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Escrava do pirata | Fantasias | Acervo de Contos

Escrava do pirata

Em tempos remotos onde os piratas dominavam o mar do mediterraneo, Dulce Alexander e Christopher Wring eram os maiores piratas e também rivais de que já se tinha ouvido falar. Até que Dulce caiu numa emboscada, ela foi traída por um de seus companheiros, e agora se encontrava no mercado de escravos, sendo vendida como uma mercadoria. Seus punhos haviam sido amarrados com uma corda rudimentar que elevava seus braços até um tronco. Sua blusa de linho branca estava aberta para deixar a mostra os seios fartos, mas não chegava aparecer os mamilos rosados. Tentava desviar o olhar daquela plateia, feita por homens rudes com olhares famintos sobre ela e as outras mulheres que se encontravam na mesma situação. Estava se sentindo exposta, humilhada, mas ainda acreditava que alguém pudesse resgata-la. Dulce estava completamente absorta em seus proprios pensamentos ate que ouviu uma voz mais do que familiar. - Dou-lhe 3 moedas de ouro por esta puta. O leiloeiro abriu um grande sorriso e deixou a mostra a gengiva banguela. - Ela é toda sua. Não pode ser, pensou Dulce, aquilo sem duvida seria seu pior pesadelo, preferia ser possuída por qualquer um, menos Christopher, ele não. Fazia muito tempo que desejava mata-lo. Foi entao eu ele dirigiu o seu olhar pra mim, seu olhar percorreu toda extensao do meu corpo, como numa promessa do que estava por mim, foi entao que ele disse - Vamos minha escrava, temos muito o que fazer essa noite. O leiloeiro soltou o grande nó que a prendia e deu a corda pra Christopher, ele caminhava a passos largos e eu o seguia. Andamos por volta de 15 minutos, chegamos numa casa grande de aparencia rustica. Assim que entramos notei que o interior da casa era bem mais luxuoso do que a faixada. Uma criada veio nos receber, vi Christopher dando ordens a ela. Seu norme era Mercedez, ela me conduziu ao meu quarto. Nessa noite eu tomei banho, jantei e nao vi mais Christopher. Me deitei, estava com um frio na espinha, a espera dele, mas ele nao apareceu. No dia seguinte acordei por volta do meio dia, um espanto para alguém como eu, que despertava antes mesmo do sol se por. E ele não apareceu por uma semana. Não sabia o que pensar, provavelmente tinha mais escravas do que podia dar conta. As tardes eram longas e monotonas. Foi entao que eu passei a vasculhar o quarto, que era o unico lugar que eu tinha livre acesso. Comecei com o reque, abri gaveta por gaveta, passei os olhos por diversas fotos, cheirei perfurmes mas não me atrevi a usar nenhum, ate que um objeto de forma silindrico me chamou atenção, devia ter uns 20 cm. - Oh um consolo! Mais pra que Christopher possui um desses? Resolvi não me aprofundar nessa questão. Havia algo mais interessante a se fazer. Primeiro me desfiz da minha camisola, que era a única peça que me permitiam usar, me acomodei na cama que era extensa e muito confortavel. Comecei acariciando meus seios, que eram muito fartos por sinal, os mamilos rosados, atalpei diversas vezes meus próprios seios, logo veio a imagem de Christopher na minha mente, bufei afastando esse pensamento da minha mente, para não estragar a diversao. Meus mamilos já estavam duros, desci minha mão lentamente até meu ponto mais intimo, dei um leve suspiro, fazia tempo que ninguém me acariava dessa forma. Me acariciava de leve, apenas curtindo aquela sensação, foi entao que eu passei a brincar com o grelinho, o beliscava, dava tapinhas, o esfregava como louca. Já conseguia ouvir meus próprios gemidos, em menos de dois minutos naquela bricandeira vi que estava toda molhada, não queria alcançar o gozo sem meter aquele belo consolo na minha xaninha. Respirei fundo e o atolei, era um sensação alucinante, comecei um vai e vem lento, que logo se tornou frenético, o metia ate o talo. Podia sentir as contrações tomando conta de mim, gemia tao alto, mal conseguia me conter. Foi entao que um barulho estrondoso tomou conta do quarto, e vi Christopher furioso. - MAIS QUE PORRA É ESSA? O QUE PENSA QUE ESTAS FAZENDO? Não conseguia responder, podia sentir todo meu sangue se concentrar no meu rosto e minhas bochechas arderem de vergonha. Christopher veio até mim em passos largos, e tirou o consolo de dentro de mim. Soltei um gemido de leve, que não passou despercebido por ele, que me olhou feio. Ele caminhou na direção do armario, tirou de lá uma mordaça, cordas e um lubrificante. - Queria brincar? Quero ver se vai gostar da minha bricandeira agora. Estava morrendo de medo, mas nunca iria demonstrar minha fraqueza a Christopher. Ele veio até mim, amarrou minhas mãos nas minhas costas, me virou de bruços, me colocando no colo dele. Fiquei numa posição humilhante, com a cara afundada no colchão, no colo de Christopher e com a bunda arebitada, e as pernas cruzadas. Ele podia ver toda extensão da minha bunda e provavelmente da minha xaninha que respingava mel. - Voê foi uma menina má. BLAF. um tapa na bunda, BLAF, BLAF, BLAF e mais outros sucederam, eu já estava com lágrimas nos olhos. Tomei coragem e disse - Não! Pare de me castigar, você me deixou aqui sozinha, pensei que não me quisesse. - Como pode ser tão tola? Mesmo a odiando, sabendo que era uma vadia mal comida, porque convenhamos Pablo nunca me pareceu bom o bastante e bom, você acaba de me provar o mesmo. Ele não te satisfazia coração? - Eu não vou responder isso! Dulce praticamente gritou. BLAF. - Ai! Faça o que quiser comigo, só acabe logo com isso. - Agora eu estou gostado, disse Christopher que logo em seguida soltou uma gargalhada. - Eu minha cara, vou deflorar-te de todas as formas, vou comer o seu cu, sua xaninha, vou-te chupar toda. Mas antes você vai sofrer um pouquinho. Foi então que Chris passou a acariciar minha bunda com levesa, Sentia suas mãos asperas percorrerem meu corpo. Logo ele dedilhava meu anus, senti algo gelado, provavelmente o lubrificante o medo me atingiu. Era virgem de anus e pretendia continuar sendo. - Christopher não! - Cale a boca cadela, e seja uma boa puta. Ele continuou seu trabalho, dedilhando meu cu, ate que eu passei a rebolar incoscientemente, me assustei comigo mesma, dessa vez não disse nada. Deixei as maos experientes dele me dominar. Senti Christopher bricando com a minha xaninha, passava um dedo de leve e tirava. Ate que ele deslizou todo o dedo profundamente em meu sexo; Ele impurrando seus dedo na minha impotente e molhada xaninha, hora invertia pro meu cu. Foi entao que senti aquela lingua quente e abrasiva me deflorando como se fosse um pau. continua.........?

 

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