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Minhas Garotas | Diversos | Acervo de Contos

Minhas Garotas

Eu sempre vivi às custas das mulheres. Comecei com a minha. Ela ocupa um bom cargo num grande banco, ganha muito bem, e eu de vez em quando, trabalho como corretor. Trabalho bem pouco na verdade, porque a vida é muito boa para que nós a desperdicemos com trabalho. Prefiro gastar minhas energias de outra forma mais divertida. Minha mulher é muito bonita, e quando a conheci, ela estava noiva, com data marcada para casar. Eu comecei a cantá-la e não dei trégua. No inicio ela demonstrava uma cera irritação, e me deu várias cortadas, até meio deselegantes. Depois começou a levar na brincadeira e no final, se divertia mesmo. Por fim um dia, que depois ela acabou confessando, o noivo deu uma tremenda mancada, e ela aceitou jantar comigo. Pedi dinheiro emprestado a uma outra namorada que tinha na época, porque para variar eu estava totalmente duro, e a levei ao melhor restaurante que eu conhecia. O restaurante na verdade não era grande coisa, porque eu nunca fui de freqüentar bons lugares, mas era o máximo que eu conhecia. Nunca tive dinheiro para essas coisas. Sempre fui mais de freqüentar bares com sinuca e banheiros imundos e de sair com as mulheres que freqüentam esses lugares, e que de vez em quando se pegavam por minha causa, do que de restaurantes finos e mulheres cultas. Afinal na cama não tem diferença entre damas e putas. Então porque ficar gastando os tubos, falando difícil, se depois a trepada vai ser igual. Acho até que as vagabundas do boteco, em alguns casos são melhores. Sem frescuras. Às vezes fazem um boquete, agachadas nos corredores úmidos, escuros e cheirando a bolor, nos fundos dos botecos. De vez em quando tiram as calcinhas, levantam a perna e dão pra mim de pé, dentro daqueles banheiros fedidos. Depois lambem e chupam meu pau, pra deixar o lindo bem limpinho, segundo elas. Às vezes perguntam provocativas: não vai querer o cuzinho hoje, querido? Que pena.



