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Um Hallowen, um casarão, e grande orgia | Cornos | Acervo de Contos

Um Hallowen, um casarão, e grande orgia

Era noite de Hallowen, eu e meu namorado acabávamos de sair de uma festa, ele estava fantasiado de vampiro, com um sobretudo negro e dentes falsos, muito chique , eu estava de bruxinha, com uma mini saia e top ambos pretos, só para provocar os meninos da festa fui sem calcinha, sou meio que exibicionista, usava um daqueles chapéus pretos enormes que as bruxas usavam. Há pouco tempo não era mais presa pelos meus pais, queria aproveitar de todo jeito minha nova liberdade.

Íamos andando para casa, era uma caminhada longa, mas era o único jeito afinal ele não tinha carro e aquela hora já não havia mais ônibus. Quando cruzamos a esquina ele se lembra de que esqueceu sua capa na festa e volta para pega-la me mandando esperar. Esperei, esperei, mas nada dele voltar, pensei : - Era só o que faltava, além de pobre, agora me faz de idiota, quer saber, vou sozinha mesmo ele que vá para o inferno.

Estava completamente bêbada, quando passava na frente de alguém eu fazia questão de levantar a minúscula saia que estava usando e mostrar meu bumbum e minha bucetinha raspada presenteada com gritos de putinha e vagabunda que para falar a verdade eu adorava no estado que estava.Fui mais ousada, para completar meu show, despi minha mini-saia e meu top e fiquei completamente nua na calçada desfilando para quem quisesse ver. Os drogados e indigentes me aplaudiam e assobiavam me nomeando a vadia do bairro. Ia dando meu showzinho na rua e estava me divertindo muito quando para o meu azar cruzei com um bando daqueles homens que raspam a cabeça e adoram Hitler. Um deles gritou: - Olhem! Com certeza é uma daquelas travestis vagabundas que se mostram por ai pra dar o rabo por dinheiro.

Quando percebi a situação em que havia me enfiado eles já estavam correndo atrás de mim, e sai em disparada na esperança de encontrar alguma delegacia no meio do caminho para me salvar.

Eles estavam quase me alcançando quando me deparei com um casarão abandonado e pulando o portão fui até a porta, tentei abrir mas estava fechada, emperrada, sei lá. Rapidamente quando os avistei entrando pelo portão, sai correndo pelo corredor estreito que havia, estava perdida agora, pensava.

- Socorro!!!Alguém me ajuda ? Gritava desesperada, quando de repente o barulho de sua correria acabou e era como se eu estivesse completamente sozinha. Passei alguns minutos lá e resolvi sair, mesmo correndo o risco de ser pega.

Caminhava lentamente, completamente nua por aquele corredor escuro, finalmente cheguei até a saída e olhei novamente a porta, fui até o portão de saída, olhei a rua e para minha desgraça, aqueles caras estavam do outro lado da rua apenas me esperando para me pegar. Um deles me avista e grita: - Olhem, é ela peguem-na!

Fui novamente a porta que estava emperrada mas para minha surpresa, acho que o vento a abriu rapidamente, e pude adentrar no casarão. Quando entrei para minha sorte acredito que o vento fechou bruscamente a porta e eles mesmo tentando arrombar não conseguiram, passou-se mais um tempo e decidiram ir embora, acreditei, mas não me atrevi a tentar sair, pelo menos naquela noite, decido dormir lá dentro, afinal, acreditei que não havia ninguém lá.

Percorri todo o casarão e com isso confirmei que estava completamente vazio, chegando em um dos quartos, encontrei um colchão empoeirado, estava tão exausta que acabei me deitando e adormecendo.

Durante meu sono tive um sonho esquisito, sonho com uma mulher muito bela, que parecia comigo, ela estava deitada no colchão que eu estava dormindo, e totalmente nua com as pernas escancaradas, introduzia um pênis de borracha enorme em sua bucetinha, então percebendo a minha presença ela acenou para mim, me sorriu e disse: - Você vai ser igualzinha a mim sabia, é o seu destino, não pode mudar isso, vem aqui comigo... ? Não entendia o que ela queria me dizer, mas quando eu estava indo em direção dela finalmente acordei, algo me fez acordar, algo percorria todo o meu corpo e pressionava meus seios e meu clitóris. Mãos masculinas...



Abri rapidamente os olhos e fiquei pasma quando ao meu redor avistei dez homens completamente nus. Eram todos negros e fortes com picas enormes todas passando de seus 20 cm apontando para mim.

