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Anal. (como tudo começou). | Diversos | Acervo de Contos

Anal. (como tudo começou).

Ola! Sou eu a Jaque. Para quem não leu meus contos anteriores, sou casada, maridão voyer, ruivinha cabelo curtinho estilo Channel, pele bem clarinha, coxas lindas e bem torneadas bumbum grande sem exagero, seios médios, cinturinha de pilão, tenho 1,64m de altura e 60 Kg muito bem distribuídos.

?Anal?ogicamente, adoro, tudo começou ? quando digo tudo começou, me refiro a arte do sexo anal e ao prazer que ele me proporciona - há mais ou menos 10 anos atrás, eu namorava um menino que se chamava Fernando, a gente já transava há um tempo, lógico meus pais nem imaginavam, era tudo escondidinho. Eu tenho um irmão, o André, que na época estava servindo ao serviço militar, mais precisamente à marinha, tinha sido recém promovido a suboficial. Éramos ?unha e carne?, embora fosse ele filho só do meu pai, ou seja, éramos meio-irmãos, a gente era cúmplice em tudo, sempre fomos muito colados, muito carinhosos um com o outro. Mas desde que eu era uma garotinha cultivava um carinho diferente por ele. Quando na adolescência, toda vez que ele estava por perto, por mais que eu lutasse contra, meus olhos não conseguiam se desviar do seu corpo que beirava a perfeição, mesmo sabendo que não era normal eu me pegava quase sempre fantasiando alguma situação mais picante.

Certa vez meu pai disse que iria passar o final de semana a sós com a mamãe, logo pensei, vou me esbaldar de tanto dar pro Fernandinho, mas fiz um certo doce para disfarçar, perguntei se eu não poderia ir junto, que eu não queria ficar sozinha, Foi então que o papai jogou um balde de água fria afirmando que o André estaria de folga durante o fim de semana e seria meu cão de guarda.

Então na manhã de sexta-feira, meu irmão mal chegou mamãe e papai colocaram o pé na estrada. André estava uniformizado, chegou fez a festa de sempre abraçou a todos brincou, enquanto isso, já havia fantasias proibidas na minha cabecinha poluída, foi quando ele me pegou forte, com aqueles braços que pareciam de pedra, me deu um longo beijo na testa e disse, então nesse fim de semana serei o seu leão-de-chácara particular né?! Com uma piscadela ele afirmou, tô de olho hein!

Logo que meus pais saíram, o André entrou numa sunga branca e foi pra piscina, vocês não têm idéia de o quanto ele é gostoso, de quão grande era o volume dentro da sunga, fiquei inquieta, cheia de desejos ardentes e ?proibidos?. Por ser muito branquinha não curto e nem posso com o Sol, mesmo assim passei litros de protetor, coloquei meu menor biquíni e cai na água junto com meu irmãozinho, que logo começou a brincar comigo aquelas brincadeirinhas de jogar água, brincadeira vai brincadeira vem, ele me pegou forte por trás e me deu um caldo, no que ele abaixou minha cabeça minha bunda roçou forte nele que pude sentir o seu volume, segurei o fôlego ao máximo, queria ser um peixe naquele momento, forcei a bunda ainda mais e logo depois me soltei, fiz menção de me render, então ele acatou e me libertou, aproveitei para jogar água nele e sair correndo da piscina, no ultimo degrau empinei a bunda de deboche e dei uma reboladinha e ele retribuiu com um tapinha na minha bunda, foi maravilhoso.

Entrei tomei banho e fiquei bem a vontade em frente a TV, mas com a cabeça na piscina, depois de algum tempo o André entrou e foi direto pro banho, resolvi espiar, pra minha surpresa ele deixara a porta entre aberta, então pude vê-lo pela fresta com o cabelo ensaboado ele não podia ver que eu estava ali, foi a primeira vez que o vi totalmente nu, seu corpo todo depilado era uma visão divina, mas o que me assombrou foi o tamanho do seu pênis, aquilo era descomunal, lindo, enorme, grosso ao extremo, por sobre a sunga já era notável, mas em pelo era sobrenatural, parecia do tamanho do meu ante-braço. Saí dali antes que ele me visse, voltei pra sala com aquela visão gravada em minha mente.

