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Encoxada | Exibicionismo | Acervo de Contos

Encoxada

Final do dia, todos se aboletavam na estação aguardando o trem sair, a composição já estava lotada quando os alto falantes anunciaram que por problemas mecânico aquele trem não seguiria viagem e foi um corre, corre para entrar na composição seguinte que ficou super lotada em segundos. Após avançar três estações este trem também avariou uns trinta minutos depois quando o outro trem chegou, não foi respeitado o vagão de uso exclusivo para mulheres e só quem conseguiu usar a força seguiu viagem. Fiquei espremido atrás de uma mulher sem ter aonde me segurar e ela já tinha me socado o cotovelo umas quatro vezes, sussurrei ao seu ouvido um pedido de desculpas que parece não ter surtido muito efeito porque logo depois ela fez questão de se virar e sabe-se lá como ela conseguiu e ficou me encarando, fiz o possível para desviar o olhar e não confrontar a mulher que parecia muito invocada mas, sem nos segurar, o balanço da composição nos atirava um contra o outro. Passada algumas estações parece que enfim ela caiu em si de que eu não estava de abuso, começamos a conversar mas com o trem lotado ou gritávamos para poder ser escutados ou tínhamos que aproximar os nossos rostos e com o balanço e essa aproximação acabou saindo um selinho involuntário. Nos olhamos durante algum tempo e novamente trocamos um selinho, o primeiro tinha sido acidental mas o segundo ela fez intencional. O trem seguia a sua viagem enquanto nos beijávamos e como ninguém podia ver nada porque estávamos espremidos comecei a alisar seu corpo, ela fez o mesmo e no meio daquele tumulto, ela levantou o seu vestido, pós o meu cacete entre suas pernas.

Ficamos abraçados naquele balanceio nos beijando depois ela comprimiu seu rosto contra meu peito e me abraçou forte quando ela aliviou o seu abraço sussurrou em meu ouvido que havia gozado. O trem ainda estava cheio mas com o passar das estações já não tinha mais o porque de ainda estarmos agarrados e alguns passageiros já começavam a prestar a atenção em nosso movimento. Não tinha como eu mexer mais rápido e naquele balanceio de coxinha eu não conseguia gozar, desta vez ela mordeu de leve o meu peito para sufocar um gritinho e depois que gozou, pediu para parar. As portas do trem abriram em alguma estação, mas pessoas desceram deixando de certa forma transitável dentro do vagão, comentei que não daria para guardar o meu cacete sem que os outros passageiros visse, ela aninhou a sua cabeça no meu peito se ocultando de vergonha e gemia baixinho, novamente ela me mordeu, desta vez com mais força, eu sentia suas carnes tremendo, ela me apertava como se quisesse conter o orgasmo que estava para vir mais foi inevitável, senti quando seu liquido quente escorreu de perna abaixo molhando o meu cacete, eu fiquei tão excitado quando ela gozou, que gozei de tesão, eu continuava ereto e cheio de vontade de meter e ela sussurrava baixinho que assim eu ia acabar matando ela.

Com o passar das estações já não tínhamos mais o que esconder, havia lugares vagos, um punhado de gente aqui outro ali e todos que estavam próximos de nos sabiam e comentavam entre si o que estávamos fazendo, faltava uma estação para o termino da viagem, coloquei ela de quatro no banco e joguei a sua calcinha para o lado, agarrei na sua cintura e meti sem pena naquela xaninha, com uma das mãos ela tentava conter o balanço dos seus peitos e a sua outra mão ela mordia enquanto gemia. Foram aproximadamente uns dez minutos socando rápido e sem parar, o tempo que a composição levou da penúltima para a ultima estação, gozei antes que as portas se abrissem, nos recompomos e ficamos sentados aguardando o trem regressar porque tanto eu como ela já tínhamos passado do nosso destino.      

 

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