Fiquei apavorada, não era mais virgem e adorava transar, mas todos os homens que já tinha pegado tinham o pênis pequeno, mas aqueles gigantes tinham o pênis enorme e grosso, iam me estourar inteira.

Levantei-me e tentei sair correndo, mas fui contida pelos dez negros enormes tanto em altura como em músculos: - Me soltem - Eu gritava - Quando sair daqui vou direito à delegacia.

Nada respondiam, apenas me secavam com os olhos, com olhar de seriedade e severidade.

Lá estava eu completamente nua envolta daqueles dez homens todos com suas picas avantajadas eretas prontos pra fazer o que quiserem comigo, tentei me debater, mas acabei tomando um murro na face, vi que não tinha mais jeito e acabei me entregando a eles.

Sentia mãos e línguas por todo o meu corpo, meus seios e minha bucetinha que logo não teria mais nada de pequena eram sugados ferozmente por aquelas bocas carnudas, chupavam muito, sem parar por mais de meia hora e neste tempo qual foi minha surpresa, estava pouco a pouco aceitando e gostando daquela situação, me sentindo uma atriz pornô. Gozei forte na boca de um deles.

Eles perceberam meu gozo e notando que não havia mais resistência me pegaram no colo e me levaram até o terraço da casa, fizeram uma roda e tive que abocanhar e chupar todas aquelas picas enormes, as poucas pessoas que passavam na rua aquela hora paravam e assistiam o nosso show que terminara com uma sessão de enxurrada de porra quentinha na minha boca e por todo o meu corpo.

Fui posta de quatro, instantaneamente uma daquelas varas enormes preencheu minha boca me fundendo gostoso fazendo quase engasgar, enquanto isso outro deles se posicionava em baixo para me foder. Meu urros de dor eram abafados por aquela pica enorme, cheia de veias e super grossa. Tive minha bucetinha quase rasgada por aquele mastro enorme e quando finalmente estava quase me acostumando com o tamanho daquela coisa veio mais um deles por trás e colocou no meu cuzinho que era virgem enfiando com tudo adentro. O safado que eu estava chupando tira a vara da minha boca só para ter o prazer de me ver urrar, gritava muita: - Ai, tira, tira, tira, ta doendo seu filho da puta, ai, eu vou morrer,ai, porra!!!

Mas meus gritos de nada adiantavam, fui arrombada de vez por aqueles dois mastros e tive meus dois buracos que eram pequenos completamente alargados por aquelas varas monstruosas.

Os dois saíram mas logo o segundo trio se posicionava para me enrabar, estava me sentindo uma puta de verdade, afinal quando a segunda dupla começou a me comer, com o homem de cima puxando meus cabelos como se eu fosse uma égua já havia me acostumado com o tamanho e os gemidos de dor deram lugar aos de prazer, de tesão, não sabia mas naquele exato momento havia me tornado uma devassa viciada em sexo grupal e em orgias inimagináveis.

Todos me foderam com dupla penetração e quando pensei que tudo havia acabado inventaram de me fazer dupla penetração na bucetinha, e dupla penetração no cuzinho, Doeu horrores mas acabei me acostumando e gostando também. Em meio a meus berros de ? Mete caralho, fode a cadela, ela quer pau nos buracos? encerrei meu ultimo orgasmo desmaiando nos braços de meus negros fortes e musculosos.

Porem antes que desmaia-se algo de espantoso aconteceu, lembram daquela linda mulher que apareceu em meu sonho, na porta que ficava no final do terraço, lá estava ela, e sorridente acenava para mim, quando fui tentar falar algo para ela, não consegui, me veio o desmaio súbito.

Quando novamente acordei estava sentada, debaixo do chuveiro, sendo lavada para tirar todo excesso de porra que havia no meu corpo, quem me dava banho não era ninguém menos do que aquela misteriosa mulher.Ela se achega aos meus ouvidos e me diz: - Viu. Eu não te disse que seria igual a mim, não se pode fugir do seu destino ? Depois de dizer estas coisas, ela se aproxima e com ternura beija a minha boca. Nunca tinha imaginado em beijar uma mulher, me dava nojo só de pensar, mas com ela era diferente, quando me beijou estranhamente senti como se um vazio que havia dentro de mim fosse preenchido.

Ela me pegou pelos braços e me levando até a sala disse: - Agora você precisa terminar o que começamos e finalmente se tornara uma verdadeira cadelinha ? Não entendi novamente o que ela quis dizer, só ao chegar a sala pude finalmente ver.



