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enchendo o pote | Diversos | Acervo de Contos

enchendo o pote

 A minha irmã sempre foi teimosa e persuasiva, insistia tanto na sua teoria que acabava provando para todos que estava certa, mesmo quando não estava. Com o tempo essa teimosia só foi piorando e para completar ela colou com uma colega desbocada e que tinham a mesma maneira de pensar, começou a falar muitos palavrões e a sua frase predileta era aquela em que ela daria o seu cu para os cachorros se ela não tivesse certa e como ninguém é o dono da razão é claro que um dia elas iriam se dar mal. 

A turma estava toda reunida, éramos umas nove mulheres comemorando a formatura de uma colega quando se deu o incidente, é claro que todo mundo erra, o problema é ter a consciência desse erro para não continuar errando e como esse não era o caso da minha irmã e nem o da sua colega, elas acabaram teimando erradamente no meio dessa festa e a turma começou a cobrar para que elas dessem o seu cu para o cachorro. Dá, não dá e parecia zoação mas essa insistência da turma com elas rolou a noite toda ate que lá pelas altas horas quando a maioria já estava de porre a sua colega resolveu pagar a aposta. Bêbada, a mulher tirou a calcinha levantou a saia e ficou de quatro no chão perto do cachorro da dona da casa, um animal de médio porte e o chamou, o animal que estava acorrentado se aproximou cheirando o rabo dela e deu algumas linguadas, rodeou de um lado para o outro e tentou montar para o delírio da turma que começou a vibrar com a cena e exigiam que a minha irmã também se posiciona-se de quatro para o cachorro. O animal ate tentou, mas não conseguiu meter no cu da sua colega, ele deu mais algumas linguadas e desistiu, depois ficou lambendo o próprio cacete que havia ficado exposto para fora, então a minha irmã viu que essa era uma boa oportunidade para ela também pagar a aposta, já que ela ira servir o cu para o cachorro e o animal é que não conseguiria comer. Quando ela se posicionou o cachorro logo veio e começou a lamber a buceta da minha irmã, ela tapou a sua boca com as mãos como se quisesse segurar os gemidos de prazer que o animal estava lhe dando e tentou sair mas a turma logo reclamou dizendo que ela tinha que esperar o animal montar e se ele não quisesse ela estaria liberada, só que provavelmente a minha irmã gozou na língua daquele cachorro porque ele não parava de lhe lamber e quando parou, começou a lhe rodear se preparando para montar, montou e assim como fez com a sua colega ele não conseguiu e voltou a lamber a buceta dela, novamente ele voltou a lhe rodear e pela segunda vez o animal montou segurando-se com as patas dianteiras na cintura da minha irmã, o animal se movimentava rápido e desajeitado ficava na pontinha das patas trazeiras tentando a qualquer custo conseguir encaixar e de tanto insistir acabou conseguindo penetrar na buceta da minha irmã, meteu o seu cacete rápido por alguns segundos e logo em seguida desmontou, enquanto a buceta da minha irmã entornava o caldo que o cachorro deixou, ele foi lamber o próprio cacete inchado que ainda pingava os restos do sue prazer. 

 O cachorro dessa colega se tornou o mascote daquela turma e sempre tinha uma colega querendo pegar ele emprestado num final de semana para passear, naquela noite mais quatro das nove mulheres  que estavam na formatura também ficaram de quatro para o cachorro mas assim como ele fez com a colega da minha irmã ele só deu uma lambida nelas e mais nada a única que realmente deu não o cu, mas a buceta para o cachorro foi a safadinha da minha irmã 

 

 

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