Naquele dia, saímos para jantar e ela nunca esteve tão linda, refinada e bem produzida. Dava gosto ver. Ela sabia como se comportar em ambientes finos. É claro que eu tive que ouvi-la falar longamente, sobre seu noivo, e o quanto ele havia pisado na bola. Bebemos um pouco de vinho, e na hora de ir embora eu percebi que ela não estava acostumada com álcool. Levei a gata até seu apartamento e na porta eu a beijei e pedi para entrar para um último gole. Ela disse que não, e que não, e que não, e durante os nãos, eu continuava a beijá-la e apertar seus peitos que estavam sem sutiã. Apenas cobertos parcialmente pelo tecido de um vestido finíssimo. Acabei entrando. Não tomamos o trago. Continuamos a nos beijarmos e na pegação, fomos direto para o quarto dela e quando lá entramos, seus peitos já estavam na minha boca. Tirei seu vestido e encontrei a menor calcinha que já tinha visto, totalmente enfiada na bunda. Pensei comigo: ela até pode saber se comportar como dama, mas uma mulher que veste uma calcinha assim na verdade é uma bela duma puta. E naquela noite eu a tratei como tal. Chupei sua buceta deliciosa e fiz ela chupar meu pau até eu gozar. Gozei na sua boca e segurei sua cabeça com meu pau totalmente atolado em sua boca até ela engolir tudo. Coloquei ela de bruços para comer seu cu. Fiz ela babar bastante no meu pau, e depois segurando suas mãos nas costas, coloquei ela de ladinho e fiquei brincando de achar seu cu na base da tentativa. Sem olhar e sem segurar o pau com a mão. Brincadeira deliciosa. De vez em quando a cabeça encaixava e eu forçava. Ela pulava como uma cabrita e escapava. Até que eu achei que devia parar com a brincadeira. Sem muito esforço, segurei seus pulsos com apenas uma das mãos(ela continuava tentando se soltar), segurei meu pau com a outra mão, encaixei a cabeça entre as nádegas redondas e macias dela e empurrei forte. Sem dó nem piedade. Queria ouvir seus gritos. Senti a resistência gostosa do seu cu virgem ir cedendo, e no entusiasmo, fui abrindo caminho para dentro dela. Ela berrou desesperadamente enquanto meu pau ia afundando lentamente na sua bunda gostosa. Quase gozei só com os gritos dela. Tentou me morder, e então eu tive que usar um pouco de força para dominá-la. Me xingou várias vezes de filho da puta. Xingou tão alto, que acho que os vizinhos, do prédio todo, devem ter ouvido. Ela jurou por tudo que é sagrado que nunca tinha dado o cu, choramingou um pouco e depois se calou. Calou e ficou apenas gemendo baixinho. Me deitei sobre ela e só movimentei pra dentro e pra fora. Ela, que já não gritava, logo depois começou a gemer gostoso. Meti naquele cuzinho gostoso por alguns minutos e gozei. Só parti para comer a buceta, de manhã, após ter dormido um pouco. Ela estava dormindo quando eu comecei a acariciar sua bucetinha. Mesmo dormindo ela começou a reagir. Quando eu comecei a lamber, ela acordou. Colocou as duas mãos na minha cabeça, enfiou os dedos entre meus cabelos, acariciou de leve e dobrando os joelhos, abriu totalmente as pernas. Ela começou a se contorcer e continuou a acariciar meus cabelos e a gemer gostoso. Foram vários minutos de delícia total. Como é gostoso olhar para o rosto dela quando eu a estou chupando. Seu rosto demonstra um monte de emoções: nem todas eu entendo, mas sei que ela adora, teme, se envergonha e depois explode e pede para eu chamá-la de vadia, de puta, de rameira e por fim me puxa beija minha boca e abre totalmente as coxas grossas e macias para me receber. Foi uma trepada de uns quarenta minutos até ela gozar. Depois do gozo ela ficou mais de cinco minutos só beijando meu corpo, minha boca e meu pau, olhando para mim e rindo feliz. Depois confessou:

-é a primeira vez que gozo com um pau. Podemos fazer novamente?

Fizemos. Quando ela saiu para trabalhar, já vestida com um belo terninho, salto altíssimo, cabelo preso(lindíssima) me beijou na boca várias vezes, apertou meu pau com força e me disse: não saia daí até eu voltar. Eu fiquei dormindo, e não saí mais de lá. À noite, ela me encontrou só de roupão, vendo TV. Saltou sobre mim e disse que tinha rompido o noivado. Fomos para a cama.



Ficamos nessa vida durante alguns meses. Eu falava, sem muita convicção, que precisava trabalhar, mas ela dizia que o meu mais importante trabalho era agradá-la. Depois de alguns meses eu comecei a pedir coisas. Eu disse que precisava de um carro para poder fazer melhor, as coisas em casa e ela comprou uma porcaria dum carrinho 1.0 para mim. Pedi para ter conta conjunta com ela, mas ela negou e me deu uma merda de um cartão de credito com um limite de merda. Todo mês eu precisava avisá-la de que meu cartão estava com o limite estourado, para que ela providenciasse grana para cobrir o rombo. Afinal eu precisava de grana porque tinha sempre algum filho da puta me cobrando alguma divida de jogo. A sorte ultimamente andava arisca. Ela nunca reclamou de me dar dinheiro, mas eu TINHA que pedir. Pensei: já que é assim, vou ter que tentar aumentar minha renda. A oportunidade surgiu quando um dia, nossa vizinha me pediu ajuda numa coisa que não me lembro bem o que era e eu fui lá. Não era uma mulher bonita. Meio gordinha, na meia idade, com uma barriguinha que a academia nunca consegui eliminar, mas tinha uma bunda enorme, que desde que vi, tive a certeza que eu ia comer. Muito grande mesmo, e eu sempre adorei bundas grandes. Fiquei encarando a bunda dela o tempo todo e ela percebeu. Fiquei pensando se o marido comia aquela bundona enorme. Fiz o que ela pediu e fomos pra cozinha tomar café, e ela não parou um minuto de reclamar do marido. Eu disse para ela:

