua camisola e comecei a apalpar seus seios. Ela começou a gemer gostoso, coloquei sua mão sobre meu pau, pra ela já sentir o drama. Estávamos no sofá da sala, ao lado do quarto da dona do pensionato. Já era mais de meia noite, chovia bastante mas o sofá pegava fogo. Abri suas pernas e fui para o chão, na frente do sofá, para ter uma visão mais privilegiada e poder brincar melhor com aquele grelhinho. Coloquei a calcinha pro lado e fiquei brincando com a bolinha sobre seu clitoris. Sua bucetinha ja estava toda molhadinha, o melzinho já escorria. Ela começou a gemer mais forte, mandei ela gemer mais baixo. Quando enfiei a primeira bolinha ela puxou meu braço com força, deu uma gemida mais forte e já virava os olhos. Enfiei a primeira bolinha e ficava puxando o cordão bem devagarzinho e enquanto isso meu polegar massageava seu clitoris, que já estava durinho. Eu imaginei que se ela já estava naquele ponto com a primeira bolinha, ela gozaria pelo menos antes de chegar a quinta e última. Continuei a puxar a cordinha quando de repente peguei a segunda bolinha e comecei a enfiar naquela buceta molhada e gostosa. Fui enfiando bem devagar, e nesse ponto ela já se contorcia no sofá. Estava de olhos fechados, curtindo muito aquele momento. Naquele programa ela não estava ganhando dinheiro, estava ganhando apenas prazer. Quando enfiei a terceira bolinha, ela colocou sua mão sobre meu polegar, que massageava seu clitoris e começou a se masturbar com vontade. Mandou eu colocar a quarta bolinha. Fui colocando devagarzinho e ela simplesmente gozou na minha mão! Pude ver seu corpo estremecer, ela puxou meu braço com força e sua respiração estava muito ofegante. Ela estava gemendo mais alto, mas a essa altura a gente nem se importava mais. Depois dela gozar, enfiei a ultima bolinha, sua lubrificação era impressionante. Fiquei puxando a cordinha bem devagar, fazendo movimentos circulares e fui tirando as bolinhas bem devagar. A cada bolinha que eu tirava, ela me apertava no braço e no ombro. Quando tirei a última bolinha ela me sentou no sofá, abriu meu short e começou a chupar bem gostoso. Chupava muito gostoso, como uma verdadeira profissional. Ela chupava e ao mesmo tempo se masturbava, gemendo baixinho novamente. Eu não conseguia nem olhar, se ficasse olhando ia gozar. Assim que ela terminou de se lambuzar, fui ao meu quarto buscar uma camisinha, e ela levantou do sofá e foi pra cozinha. Cheguei na cozinha cheio de tesão e ela pegou a camisinha, apertou o bico com os labios e desenrolou sobre meu pau com a mão. A levantei, coloquei ela de costas pra mim, encostada na parede e ela já baixou o short e a calcinha e empinou aquela bunda gostosa. Seria ali mesmo, na cozinha e em pé. Me abaixei um pouco e rapidamente minha rola deslizou adentro daquela buceta molhadinha. Tenho que admitir: foi a buceta mais quente que eu já havia experimentado! Parecia que ia derreter a camisinha de tão quente que era aquilo. Puxei seus cabelos e comecei a bombar. Ela estava empinadinha, com os pés juntos, na ponta dos pés e gemendo gostoso. Cada bombada era uma gemida. Comecei a bombar mais rápido, já estava doido para gozar. Ela começou a gemer mais alto, e tapei sua boca com minha mão e continuei bombando. Me abaixei um pouco mais e encaixamos melhor. Ela começou a se masturbar enquanto eu bombava até que não aguentei e larguei meu gozo dentro dela. Rapidamente tirei meu pau de dentro, e ela se virou de frente pra mim, segurou meu pau e começou a apertar e puxar em sua direção, como se estivesse me masturbando, mas bem devagar. Rapidamente ela levantou sua roupa, pegou um copo e abriu a geladeira para beber água. Ficou na frente da geladeira um pouco para se refrescar enquanto eu tirava a camisinha. Perguntei se ela tinha gostado das bolinhas e ela começou a rir, disse que eram bolinhas safadinhas. Perguntei se ela queria tomar um banho comigo, ela disse que era melhor não, mandou eu tomar banho e ir pro meu quarto. No fim perguntei se ela gostou, ela disse que foi muito gostoso, mas reclamou que eu não a beijei. Disse que não estava ali fazendo um programa, que ela estava me dando porque queria me experimentar. Disse que na próxima eu deveria beijá-la. Saí do banho e ainda achei que ela poderia estar no meu quarto, mas ela já estava no seu quarto com a porta fechada. Passei a noite ainda pensando naquela loucura, como aquela morena é gostosa. Se tiver próxima, certamente irei beijá-la, é o mínimo que posso fazer para retribuir todo aquele serviço.

 

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