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Na moita com a Mulata | Diversos | Acervo de Contos

Na moita com a Mulata

Me chamo Pedro (nome fictício) e vou contar uma de minhas aventuras sexuais que aconteceu mais ou menos há uns 03 anos atrás. Aconteceu quando voltava da faculdade para a casa, eram umas 23:30, estava uma noite linda, céu estrelado, lua cheia reluzente.

Sempre pegava o ônibus das 23:50, e sempre ia vazio, e nesse dia não foi diferente, o ônibus vazio, mas acabei encontrando uma amiga e fomos sentados juntos conversando. Ela era demais, se destacava por sua beleza negra, cabelo canicalon até a cintura, olhos negros, boca lapidada como uma pedra preciosa, um corpo de tirar o folego, tinha uma bunda redonda, os seios firmes e só de pensar na xaninha dela eu ficava louco, devia ser maravilhosa.

Durante o trajeto do busão, fomos conversando sobre diversas coisas, vários assuntos surgiram, uma conversa muito agradável. Ela morava uma rua para baixo de onde moro, e assim fomos conversando até o ponto final que era o nosso destino.

Chegando ao final do trajeto fomos nos despedir, e para a minha surpresa ganhei um beijo no cantinho da boca, não chegou a ser nenhum selinho, mas foi o suficiente para animar o ambiente.

Eu como não sou nada bobo, peguei ela pela cintura e a trouxe para junto de mim, ficamos bem próximos, com os olhares retilineos um para o outro, e derepente rolou o primeiro beijo, e foi um beijo maravilhoso demorado cheio de tesão envolvido, percebia que pelo beijo ela estava muito afim de ir além do beijo, pois sua respiração era ofegante por prazer.

Ficamos ali sentados no ponto final por uma meia hora, apenas nos beijando e nos acariciando de forma controlada, pois ali havia algumas pessoas para pegar o último ônibus e todos conhecidos da região.

Assim que essas pessoas embarcaram, o fogo começou a aflorar, começamos a nos beijar e acariciar com mais intensidade, a coisa estava ficando muito boa.

Resolvemos então ir além dos beijinhos, queriamos mais, nosso fogo falava mais alto, o desejo tomava conta de nossos corpos, o calor aumentava e não podiamos mais nos controlar, foi nesse fogo que caminhamos em direção a uma rua deserta não existe casas nessa rua apenas muita mato.

Assim que chegamos nesse lugar, a coisa começa melhorar.

Ela me olhando com seu olhar perverso se abaixa, abre o zíper da minha calça, coloca o meninão que já estava a ponto de bala para fora e começa a fazer um boquete maravilhoso, um oral molhado, cheio de truques.

Ficou com ele na boca por um bom tempo se deliciando e me fazendo delirar atrás da moita. Comecei então a mamar seus peitinhos que eram deliciosos, e desci minha mão até sua xoxotinha, que estava toda molhadinha cheia de tesão para dar.

Foi então que a coloquei sentada em uma rocha que havia no local, e cai de boca naquela xoxotinha deliciosa, ela era perfeita, toda depiladinha, molhadinha, chupei até ela delirar de prazer, gemia muito de prazer.

Depois que trocamos caricias oral, debrucei ela sobre a rocha, que me permitiu uma visão maravilhosa do seu traseiro,arranquei a calcinha dela que até rasgou, e com o meninão a ponto de bala, comecei a engatar naquela xota molhada.

Que delirio, muito gostosa, ela gemia e mandava eu ir com mais força, fui estocando do jeito que ela me pedia, meti gostoso naquela xotinha.

Não aguentando bombar do jeito que ela pedia, tirei o meninão de dentro dela, e comecei a punhetar com ela me olhando, até que explodi, gozei naquele rostinho maravilhoso, ela cheia de tesão começou a mamar novamente até não deixar nenhum vestigio da minha porra.

Acabando o ato atrás da moita, nos arrumamos e voltamos ao ponto, ficamos conversando um pouco, e combinamos no dia seguinte em repetir tudo o que fizemos, mas ela disse:

- Vou querer mais, vou querer ter meu cuzinho possuido por seu meninão!

No dia seguinte nos encontramos no mesmo ônibus e no mesmo horário, e fomos nós lá para a moita.

Outra noite maravilhos, e dessa vez com direito a anal e tudo o que tem direito, ali virou o nosso motel a céu aberto ficamos nessa por mais quase duas semanas nos encontrando no ônibus e indo para a moita.

Muito sacanagem rolava ali entre nós, mas depois não nos encontramos mais, pois ela começou a namorar e mudou de lá da área, mas as lembranças ainda permanecem e aquela moita continua lá esperando por outras aventuras.

Se alguém tiver interesse em conhecer a moita, ou o meninão, deixe o contato.

 

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