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Como fazer o namorado pedir em casamento | Diversos | Acervo de Contos

Como fazer o namorado pedir em casamento

Como fazer um namorado pedir em casamento



Sou baixinha, 1,55m, 35 anos, um pouco acima do peso, coxas roliças, bunda proporcional, cabelos pretos medianos encaracolados contrastando com um rosto tipo oval muito branco e olhos pequenos amendoados profundos. Tenho sorriso largo e fácil. Reconheço que não sou uma mulher muito diferente para chamar a atenção dos homens no primeiro instante, mas meus conhecidos me consideram simpática e atraente.



Tenho duas filhas adolescentes de convívios fracassados e depois de uma briga feia com meu namorado André, resolvi me dar um tempo sem qualquer tipo de relacionamento mais íntimo. Apesar de saber que ele e eu ainda gostávamos muito um do outro, só falávamos pela internet, não tínhamos outro tipo de contato. Estávamos dando uma pausa para refletirmos sobre o futuro e combinamos que tanto ele quanto eu tivéssemos nossas liberdades.



O tempo ia passando rapidamente e já fazia alguns meses que eu não transava e que eram cada vez mais raros os momentos em que eu me sentia excitada. Mesmo quando procurava prazer solitário, a coisa não fluía como antes. Meu corpo parecia não mais responder aos estímulos que antes facilmente me faziam ficar tesuda e doida para fuder. Eu colocava a culpa desta falta de tesão ao intenso ritmo de trabalho que eu tinha assumido e que me deixava bastante exausta. Porém, nunca eu deixei de sair com as amigas nem de ir comemorações e festas para as quais eu era convidada.



Naquela sexta feira, como de costume, as minhas amigas tinham marcado comigo numa lanchonete após o trabalho para colocarmos as "fofocas" em dia. Terminado o expediente, uma das amigas veio me pegar. Estávamos tomando uma cervejinha quando um conhecido do grupo, meio metido a bicha, veio a nossa mesa, cumprimentou todo mundo e ao ser convidado para ficar, disse, com aquele ar de quem está "pegando", que estava esperando uma pessoa, saiu sorrindo e voltamos ao nosso bate papo. Algum tempo depois, os assuntos já estavam repetitivos e passamos a falar da vida dos outros quando uma das amigas, apontando para as mesas, falou que o nosso amigo estava muito bem acompanhado. Como eu estava de costas para onde ela indicava, não quis ser mal educada e não me virei apesar da vontade. Porém, como as amigas não paravam de olhar e fazer comentários sobre o rapaz, a curiosidade foi mais forte, levantei-me avisando que ia ao banheiro e aproveitei para dar uma boa olhada na mesa do amigo.



As amigas tinham razão, o rapaz sentado a mesa do nosso amigo, mesmo de longe, parecia ser muito atraente. Era um rapaz moreno, forte, cabelos curtos e feições másculas, devia ter entre 30 a 35 anos, mas o que chamava mais atenção nele era o sorriso espontâneo, brincalhão. Nossos olhares se cruzaram, ele ficou momentaneamente sério olhando diretamente pra mim. Por alguns segundos fiquei como se estivesse hipnotizada por aquela olhar penetrante, senti um formigamento no corpo e meio sem jeito consegui desviar meus olhos dele. Alguma coisa aquele homem acendeu em mim. Sempre após a minha menstruação eu ficava muito sensível e já fazia dois dias que ela tinha acabado. Fui ao banheiro, me peguei imaginando aquela boca maravilhosa me beijando toda e fiquei excitada como a muito tempo não ficava. Demorei um pouco mais que de costume e na volta, já pensando em mudar a posição da cadeira na mesa para apreciar o rapaz, fiquei decepcionada, a mesa onde eles estiveram agora se encontrava desocupada. Notando o meu aborrecimento, as amigas passaram a caçoar de mim dizendo que eu tinha perdido o melhor: O amigo tinha levado o rapaz na nossa mesa e apresentado a todas enquanto eu estava no banheiro. Disseram ainda que tinham prometido voltar e ficaram falando dos atributos do rapaz. Eu estava atenta às falas das amigas e, de repente, para minha surpresa, o André me mandou uma mensagem perguntando onde eu estava e fui rude respondendo que se ele quisesse saber onde eu estava, bastava sair comigo e desliguei o celular. Eu sabia que estava descontando nele a minha irritação e que aquilo iria chateá-lo muito. Estes fatos me deixaram prá baixo, inventei uma desculpa para ir embora e uma das amigas foi me deixar.



