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Falando com o marido enquanto eu a comia | Acervo de Contos

Falando com o marido enquanto eu a comia

Me separei da minha primeira esposa ha um ano. O fato que eu narro aqui ocorreu uns quatro meses após minha separação.
Meus colegas me chamam de Gomes, então fica assim mesmo. Não citarei meu primeiro nome e nem os das pessoas envolvidas, para evitar constrangimento a alguém, que eventualmente venha a se identificar com as pessoas envolvidas nos fatos aqui narrados. Tenho 33 anos bem vividos e me cuido muito bem, faço ginástica, corro quase diariamente, porque gosto de me sentir em forma, e também saudável.
Após minha separação meus amigos assumiram a função de me inserir novamente na vida social, com o objetivo de me arranjar nova esposa. Eles eram todos casados e não queriam um solteiro no meio, então viviam me convidando para festinhas, churrascos, jantares, etc.
Certo dia, me convidaram para um jogo de truco na casa de um empresário(vou chamá-lo de Jorge) que atuava no fornecimento de produtos voltados para a agricultura. Me disseram que toda semana era reservado um dia para se jogar truco na casa dele. Ele era do interior paulista, tinha aproximadamente 50 anos, e mesmo tendo crescido em família muito pobre e com poucos anos de estudo, acabou ficando rico para os padrões das cidades médias do interior. Então, há uns três anos casou-se com a moça mais bonita da cidade, cuja família teve uma trajetória oposta à dele, ou seja eram bastante ricos quando ela era pequena, acabaram ficando pobres quando ela ficou adulta.
Após o casamento o casal mudou-se para São Paulo, indo residir em uma casa construída na região da Serra da Cantareira. (para quem não conhece, trata-se de uma serra que circunda a parte norte da cidade) A casa é grande e fica no centro de um terreno enorme, parece mais uma chácara.
Na primeira noite que fomos jogar, eu preferi participar pouco, afinal não gosto muito daquele jogo barulhento, onde todo mundo parece meio enlouquecido quando ganha uma rodada. Fiquei mais olhando. Lá pelas tantas a mulher do dono da casa (vou chamar ela de Lucia) veio até a sala de jogos e nos serviu café com biscoitos. Eu fiquei impressionado com a beleza dela. Deve ter uns 28 anos, olhos claros, cabelos pretos muito lisos, cortados na altura dos ombros, com franja aparada na linha das sobrancelhas, e corpo de quem exercita todos os dias mesmo sem precisar disso. E fiquei mais impressionado ainda, pela frieza com que ela nos tratou. Não olhou no rosto de ninguém, não dirigiu a palavra a ninguém. Nos serviu e saiu e não voltou mais. Obviamente não considerava esta turma como pessoas do mesmo nível social que ela.
Jorge tinha mania de perguntar as coisas para a sua mulher sem se levantar da cadeira, gritando em direção à cozinha.
Lucia também respondia de lá, com evidente irritação, como se quisesse dizer: ?se quer falar comigo porque não vem até aqui?? Toda hora era uma coisa diferente que ele gritava para ela. Nem sempre ela respondia. Enfim, um casal vivendo em harmonia.
Na semana seguinte, lá fomos nós novamente jogar truco. Participei da primeira rodada, perdi e saí. Quando Lucia veio com o café, seu marido que já tinha bebido algumas doses de uísque, disse para ela deixar um monte de biscoitos para mim, porque afinal eu estava separado há meio ano (nas palavras dele) e que, desde então não estava comendo bem, e que também ainda não tinha me recuperado do trauma e blá blá blá.... Ele disse isso e riu muito como se tivesse dito alguma coisa muito engraçada. Desta vez ela me ofereceu a bandeja de biscoitos e ficou um tempão me olhando diretamente nos olhos. Comecei a ficar encabulado até que finalmente ela sorriu. Eu percebi seu sorriso mais no olhar do que nos lábios, (que olhos e que boca). Ao sair da sala ela voltou o rosto e olhou rapidamente para mim com o mesmo sorriso e me flagrou admirando meio abobalhado sua linda bunda.
No próximo jogo, eu quis jogar e quis perder logo para poder sair. Eu queria era ver Lucia entrar e nos servir café com biscoitos. Ela demorou mais do que de costume. Enquanto isso o pessoal jogava e atacava o segundo litro de Johnnie Walker Black.
