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Teste drive | Cornos | Acervo de Contos

Teste drive

Procurava um carro nos classificados e vi um daqueles típicos anúncios que dizia que o carro estava funcionando tudo, pneus novos, documentação em dia e que o carro estava conservado porque era um carro de mulher. Liguei para o anuncio e realmente quem me atendeu foi uma mulher, dona de uma voz doce e sensual que não sabia me explicar direito as perguntas que eu fazia. Começamos a conversar na tentativa de me fazer ser entendido e esse bate papo acabou trocando de rumo e nos ficamos quase três horas flertando pelo telefone, por fim marquei uma hora e fui ver o carro, nesse intervalo de espera ate dar o horário para ir ver o carro eu comecei a fantasiar sua dona, aquela voz melosa não saia da minha cabeça e eu tentava imaginativamente construir um lindo corpão para a dona da voz, (como é que ela seria). Cheguei ao endereço, toquei o interfone e nada, insisti e vi uma sombra atrás do portão, mas ninguém abriu, toquei mais uma vez e como não tive resposta me virei para sair. Quando eu entrei no meu carro o portão destravou, aguardei e quando ele abriu saiu uma japonesinha que deveria ter menos de um metro e meio, magrinha, peitinhos pequenos e carinha de criança, se aproximou, pediu desculpas pela demora e me convidou para ir ver o carro. Sim ela era a dona da linda voz que tinha me excitado, tinha fugido a todas as minhas expectativas, não era nenhuma loira peituda, morena com corpo de violão e nem uma pretinha do bumbão. Me curvei para lhe cumprimentar e ela era uma asiática cheirosa, baixinha de cabelos pretos, lisos e longos, usava um salto alto para tentar enganar a altura, uma saia jeans justa e uma blusa social branca com as mangas dobradas e o ultimo botão aberto deixando aparecer a correntinha com seu nome escrito akemy, seguimos em silencio pela lateral da casa, ela apertou o controle remoto e a porta da garage elevou, contornei o carro visualizando o seu estado, pedi para ela abrir o capo e ela não sabia como abrir, mostrei para ela a onde era e juntos verificamos o motor, estava ótimo por fora então passamos para o interior, sentei a direção e comecei a observar cada detalhe, o carro era impecável, quando ela sentou no carona vi sua calcinha branca e pela sombra logo deduzi que ela deveria ser bem peluda, começamos a negociar a melhor forma de pagamento, ela estava irredutível quanto ao preço e de repente, retomamos a nossa conversa do telefone, o clima começou a esquentar, ligamos o ar do carro e reclinamos um pouquinho os bancos e depois de uma troca de olhares nas partes intimas rolou um beijo, desabotoei sua blusa, soltei seu sutiã e comecei a mamar, eram durinhos os seus peitinhos e não eram tão pequenininhos assim como eu imaginava, estavam comprimidos pelo sutiã, enquanto eu mamava, minha mão já tinha invadido a sua calcinha podia sentir meus dedos escorregando nos seus lábios úmidos, mas ela segurou a minha mão e parou tudo, me olhava ofegante e de repente prosseguiu, abriu o botão da minha bermuda e baixou o zíper pois meu cacete para fora e começou a chupar enquanto eu me dobrava para continuar a lhe tocar a vulva, ela tirou a calcinha, enrolou a saia na cintura e montou no meu colo, pequenininha, ela quicava com vontade nos meus vinte centímetros sem tocar a cabeça no teto, sua boceta peluda exalava um cheiro forte um misto entre o suor e o prazer seus movimentos foram ficando mais lentos, suas perninhas dobraram e por fim ela já estava rebolando em vez de fazer o sobe e desce. A empurrei para o banco do carona, deitada com as perninhas para cima, meti com vontade e a japinha começou a gemer enquanto eu socava meu cacete impiedosamente na sua bocetinha peluda. Ela começou a ter um orgasmo tão intenso enquanto eu socava que parecia sair vários jatos de urina da sua boceta, molhando todo estofamento e quando os jatos cessaram ofegantemente ela pediu para que eu parasse um pouquinho, seus olinhos orientais pareciam menores, praticamente fechados mesmo com o ar do carro ligado ela suava e a sua pele alva agora estava vermelha. Saímos do carro e o ar puro parece ter revigorado a japinha que apertou o controle remoto para baixar o portão da garage depois me empurrou contra o capo, ajoelhou e começou a chupar meu saco, me masturbando e entre uma lambida e outra nas minhas bolas sua língua tocou no meu rabo e quanto mais eu fugia mais ela insistia em empurrar sua lingüinha na minha bunda. Levantei a japinha colocando a deitada sobre o capo, abri bem suas pernas e pincelei no seu rabinho, ela empinou-se toda para me receber, segurei na sua cinturinha e fui empurrando, ela gemia baixinho enquanto eu deslizava para dentro e soltava um haar de alivio quando eu recuava esse processo foi se tornando mais rápido na medida em que ela foi ficando mais lubrificada e por fim o único som que ela emitia era um pedido de goza comigo, pedido esse que eu não podia deixar de atender e quando eu comecei a gozar no rabo da japinha ela voltou a ter seu orgasmo deixando seu liquido escorrer de perna a baixo enquanto comprimia o meu cacete com o seu rabinho.

Depois desse teste drive é claro que comprei o carro eu só não esperava que fosse o marido dela a levar o carro na minha casa e pela maneira dele me tratar, convidando para ir tomar uma cerveja a qualquer hora dessas na sua casa eu aposto que ele estava escondido naquela garage vendo a sua esposinha oriental levando no rabo            

 

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