Ao entrar em casa lembrei que minhas filhas tinham ido dormir na casa da avó e fiquei mais aborrecida ainda com o fato dormir sozinha naquela noite. Estava tomando banho quando as lembranças daquele dia começaram a desfilar na minha mente. De repente senti um arrepio na espinha quando veio a imagem daquele homem olhando fixamente prá mim, mas logo outras coisas ocuparam minha mente. Coloquei a camisola, ansiosa que tivesse algo na tv para me distrair. Passei todos os canais e nada me chamava a atenção, então fui para o computador. Tinha a intenção de dar uma esculhambada no meu namorado distante para desafogar um pouco. Mas para acrescer a minha raiva, ele não estava on line. Já fazia quase uma hora que estava sozinha em casa e, sem opção, procurei um livro para ajudar a pegar no sono. Depois de algumas páginas lidas sem muito entusiasmo, me veio novamente a cabeça a imagem daquele rapaz moreno da lanchonete, me senti excitada e comecei a imaginar situações íntimas com ele. Institivamente levei os dedos ao bico do seio e a outra mão desceu suavemente para a buceta. Quando encostei os dedos, encontrei-a já melada como a muito tempo não ficava. Aquilo me incentivou a seguir em frente. Abri mais as pernas, intensifiquei as esfregadas e quando eu estava caminhando para uma gozada maravilhosa, escutei batidas na porta, apressei os movimentos, mas as batidas agora estavam mais fortes e, muito irritada me dirigi a porta, pronta para dar uma esculhambada nas minhas filhas, pensando ser elas.



Perguntei quem era e uma voz desconhecida respondeu pedindo desculpas pelo incômodo e identificando-se como sendo Lucas, o amigo do amigo da lanchonete. Considerando que havia acontecido algum acidente com o amigo, pedi para esperar um pouco, troquei de roupa e antes mesmo de abrir a porta eu já perguntava o que tinha havido. Antes que ele pudesse responder eu já tinha aberto a porta e vendo ele ali tão perto de mim, meio sorridente, achei-o mais atraente ainda, mas estava preocupada e repeti a pergunta. Então ele ficou sério e contou que tinha ido com o amigo na casa de outro enquanto eu estava no banheiro e quando voltou eu não estava mais lá. Disse que foi até a mesa onde eu estava e que as amigas tinham sugerido que eu teria vindo embora por causa dele, ele ficou preocupado e estava ali para saber o que tinha feito de errado. 