Então ela veio. Estava com uma calça de moleton branca, bem justa o que delineava com precisão milimétrica o seu corpo, e uma blusa clara, de uma malha bem mole, bastante folgada, com aqueles decotes que vão de ombro a ombro, e às vezes escorre ao longo de um dos braços deixando um dos ombros à mostra.
Colocou uma bandeja numa mezinha para os jogadores e outra bandeja numa mesa de centro muito baixa que estava bem na minha frente. Fez isso, sem nenhuma pressa. Ela curvou-se bastante para colocar a bandeja na mesa, e com este movimento a blusa se afastou do corpo dela me oferecendo uma visão completa de seus peitos que estavam sem sutiã. De forma claramente proposital, ficou longos segundos assim, ajeitando as coisas na bandeja, enquanto eu, é claro, não conseguia parar de olhar seus peitos. Finalmente quando eu voltei a olhar em seu rosto, ela tinha um leve um sorriso nos lábios e o olhar fixo nos meus olhos. Ficou assim vários segundos, sem se mover, só olhando minha cara de bobo, obviamente saboreando o efeito que causava em mim a visão que ela me oferecia de seus seios. Agora eu vi realmente um sorriso em sua boca. Aquele tipo de sorriso de vitória. Depois endireitou o corpo, virou-se e saiu andando com um movimento bem sinuoso, e quando saía da sala voltou a me olhar rapidamente(e é claro que me flagrou de novo a olhar sua bunda). Percebi que o sorriso continuava nos lábios dela.
Todo tipo se sentimento me invadiu. Eu não tinha muito tempo para decidir o que fazer, então disse que precisava ir embora. Os jogadores me perguntaram sem desgrudar os olhos das cartas, se eu ia ver alguma garota, e eu disse que talvez, nuca se sabe! O marido de Lucia me disse: se vai encontrar uma garota, não deixe por menos come ela hoje mesmo, e olha que tem que ser ?cabelo barba e bigode?. Tendo dito isso ele começou a rir alto. ?Vê se tira esse atraso!? E riu novamente.
Me despedi e sai. Imediatamente dei a volta em torno da casa e entrei novamente pelos fundos e cheguei até a cozinha. Lucia estava meio deitada numa poltrona de vime longa com um monte de almofadas lendo uma revista, e ouvindo uma musica tipo ?som de elevador?.
Ao me ver entrar Lucia se levantou e veio rapidamente até mim, passou os dois braços em torno do meu pescoço, me beijou e abriu muito a boca para que eu a invadisse com minha língua. Não disse uma única palavra. Ficamos uns segundos nos beijando e eu com as duas mãos embaixo da blusa folgada dela, pegando nos seus peitos e acariciando, às vezes levemente e às vezes bem forte, porque no fundo era difícil me controlar, tanta a vontade de apertar aqueles peitos.
Então sempre me beijando e enrolada no meu pescoço ela deu um impulso e passou as duas pernas em torno da minha cintura. Com isso, eu me desequilibrei e caímos sobre a poltrona de vime, e ao mesmo tempo derrubamos uma cadeira alta da mesa de cozinha, fazendo muito barulho.
Neste momento o marido gritou lá da sala de jogos: Lucinha querida, que barulho foi esse? Ela se soltou da minha boca respirou um pouco para se recuperar e sem se afastar mais do que cinco centímetros do meu rosto, respondeu com voz meio rouca olhando fixamente em meus olhos:
-Foi um cachorro que entrou aqui!
Nesse ponto eu estava dando um jeito no moleton dela e vi que ela estava sem calcinha embaixo do moleton.
O marido gritou lá da sala:
-Bota esse animal para fora!
-Eu vou dar uma coisa para ele comer, depois toco ele para fora daqui!
Ela se recostou nas almofadas e eu entrei entre suas pernas e coloquei a boca sobre sua buceta. O cheiro gostoso me embriagava. Ela estava começando a ficar molhada.
-Precisa de ajuda com o cachorro?
-Não! Desse eu dou conta sozinha!
Eu passava a língua bem devagar para poder aproveitar ao máximo a textura, o sabor e o cheiro pelo maior tempo possível. Num dado momento não resistindo ao meu tesão enfiei a língua na buceta dela tentando ir o mais profundo possível. Ela gemeu alto ahhhhhhh!, e o marido ouviu.
-Lucinha? O cachorro ta comendo?
-Tá começando agora!