-ora deixa disso! Eu moro aqui do lado e estou sempre disponível. Se você precisar de alguma coisa é só me chamar. Você é uma mulher linda, e não deve perder tempo com essas coisinhas e nem se irritar com besteiras. Me chame que eu venho e resolvo ta? Ela riu e disse que eu é que era bonito e jovem e devia ter muitas garotas atrás de mim. Modestamente eu disse que não era nada disso, e que na verdade nunca tive ninguém que realmente gostasse de mim, e que eu era um grande romântico e blá blá blá. Papo vai papo vem, eu sempre elogiando a beleza dela, comecei a segurar seus cabelos com as pontas dos dedos, ajeitar a alça da sua blusa, e com isso tocava muito de leve em sus peitos também enormes, sempre falando como aquele decote estava maravilhoso. Ela ria e falava que eu era um bobo e empurrava minhas mãos que logo voltavam a tocá-la. Acabamos na cama dela. Essa era mais vagaba que a minha mulher. Dizia que era para eu gozar muito porque à noite o marido iria beber minha porra. Ele só chupava. Seu pau brochara há muito tempo. Não sei quanta porra minha ele lambeu durante os meses que eu fiquei com ela. Algum tempo depois ela me disse que nunca se banhou após dar para mim, só para sacanear o corninho. Passei a pedir algum dinheiro emprestado para ela e nunca paguei. O marido recebia por ela, na forma da porra que lambia. Todo mês ela emprestava. Nunca reclamou ou perguntou quando eu devolveria. Afinal alem do jogo eu ajudava uma namorada que vivia de programas e tava sempre numa dureza danada. Ela tinha um filho que insistia em dizer que era meu. Durante a noite eu dormia com minha mulher, e durante o dia eu fazia agrados na vizinha. Um dia sem mais nem menos ela contou tudo para o marido. Ele fez um escândalo e deu uns tapas nela. Ela pegou algumas coisas e disse que iria embora para sempre. Ele se desesperou e implorou de todas as formas para ela não ir. Ela ficou. A partir daí foi o paraíso. Eu passei a freqüentar a cama dela, mesmo quando o marido estava em casa. Foi a condição que ela impôs para ficar. Teve um dia que ela gritou meio alto, que ele foi até o quarto para saber se estava tudo bem. A partir desse dia ele passou a entrar no quarto mesmo quando eu e ela estávamos lá. Passava devagar e calado em direção ao banheiro da suíte. Às vezes ficava ali parado alguns segundos, e depois saía. Nunca dizia nada, mas ela disse para mim que depois que eu ia embora ele sempre queria chupar a buceta dela. Virou um ritual: Eu metia e gozava, e ele lambia.



Passei a pedir dinheiro emprestado para ele também. Minhas despesas estavam ficando cada vez mais altas. Da primeira vez que eu pedi, ele ensaiou uma reação muito indignada, me chamou de gigolô, michê, mas eu o convenci fácil, apenas disse que tinha umas gravações que poderiam cair na internet. Ele nunca mais reclamou. Era rico o calhorda, que diferença ia fazer para ele, algum dinheirinho para eu apostar nos cavalos?



Numa manhã ao entrar no apartamento da vizinha(do qual eu já tinha a chave), dei de cara com uma garota. Cabelos curtinhos, rosto arredondado e um sorriso de derreter um iceberg. Usava um short largo e uma camiseta justinha. Muito justa mesmo e com um decotinho delicioso que delineava um par de peitos novinhos, pequeninos e redondos. Na flor da idade. Era a filha deles, que terminara o ensino médio num colégio no exterior, e viera passar as férias de final de ano na casa dos pais. A mãe veio e nos apresentou dizendo que ela estudara em um colégio de religiosas na Suissa, e que após as férias iria fazer faculdade na Inglaterra. Olhei para ela e pensei: colégio de religiosas não é? Ainda deve estar intacta, se aquelas ?religiosas? depravadas não estouram o cabacinho dela com as suas perversões. Eu teria que descobrir.