Fiquei meio encabulada, não queira ser mal educada, mas também não me sentia muito a vontade com aquele homem que acabara de conhecer parado ali na minha porta, àquelas horas da noite e resolvi não esticar a conversa: disse que ele não tinha feito nada de errado, que eu tinha vindo embora por causa de uma indisposição. Então ele disse que pensava ter sido indelicado quando tinha me encarado na lanchonete. Lembrei-me de seu olhar e me senti tentada a convidá-lo a entrar, mas me contive e para mudar de assunto perguntei onde estava o nosso amigo comum. Ele respondeu que tinha ficado com as amigas. Então eu falei que era melhor ele ir embora por que já estava tarde. Como se esperasse essa fala, ele explicou que tinha saído de lá para ir embora, ninguém de lá sabia que ele estava lá em casa e acrescentou que quando saiu para pegar o outro amigo, tinham passando em frente a minha casa e o amigo comum mostrou dizendo de quem era. Enquanto ele falava eu sentia seu cheiro e me lembrei do que pensava a pouco dele na masturbação. Aquelas palavras me tranquilizaram um pouco e lá no meu íntimo uma vozinha me chamava de idiota, mandado chama-lo para dentro e outra mandando despedi-lo. Apesar de excitada, optei pela segunda opção, disse que já era tarde e que eu estava realmente cansada, mas quando fui fechar, ele colocou a mão na porta e, sorrindo, perguntou se dava tempo tomar um copo de agua. Sorri de volta e pedi para ele esperar enquanto ia buscar. Fui até a cozinha com aquelas vozinhas me atormentando, enchi o copo e, quando me virei, tomei um susto, ele estava bem atrás de mim ainda com aquele sorriso cativante e muito senhor de si. Eu quis reclamar, dizer alguma coisa, mas ele, ainda sorrindo, pegou o copo da minha mão e sem tirar os olhos dos meus, colocou-o na mesa enquanto aproximava sua boca da minha. O cheiro dele, o jeito daquele homem e o meu desejo me deixavam totalmente indefesa. Fechei os olhos e me entreguei à expectativa do beijo. Quando nossos lábios se tocaram, uma verdadeira descarga elétrica se espalhou pelo meu corpo me arrepiando toda e fazendo minhas pernas tremerem. Porém, o nervosismo inicial desapareceu e resolvi me entregar as delícias daquele beijo estonteante. O crescente desejo por aquele homem me fez perder todas as rédeas da razão. Minha língua buscava a língua dele num beijo faminto enquanto ele me passava a mão no meu corpo todo. Afastei-o de mim, fui fechar a porta da frente. Beijamo-nos novamente ali em pé no meio da sala e institivamente, em meio as carícias, fui levando-o para o quarto.



Na urgência do desejo, nos despíamos aos beijos e toques até que ele segurou meus ombros, me empurrou delicadamente para baixo me fazendo sentar na cama, deixando meu rosto a altura de sua cintura e, enquanto ele baixava a calça, eu já podia perceber o enorme volume que se escondia por dentro da cueca, baixou o corpo para me beijar na boca ao mesmo tempo em que tirava a cueca e quando se ergueu fez surgir diante de mim, bem perto dos meus olhos, boca e nariz, um cacete enorme, duríssimo, grosso, escuro, brilhante, cheiroso e com poucos pelos. Eu nunca tinha visto um cacete tão grande e grosso como aquele em toda minha vida. Não sou muito boa de medidas, mas acho que devia ser do tamanho do meu antebraço, talvez entre 24 ou 25 cm de comprimento por mais ou menos 5 ou 5,5 cm de pura grossura roliça. Diante daquela coisa imensa e linda, ao mesmo tempo em que me sentia insegura quanto a lidar com tudo aquilo, meu corpo todo ardia de tesão e vontade. Respondendo aos apelos da carne, segurei aquele mastro ereto que minha mão mal conseguia abarcar e com a outra mão apalpava os testículos olhando fixamente para aquele instrumento de prazer como se estivesse hipnotizada. Enquanto mexia entre as pernas dele, eu punhetava lentamente aquela tora indo da base ao início, escondendo e descobrindo a cabeça marrom lustrosa que palpitava bem ali, pertinho da minha boca. Depois, desci da cama, ajoelhei-me no chão, aproximei meu rosto de sua virilha e dei vários beijos na junção entre a coxa e os testículos, cheirei cada milímetro sentindo o seu perfume inebriante, lambi e ouvi sua respiração se acelerar. Mudei de lado e fiz a mesma coisa. Depois, retornei a ficar de frente àquele cacete lindo, molhei os lábios com a língua, olhei para cima e vi seu rosto sorridente com os olhos brilhantes de prazer. Sorri levemente, entreabri os lábios, aproximei minha respiração quente da cabeça do pau, mas não a coloquei na boca, fui direto até a base dos testículos. Beijava, lambia e chupava. Em seguida passei a lamber toda a extensão do pau dele, iniciando na base e indo até pertinho da cabeça, nunca deixando de apalpar entre as pernas, fazendo sempre movimentos de vai e vem com uma mão no pênis e outra entre as pernas dele. Depois de várias lambidas que deixaram o pau dele todo melado, voltei a encarar novamente aquela cabeça grande que me parecia mais inchada que antes. Novamente olhei para cima e percebi que ele apertava os lábios e notei os olhos brilhando de satisfação. Dei um sorrisinho safado e continuei a olhar seu rosto enquanto aproximava minha boca daquela cabeça, apertei seu pau enorme, duríssimo, estiquei ao máximo a pele de encontro a base e fui empurrando aquela coisa grande e marron para dentro da minha boca. Primeiro lentamente, até sentir a cabeça inteira entrar, sugurei fortemente e, depois, fiz movimentos de vai e vem sem tirá-la da boca. Ele gemeu e aí tentei enfiar aquela coisa toda na minha boca, mas entrou somente pouco mais que a metade e eu me engasguei. Tentei mais algumas vezes e não conseguia. A metade daquele cacete já era suficiente para ir até o fundo da minha garganta. Desisti de tentar engolir, mas compensou. Quando me dediquei somente a cabeça, eu lambia ela dentro da minha boca e sugava forte em seguida. Fiz isso várias vezes e o gemido rouco que ele soltou quase me faz gozar e advertiu que já era hora de fazer outra coisa senão eu iria ficar na mão.