Eu relutei, já estava toda dolorida, mas no estado que estava já não dava mais para lutar. Levou-me até a sala novamente e notei que alem dos dez homens havia dois cães da raça São Bernardo, pensei comigo, que diabos estes gringos querem agora.

Fui obrigada a ficar de quatro novamente, e dois dos homens me seguraram as mãos e os pés sem eu entender por que, afinal eu já havia aceitado e entrado no clima da putaria que estavam fazendo comigo.

Foi quando aquela mulher anunciou: - Meu amor, estes homens são loucos por sexo bizarro, e a fantasia deles esta noite é ver uma putinha safada igual você ser fodida por estes dois cães enormes.

Comecei a me debater e relutar afinal aquilo sim era loucura, já chega ter sido fodida nos dois buracos por aqueles brutamontes e agora por cães.

Mas era inútil eu estava à mercê daqueles homens e agora daqueles cães.

Um deles trouxe um dos cães e aproximando-o de mim segurava a vara imensa do cão, maior que o deles e esfregava na minha boca fazendo sinal para eu abocanha-lo. Virei o rosto tentando escapar, mas levei um tapa na minha boca, mesmo com nojo fui obrigada a lentamente receber aquela pica vermelha e imensa na minha boca. Chupava, chupava e chupava rezando para que tudo aquilo acaba-se, o cão ejaculou e inundou minha boca e rosto de porra quentinha me deixando com a face branca.

Quase vomitei, mas o pior ainda estava vindo outro dos homens posiciona o outro cão atrás de mim pronto para foder, já não tinha forças para lutar arrebitei o bumbum e esperei o pior. A vara monstruosa daquele animal entrou de uma só vez, mas não na minha buceta e sim no meu cuzinho, urrei de dor, sendo deflorada por um cão e os rapazes novamente me obrigando a fazer sexo oral para eles.

No final o cão inunda meu cuzinho de porra e os negros novamente gozam e deixam todo o meu corpo sujo de porra, e para piorar além de gozarem decidiram urinar todos em mim tendo até que beber urina quente.

Depois de tudo isto, todos aqueles negros foram se vestindo e agradecendo a mulher misteriosa pelo prazer que ela e eu lhes demos.

Estava eu lá, deitada naquele colchão toda suja, ela se aproxima de mim, faz carinho na minha cabeça, novamente me dá um longo beijo nos lábios e diz: Te amo muito, que bom que fui eu que te iniciei, minha putinha amada.

Depois deste longo beijo, desmaiei novamente e só fui acordar no dia seguinte.

Quando fui até a porta espiar a rua, para minha surpresa, minhas roupas estavam bem do lado de fora, pude finalmente me vestir e ir para minha casa, quando cheguei em casa meus pais adotivos me esperavam. É mesmo, esqueci de contar, fui adotada quando era uma criança de colo ainda, jamais soube quem eram meus verdadeiros pais.

Eles estavam sentados, me olhavam com olham de reprovação, cheguei perto de meu padrasto e fui lhe dar um beijo de bom dia, ele se afastou e quando fui perguntar o que aconteceu, ele me deu um tapa forte na face e terminou dizendo: - É uma vadia mesmo, é exatamente igual sua mãe biológica, aquela atriz pornô vagabunda.

Fiquei estupefata, eles sabiam quem era minha mãe. Meu padrasto sai dizendo que era para não cometer besteiras que não valiam a pena e minha madrasta finalmente diz: - Sim. Já esta na hora de saber quem era sua mãe, pois afinal ela já morreu há mais de anos. Seu padrasto esta certo, sua mãe era uma atriz de filmes pornográficos muito famosa, e ela morava aqui perto, naquele casarão abandonado ? Quando ela disse sobre o casarão me arrepiei.

Foi até o quarto dela, e finalmente estendendo a mão direita com algo disse: - Isto é a única lembrança que restou da sua mãe, a única foto que restou do incêndio no casarão em que ela acabou morrendo ? Estendi a mão e peguei, era realmente uma foto e quase desmaiei quando vi.

A minha mãe, não era ninguém menos, do que aquela mulher, ou melhor, o espírito daquela mulher que me acompanhou naquele casarão. Minha mãe, que eu tanto sonhava em conhecer, voltara do mundo dos mortos, só para transformar a filha, como ela mesmo disse, na sua herdeira, na mais nova putinha safada da família.

Com a foto nas mãos sai correndo novamente até o casarão e chegando no portão dele, lá estava ela me esperando na porta. Novamente ela sorri para mim e diz: - Não disse que não se pode negar seu destino... Filha... ? Dizendo isto ela some me deixando sozinha naquele lugar.

 

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