Todo dia ao acordar de manhã(10:00 hs.) eu ia direto para meu outro apartamento. A vizinha sempre me esperava com o café na mesa, mas a filha nunca estava. Passava as noites na internet e dormia o dia todo. Depois do café, quase sempre saíamos para compras ou passeios. Aos passeios eu a acompanhava, mas às compras não. Coisa mais chata. Lá pelas 14 horas ela vinha me buscar para almoçarmos e à tarde quase sempre ela me arrastava para a cama. Ela sabia da minha situação com minha esposa e nunca me questionou. Por volta das seis da tarde(quando geralmente a filha acordava) eu ia embora. Tava difícil chegar na garota, mas eu tinha tempo. Ela não conhecia ninguém no país, tinha dificuldade com o idioma(sete anos na Suissa. Desaprendeu boa parte do português).



A mãe da garota sempre dizia que aquela forma de dormir de dia e passar a noite em claro tava errado, mas que a culpa era toda do pai nunca se impôs perante a filha e então deu nisso. Era um pai omisso e fraco.(e marido brocha e corno manso)



Numa tarde eu resolvi visitar o quarto da garota. Entrei e a vi dormindo, com a camisola enrolada na cintura, vestindo uma calcinha pequena. Toda descoberta. Fiquei parado, maravilhado com a beleza daquela bundinha. Dei a volta na cama e vi que os peitinhos também estavam fora da camisola. Camisola de algodão e bastante folgada. Lindinhos os peitinhos dela. Respirava com delicadeza, e isso era o único sinal de que se trava de uma pessoa e não de uma obra de Michelangelo. Sentei-me na beirada da cama e fiquei meio que hipnotizado pela visão daquela garota virginal, linda e inocente, dormindo um sono seguro e calmo. Se sonhava, devia ser com o melhor dos futuros, casada com o filho de algum empresário rico, com viagens, hotéis cinco estrelas e restaurantes finos. Talvez, mas eu vinha sonhando com ela já há algum tempo. Sonhos pornográficos e rudes, onde eu me deitava de costas e ela sentava com cu na ponta do meu pau, enquanto masturbava a própria buceta.



Acariciei seu rosto e ela se moveu. Abriu os olhos e demorou alguns segundos para compreender a situação. Perguntou-me:

-o que você está fazendo aqui?

-vim te acordar, mas você estava tão linda dormindo, que quase não tive coragem.

-há quanto tempo você está aí?

-uma meia hora porque?

Só nesse momento ela pareceu perceber os seios à mostra e então calmamente ajeitou a camisola e disse com a cara amuada sem olhar direto para mim:

-nunca mais entre aqui!

Enfiei dois dedos no decote da camisola e puxei para baixo com força fazendo saltar os dois peitinhos dela para fora. Ela se assustou muito e se encolheu toda, me olhando com os olhos muito abertos. Acariciei seus peitinhos por alguns segundos e depois apertei os bicos com força. Ela abriu a boca e fez uma expressão de dor e eu parei, mas foi o suficiente para ela perceber que eu é que mandava naquele momento. Voltei a acariciar bem devagar e vi os bicos crescerem. Não consegui evitar um sorriso de vitória. Ajeitei a camisola dela e falei:

-vamos querida dorminhoca, se levanta que tá a maior tarde de sol lá fora. Acho que você está desacostumada com o sol. Ponha um bikini bem bonito, que eu te levo à praia. Vamos logo! Vamos!

Estendi a mão e ela segurou para se levantar. Estava meio trêmula, e ainda meio confusa foi em direção ao banheiro. Não falou comigo no restante da tarde e não fomos à praia. Sempre que eu a olhava, percebia que ela desviava o olhar.