Parecendo adivinhar meus pensamentos, ele se abaixou, pegou-me pelos braços e sem muito esforço sentou-me na cama, beijou minha boca com vontade, apalpando todo o meu corpo para depois, ainda me beijando, acariciar os bicos dos meus seios com pequenos apertos. Aos poucos ele foi se agachando até ficar totalmente de joelhos entre minhas pernas. Afastou-as suavemente e enquanto beijava as partes internas de uma coxa, dava pequenos apertões na outra. Sua boca deslizava desde a virilha até quase o joelho me dando muito prazer e me fazendo arquear o corpo, levantando os quadris em direção a boca dele. Depois ele passou a dar pequenos beijos na entrada da minha buceta já muito melada, passava a língua de baixo pra cima lambendo toda a extensão. Com um das mãos ele esticava a pele pouco acima da buceta e usou a outra enfiando dois dedos nela fazendo movimentos circulares firmes, mas vagarosos, enquanto prendia entre os lábios, chupava e lambia delicadamente o meu grelo exposto. Senti que ia explodir e jogava meus quadris com força contra a sua boca de forma cadenciada. Minha respiração se acelerou, eu gemia, jogava minha cabeça para os lados e enquanto uma mão apertava o máximo que podia o lençol da cama, com a outra eu apertava o bico do meu peito. Foi uma das mais intensas gozadas que tive.



Percebendo meu estado, ele deu uma paradinha, esperando minha recuperação. Porém, alguns segundos depois, tornou a ficar de pé e, delicadamente, mas firme, me empurrou para o meio da cama, se posicionou entre minhas pernas, baixou o corpo sobre o meu num beijo ardente e eu pude sentir a dureza do seu mastro nas minhas coxas. Ainda me beijando na boca, ele levou a mão direita para baixo e direcionou aquela enormidade para me penetrar. Para mim era algo inusitado, nunca eu tinha sentindo com tanta nitidez uma pica entrar na minha buceta daquela maneira. Foi uma investida lenta, firme e a cada milímetro que aquela tora penetrava era dolorido, porém prazeroso. Mesmo muito melada eu senti a cabeça do seu cacete forçar passagem, soltei um gemido de dor e ele imediatamente parou, esperou uns segundos, arqueou o corpo apoiando-se nos braços e reiniciou a metida. Desta vez eu sentia que o cacete pulsava e firmemente ele foi enfiando aquilo tudo em mim. Gemi alto, coloquei as duas mãos no seu peito para afastá-lo um pouco, ergui a cabeça, olhei para baixo e vi que não tinha entrado tudo ainda. Retornei a deitar e me preparar para a dor que iria sentir, mas ele não forçava tudo para dentro, passou a se movimentar no vai e vem com parte de seu pau fora de mim. Ele deu várias estocadas dessa forma e voltou a beijar minha boca e meu pescoço. Novamente ele deus algumas estocadas firmes nesta posição e, sentindo aquele troço me preenchendo toda, percebi que ia gozar novamente. Forcei meu corpo para o lado tirando-o de cima de mim, empurrei-o até deitá-lo de costas, me posicionei acima de sua virilha, peguei o cacete com uma mão e direcionei para a minha buceta, fui baixando meu corpo enterrando em mim até onde deu. Comecei a cavalgar e instantes depois minhas coxas endureceram como se tivessem com câimbras. Senti meu corpo arder e as contrações da minha buceta ficaram cada vez mais fortes. Meu corpo sofreu um espasmo e eu gozei arquejante naquela pica maravilhosa. Fiquei ali, alguns instantes com aquele mastro latejante enfiado em mim, com as duas mãos no peito dele cabeça baixa arquejando, sentindo as contrações das minhas carnes pouco a pouco diminuírem o ritmo.



