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O ultimo desejo | Diversos | Acervo de Contos

O ultimo desejo

Inicialmente eu iria ajudar na sua recuperação, meu avô não andava muito bem de saúde e eu fui passar alguns dias na sua casa ate ele conseguir retornar a sua vida normal. Nos primeiros dias ainda muito debilitado eu lhe dava banho no leito e ate então eu não via nada de mais em limpar as suas partes intimas, mas após algumas semanas eu percebi que o meu avô ficava um pouco incomodado quando eu lhe tocava e tentando conversar com ele para lhe acamar, ele me disse que eu me parecia muito com a minha avó isso lhe trazia muitas lembranças e a saudades fazia ele se lembrar da sua mocidade, do tempo em que ele tinha muito vigor para amar a minha avó por horas. Pedi que ele me conta-se algumas dessas historias, como eles se conheceram, como se apaixonaram e como viveram felizes, fiquei encantada com aquelas historias de amor eterno, aquelas juras para toda vida e na manhã do dia seguinte quando eu comecei a lhe dar o banho, não me espantei em ver que o meu avô tinha ficado com o pinto duro porque sabia que ele estava se lembrando da minha avó, o único problema é que ficar alisando o seu pinto duro me deixou muito excitada, passamos o dia nos entreolhando e quando eu fui lhe dar o banho da tarde, simplesmente aconteceu.

Quando eu vi aquele pinto duro pela segunda vez acabei me demorando mais do que o normal naquele banho e em quanto eu o acariciava meu avô me chamou pelo nome da minha avó, levando a sua mão na minha bunda. Eu já estava tão excitada e fiquei toda arrepiada com a sua mão me tocando que nem me dei conta quando eu me despi e subi nua em cima do meu avô, segurei o seu pinto duro e o guiei ate a minha xaninha, meu avô escorregava gostoso no meu interior me chamando pelo nome da minha avó, toda aquela paixão dele por ela me deixava mais excitada e me fazia rebolar cada vez mais rápido fazendo com que o meu avô gaza-se na minha xaninha e mesmo depois que o seu pinto me babou toda e amoleceu eu continuei rebolando em cima do seu pinto mole ate conseguir gozar também, quando finalmente gozei fiquei abraçada no colo do meu avô que dormiu tranqüilo com um sorriso nos lábios de felicidade.

Pela manhã, o sorriso continuava nos lábios do meu avô mas, com certeza não era pela felicidade de ter tido a sua ultima noite de prazer, mais porque finalmente ele tinha ido se encontrar com o seu verdadeiro amor, a minha avó.

 

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