Na tarde seguinte, retornei ao quarto dela. Ela dormia e a visão foi anda melhor que a do dia anterior. Sua calcinha, meio fora do lugar, deixava aparecer um tufinho de pelos ralinhos e escuros, bem naturais, e as virilhas totalmente sem pelos. Lisinhas. Minha imaginação voou. Meu pau endureceu no mesmo instante. Abri a braguilha(estou sempre sem cuecas. As mulheres adoram) e deixei meu pau à vontade. Sentei-me na beirada da cama e meu pau ficou com a metade aparecendo. Eu queria que ao acordar ela tivesse essa visão. Toquei com os dedos sua barriga e escorreguei até encontrar seus pelos. Ela resmungou alguma coisa e acordou. Ficou me olhando uns bons segundos e notou meu pau aparecendo. Nada disse, apenas ajeitou a camisola, sentou-se na cama, depois disse:

-vou ter que falar para minha mãe.

Dei de ombros e dise

-então vá logo que ela acabou de chegar.

Me levantei e saí. Ela nada disse para a mãe. No outro dia eu voltei ao seu quarto. A cada dia era um ritual diferente, porem a cada dia eu a achava mais bonita. Puxei a alça da camisola e seu peitinho apareceu em toda sua plenitude. Fiquei observando sua respiração fazer com que ele se movesse suavemente. Me curvei e coloquei a boca aberta sobre ele. Chupei. Ela acordou e me empurrou forte, mas eu continuei chupando. Segurei seus ombros com as mãos e chupei mais forte ainda. Depois lambi bem devagar o biquinho e a soltei. Ela se ajeitou, se cobriu e ficou me encarando com um olhar feroz. Coloquei uma mão sobre suas coxas e avancei em direção à sua buceta. Recebi um baita tapa no rosto, e olhei para ela sem tirar a mão. Ela não disse nada, apenas me encarava de forma arrogante. Pensei comigo: essa tá no papo. Se realmente ela não quisesse, teria feito um escândalo desde o primeiro dia. Já tomei muito tapa de mulher. Toda mulher que me bateu no rosto, eu acabei comendo.

Passei de leve a mão no rostinho lindo dela e depois dei dois tapas. Um de cada lado, porem bem menos forte que o tapa dela que ainda ardia no meu rosto. Minha mão tinha avançado e tocava a calcinha de algodão folgada que ela usava. Enfiei dois dedos por baixo dela e toquei pela primeira vez a pele macia da sua bucetinha, sempre encarando seus olhos. Ela segurou rapidamente minha mão. Não me afastei e coloquei meu dedo indicador para explorar aquela delicia. Estava úmida. Tentei enfia o dedo e ela pulou como uma mola. Eu ri. Puxei sua camisola com tanta força que as alças arrebentaram, os peitinhos ficaram expostos, lindos e firmes. Puxei novamente e desta vez consegui arrancar toda camisola de seu corpinho. Ela ficou apenas com a calcinha. Estava assustada. Peguei seu rosto com as duas mãos e beijei sua boca. No inicio foi um beijo só de lábios, mas depois acabei passando a língua entre eles. No final acabei conseguindo enfiar um pouco a língua dentro da boquinha dela. Eu a soltei e vi seus peitinhos com os bicos rijos e enormes. Levantei-me e saí. Era tarde e minha esposa me enchia o saco, se chegasse em casa e eu não estivesse lá esperando por ela. Fui embora.