Quando fiz menção de sair daquela posição, ele me agarrou pela cintura com as duas mãos e sem esforço algum me obrigou a continuar os movimentos de vai e vem no seu cacete. Levei uma das mãos ao grelo e passei a esfregar. Não demorou muito, sua respiração ficou mais forte e apressada, apertou com força minha cintura me forçando para baixo quase me machucando por dentro com aquela pica enorme, parou os movimentos, elevou o quadril me penetrando o mais profundamente possível e eu pude sentir seu pau, que parecia ter ficado mais duro e mais grosso, despejar jatos quentes e abundantes enchendo minhas entranhas. Aquele turbilhão de sensações me levaram a apressar as esfregadas no grelo enquanto, por baixo de mim, ele se recuperava da gozada. Eu estava quase gozando quando, de repente, em meio aquilo tudo, ouvi vigorosas batidas na porta da casa. Tentei continuar, mas as batidas se repetiam e o meu parceiro me fitava com olhar interrogativo.

Bastante irritada, sai de cima dele e fui ao banheiro com esperma escorrendo por entre as coxas. Me lavei rapidamente e sem dizer uma palavra apontei o banheiro fazendo gestos para que ele trancasse a porta. Ele levantou, pegou as roupas e entrou. Enquanto as batidas na porta continuavam, eu procurava normalizar minha respiração, a raiva pela interrupção e o nervosismo natural de quem estava fazendo sexo, coloquei rapidamente a camisola e um roupão sem sequer vestir a calcinha. Passei o lençol no rosto, coloquei um pouco de colônia, peguei o livro, deixei-o aberto em cima da mesa e fui atender. Ainda sem abrir a porta perguntei quem era e para meu espanto e aperreio, era o André. Ainda sem abrir perguntei o que ele queria e ele mandou que eu abrisse a porta com voz aborrecida. Alterei a voz e respondi irritada que não ia abrir e que era melhor conversarmos noutro dia, pois estava dormindo. Então baixou o tom de voz e delicadamente pediu, por favor, que eu abrisse a porta. Percebendo que ele não iria sair dali enquanto não falasse com ele, pedi para esperar um instante enquanto pegava a chave. Fui até o quarto dei uma batidinha suave na porta do banheiro e disse ao Lucas que ficasse trancado lá até que eu mandasse sair. Voltei a porta da frente, abri, deixei o André entrar e fui logo perguntando o que ele queria. Olhando a casa como estivesse procurando algo, ele me perguntou pelas minhas filhas e de quem era o carro parado quase em frente e eu disse que as meninas tinham ido dormir na avó e que não sabia do carro, que devia ser de algum vizinho.



