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A volta da praia | Diversos | Acervo de Contos

A volta da praia

Eu tinha que subir para São Paulo no domingo porque o trabalho tem que continuar. O max pediu se podia pegar uma carona comigo porque tinha acabado de saber que seu nome estava na lista de chamada para a Faculdade de Comunicações da USP. É claro que eu concordei, afinal eu ia mesmo sozinho, era até bom ter companhia para não dar sono. O Max era um garoto franzino, inteligente, e muito bonito, que passou no vestibular sem nem mesmo fazer cursinho, a garotas davam sempre em cima dele porem diziam que ele não se importava muito, por isso o pessoal sempre fazia alguma piadinha a esse respeito, mas de concreto nuca niguem soube nada. Saimos bem a tardinha tentando evitar o transito, pegamos a estrada e nessa epoca do ano é sempre aquela porcaria. Andava, parava e tornava a andar e tornava a parar. Tentei travar conversa com o Max, porem vi que não dava uma boa sequencia, aí perguntei das garotas, ele desconversou e eu insisti, afinal eu queria sondar se os comentarios eram verdadeiros. Se fosse, quem sabe eu não podia ensinar alguma coisa boa para ele. Afinal eu andei reparando ele brincando na praia e vi que ele tinha uma bundinha bem redonda, a pele branquina e o corpo lisinho. Na hora que eu fiquei olhando imaginei coisas e fiquei bastante excitado. Ele continuava com respostas vagas, então eu resolvi provoca-lo pra valer, e falei que na faculdade que ele ia cursar tinha muito viado e como ele era um garoto lindo o pessoal de lá por certo iria cair matando em cima dele. Neste ponto ele riu mas não comentou nada, como eu tinha resolvido não dar chance dele fugir da raia, perguntei se algum viado já tinha cantado ele. Ele respondeu que um garoto numa balada ficou cantando ele a noite toda, aí ele falou o nome do garoto, que roupa ele tava usando e outros detalhes que ia me dando certeza do resultdo daquela conversa. Eu perguntei se o garoto beijou ele e a resposta foi ?mais ou menos?, eu falei como assim? E ele contou que na hora de ir embora eles trocaram um abraço e o carinha deu-lhe um beijo na boca de surpresa mais foi muito rapido, ele disse não deu nem pra sentir direito.