Eu estava ficando louco de tesão pela garota. No dia seguinte ao chegar no apartamento dela, encontrei a mãe vestida apenas de camisola e deitada de bruços no sofá. Fingia dormir. Lembrei que já fazia uma semana que eu não comia a coroa. Fiquei olhando o tamanho da bunda dela e pensei comigo que tava na hora de comer aquele bundão enorme. Puxei sua camisola para cima e fiquei acariciando suas nádegas, e de vez em quando tentava enfiar o dedo no cu dela. não dissemos nenhuma palavra. Baixei minha calça e coloquei meu pau na boca dela por uns minutos, enquanto já conseguia colocar um dedo no cu. Estava muito quente. Coloquei bastante saliva nos dedos e enfiei dois. Ela reclamou alguma coisa, mas eu não entendi porque ela tava chupando meu pau de olhos fechados e só saiu um grunhido em forma de resmungo. Depois de alguns minutos alargando o rabo da coroa, eu tirei o pau da boca dela e me encaixei entre suas coxas grossas. Abri bem suas pernas e dobrei uma delas, fazendo a gostosa ficar meio de lado no sofá. Encaixei o pau e fui empurrando o mais devagar que pude. Ela começou a fungar forte, mas não disse nada. Eu também não. Quando senti que a cabeça tinha entrado, parei e fiquei só alisando suas costas e beijando seu pescoço. Depois deixei meu peso fazer o restante. Soltei o corpo e senti meu pau deslizar deliciosamente para dentro do cu dela. Quase desejei que a filha dela acordasse e visse a cena. Fiquei ali comendo aquela bunda enorme, macia e lisa. Tirava o pau totalmente e enfiava novamente e ela soltava um som rouco. Não reclamou uma única vez. Gozei. Fiquei parado dentro dela até me recuperar. Demorou muito. Ela virou o rosto para mim e me beijou longamente, depois sorriu e disse:

-você é o cachorro mais filho da puta que eu já conheci! Não tem nenhum caráter, mas sem dúvida também é o mais gostoso. E alem disso é um sacana e tarado.

Eu a beijei e disse:

-é que você tem a bunda mais gostosa da cidade. Eu não resisti.

Ficamos ali no sofá mais um pouco rindo e conversando, depois fomos para a cama dela.



À tarde daquele mesmo dia voltei a invadir o quarto da garota. Quando eu entrei ela estava sentada na cama com as pernas cruzadas, numa situação que deixava a sua calcinha toda à mostra. Teclava alguma coisa no computador. Quando me viu, fechou o computador e ficou me encarando desafiadoramente. Camisola pelo quadril, pernas descobertas, calcinha exposta à minha apreciação. Sentei-me e tentei pegar o computador, mas ela segurou ele fechado. Insisti, e iniciamos uma luta pela posse dele. Desisti do computador, mas continuei me atracando com ela. Eu só queria continuar pegando nela. Depois de alguns puxões, sua camisola já era. Rasguou em pedaços. Paramos de lutar e eu me deitei sobre ela. Beijei-a. No inicio ela me recusou, mas como eu não desisti, depois de um tempo eu percebi que ela passou a aceitar meu beijo e finalmente passou a sugar minha língua e a abrir a boca para mim. Acariciei sua buceta por sobre a calcinha e senti sua língua invadir minha boca. Puxei sua calcinha com força e arrebentei um dos lados. Coloquei a mão entre as coxas lisas e durinhas dela. um dos dedos percorreu toda bucetinha macia. Me soltei do beijo e desci lambendo todo seu corpo até que minha boca se encaixou entre suas pernas. Senti a vadiazinha se contorcer e soltar um suspiro entrecortado. Alguém já tinha lambido aquela buceta antes. Ela sabia direitinho como facilitar minha tarefa. Lambi toda sua extensão. Beijei ela toda e lambi as virilhas, a barriga, depois desci até a bucetinha novamente. Ela dobrou as pernas e se ofereceu totalmente para mim. Lambi seu cu. Ela gemeu pela primeira vez. Continuei lambendo o cu e a buceta. Percebi que logo ela gozaria. Seu ventre se contraiu forte e ela estremeceu. Gemeu alto e fechou as pernas em torno da minha cabeça. Eu a suguei durante todo seu orgasmo.



Quando ela parou, eu comecei a brincar com seu clitóris. Cada vez que eu lambia, ela tinha uma espécie de contração. Estremecia. Eu estava no paraíso. Tinha feito ela ter um orgasmo, só com a boca.