Parecendo convencido das respostas, ele olhou fixamente pra mim e falou que estava com saudades, que não aguentava mais ficar longe de mim, perguntando por que eu tinha desligado o celular e eu disse que tinha descarregado. Em seguida falei que a gente podia marcar uma conversa na manha seguinte, pois o dia tinha sido muito trabalhoso, que eu tinha ido com as meninas na lanchonete, tomei umas cervejas e estava com uma tremenda dor de cabeça. Então ele voltou a falar que eu era muito importante pra ele e que ele tinha decidido ficar de vez comigo, pois queria que fôssemos parceiros em tudo. Em seguida, eu perguntei como era ser parceiro em tudo e ele disse que seriamos parceiros tanto na parte material quanto na satisfação de nossas fantasias, que faríamos tudo o que viesse a cabeça com aceitação de ambos.



Sabendo que a nossa briga se deu mais por conta de ciúmes, passei a me interessar pelo que ele dizia. O André continuou falando que se eu não importasse se ele estivesse com outras mulheres tendo combinado com ela, ele também não se importaria se eu saísse com alguém que me interessasse desde que falasse comigo antes. Em seguida falei que tinha entendido, que pensaria muito nisso e ainda que amanhã conversaria mais com ele, pois eu estava com muita dor de cabeça. Então ele se aproximou de mim meio ofegante, com os olhos cheios de desejo e disse baixinho que faria passar a dor. Senti o cheiro de bebida. Em outra situação até que eu teria deixado ele tentar, mas naquele momento não dava e falei, tentando convence-lo a ir embora, que no outro dia a gente descontava o atraso. Mas ele estava muito decidido a me comer e percebi que era melhor acabar logo com aquilo de uma vez e dei um passo a frente demonstrando aceitar a investida dele.

Ele sorriu e beijou minha boca como estivesse sedento por ela. Procurei corresponder aceitando as caricias e ele quis me puxar para o quarto. Eu fiquei parada e disse que não, que queria fazer diferente. Ele olhou surpreso pra mim, mas deu um sorrisinho e perguntou como era esse diferente. Então, eu falei que queria ali mesmo na sala enquanto o empurrava para o sofá. Ele sentou e pude notar seu pau visivelmente duro e acariciei-o por cima da calça. Ele suspirou forte, se recostou no sofá e fechou os olhos demonstrando prazer. Querendo acabar logo com aquela situação, abri a sua calça e saquei o cacete para fora. O pau do André não era tão grande quanto o do Lucas, mas se podia dizer que ele era bem dotado e o seu pênis naquele instante estava duro como pedra, apontado para cima. Ensaiei uma punheta e ele gemeu alto, mas como eu tinha pressa, me ajoelhei entre as pernas dele, de frente, dei uma lambida na cabeça e comecei a mamar. Enquanto chupava, ele colocou as duas mãos sobre minha cabeça e a empurrava para baixo cadenciando o vai e vem que estava ficando bem gostoso até prá mim. Porém, eu não podia me dar o prazer de prolongar a estadia dele dentro de casa. Como eu sabia por experiência onde e o que fazer pra ele gozar, dei uma paradinha, puxei as calças dele até os tornozelos e agora podia lamber a virilha e os testículos.



Mas a partir dai as coisas começaram a sair do controle. Inesperadamente, quando tudo indicava que ia gozar, o André levantou-se rapidamente da poltrona, me puxou pra cima, beijou minha boca enquanto tentava apressadamente tirar o meu roupão. Resisti um pouco, mas eu tinha pressa e achava que naquele estado em que ele se encontrava a coisa seria rápida e resolvi ceder. O roupão caiu aos meus pés e ainda me beijando, levou a mão a minha buceta, percebendo que eu estava sem calcinha e úmida, afastou o rosto do meu, olhou profunda e fixamente meu olhos e vi o desejo imenso que aquele homem estava sentindo. Sua respiração se tornou mais profunda e ele falou ao meu ouvido que me amava e que estava adorando fazer diferente.



