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Caiu na rede é peixe | Exibicionismo | Acervo de Contos

Caiu na rede é peixe

Depois de uma bela manhã ensolarada começou a se formar nuvens escuras ao entardecer anunciando a tempestade que estava por vir. Aos poucos as famílias foram se retirando ate que a praia ficou praticamente deserta restando apenas duas amigas que se abrigaram na copa de uma arvore para fugir do vento e da chuva fina que começava a cair, não demorou muito para que a tormenta desce-se de uma só vez transformando o dia em noite, levou um pouco mais de vinte minutos como já era de se esperar de uma chuva de verão e novamente o sol se abriu como se não tivesse acontecido nada. Eu que também não havia ido embora porque precisava guardar o meu material de pesca, me abriguei em uma outra arvore e na escuridão daquela tormenta só me restava olhar para as duas amigas uma branca gordinha que usava um biquíni que mal cabia nela e a outra era uma preta magrinha e dona de uma bunda perfeita ou para a direção oposta dos ventos na esperança de que não demora-se muito para o vendaval passar. 

  Assim que o sol voltou timidamente a brilhar, pois já se aproximava das cinco da tarde, as duas amigas iniciaram uma seção de fotos, uma delas se deitou nas pedras fazendo pose enquanto a outra clicava e em seguida trocavam de lugar para que a outra também pudesse ser fotografada, reparei quando a magrinha desamarrou a parte de cima do biquíni e ficou olhando na minha direção, mas eu continuei enrolando o meu material de pesca como se não tivesse vendo nada, segura de que eu não estava olhando, ela criou coragem e botou os peitos para fora para que a sua amiga a fotografa-se, na foto seguinte ela desceu o biquíni rapidamente ate os joelhos e tornou a vestir. A gordinha protestou que ela havia sido muito rápida e que não tinha conseguido capturar uma boa imagem e meia indecisa com a minha presença ela relutava em tornar a abaixar o biquíni. 

  Eu já havia acabado de enrolar o meu material de pesca e só faltava puxar o barco para a areia quando me veio a idéia de oferecer para elas o meu barco como locação para as fotos, a principio senti um certo receio das duas, mas quando expliquei que dentro do barco elas ficariam mais abrigadas para tirarem as suas fotos mais sensuais, a gordinha pareceu favorável a idéia só que a magrinha travou, enquanto decidiam se iriam ou não fazer as fotos no meu barco eu percebi que as duas queriam tirar as fotos mais que uma só iria fazer se a outra fizesse primeiro e então para resolver o impasse eu sugeri que as duas fizesse ao mesmo tempo e que eu tiraria as fotos para elas. 