Eu aliviei um pouco na enfiada de língua, mas comecei a sugar bem devagar porque queria engolir todo o suco que eu estava conseguindo extrair. Ela pegou minha cabeça, agarrando meus cabelos e enfiou com força entre suas pernas. Eu estava começando a adentrar no paraíso. Ela puxou minha cabeça para cima até à altura de seus peitos para que eu pudesse chupá-los. Novamente um gemido alto. Fiquei esperando o marido perguntar alguma coisa porem só ouvi uma gritaria lá na sala. Alguém estava ganhando alguma coisa e esta muito feliz. Eu vestia uma calça tipo ?cargo?, com elástico na cintura, então foi fácil para ela enfias as mãos e puxar ela de uma só vez até os tornozelos. Em seguida, segurou meu pau juntamente com meu saco, com a duas mãos e apertou muito. Desta vez quem soltou um grunhido alto fui eu.
-Tá tudo bem aí, querida?
-Tudo maravilhoso!!
Lucia afrouxou um pouco a pressão das mãos e eu consegui respirar, mas em seguida ela engoliu quase a metade do meu pau de uma só vez. Quase que eu grito novamente. Ficou segurando tudo e sugando forte. Depois soltou, e subiu sobre mim sentando no meu colo, encaixando meu pau na sua buceta. Respirou fundo me abraçou muito forte e começou a se movimentar ferozmente, emitindo um som de gemido quase que ininterrupto. Eu movimentava pouco devido à minha posição meio sentado nas almofadas da poltrona de vime, mas como ela não parou um segundo acabou por aninhar-se totalmente no meu colo. Eu gozei em silencio. Ela percebeu e parou um instante me olhando fixamente, evidentemente decepcionada. Então eu disse: não para não gata! Isso foi só um ensaio, o verdadeiro show vai começar agora. Ela recomeçou.
Movimentava a bunda sem parar sempre me olhando fixamente nos olhos, sentada no meu colo, enquanto minhas mãos e meus dedos exploravam se corpo, procurando todos os lugares gostosos de brincar.
Parece que ela sentia um prazer especial no perigo, pois em seguida ela gritou para o marido:
-Jorge querido, esses cachorrões grandões demoram muito para se satisfazerem?
-Só quando estão com muita fome.
Lucia havia saído de cima de mim e segurava meu pau que já estava totalmente recuperado. Dava pequenas chupadas na cabeça do meu pau demonstrando um certo sadismo por saber que eu não poderia fazer muito barulho. Notei que às vezes ela até sorria.
-Acho que este aqui está faminto!
Eu fique sobre ela, e a penetrei novamente. Agora foi bem suave.
Somente agora eu conseguira tirar sua blusa e pude olhar seus seios do jeito que queria.
Fui imprimindo um ritmo rápido e ela me acompanhou durante vários minutos até gozarmos quase juntos. Eu acabei um pouco antes, porém ao me sentir gozando, ela disparou junto comigo.
Lucia gemeu muito alto. E o marido perguntou:
-Não tocou o cachorro para fora ainda, querida?
-Ele ainda não está.... totalmente satisfeito!.... Acho..... que vai querer mais!....
-Vou ver esse cachorro. O pessoal ta saindo mesmo!
Ouvi a porta da frente bater. Me assustei, peguei minhas roupas enquanto ela vestia rapidamente as dela. Os passos de Jorge ecoaram pesados pelo corredor curto que separava a cozinha da pequena sala de jogos.
Enquanto colocava a blusa ela olhou para mim e apontou energicamente com o indicador, uma porta que dava para um pequeno quarto de passar roupas e falou com o marido:
-Já foram todos?
-Sim já foram. Cadê o cachorro?
-Terminou de comer agora. ....mas acho que não foi suficiente.... ...com certeza comeria mais.
-Porque você não deu mais para ele?
-Depois eu dou, pode ficar tranqüilo, que eu não vou deixar um animal daquele com fome.
Eu não conseguia nem respirar, tamanho medo. Se aquele caipira me pega ali, com certeza lavava a honra com sangue. O meu!
Lucia ainda ajeitava os cabelos e tentava disfarçar umas manchas de porra nas roupas quando disse para o marido: querido, toma mais um uísque enquanto eu tomo uma ducha rápida. Daqui a pouco eu volto!
Parecia que a qualquer minuto Jorge iria entrar no quarto de passar. Eu nem cheguei a fechar a porta do quartinho. De lá eu conseguia ver uma parte da cozinha, e vi Jorge se servir de uma grande dose de uísque e sentar nas almofadas da poltrona e começar a beber.
Lucia deve ter demorado quase uma hora (exagero meu é claro, é que nestas situações o passar do tempo parece muito lento)
De repente ela abriu a porta, estava vestindo um roupão atoalhado branco. Estendeu a mão e me puxou para fora. Passamos na frente de Jorge que estava roncando como um porco. Eu perguntei: e ele? Ela olhou para ele, deu de ombros e me conduziu para seu quarto.

 

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27/02/2010 | 39839 visitas

 
 
 
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