Então, bruscamente me virou de costas pra ele, me empurrou para baixo me fazendo ficar de joelhos, com a barriga na poltrona. Ele também se ajoelhou atrás de mim e levantou a camisola expondo minha bunda e buceta. Preparei-me para sentir o pau duro na buceta, mas, ao invés disso, ele abriu a minha bunda com as duas mãos e começou lamber meu rabo com vontade. Apesar de surpresa e da situação, fiquei muito excitada com aquela língua tentando entrar no meu buraquinho. Para aumentar meu tesão, depois de melar bastante, ele começou a enfiar o dedo delicadamente fazendo movimentos giratórios. Eu estava de tal forma excitada que não senti dor alguma. Depois ele voltou a lamber e agora procurava meter dois dedos. Dessa vez eu senti dor e reagi tentando segurar sua mão e me afastar. Pedi para ele parar. Parecendo que não tinha escutado, ele se colocou do meu lado, pôs uma mão no meu pescoço, me forçando a ficar com a cabeça na poltrona e continuou a meter os dedos no meu cuzinho com mais força ainda. Aquela atitude me deixou temerosa e eu resolvi reagir. Falei alto que daquele jeito eu não queria ao mesmo tempo em que procurava sair daquela posição incômoda, mas ele continuou me mantendo presa na poltrona com uma mão enquanto seus dedos vasculhavam as minhas entranhas. A dor se tornou insuportável e eu comecei a chorar. Insensível, ele voltou a ficar atrás de mim, colocou uma mão nas minhas costas me forçando contra a poltrona e retirou os dedos do meu cú, mas o alívio foi passageiro, pois em seguida passou a esfregar a cabeça do pau no meu cuzinho forçando a entrada. Como meu rabo estava bem lambuzado de saliva, entrou tudo de uma vez. A dor foi horrível, soltei um grito angustiante e procurei de todas as formas sair daquela posição ingrata sem conseguir, pois ele bombava aquela pica grande até o fim no meu cú e a cada estocada, parecia que estava me rasgando toda por dentro. Sem pensar, passei a chorar em desespero e parece que meu choro o estimulou mais ainda, pois ele enfiava o pau cada vez mais com força. Não demorou muito, puxou meu ombro com força me fazendo virar de frente pra ele, deu um gemido rouco e esporrou muito esperma no meu rosto e caiu meio deitado na poltrona com os olhos fechados. Levantei-me rapidamente toda dolorida e entrei correndo, ainda chorando no banheiro da sala.



Tinha lavado o rosto e estava no vaso fazendo uma ducha quando o André bateu a porta perguntando se tava tudo bem. Irritada respondi que ele fosse embora, que eu não queria mais vê-lo. Ele pediu novamente para abrir a porta do banheiro. Percebendo que ele iria insistir muito, procurei resolver logo a questão. Coloquei a camisola e sai do banheiro falando alto, dizendo que ele sumisse da minha vida enquanto me dirigia para a porta da frente. Ele tentou me segurar e me virar, mas dei um safanão com o braço e com aquele movimento acabei atingindo o rosto dele. Ele levou a mão ao rosto e com expressão de dor, falou que ia embora. Porém, ao passar por mim, ele me enlaçou com dois braços, apertou-me fortemente contra seu corpo tentando beijar minha boca. Senti que ele estava de pau duro e ao mesmo tempo que virava o rosto, fazia força para sair daquele abraço. Eu mal consegui me mexer e então falei que se não me soltasse eu iria gritar. Ele mandou que eu gritasse e ai quase fiz a pior besteira da minha vida: gritei alto pedindo por socorro.

Rapidamente senti que ele afrouxava os braços e o motivo era que o Lucas estava puxando-o pelo ombro. Meu namorado virou-se surpreso pra mim e perguntou quem ele era. O Lucas, demonstrando calma disse que era meu amigo. O clima esquentou, me meti entre os dois e disse que o Lucas era amigo do amigo e que tinha ido me deixar em casa e estava de saída quando ele tinha batido na porta e para evitar encrenca eu tinha pedido para ele ficar no quarto até o André sair. O meu namorado me fuzilou com os olhos e falou que eu era uma vagabunda e mais um bocado de coisas. Então eu segurei calmamente o seu braço e fui dizendo que não era nada daquilo, mas que se podia tirar o melhor da situação. Abracei-o, ele se acalmou e perguntou o tinha de melhor naquilo tudo. Sem dizer nada beijei a boca dele demoradamente, enquanto esticava uma mão para puxar o moreno mais para perto.