Deitei-me ao seu lado. Bem encostado nela. Estava suada e com o coração batendo rápido. Passei o braço em torno de seu pescoço e puxei sua cabeça para cima do meu peito. Senti seus seios macios e delicado se apoiarem em mim. Fiquei alisando seu corpinho delicado, e aos poucos puxei uma de suas pernas para cima de mim, numa tentativa de fazer ela ficar montada em mim. Ela reagiu e se afastou. Levantei-me ajeitei minha roupa e fui embora. Sabia que tinha que ir devagar. Ela tinha que se viciar em mim.



No dia seguinte eu fiz varias caricias nela e ela se mantinha quita e calada. Apenas me olhava com aqueles olhos muito negros e redondos. Quando eu a beijei ela fechou os olhos e correspondeu gostoso. Enquanto a beijava abri o zíper da bermuda, tirei meu pau e coloquei na mão dela. Ela me empurrou e ficou meio assustada. Acariciei seu rosto beijei varias vezes seus lábios, assim meio de brincadeira, até que a senti relaxando lentamente. Peguei sua mão e colquei dentro da minha bermuda. Imediatamente eu a senti ficar tensa, intensifiquei no beijo e ela segurou meu pau pela primeira vez. Ficou segurando meio sem ação. Pensei comigo: vou ter que ensinar tudo a essa garota! Que sacrifício eu faço por ela! Coloquei minha mão sobre a dela e fui ensinando ela a me punhetar. Logo depois ela já fazia sozinha e eu gozei na sua mão. Ela parou de me beijar para ver a porra esguichar. Parecia fascinada. Ficou apertando e massageando meu pau até escorrer a ultima gota de porra.



Perguntei se era a primeira vez que ela via um cara gozando e ela finalmente falou comigo meio rindo:

-assim de verdade é a primeira vez. Já tinha visto só em filmes.

-alguma amiguinha já te lambeu? Ou quem sabe uma daquelas professoras?

Ela fechou os pulsos e bateu várias vezes nos meus braços rindo e disse:

-para, seu sem vergonha, ninguém nunca me lambeu não!



Na tarde seguinte, estávamos rolando na cama com ela segurando meu pau como se fosse um troféu conquistado. Fiquei deitado de costas e empurrei sua cabeça em direção ao meu pau. Ela levantou a cabeça e me olhou muda. Suavemente eu peguei sua cabecinha e empurrei de forma segura até sentir seu rosto encostado nele. Fiquei segurando. Depois de vários segundos senti pela primeira vez, seus lábios envolverem a cabeça do meu pau. Quentes e molhados. Bem molhados. Respirei bem fundo e gemi alto. Ela engoliu o que deu com sua boca muito pequena. E chupou. Enquanto eu brincava com os dedos na sua bundinha. Ao sentir que ela punhetava meu pau com a boca eu não resisti e gozei. Quando ela recebeu o primeiro jato na boca, tirou meu pau e os jatos de porra atingiram seu rosto e seus cabelos. Mas ela continuou segurando meu pau. Pensei que ela fosse reclamar, mas ela olhou para mim e riu. Riu de satisfação pelo meu gozo. Fomos juntos para o chuveiro. Eu a lavei e ela a mim, e depois ela ligou para a mãe e disse que nós iríamos tomar sorvete. Saímos no carro dela, e a todo momento ela me olhava e ria.



Ficamos nessa por mais de uma semana. Ela estava feliz, eu não. Toda tarde nós brincávamos até gozarmos. Eu já tava cansado daquelas brincadeirinhas. Queria o cabacinho dela. Queria gozar dentro da bucetinha virgem dela.



Esperei até que um dia que minha esposa avisou que ia viajar na outra semana e então eu preparei o esquema. Não invadi o quarto dela nos últimos quatro dias. Ela passou a me olhar de cara amuada, e tratar a mãe de forma áspera. Só eu sabia o porquê. Tava deixando ela no sufoco propositalmente. No dia que minha esposa viajou, eu fui logo cedo pra casa da vizinha. O marido ainda tava tomando café e eu aproveitei pra pegar uma graninha com ele. Depois peguei a esposa dele pela mão e levei para o quarto. Ela foi comigo, rindo e apertando minha bunda só para o marido ver. Ele nos acompanhou com o olhar, ainda mastigando o pão do café da manhã. Depois do almoço eu sumi. Passei a tarde fora com minha namorada puta. Ela era uma boa companhia. Levamos o garoto para almoçar, e depois fomos até um cassino clandestino jogar um pouco de 21. Quando meu dinheiro acabou, fomos para a casa dela. Por volta da meia noite, eu peguei um dinheiro com ela e fui jogar um pouco de sinuca.