   Entramos no barco e eu afastei um pouquinho da praia buscando um resquício de sol quase as seis da noite que sobrepujava a montanha, eu comecei a clicar enquanto elas ainda se entre olhavam indecisas sobre qual das duas se despiria primeiro, sugeri que se deitassem sobre a rede de pesca para que a borda do barco protegesse a visão da nudez delas, mas a gordinha logo disse que aquela hora e naquela distancia ninguém iria ver nada. Elas começaram a fazer as suas poses ainda de biquíni logo a ousadia foi aflorando e os peitinhos foram aparecendo, as duas se abraçaram colando os mamilos uma na outra, depois começaram a dar selinhos e por fim quando se deitaram sobre a rede de pesca, a magrinha começou a mamar o peito da outra. Eu já estava completamente desorientado, de cacete duro e sem qualquer ângulo para bater uma boa foto, tudo o que eu via era a linda bunda da magrinha porque é difícil achar uma pretinha que não tenha um bundão, mamando os peito da outra e parte da xoxota rosada da gordinha, porque a magrinha estava enfiando a mão dentro do biquíni da gordinha, não demorou para que a magrinha fosse descendo com beijinhos no ventre da gordinha, ela tentou tirar o biquíni da gordinha mas ela segurou resistindo, então ela só colocou de lado deixando a sua xoxota rosada completamente exposta e começou a lamber. A luz do fleche já se fazia necessária porque a penumbra havia caído ao anoitecer e a pesar de ainda esta com uma boa visibilidade não era uma noite de lua. Elas trocaram de posição e a gordinha que estava por baixo, tirou o biquíni da magrinha e começou a lamber a xoxota dela, depois se virou de frente para mim e sentou com a sua xoxota rosada na cara da magrinha e me chamou. Quando me aproximei ela já foi logo botando o meu cacete para fora e abocanhou, chupou, chupou com a única intenção de deixar ele bem babado depois sem dizer nada arregaçou a xoxota da magrinha como um convite, eu me agachei, pincelei o cacete na entrada da xoxota dela e meti enquanto beijava a gordinha na boca. Entre um e outro gemido a magrinha parecia estar ficando sufocada com o gozo da gordinha que não parava de rebolar a xoxota na sua cara, ela empurrou a gordinha que saiu se jogando em cima de mim de modos que eu acabei ficando deitado no chão do barco, ela montou no meu cacete e ate que para uma gordinha ela se mexia muito bem, mas a delicia daquela posição era poder meter com a gordinha enquanto a magrinha lambia as minhas bolas e o rabo da gordinha, ela se enfiou entre as minhas pernas e hora eu sentia ela acompanhar com a língua no meu cacete o sobe e desce da gordinha e quando não estava sentindo a sua língua, sentia as unhas da gordinha me apertando, o que me levava a crer já que ela continuava entre as minhas pernas, que ela estava lambendo o anelzinho da gordinha. Sem o domínio da relação eu sentia que o meu gozo se aproximava e é claro que eu estava afim de meter mais um pouquinho naquela xoxota apertada da magrinha e logo tratei de sair daquela posição, mas o barco era pequeno para que nos ficássemos passando uns pelos outros sem o risco de virar e então a gordinha virou de quatro e a magrinha ficou por cima dela, deitada sobre as suas costas e literalmente eu tive as duas me servindo ao mesmo tempo. Meti o meu cacete na xoxota da magrinha e soquei ate sentir que ia gozar, depois tirei, abaixei um pouquinho e voltei a meter na xoxota rosada da gordinha, essa quebra no troca, troca de xoxota foi prolongando o meu ritmo e enquanto eu estava metendo numa a outra ficava se masturbando esperando eu retornar. Quando troquei de xoxota pela terceira ou quarta vez, a magrinha saiu rapidamente das costas da gordinha, deu uma cusparada no anelzinho dela e enfiou um dedinho, logo em seguida fazendo o vai e vem ela forçou passagem para mais um dedinho e depois guiou o meu cacete para o rabo da amiga, aquele rabinho era gostoso e parecia ser virgem, era tão apertado quanto a xoxota da magrinha, a gordinha parecia gemer de dor e eu fui empurrando cada vez mais ate que enterrei tudo, ela xingava muitos palavrões mandava eu gozar logo mais continuava de quatro e com o rabo empinado para receber o meu cacete no seu anelzinho. O prazer de meter naquele rabinho era tanto que eu não consegui segurar mais e acabei gozando no rabo da gordinha, a cada pulsada que o meu cacete dava expelindo a porra a gordinha me xingava dizendo para que eu goza-se mais, só que eu já havia gozado tudo mais ainda continuava pulsando o meu cacete no rabinho dela cheio de tesão, a magrinha que ficou assistindo a tudo com a cara quase colada no rabo da amiga, só esperou eu relaxar um pouquinho para sacar o meu cacete do rabo da gordinha e depois espremeu, espremeu ate ver a ultima gotinha de porra brotar na pontinha do meu cacete e então chupou dizendo que queria mais e em seguida enfiou a sua língua no rabo da gordinha que estava forçando a saída da minha porra do seu rabinho. 