À noite vesti uma micro-saia branca, uma calcinha preta daquelas de puta pra dar contraste com a sainha , uma blusinha de alças finas que cobria basicamente os mamilos e fui pra sala onde meu irmão estava, de forma estratégica sentei-me no sofá que ficava defronte a poltrona do meu mano e sutilmente abri um pouquinho as pernas, foi o bastante para tirar a paz do André que não conseguiu desviar seus olhos das minhas coxas, quando eu cruzei as pernas o incomodo foi tal que ele deu um salto e sentou-se ao meu lado, com certeza eu já o havia perturbado, resolvi continuar, levantei posicionei a bunda bem na sua frente e abaixei para pegar o controle, achei que ele tivesse perdido o controle ao sentir suas mãos segurarem minha cintura e me puxarem para se colo, onde já cai tentando a melhor posição para encaixe, mas ele me ajeitou no colo de lado como uma irmãnzinha, me deu um beijo na bochecha, uns tapinhas nas coxas e disse: - Daqui à pouco teu namorado chega hein! Comportem-se to de olho, papai mandou! Rsrsrs! Aplicou-me uma bela descabelada e saiu rindo pro quarto. A essa altura eu já estava com febre de tanto tesão.

Com a chegada do Fernando, meu irmão saiu, e antes de sair disse: - Comportem-se, sou seu guarda-costas, com uma piscada de olho completou, não façam nada que eu não faria. Rsrsrs!

Naquela noite eu e o Fernandinho nos esbaldamos, ele mal chegou já o puxei para o sofá e ataquei, ele caiu na retranca com medo do meu irmão, eu o tranqüilizei dizendo que ele já sabia que a gente transava, e com certeza sabia mesmo, começamos as preliminares com altos amassos, eu já sem paciência nenhuma segurei o pau do Fernando sobre a calça masturbando com força, abri o zíper tirando-o da cueca e rapidamente cai de boca com um resquício de decepção, já que eu queria que fosse o André no seu lugar. Então comecei a fantasiar que o Fernandinho era o meu irmão. A coisa tomou outro rumo, me posicionei de joelhos entre suas pernas, tirei suas calças, a camisa ele já havia tirado, segurei firme a base do seu pinto e de uma só vez o engoli quase todo depois subi suavemente fazendo movimentos com a língua até a cabeça, onde comecei a mordiscar com volúpia imaginando ser o ?monstro? do maninho, foi um boquete inesquecível, o Fernando já estava louco quando pedi que ele gozasse na minha boca, mal terminei de fazer o pedido senti o jato quente direto na minha garganta, engoli tudo sem parar de chupá-lo, ele sequer teve tempo para uma latência, então levantei tirei a calcinha e de uma só vez sentei no seu caralho deixando de fora apenas as bolas, eu imaginava o André debaixo de mim com aquela trolha imensa me rasgando, eu sentava cada vez mais forte, o Fernando tentava acompanhar o ritmo daquela foda fantasiosa, onde ele se tornara meu irmão e eu a mais ordinária das putas mandando ele me foder com força, me chamar de vadia de cachorra, eu ditava e ele obedecia, no meio daquela safadeza senti suas mãos finalmente apertarem minha cintura de verdade como se fosse o André, foi quando ele forçou minha bunda contra seu pau e gozou novamente, foi tamanha pressão, que não me contive e me entreguei a um orgasmo quase que infinito, deixando escapar dos lábios um ?Ai André?, que acho, até hoje, ter passado despercebido.

Transamos em todos os lugares da casa, mas a melhor foi na cama do André, claro imaginando ser ele a me possuir. Depois de muito sexo o Fernandinho foi embora e eu fui dormir com o desejo incontrolável de dar pro André, afinal só teríamos mais um dia a sós.

Continua...

 

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