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Vivi, preferência nacional I | Cornos | Acervo de Contos

Vivi, preferência nacional I

Há uns dois anos eu estava noivo de vivi. Para os íntimos atendia por apelidos como, tanajura,melancia,rabuda e outros colocados por pessoas que não eram tão íntimas assim...vivi era o que se pode chamar de falsa gordinha pois tinha cinturinha marcada,apesar de cheinha.era baixinha,ruiva,branquinha,cabelo comprido,rostinho redondo.até aí nada de mais,bonita mas nada de mais.Porém todos os olhares se fixavam instantaneamente da cintura para baixo, contrastando com sua cintura fina ela possua um par de coxas,não, coxonas! Cheias,grossas,lisas,daquelas que definem quando ela andava e o mais importante,era dona de um verdadeiro rabasso! Era bem empinada com nádegas bem carnudas,tinha um grande rego de bunda que rasgava até em cima,dividindo aquele lombão em duas grandes bolas.Ao andar cada nadegona levantava e descia,era impossível usa qualquer roupa em que seu bundão não fosse notado.



Achava eu que ela não tinha noção do poder que sua bunda tinha,mas me enganei...o marco inicial para conhece-la melhor aconteceu uma vez em que fomos ao motel...



Ela estava deliciosa como sempre e como nunca,um vestido bem curto na frente e colado atrás,um tesão.chegamos mais ou menos la pelas 23 e 30, num motelzinho bem vagabundo ,Caminhamos pelo pátio e ouvia-se bem som alto pessoas conversando e gemidos,alguns gritos,falei:



-ih,Alá o bicho ta pegando.

-não,o pau que ta comendo mesmo. ?falou vivi com aquela carinha de safada sonsa. Rimos e subimos até o quarto 101. Já fui jogando ela na cama e comendo ela de roupa mesmo,ela adorava,tapa na cara e várias posições,gozava que nem uma louca comigo agarrado naquele lombo. Fui tomar meu banho, ouvi ela dizer que ia pedir não sei o que,falei pra ela esperar eu terminar ,passou-se um tempo,saí do banho olhei e não vi a vivi,ouvi uma voz de homem no corredor que levava até a sala de entrada do quarto.olhando pela fresta da porta do quarto dava pra ver de que jeito a vivi foi atender o garçom!



Estava com sua blusa preta de mangas compridas e justinha sendo que,embaixo vestia somente sua calcinha fio dental,a fita na coxa e salto alto,super-empinando seu rabão! Era impressionante aquele rabo carnudo exposto á observação do garçom,este estava um pouco atrás próximo a porta se deliciando com a visão enquanto ela, com o corpo meio inclinado assinava a notinha da garrafa de vinho na mesa.percebi que o cara,meio gordinho e coroa se punhetava discaradamente sobre a calça. Ela então se virou e ele parou rápido,vivi ficou alguns segundos olhando fixamente o volume na calça do cara enquanto agradecia,agora ela que olhava discaradamente com ar de espanto.o cara percebeu e ajeitou o volume para o lado e respondeu que estava a disposição que era só chamar. Ao fechar a porta notei sua expressão típica quando se espanta com algo,numa leitura labial disse,?nossa...?arregalando os olhos. A safada gostou. Veio de lá balançando o quadrilzão, reclamei dela ter ido atender daquele jeito que prontamente retrucou:-ah,mo,isso aqui é um motel e não um convento.Disse ela abrindo a garrafa,começamos a beber,aproveitei para atiçar.- não ficou com medo do cara te agarrar ali não?aposto que ficou de olho duro no teu rabo.

Ah,não só olho,rssss....-dando uma que não sabia, indaguei-como assim?

-sei lá,eu tava de costas,mas quando virei,ela tava lá com aquele volumão bem na minha frente...

-Reparou né,que era volumão...

-ah,poxa,fazer o que,tava bem ali na minha frente,não tinha como não reparar...-pensei,que safada,se revelando...disse- aposto que ele tava doido para enterrar o volumão no seu traseirão,safadinha.

-aposto que você tava doido pra ver isso,né safadinho,falou dando um tapa no próprio bundão. O clima esquentou e transamos de novo...

-lá pelas 4 da manhã,acordei meio sonolento, com um barulho.olhei para o lado e estava sozinho na cama, a luz da sala tava ligada,levantei tonto de sono e fui para lá,olhei novamente pela fresta e a vivi estava destrancando a porta,estava de roupão,sua bunda fazia um volume enorme levantando bem a parte de trás e sempre uma das coxas estava de fora. A porta se abriu e lá estava o coroa de novo,trazendo outra garrafa de vinho. O cara já entrou ?armado?,descaradamente como se estivesse sem cueca,parecia meio bêbado,ela arregalou os olhos e conversava com ele sem parar de olhar e ele deu uma risada discreta.vivi parecia nervosa,falava e ria meio tensa,o cara já se sentindo chegou perto da mesa e para se exibir colocou o volume em cima da mesinha enquanto tirava a nota do bolso,vivi não se conteve e falou em bom som:

- porra...

-senhora?

-n-nada,moço...

-ah...assina aqui! ?disse colocando a nota bem no canto da mesa.Ela teve então que se inclinar bem para pegar,da onde eu estava via tudo de frente,ao abaixar,aqueles duas nadegonas se elavavam acima por trás da cabeça dela,o cara deu a volta e ficou atrás.puxando o papel e voltando a ficar na posição normal o roupão ficou preso na volta do bundão,que dava até um copo em pé naquela garupa,ela nem se importou em abaixar,inclinou de novo para assinar.o cara na porta ,vidrado falou com a voz meio embargada,já sem nenhum respeito.-po,dona,com todo respeito,mas a senhora tem um bundão! Não é silicone isso aí não?-ela virou a cabeça para trás-vai dar uma bronca,pensei,e ela disse:-claro que não,é tudo meu mesmo!

-nunca vi desse tamanho. Notei que vivi olhou rápido na direção do quarto e falou: -nem eu nunca vi do seu tamanho!-o cara até se espantou,olhou pro volume e sorriu dizendo.-porra,dona já pensou essa caralha entrando nesse rabão?agora ela vai dar um esporro,já é abuso!Porém ela apenas disse entregando o papel:-que isso moço,minha bunda é grande mas o cu é apertadinho,vai me arrombar!-quase pirei!nunca ouvi ela falar daquele jeito!o cara retrucou:

-não foi isso que eu vi quando tu se abaixou ali na mesa não.com esse cuzão tu agüenta até um cavalo!-O cara sacou ali o que vim descobrir depois, que vivi era uma fervorosa adepta do sexo anal! Porque será,hein!?- Disse ele botando o pau pra fora.

-que isso moço! Q-que isso...

Sem que ele falasse nada ela se virou empinou aquele rabasso, a luz se apagou! Fiquei confuso e corri para lá,ouvia barulho da mesa se arrastando e um gemido abafado: aiê!ta doendo! Quase num sussurro...de repente um brilho intenso e...

Eu estava no meio da sala,em pé atordoado pela luz,vivi estava em pé na porta do quarto com cara de sono,enrolada na coberta.

-que foi amor?ta falando sozinho aí na cozinha,ta sonhando...

Me recompus,ela disse que o sonho foi bom,porque eu tava de pau duro! Só contei o sonho pra ela depois e a partir daí muita coisa rolou... continua numa próxima...

 

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