   Depois que a magrinha lambeu a minha porra que escorria do rabo da gordinha eu pensei que já havíamos terminado e que era a hora de nos voltarmos para a praia, só que a gordinha virou para a amiga e falou que agora era a vez dela, eu fiquei meio sem entender com o que ela queria dizer com a vez dela, mas logo a magrinha insinuou que eu já estava flácido e que não agüentaria dar outra, e então a gordinha protestando me perguntou se eu também não queria meter no rabinho da amiga dela, é claro que a escuridão não as deixavam ver o brilho dos meus olhos porque desde de lá da praia que eu não tirava os olhos do rabo daquela magrinha, como toda pretinha a genética a fez com curvas perfeitas salientando ainda mais a sua bunda lisinha e quando ela ficou de quatro lambendo a xoxota da gordinha me deixou completamente excitado e doido para meter naquele rabinho. Na hora respondi para gordinha que seria um prazer e que se ela me desse uma outra chupada daquela o meu cacete subiria na hora, a gordinha não perdeu tempo e veio em minha direção se segurando pela borda do barco e caiu de boca no meu cacete que ainda estava em meia bomba, logo ela o deixou bem rígido e sem desculpas para a sua amiga fugir, a magrinha se acomodou sobre a rede e arqueou as pernas dizendo para que eu fica-se quieto e deixa-se o resto com ela. Depois ela segurou no meu cacete e o apontou no seu anelzinho, começou a rebolar o quadril e conforme ela ia rebolando o meu cacete ia lhe invadindo o rabinho pouco a pouco, novamente a gordinha protestava dizendo que estava escuro e que naquela posição ela não via nada, e veio por cima da magrinha e lhe socou os dedos na xoxota para se certificar de que eu estava metendo no rabinho da preta. A magrinha disse para a amiga ter calma que ela iria trocar de posição assim que o seu rabinho se acostuma-se com o meu cacete e foi exatamente o que ela fez, ela mandou que eu me deita-se na rede, virou-se de costas para mim e abaixou, acocorada novamente ela segurou no meu cacete e o conduziu para o seu anelzinho e foi se sentando suavemente ate enterrar todo o meu cacete no seu rabinho depois jogou o seu corpo para trás e começou a remexer com vontade a sua bunda, o meu cacete entrava e saia numa velocidade daquele rabinho que ate parecia que eu estava metendo numa xoxota, depois de algum tempo naquela posição a magrinha xingou um palavrão reclamando que eu não gozava e a gordinha veio dar umas lambidinhas na xoxota da magrinha para lhe estimular a continuar o único problema foi que quando ela diminuiu a intensidade da metida acabou prolongando o meu tempo de ereção e então eu pedi para trocar de posição porque se eu não mete-se com vontade eu ia demorar para conseguir gozar outra vez. A magrinha ficou de quatro e eu apontei o meu cacete no anelzinho dela e antes mesmo de eu pensar em meter ela já havia socado o seu rabinho no meu cacete, agarrado na cintura daquela pretinha eu socava com vontade vendo a sua bunda tremular e ela respondia empurrando o seu corpo contra o meu. Eu já estava quase gozando quando a magrinha fugiu dizendo que não agüentava mais tomar no rabo, eu ainda tentei lhe puxar de volta pela cintura mas ela se jogou para frente virando o corpo de lado e como eu realmente já estava quase gozando, acabei terminando o serviço na mão e dando um banho de porra na magrinha, mas quem se deliciou mesmo com esse banho, foi a gordinha que começou a lamber a minha porra espalhada pelo corpo da amiga e depois as duas ficaram se beijando, trocando de boca em boca os restos da minha porra enquanto eu conduzia o barco de volta para a areia. 

   Enquanto eu ainda puxava o meu barco para fora da água elas se despediram sem deixar os seus nomes, telefones ou uma das fotos, a única coisa que me deixaram foram essas doces lembranças, porque depois desse dia eu nunca mas as vi. 

 

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