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Amantes loucos | Exibicionismo | Acervo de Contos

Amantes loucos

       Era um sábado à noite quando meu amante me ligou, branco, cabelos negros, alguns fios grisalhos, barba por fazer, costas largas, pau delicioso, 23 anos mais velho que eu, (41, quem quiser faça as contas) me perguntou o que estava fazendo, falei que estava em casa, me preparando pra dormir, me respondeu dizendo, sai na porta, estou aqui de esperando, mas vem de sainha, quero te comer aqui no carro, obedeci, fui usando uma calcinha do time dele, flamengo, que tinha ganhado um jogo no dia, começamos a nos pegar na porta da minha casa, pedi pra sairmos de lá, porque era muito perigoso, fomos pra uma praça próxima, sentei no colo dele e comecei a cavalgar, saímos de lá, e fomos pra uma avenida que pensamos ser parada naquele horário, muito pelo contrário, totalmente agitada, nem ligamos, a vontade era tanta, que platéia foi a melhor coisa para nós.

Tirou-me do carro colocou de costas pra ele, encostada no capo, começou a chupar o meu cuzinho, logo um carro parou atrás de nós ligou o farol alto, e começou a nos assistir, e assim foi com várias motos e carros que sempre passavam bem devagar pra ver o que estava acontecendo, estava muito escuro, não tinham como nos reconhecerem, na verdade, não nos preocupamos com isso, só queríamos satisfazer aquele desejo louco, a adrenalina me fez ter orgasmos múltiplos, com as pernas bambas. Resolvemos aumentar mais o risco, próximo á avenida tem uma quadra, praça, brinquedos... Enfim um lugar de lazer, fui sem calcinha, e ele com o pau trincando até a praça, com postes acesos, na praça não havia ninguém pelo horário, mas continuávamos chamando á atenção dos motoristas pervertidos, loucos pra estarem no nosso lugar.

Continuou metendo deliciosamente na minha xoxotinha ensopada de tanto gozar, até que ele anunciou o orgasmos e fiz mais uma vez, junto com ele.

Voltamos para o carro, ele perguntou se eu queria ir pra casa, disse que não, pra mim a noite só estava começando, pedi para me levar em casa, só para tomar um banho e me trocar, e ele iria fazer o mesmo. Logo após fomos a um restaurante, fingimos não nos conhecer, sentamos em mesas diferentes, ele pediu um vinho, e pediu ao garçom que levasse pra mim, e também um bilhete, o garçom o fez, falei á ele que agradecesse ao simpático homem... O bilhete era um convite descarado me propondo transar na adega do restaurante, que era permitida a entrada para os cliente conhecerem, assim fizemos, ele pagou ao garçom pra nos deixar á sós, abri a calça dele, comecei a fazer um oral, ele me levantou começou a me tocar, novamente de saia, começou a enfiar o dedo na minha xoxota que já estava pulsando pra ter o pau dele novamente em mim, não aguentava mais de vontade, implorei pra ele colocar o pau dele, assim o fez, começou a me meter, devagarzinho, bem quietinhos pra ninguém perceber o que estava acontecendo, falei pra ele que não queria continuar ali, queria ficar á sós com ele em um lugar que eu pudesse gritar, e dizer o quanto aquele pau me enche de tesão. Fomos embora, direto pra um motel, passava da meia noite, e eu não queria parar de trepar com aquele homem, fizemos um amor selvagem, com tapas por todo o corpo... gozamos, tomamos banho e dormimos ali mesmo, no dia seguinte, acordei primeiro, chamei um taxi, fui embora antes que me visse, deixando apenas um bilhete junto com a minha calcinha, que dizia: Lava pra mim? P.S está com o nosso cheiro.

 

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