Não foi preciso falar mais nada. Enquanto beijava, eu tirei as calças dele e o empurrei para o sofá fazendo sentar-se, me abaixei e passei a chupar o pau dele que tava duríssimo. Enquanto tudo isso acontecia, eu também consegui trazer o Lucas para junto de mim que se ajoelhou, levantou minha camisola expondo minha buceta e meu cuzinho e enfiou tudo aquilo na minha buceta. Naquela posição de quatro, chupando o André, eu sentia o pau do Lucas entrar e sair de dentro de mim. Ao olhar para cima, percebi que o André estava aceitando muito bem a situação e estava muito excitado. Por trás de mim, o Lucas metia aquele pau enorme sem piedade enquanto enfiava agora um dedo no meu buraquinho.



Depois de algum tempo socando com força, o Lucas tirou seu cassete da minha buceta, passou os dedos melados de cuspe no meu rego e começou a forçar a entrada. Fiquei assustada e quis afastar meus quadris para os lados. Porém, não deu tempo, ele atolou aquele mastro com toda a força no meu cú. Mesmo com o buraquinho já bastante alargado pouco antes pelo pau do André, quando o Lucas me penetrou, parecia que me partia no meio, ele enfiou tudo em mim de uma vez e quando socava, dava para sentir os testículos baterem na minha buceta. Eu gritei desesperada, implorando que ele tirasse ao mesmo tempo que mexia violentamente os quadris para o lado. Talvez percebendo a minha angústia, ele baixou o corpo sobre as minhas costas e falou com voz rouca de desejo pedindo calma ao mesmo tempo que parava de meter. Eu senti que ele estava tirando o pau do meu rego aliviando um pouco a dor, mas não tirou todo, deixou a cabeça bem na entrada. Nisso, o André resolveu se meter e pediu com voz e macia que eu relaxasse. Fiquei surpresa e ao mesmo tempo irada. Afinal não era o cú dele que tinha que aguentar umas trosoba daquelas. Então me veio um sentimento de vingança e mesmo sabendo da dor que sentiria eu ia mostrar ao André do que eu era capaz. Então eu falei que iria tentar aguentar por que ele tinha pedido e disse ao Lucas para fuder meu cú com força. Sem nenhuma cerimônia o Lucas tirou o pau todo, passou saliva na cabeça e novamente começou a enfiar, agora devagar, aquela enormidade no meu buraquinho, apesar da dor eu o incentivava a me comer. Aos poucos a dor foi passando e dando lugar a excitação. Não demorou muito e agora era eu quem jogava minha bunda de encontro ao pau daquele homem lindo e eu gozei muito. Foi uma sensação na qual o meu corpo respondeu aos estímulos de dor e prazer. Eu não sabia definir onde localizar a fonte de tal prazer. Foi como se cada ponto do meu corpo tivesse explodido. Aparentemente as minhas sensações influenciaram os meus parceiros, pois enquanto eu ainda saboreava o gozo, meu namorado enrijeceu o corpo todo, tirou o pau da minha boca e punhetou rapidamente. Eu aproximei meu rosto, abri a boca novamente e recebi seus jatos quentes de esperma na minha garganta. Enquanto isso, por trás de mim o moreno também acelerou as metidas e depois de soltar um gemido rouco, enfiou seu pau todinho na minha bunda e ficou ali parado alguns segundos gozando dentro do meu cú. Eu sentia suas esporradas abundantes inundarem minha bunda.



Não vou dizer aqui o aconteceu logo depois, mas no sábado a tarde o André foi lá em casa com um buquê de flores e um par alianças pedindo minha mão em casamento.

 

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