Já de madrugada eu entrei no apartamento. Entrei em silencio e fui direto para o quarto da minha garota. Entrei, e ela dormia com o abajur aceso, que iluminava bem suavemente o quarto. Lembro que pensei que ela era mais linda do que a bela adormecida. Sentei-me na borda da cama, e acariciei seu rosto e cabelos. Ela resmungou qualquer coisa e acordou. Ficou me olhando por vários segundos, e depois saltou no meu pescoço. Beijou-me por uns dois longos e deliciosos minutos. Depois soltou meus lábios e me apertou com o máximo de força que podia. Reclamou que eu não gostava dela, que a tinha abandonado, que eu não prestava(ela estava começando a entender). Enquanto isso, eu tratava de explorar seu corpinho delicioso, liso e durinho, quente e inquieto. Tirei sua camisola. Tirei sua calcinha(ela já estava sem sutiã). Ela tirou minha camisa e me ajudou a tirar a calça(como sempre eu estava sem cueca). Ela sorriu ao ver meu pau. Pegou e colocou na boca. Olhos fechados de prazer. Mas hoje eu queria o cabacinho e não ia deixar por menos. Me deitei sobre ela e com os joelhos, fiz ela abrir as pernas. Sempre beijando-a, fui me colocando entre suas coxas, até encaixar a cabeça do pau na entrada da sua buceta. Senti que a cabeça entrou suave mas encontrou o obstáculo do himem intacto. Ela passou os dois braços em torno do meu pescoço e apertou bem forte, como que antevendo o que ia acontecer. Boca aberta, mordendo meu ombro, eu a senti levantar a pelves e dobrar os joelhos, procurando a melhor forma de receber meu pau. Fui empurrando e tirando bem lentamente, mas firme. Num momento eu pressionei mais forte e mantive a pressão, com meu corpo todo curvado sobre ela. Senti seu hímem se romper, e seus dentes cravaram forte no meu ombro. Procurei sua boca e a beijei. Fiquei quieto, sem empurrar mais nada até ela se recuperar. Olhei seu rosto e vi nele, um sorriso de vitória, então eu fui empurrando bem lentamente meu pau até sentir que tinha enfiado tudo. Senti seus pelinhos macios e ralos, encostarem em mim. Ela agora, era minha. Me movimentei bem suave e ela manteve o abraço apertado em torno do meu pescoço. Depois fui metendo mais forte e logo ela começou a gemer gostoso. Aí eu soquei forte pra valer. Cada vez mais forte e rápido, até que ela começou a estremecer e cruzou sua pernas nas minhas costas. Estava gozando. Soltou uns gemidos bem altos e depois foi gemendo baixinho, de forma entrecortada, obedecendo o ritmo da minhas socadas. Comecei a gozar dentro dela e gritei alto. Depois do gozo, ela ficou vários minutos beijando meu rosto, meu pescoço, meus ombros, braços, e boca. Ficamos abraçados, enquanto eu a olhava, e ela sorria para mim sem me soltar. Fiquei quieto, com o pau dentro dela um tempão. Depois ela me soltou meio contra a vontade, sentou-se na cama ao meu lado, passou os dedos na buceta várias vezes enquanto me olhava e sorria. Depois começou a acariciar meu que estava mole e manchado de esperma meu e líquidos dela. Quando ela sentiu que ele endurecia novamente, me olhou sorrindo, e deitando-se ao meu lado passou sua perna sobre mim. . . . .



all.woodman@yahoo.com

 

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