Neste ponto ele ficou bastante falante e eu notei um certo entusiasmo e resolvi apimentar o negocio e inventei uma historinha para contar pra ele só pra ver a reação. Disse que quando eu tinha mais ou menos a idade dele eu comi um rapaz do almoxarifado da firma várias vezes, e fui inventando detalhes picantes e ele cada vez mais interessado. Já tava escuro e nós ainda estavamos na serra, e eu pensei ?este garoto é viado e ainda não sabe, mas se depender de mim hoje ele vai ficar sabendo?. Continuei inventando historias cada vez mais pornograficas, sobre viados que eu comi nos cinemas do centro da cidade, e cada vez mais ele queria saber detalhes. Aí num determinado momento eu perguntei pra ele: Dá um tesão danado não dá? Ele respondeu apenas ?Ô! Se dá?. A cada historinha que eu contava eu sempre da um jeito de por a mão nele, uma hora punha a mão na sua perna e segurava por um tempo dava uns pequenos apertos pra testar sua reação, outro hora dava um soco falso no seu ombro, ou então pegava na mão dele. Ele não fugiu dos contatos nenhuma vez, até que numa destas vezes eu segurei a mão dele por algum tempo e depois a coloquei sobre minha coxa. Ele manteve a mão ali por um bom tempo até que tirou meio sem jeito. Eu falei prá ele: pode deixar sua mão aqui, tava gostoso. Na sequencia ele pôs novamente a mão na minha coxa, agora segurando bem firme, eu esperei um tempinho e estendi o braço até ele (meu carro era um pequeno conversível de dois lugares e o motorista e o passageiro ficam bem proximos), e bem devagarinho segurei seu pau por cima da bermuda. Tava duro como pedra. Eu massageei seu pau um pouco e comentei: você vai ter que aliviar isso hoje. Ele deu oma boa risada mas continuou como estava, aí eu puxei a mão dele para meu pau que tambem tava durissimo. Ele segurou com gosto, apertou bastante até eu resolver tirar ele pra fora da calça. Ele pegou agora e eu pensei comigo: como é que ninguem ainda tinha ensinado nada para o moleque? Nessa pegação entramos em São Paulo e aí ele parou para não dar bandeira no transito. Fui direto para meu apartamento, ele disse que eu podia deixar ele no metrô, mas eu disse que faria questão de levar ele até a casa dele. Falei, vamos na minha casa eu tomo um banho me troco, eu como alguma coisa gostosa, (este comentario eu fiz cheio de malícia) e depois te levo. Ele concordou. Chegamos e eu disse a ele:nós estamos suados e você deve ter roupa limpa na mochila, tome um banho que eu vou faze um sanduiche. Preparei um sanduiche e tambem duas bebidas à base de vodka, bastante adocicada porque eu sei que a garotada gosta mais assim.fui até o banheiro e o garoto tinha deixado a porta destravada (até hoje não sei se de proposito). Entrei com os sanduiches e as bebidas numa bandeija e abri o box do xuveiro e lá estava ele, nú, lindo, corpinho esbelto bundinha deliciosa. Ofereci a bebida e disse que depois nós comeríamos os sanduiches. Ele provou e disse: humm gostoso! Eu respondi: obrigado, e ato contínuo tirei minha roupa e entrei no box junto com ele.Meu pau tinha amolecido um poco, mas não totalmente e logo que eu entrei no box que era bem pequeno, começamos a nos encostar o bicho ficou teso na hora. Eu disse pra ele: vamos tomar isso de um gole só porque no chuveiro não tem outro jeito. Tomamos. Logo eu percebi que seu rosto ficou vermelho e ele ficou mais relaxado e alegre. Peguei a esponja e comecei passar nele, demorando de proposito no pau e na bunda dele, o que fez com que ele ficasse meio sem saber o que fazer então eu disse: sua vez! Ele caprichou. Ele começou me punhetar no chuveiro mas eu não quis deixar ele completar o serviço porque eu já tinha decidido que hoje eu iria tirar o cabacinho daquele cú de uma forma ou de outra. Saimos do chuveiro e eu comecei a enxuga-lo com uma toalha bem grande, e não tive pressa nisso. Ele tava excitadíssimo. Seu pauzinho marcando meio dia. Toda hora ele queria segurar meu pau e punhetar, aí eu disse: para! Eu quero fazer coisa muito melhor com você hoje, vou comer bem gostoso seu cuzinho. Ele me olhou meio assustado, soltou meu pau e disse que nunca tinha tinha dado o cu, que morria de medo, então eu disse prá ele que com a minha experiencia ele podia ficar sossegado que ia dar tudo certo e ele ia gostar. Ele disse que outro dia ele topariae tentou sair do banheiro. Nessa epoca eu tava muito forte porque tava treinando pesado todos os dias não tive nenhuma dificuldade de segura-lo e leva-lo para minha cama. Deitei ele lá, peguei creme de passar nas mãos e espremi bastante no rego da sua bunda, deitei sobre ele e percebi que ele tremia bastante, mas não dizia nada. Eu não tentei come-lo logo por duas razões: a primeira é que eu queria saborear aquele momento ao maximo, e a segunda é que ele precisava ser acalmado. Aí eu fique deitado sobre ele com meu pau bem acomodado no rego da sua bundinha, e comecei a falar no ouvido dele, falei que ele era gostoso, que era lindo, que eu não ia deixar ele ir embora assim de jeito nenhum, que desde o litoral eu estava tarado pela sua bundinha. Eanquanto eu falava eu me movimentava lentamente a fim de acomodar cada vez mais mmeu pau no lugar certo. Enfiei minha mão por baixo dele e segurei seu pauzinho, e comecei tentar bater uma punheta pra ele, o que fez com que ele tentando abrir espaço para eu punheta-lo levantasse um pouco a bunda e permitindo qu eu pegasse um travesseiro grande e enfiasse embaixo dele. Nete ponto eu estava entre suas pernas com meu pau e a bunda dele cheis de creme, então parti para o ataque. Foram varia tentativas sem resultado. Até que eu falei num tom meio áxpero: Fica de quatro!! Ele ficou. Aí eu encaxei a cabeça todinha no cu do moleque. Ele estremeceu! Abriu muito a boca mas não emitiu nenhum som. Eu tive que dar um tempo para o moleque. E fiquei só nos carinhos (o que a gente não faz por um cabaço de cu) depois de algum tempo retomei minha tarefa, eu tava muito excitado, então meu pau ficou mais grosso do que de costume. Eu fungava e gemia de prazer, e ele calado, de vez em quando dava um grito sem som. E cravava as unhas na minha coxa e mordia o travesseiro. Deve ter demorado uns dez minutos, mas a bundinha dele acabou vindo encaixar direitinho nas minhas virílhas. Aí foi só prazer. Eu segurei a ejaculação várias vezes porque eu percebi que ele ia acabar gozando e não deu outra. De repente ele começou a gemer num ritmo acelerado e no final acabou soltando um grito rouco e abafado (desta vez com som). Eu Olhei pra ele totalmente dominado, suado, entregando a mim como premio, o seu cabaço. Agora eu podia gozar então parei de segurar e só fiquei bombando. A cada bombada que eu dava ele estramecia e soltava novamente aquele som rouco. Não demorou muito e eu enchi ele de porra. Agora foi minha vez de soltar um grito bem atraz da orelha dele, porque na hora do gozo eu acabei soltando todo meu corpo sobre o dele e fiquei ali por um bom tempo, parecia que a porra não acabava. Tinha valido a pena todo aquele papo desde o litoral até em casa, realmente foi uma foda muito boa . Quando eu sai de cima dele percebi que ele chorava baixinho, eu perguntei porque e ele apenas balançoa a cabeça em sinal de negação. Eu perguntei se ele estava magoado comigo e aí ele respondeu: é claro que não, já no carro quando vinhamos eu sabia que ia terminar assim. Foi muito bom! Nesse ponto ele sorriu.........

 

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